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Um homem de 30 anos, condenado a mais de 24 anos de prisão pelos crimes de latrocínio, roubo majorado e corrupção de menores, foi capturado pela Polícia Militar na noite desta quinta-feira (19), no bairro Malhada Branca, em Brumado.
A prisão ocorreu por volta das 19h, durante uma ação realizada por uma guarnição da Companhia de Emprego Tático Operacional (CETO), do 24º Batalhão de Polícia Militar (BPM). Contra o homem havia um mandado de prisão em aberto, determinando a regressão definitiva para o regime fechado.
De acordo com as informações divulgadas pela Polícia Militar, o homem foi condenado em novembro de 2014 a uma pena superior a 24 anos de prisão. A condenação está relacionada a um crime ocorrido em 10 de setembro daquele ano, no bairro São Félix, em Brumado. Conforme o processo, um aposentado foi morto durante um assalto praticado pelo condenado, que estava acompanhado de dois menores de idade.
O homem havia obtido progressão para o regime semiaberto em fevereiro de 2024. No entanto, após ser beneficiado com uma saída temporária entre os dias 24 e 30 de março daquele ano, ele não retornou à unidade prisional, levando a Justiça a determinar a regressão de sua pena para o regime fechado.
Segundo a PM, o cumprimento da ordem judicial acabou sendo retardado porque o mandado não havia sido incluído no Banco Nacional de Mandados de Prisão (BNMP), em razão de uma falha administrativa. O problema foi identificado e corrigido nesta quarta-feira, quando o juiz responsável formalizou digitalmente a expedição do mandado de prisão.
A decisão determinou o recolhimento imediato do condenado para o cumprimento dos 14 anos, 11 meses e 18 dias restantes da pena.
Poucas horas após a expedição da ordem judicial, policiais militares iniciaram diligências e localizaram o homem no bairro Malhada Branca. Ele foi preso e conduzido à Delegacia Territorial de Brumado, onde foi apresentado para a adoção das medidas legais e o reinício do cumprimento da pena em regime fechado.
A ação foi realizada pela CETO do 24º BPM, sediado em Brumado.
Na manhã desta quarta-feira (3), a Polícia Civil da Bahia deflagrou a Operação Máscara para o cumprimento de mandados de prisão e de busca e apreensão contra investigados por integrarem uma organização criminosa responsável por crimes contra instituições financeiras na cidade de Jequié. A operação resultou na prisão de cinco pessoas, sendo duas mulheres e três homens.
As investigações para identificação dos suspeitos e mapeamento do modo de atuação da organização tiveram início em janeiro de 2026, por meio da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR/Jequié), após o registro de uma notícia-crime que apontava prejuízo patrimonial de aproximadamente meio milhão de reais a uma instituição financeira. Somente nesta etapa da operação, foi possível identificar dez tentativas de abertura de contas e 32 contas efetivamente abertas de forma fraudulenta, das quais decorreram prejuízos para a instituição financeira.
Conforme apurado no inquérito policial, a organização utilizava imagens dos próprios integrantes em documentos falsificados emitidos em nome de terceiros. O grupo também utilizava indevidamente os limites de cartões de crédito das vítimas para transferências de valores, realizava contratações fraudulentas de empréstimos em prejuízo dos titulares legítimos e efetuava compras sem autorização dos proprietários dos cartões.
Dessa forma, obtinha vantagem ilícita por meio de um sofisticado esquema de falsificação documental e fraude financeira.
As apurações também demonstraram que os lucros ilícitos eram repartidos entre os líderes da organização, que ostentavam elevado padrão de vida, com imóveis, veículos e objetos de luxo.
Durante a operação, foram cumpridos mandados de busca e apreensão domiciliar em diversos endereços da cidade, resultando na prisão preventiva de cinco investigados. Além disso, durante as diligências, foram apreendidos dois veículos, um jet ski, duas motocicletas e aparelhos celulares. Também foram realizados o bloqueio, o sequestro e o arresto de valores, bens e ativos financeiros acumulados ilicitamente pela organização criminosa.
Após as prisões, os investigados foram encaminhados à unidade policial para adoção das medidas legais cabíveis, permanecendo custodiados à disposição da Justiça.
“As diligências de hoje integram a primeira fase da Operação Máscara, cujo objetivo foi desarticular o grupo responsável por crimes de estelionato, corrupção de menores, organização criminosa e lavagem de dinheiro no município. As investigações prosseguem com o intuito de identificar e prender outros envolvidos”, afirmou o coordenador da 9ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Jequié), delegado Roberto Leal, responsável pela operação.
A operação foi realizada por meio do Departamento Especializado de Investigações Criminais (DEIC), através da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR/Jequié), e contou com o apoio de equipes da 9ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Jequié), do Grupo de Apoio Tático e Técnico à Investigação (GATTI/Central) e das Delegacias Territoriais de Jequié, Ipiaú, Jaguaquara e Ibirataia.
Na tarde desta segunda-feira (24), uma ação da RONDESP Sudoeste, em conjunto com a 77ª CIPM, resultou na apreensão de materiais utilizados no fracionamento e comércio de drogas em um estabelecimento localizado na Rua da Corrente, no Bairro Alto Maron, em Vitória da Conquista. A equipe realizava patrulhamento quando recebeu a denúncia sobre a possível prática de tráfico no local.
Durante a averiguação, foram encontradas substâncias análogas à cocaína, dinheiro, celulares e outros itens comumente utilizados na atividade criminosa. No interior do estabelecimento, também foram localizados três menores, sendo o Conselho Tutelar acionado para acompanhar a situação e adotar as providências necessárias.
Diante dos materiais apreendidos e das evidências reunidas, um casal responsável pelo estabelecimento foi conduzido ao DISEP de Vitória da Conquista, juntamente com todo o material recolhido, para que as medidas legais fossem tomadas.
Entre os itens apreendidos estavam sete pinos de substância semelhante à cocaína, uma porção maior do mesmo entorpecente pesando aproximadamente 80 gramas, R$ 1.532 em espécie, nove aparelhos celulares, uma balança de precisão, embalagens utilizadas para acondicionamento da droga, uma maquineta de cartão e uma câmera de monitoramento contendo registros do local.