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Um dos investigados no caso que envolve integrantes da banda New Hit, condenado pela Justiça a dez anos de reclusão, foi preso pela Polícia Civil no final da tarde desta quinta-feira (17), no bairro do Stiep, em Salvador. O homem, de 34 anos, foi denunciado pelo Ministério Público da Bahia pela prática de estupro qualificado contra duas adolescentes de 16 anos.
A ação foi fruto de um trabalho de inteligência e troca de informações entre o Departamento de Polícia Metropolitana (DEPOM) e a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO/BA). De acordo com as investigações, os fatos ocorreram no início da madrugada de 26 de agosto de 2012, no interior de um ônibus estacionado na Praça Santa Tereza, no Centro de Ruy Barbosa.
Após o cumprimento do mandado de prisão decorrente de condenação transitada em julgado, o homem foi conduzido a uma unidade policial, onde foram adotadas as medidas de Polícia Judiciária cabíveis, permanecendo à disposição do Poder Judiciário.
A Polícia Civil da Bahia deflagra, nesta terça-feira (15), em Salvador, a Operação Sem Lastro, que investiga um grupo suspeito de aplicar um esquema de fraude financeira por meio da criação e negociação de duplicatas falsas. Os documentos simulavam dívidas de empresas que, na realidade, não tinham realizado as vendas ou prestado os serviços indicados nos títulos. A ação cumpre mandados de prisão e de busca e apreensão, além de medidas judiciais de indisponibilidade de bens móveis e imóveis avaliados em até R$ 15 milhões.
Segundo as investigações, os suspeitos criavam as duplicatas e as negociavam com fundos de investimento, que acreditavam estar adquirindo documentos referentes a dívidas reais. Mais de mil duplicatas falsas foram identificadas, envolvendo mais de 200 empresas que apareciam nos documentos como responsáveis pelos pagamentos, embora não tivessem realizado as operações comerciais indicadas. O valor dos títulos colocados em circulação supera R$ 32 milhões, enquanto o prejuízo financeiro já confirmado ultrapassa R$ 15 milhões.
Para manter o esquema em funcionamento e dar aparência de normalidade às negociações, os investigados utilizavam pagamentos feitos por eles próprios para quitar algumas das duplicatas. Dessa forma, os títulos podiam ser renovados e novos valores eram obtidos junto aos fundos de investimento.
As medidas patrimoniais buscam impedir que os bens sejam transferidos ou ocultados e garantir recursos para um possível ressarcimento das vítimas. A Operação Sem Lastro é realizada pelo Departamento de Polícia Metropolitana (DEPOM).
Investigados por estupro de vulnerável, produção e armazenamento de pornografia infantil são alvos de mandados judiciais cumpridos nesta quinta-feira (27), na Bahia. A ação integra a Operação Brilho do Amanhã, coordenada pela Polícia Civil, e mobiliza cerca de 120 policiais.
São cumpridos mandados judiciais, entre prisões e buscas e apreensões, em Salvador, Lauro de Freitas e nos municípios de Itagi, Seabra, São Félix e Conceição do Coité. Na capital baiana, as equipes atuam nos bairros da Barra, Arraial do Retiro, Arenoso, Costa Azul, Ilha Amarela, Santa Cruz, Calabetão, Pernambués, Fazenda Grande do Retiro, Vila Laura e Paripe.
As diligências também têm como foco crimes praticados no ambiente digital, com busca e apreensão de dispositivos eletrônicos e análise de dados que possam contribuir para a identificação de autores, redes criminosas e outros envolvidos.
A Operação Brilho do Amanhã é uma ação permanente da Polícia Civil da Bahia e prevê ciclos operacionais coordenados, com produção de inteligência, cumprimento de medidas cautelares, monitoramento dos resultados e avaliação das ações. Nesta edição, o ciclo ocorre entre os dias 24 e 28 de agosto.
A operação é coordenada pelo Departamento de Proteção à Mulher, Cidadania e Pessoas Vulneráveis (DPMCV) e conta com o apoio dos Departamentos Especializado de Investigação e Repressão ao Narcotráfico (DENARC), Especializado de Investigações Criminais (DEIC), de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), de Inteligência Policial (DIP), de Repressão e Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (DRACO), de Polícia Metropolitana (DEPOM) e de Polícia do Interior (DEPIN), além da Coordenação de Operações Especiais (CORE).
Também participam o Departamento de Polícia Técnica (DPT), a Polícia Militar da Bahia e a Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (SEAP).
Nas primeiras horas desta quinta-feira (9), a Polícia Civil da Bahia deflagrou a Operação Indignos, cumprindo ordens judiciais em cinco estados: Bahia, São Paulo, Paraná, Amazonas e Ceará. A ação, conduzida pelo Departamento Especializado de Investigações Criminais (Deic), tem como objetivo desarticular uma organização criminosa envolvida em extorsão mediante sequestro com resultado morte, tráfico de entorpecentes e lavagem de capitais. A investigação é fruto de um ano de monitoramento e análise minuciosa de informações, que permitiram identificar os suspeitos e seu envolvimento nas atividades criminosas. Durante o cumprimento das ordens judiciais, materiais que podem reforçar as provas contra os investigados também estão sendo apreendidos. A ação coordenada pelo Deic envolve um esforço conjunto e simultâneo em diferentes localidades, contando com o apoio de 200 policiais dos Departamentos de Repressão e Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (Draco), de Polícia Metropolitana (Depom), de Inteligência Policial (DIP), de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), da Coordenação de Operações e Recursos Especiais (Core) , da Coordenação de Operações de Polícia Judiciária (COPJ), da Corregedoria de Policia Civil (Correpol) e da Polícia Militar (PM).
A Polícia Civil da Bahia, por meio dos Departamentos de Polícia do Interior (Depin) e de Polícia Metropolitana (Depom), deflagrou na manhã desta quinta-feira (12) a 14ª fase da Operação Unum Corpus. A megaoperação abrange diversas cidades do interior do estado, a capital e a Região Metropolitana de Salvador (RMS), com o objetivo de desarticular grupos envolvidos em crimes violentos e cumprir centenas de mandados de prisão e de busca e apreensão. Entre os principais alvos da operação estão líderes de grupos criminosos responsáveis por tráfico de drogas, homicídios, latrocínios e feminicídios. Um dos destaques desta fase foi a prisão de um suspeito em Itambé, apontado como líder de uma organização que atuava na fronteira entre Mato Grosso e Bolívia, praticando crimes como tráfico de drogas e homicídios em áreas de garimpo.
Números da operação - Cerca de mil policiais participam da ação coordenada no interior e na capital. Até o momento, mais de 160 mandados de prisão foram cumpridos, com a prisão de diversos criminosos de alta periculosidade. Somadas as 13 fases anteriores, a Operação Unum Corpus já resultou na prisão de mais de 2.539 suspeitos, na apreensão de 420 armas de fogo e no cumprimento de mais de 2.211 mandados de busca e apreensão. A operação conta com o apoio estratégico do Departamento de Inteligência Policial (DIP), que utiliza tecnologias avançadas para identificar e monitorar as ações de criminosos. As ações de inteligência empregadas na atividade investigativa reafirmam a importância de uma atuação coordenada e contínua no combate ao crime organizado.