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A Fundação de Hematologia e Hemoterapia da Bahia (Hemoba) vai funcionar em horário estendido neste sábado (25), em comemoração aos seus 31 anos de existência. Na ocasião, a unidade atenderá das 7h30 às 16h, mantendo as medidas de segurança frente à Covid-19, como a possibilidade de agendamento da coleta e o atendimento por ordem de chegada. O diretor geral da instituição, Fernando Araújo, disse que, apesar do contexto, é um momento de celebração. “São 31 anos de cuidado com a vida. Por isso, toda minha gratidão ao povo baiano, que através da sua solidariedade e altruísmo vem contribuindo para que possamos salvar vidas. Este é um dos maiores exemplos de exercício de cidadania”. No momento, os estoques de sangue em níveis mais críticos são para os tipos A+, A-, AB+, AB-, B+ O+ e O-. A médica hematologista Rivania Andrade lembrou que a pandemia e a necessidade de isolamento social contribuíram para a queda na produção das bolsas, o que gerou uma baixa percentual de 26,51% das bolsas e 28,19% dos candidatos à doação em relação ao mesmo período de 2019. Os agendamentos para doação neste sábado podem ser feitos pelo site da Hemoba, através do e-mail [email protected] ou pelo telefone (71) 3116-5643.
Durante o carnaval, a Fundação de Hematologia e Hemoterapia da Bahia (Hemoba) estará de portas abertas para atender os voluntários interessados em doar sangue. Em Salvador, o Hemocentro Coordenador, localizado na ladeira do Hospital Geral do Estado (HGE), funciona nesta sexta (21), das 7h30 às 18h30 e, no sábado (22), das 7h30 às 12h30. Na segunda (24) e terça (25) de carnaval, os doadores podem comparecer das 7h30 às 18h30; na quarta-feira de cinzas a unidade vai abrir das 13h às 18h30. A unidade do SAC Cajazeiras funciona em expediente normal nesta sexta-feira, das 7h30 às 15h, reabrindo na quarta de cinzas, das 13h às 17h. No Hospital do Subúrbio, os interessados podem doar sangue na sexta, das 7h30 às 12h e das 13h às 16h30. A unidade não funciona entre os dias 24 e 26, voltando com o atendimento normal na quinta (27). No Hospital Santo Antônio, não haverá coleta de sangue durante o carnaval, reabrindo na próxima quinta. Alguns municípios do interior baiano também irão realizar coleta de sangue, como Barreiras, Eunápolis, Guanambi, Juazeiro, Vitória da Conquista, Jequié, Ribeira do Pombal, Santo Antônio de Jesus, Itaberaba e Teixeira de Freitas. Para doar sangue, os voluntários precisam estar bem de saúde, ter de 16 a 69 anos, pesar mais de 50 kg e apresentar um documento oficial com foto. No dia da doação, é importante seguir alguns requisitos básicos, como ter dormido no mínimo 6 horas, não ter ingerido bebida alcoólica nas últimas 12 horas e fumado por pelo menos 2 horas. Mais informações estão disponíveis no site da Fundação Hemoba.
A Secretaria da Saúde do Estado, por meio do Sistema Estadual de Transplante, contabilizou durante o ano passado um total de 158 doações de múltiplos órgãos e 796 doações de córneas, superando os números do ano anterior (2018), quando foram registradas 133 doações de múltiplos órgãos e 518 de córneas. As doações efetivadas em 2019 possibilitaram que fossem realizados 743 transplantes de córnea, 41 de fígado, 287 de rim, sendo 19 de doador vivo e 46 de medula óssea, além de dois de pele. Atualmente, 1.476 pessoas estão em fila de espera por um transplante no Estado. A coordenadora da Central de Órgãos do Estado, Carolina Sodré, revela estar otimista em relação ao aumento no número de doações esse ano. Em 2020, somente no mês de janeiro, foram contabilizadas 26 doações de múltiplos órgãos e 64 de córneas, possibilizando a realização de 50 transplantes de rim, oito de fígado e 67 de córneas. O secretário estadual da Saúde, Fábio Vilas-Boas explica que “graças aos investimentos na saúde pública, feitos nas duas gestões do governador Rui Costa, estamos oferecendo melhores e mais ágeis procedimentos médicos em transplantes, e consequentemente ocorre um volume maior de doações, diminuindo, gradativamente, as respostas negativas por parte das famílias envolvidas”. A negativa familiar e o desconhecimento da sociedade sobre o processo de doação e transplante ainda são alguns dos principais obstáculos para o aumento no número de transplantes. “Por não conhecerem como se dá a doação, muitas famílias negam”, comenta Carolina Sodré. Ainda conforme a enfermeira, outros aspectos positivos o que refere ao processo de doação e transplante de órgãos foi o credenciamento de uma nova unidade para transplante renal e cardíaco – o IBR, em Vitória da Conquista – , a ampliação da capacidade do Hospital Ana Nery para realização de transplantes e o credenciamento do Hospital Martagão Gesteira para transplante pediátrico de rim, de fígado e de medula.
Para manter o estoque de sangue em nível seguro durante o período de manutenção preventiva das Unidades Móveis de Coleta (Hemóveis), a Fundação de Hematologia e Hemoterapia da Bahia (Hemoba) tem investido na mobilização de grupos de doadores fidelizados. A campanha, intitulada 'Operação Verão', pretende atrair doadores para uma das 25 unidades fixas de coleta distribuídas em todo o Estado. Nas próximas semanas de janeiro, a Fundação deseja aumentar o número de comparecimento de doadores a partir da realização de campanhas voltadas para o agendamento de grupos de doadores e promovendo o atendimento em horário estendido aos sábados, conhecido como 'Sabadão Solidário'. Segundo o diretor da Hemoba, Fernando Araújo, a estratégia é necessária pois devido à manutenção dos Hemóveis há uma necessidade maior de reforçar os estoques para continuar atendendo às demandas transfusionais com segurança. “Em nível de captação, as Unidades Móveis representam quase 40% das coletas que realizamos, superando 23 das 24 unidades de coleta no estado. Estamos mobilizando o público da capital para que doem na sede da Hemoba e nas unidades de Cajazeiras, Hospital do Subúrbio e Hospital Santo Antônio”. Para agendar a doação em grupo, é preciso mandar um e-mail formalizando o pedido para o setor de Captação de Doadores, [email protected] , informando o nome do grupo e a quantidade de doadores. Cada grupo recebe um código personalizado para que realizem a doação. Através deste código, é possível contabilizar o número de candidatos à doação que foram mobilizados pelo grupo e compareceram ao hemocentro.
A unidade da Fundação Hemoba na terceira maior cidade da Bahia, Vitória da Conquista, está com um fluxo baixo de doadores, atendendo abaixo da sua capacidade. Localizada dentro do Hospital Geral do município, na Avenida Filipinas, o local possui uma equipe multidisciplinar apta e preparada para receber aproximadamente 30 doações de sangue por turno, porém, mesmo com o apelo na imprensa local e campanhas realizadas, os números de captação são preocupantes: apenas 10 doações de sangue por dia. De acordo a assistente social da Hemoba em Vitória da Conquista, Maísa Magalhães, a unidade precisa de uma maior mobilização da comunidade local para conseguir atender as demandas hemoterápicas e transfusionais com mais tranquilidade. “Faço um apelo à população conquistense, que intensifique as doações de sangue. Para todos que já doaram e estão afastados e aos que nunca fizeram este ato, procurem a nossa unidade, precisamos manter um ritmo de doações, para cumprir em conjunto a missão de salvar vidas”, apelou a assistente social. Os voluntários interessados em doar sangue ou no cadastro para doador de medula óssea devem comparecer a unidade portando um documento oficial com foto, estar bem de saúde e pesar mais de 50 kg. A Hemoba em Vitória da Conquista funciona para coleta de sangue de segunda a sexta-feira de 7h30 às 12h. Maiores informações podem ser solicitadas através dos telefones (77) 3427- 4501/2060 ou e-mail [email protected].
Um público em especial está aumentando a quantidade de doações de sangue no Estado. De 2018 para 2019 a Fundação Hemoba já registra um aumento maior que 12% de doadores com idade superior a 60 anos. Fidelizados e atuantes, eles chegam cedo e estão disponíveis para ajudar. É o caso do agricultor Milton Santana. Com 64 anos, ele mora em São Gonçalo dos Campos e sempre que vai a Feira de Santana ou Salvador, faz questão de comparecer ao hemocentro. “Comecei a doar sangue há 40 anos para meu pai que na época estava doente. Não existia a Hemoba, fiz a doação no Hospital Roberto Santos. De lá para cá, sempre que tenho a oportunidade faço minha doação. Nesta quarta (25), minha neta fez aniversário, mas avisei logo para família que iria me atrasar porque precisava salvar vidas. As pessoas precisam se conscientizar que muita gente necessita desse apoio. Quando faço minha doação tenho a certeza que estou fazendo o bem e se um dia for precisar, alguém vai doar pra mim”, declara Milton Santana. De acordo com a coordenadora de captação de doadores Iara Matos, em 2019, cerca de 2030 pessoas com mais de 60 anos doaram sangue. “Normalmente este público possui uma boa conscientização e compromisso. É uma parcela importante da população que ao ser sensibilizada atende o chamado para ajudar o próximo”. A doação de sangue pode ser realizada até os 69 anos, porém a pessoa precisa ter doado em algum momento antes de completar 60 anos. “Os cuidados são os mesmos para qualquer faixa etária. O voluntário precisa ter mais que 50 kg, estar bem de saúde, vir alimentado e trazer um documento oficial com foto”. Descreve Iara Matos.
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Na sexta-feira (27), Dia Nacional da Doação de Órgãos, o Ministério da Saúde lançou a Campanha Nacional de Incentivo à Doação, que este ano traz o tema “A vida continua. Doe órgãos. Converse com sua família”. “Estamos sensibilizando as famílias para que conversem em casa e digam aos seus familiares que são doadores de órgãos para, o dia que acontecer o imprevisto de uma morte inesperada, a família tenha essa informação de que o desejo dele era de ser um doador”, destacou o ministro interino da Saúde, João Gabbardo. O Dia Nacional de Doação de Órgãos tem o objetivo de conscientizar sobre a importância da doação e fazer com que as pessoas conversem com seus familiares e amigos sobre o assunto. Apesar da ampliação da discussão do tema nos últimos anos, estudo da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) identificou três motivos principais para a recusa das famílias, que não ocorre só no Brasil: incompreensão da morte encefálica, falta de preparo da equipe para fazer a comunicação sobre a morte e religião. Segundo o Ministério da Saúde, 6 em cada 10 famílias autorizam a doação de órgãos. Gesto que salvou, somente nos primeiros seis meses deste ano, mais de 13 mil pessoas. Balanço divulgado pelo Ministério da Saúde feito, entre o primeiro semestre de 2019 em comparação ao mesmo período de 2018, apontou crescimento de transplantes considerados mais complexos, ou seja, que são mais difíceis de serem realizados devido a aspectos como tempo curto entre retirada e implante do órgão, estrutura necessária nos hospitais e equipes especializadas. Os transplantes de medula óssea aumentaram 26,8%, passando de 1.404 para 1.780. Já os transplantes de coração cresceram 6,3%, passando de 191 para 203.
Durante o primeiro semestre de 2019, a Bahia registrou um aumento de 13,39% no número de transplantes realizados, na comparação com o mesmo período do ano passado. Para conscientizar a população sobre o gesto, a Secretaria da Saúde (Sesab) vai promover uma série de ações em todo o estado durante o Setembro Verde, campanha que marca o Dia Nacional da Doação de Órgãos e Tecidos, celebrado no próximo dia 27. Nesta sexta-feira (6), em Salvador, um estande ofereceu serviços de saúde e informações sobre doação de órgãos na Estação Rodoviária, no Terminal de São Joaquim do Sistema Ferry Boat e no Terminal Turístico Náutico. "Oferecemos aferição de pressão e glicemia, controle de peso e orientação para prevenção de doenças crônicas, reforçando a necessidade da doação de órgãos. É importante que as famílias saibam que, no momento certo, a decisão é do familiar. Quem quer ser doador precisa avisar à família e conversar sobre o assunto. Não precisa mais deixar nada por escrito, nem fazer constar no documento de identidade. Basta ter um diálogo", explicou a coordenadora da Central de Transplantes, América Carolina. Os serviços de saúde atraíram as pessoas que passaram pela Estação Rodoviária, como o auxiliar de serviços gerais Genivaldo Queiroz, que aprovou a iniciativa. "Tinha ouvido falar por alto [sobre a doação de órgãos], mas é muito importante. É uma forma de demonstrar amor com o nosso semelhante", afirmou. Outro ato significativo para salvar vidas é a doação de sangue, que pode ser realizada em hemocentros e bancos de sangue em todas as regiões da Bahia.
A Fundação de Hematologia e Hemoterapia da Bahia (Hemoba), em Brumado, está sem bolsas para coleta de sangue. Com a falta do material, não há como os doadores realizarem o procedimento, o que pode vir a prejudicar o estoque da unidade, principalmente se tratando de tipos sanguíneos específicos. A direção do Hemoba informou que o problema ocorre em todo o estado da Bahia. O material já foi solicitado a central em Salvador e a unidade aguarda a reposição.