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Uma medida provisória publicada nesta terça-feira (28) abre crédito extraordinário de R$ 330 milhões para subsidiar a importação de gás de cozinha, em meio à alta dos preços provocada pelo cenário internacional.
O recurso será usado para garantir que o gás liquefeito de petróleo (GLP) importado seja vendido no Brasil pelo mesmo preço do produto nacional,evitando repasses mais elevados ao consumidor final.
A medida faz parte de um pacote anunciado no início de abril para conter os impactos da guerra no Oriente Médio sobre os combustíveis. O conflito elevou o preço do petróleo no mercado internacional, o que pressiona diretamente o custo do gás e do transporte.
Na ocasião, o governo anunciou um subsídio de R$ 850 por tonelada para o produto importado. A medida busca equiparar o preço ao GLP nacional e reduzir o impacto no custo do gás de cozinha, especialmente para famílias de baixa renda.
A Acelen anunciou uma redução nos preços dos combustíveis comercializados para as distribuidoras na Refinaria de Mataripe. O novo reajuste passou a valer a partir da última quinta-feira (16) e contempla quedas nos valores do diesel e da gasolina.
De acordo com os números divulgados, o diesel S10 teve redução de 3,5%, passando de R$ 6,144 para R$ 5,926. Já o diesel S500 registrou queda de 3,7%, saindo de R$ 5,927 para R$ 5,709. A gasolina também apresentou recuo, com diminuição de 4,6%, passando de R$ 4,089 para R$ 3,903.
Apesar da redução nas refinarias, o impacto no valor pago pelo consumidor final não é imediato. O repasse depende das distribuidoras e dos postos de combustíveis, que consideram custos operacionais e estratégias comerciais próprias antes de ajustar os preços nas bombas.
Segundo a empresa responsável, a definição dos valores segue critérios de mercado, levando em conta fatores como a variação do preço internacional do petróleo, a taxa de câmbio e os custos logísticos, incluindo transporte e frete.