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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou nesta quinta-feira (20) o tempo que os candidatos à Presidência da República terão no horário eleitoral gratuito no rádio e na TV, que será exibido entre 28 de agosto e 1° de outubro.
Confira abaixo o tempo de cada candidato:
A chapa é formada pelo PSB, PDT, Federação Brasil da Esperança (PT, PC do B e PV) e a Federação PSOL/Rede.
A chapa do candidato não formou coligação com outros partidos.
A chapa do candidato não formou coligação com outros partidos.
A chapa do candidato não formou coligação com outros partidos.
Conforme sorteio realizado, o Avante será o primeiro a exibir sua propaganda no início do horário eleitoral. Em seguida, serão apresentadas as campanhas do PSD, PL e da Coligação Brasil Pronto para Mais. Nos dias seguintes, a exibição seguirá forma de rodízio.
Inserções
O tribunal também divulgou o tempo dos candidatos nas inserções que deverão ser veiculadas na programação diária das emissoras.
A coligação do PT terá 433 inserções, seguida pelo PL (339); PSD (159) e Avante (47).
Conforme sorteio realizado, o Avante será o primeiro a exibir sua propaganda no início do horário eleitoral. Em seguida, serão apresentadas as campanhas do PSD, PL e da Coligação Brasil Pronto para Mais. Nos dias seguintes, a exibição seguirá a forma de rodízio.
A campanha eleitoral para as Eleições 2026 está liberada a partir deste domingo (16). Os candidatos podem participar de carreatas, passeatas e panfletagem entre as 8h e as 22h. Estão permitidos também as propagandas na internet e os anúncios pagos na imprensa escrita.De acordo com a Lei das Eleições e resoluções do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os atos estão permitidos até 3 de outubro, um dia antes do primeiro turno. Os comícios estão autorizados entre as 8h e a meia-noite, até 1° de outubro.
As mobilizações devem manter distância mínima de 200 metros das sedes dos Poderes Executivo e Legislativo, além de tribunais, quarteis militares, hospitais, escolas e igrejas.
A propaganda eleitoral gratuita no rádio e televisão será permitida entre 28 de agosto e 1° de outubro.
Votação
O primeiro turno do pleito ocorrerá no dia 4 de outubro, para a escolha de deputados federais, estaduais, distritais, governadores, senadores e do presidente da República.O segundo turno está marcado para o dia 25 de outubro e pode ocorrer na disputa para os cargos de governador e presidente.
Os eleitores voltarão às urnas se nenhum dos candidatos obtiver mais de 50% dos votos válidos, excluindo brancos e nulos, no primeiro turno.Veja a seguir, em ordem alfabética, os nomes dos candidatos ao cargo de presidente da República e seus perfis na página do TSE:
Uma nova pesquisa do instituto Real Time Big Data apresenta um cenário de disputa acirrada pela sucessão no Governo da Bahia. No principal cenário estimulado, ACM Neto (União Brasil) aparece com 44% das intenções de voto, enquanto o governador Jerônimo Rodrigues (PT) registra 42%.
Considerando a margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, os dois aparecem tecnicamente empatados.
Na mesma simulação, Ronaldo Mansur (PSOL) registra 2% das intenções de voto, enquanto José Estêvão (DC) aparece com 1%. Aroldo Félix (UP) não pontuou. Entre os entrevistados, 7% declararam voto branco ou nulo e outros 4% não souberam responder ou preferiram não informar.
O levantamento também apresentou uma segunda composição de candidatos. Nesse cenário, ACM Neto chega a 45%, enquanto Jerônimo Rodrigues mantém 42%. Ronaldo Mansur aparece com 2%, enquanto Ariel Capistrano (DC) e Aroldo Félix não registraram pontuação. Brancos e nulos somam 7% e 4% não souberam ou não responderam.
Em uma eventual disputa de segundo turno entre ACM Neto e Jerônimo Rodrigues, o cenário permanece dentro da margem de erro. O levantamento aponta 45% para ACM Neto e 44% para Jerônimo. Nesse recorte, 7% dos entrevistados afirmaram que votariam branco ou nulo e 4% não souberam ou não responderam.
Já na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, ACM Neto e Jerônimo aparecem novamente com o mesmo percentual: 17% cada.
O ex-governador e ministro Rui Costa (PT) foi citado por 1% dos entrevistados, enquanto outros nomes somaram 2%. Os votos brancos e nulos representam 10%, e a parcela que não soube ou não respondeu chega a 53%.
Segundo as informações divulgadas sobre o levantamento, foram entrevistadas 1.600 pessoas entre os dias 6 e 10 de agosto. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BA-00277/2026.
Nas Eleições Gerais de 2026, os mais de 11 milhões de eleitoras e eleitores da Bahia deverão levar, em média, pouco mais de dois minutos para concluir a votação na urna eletrônica. A estimativa considera todo o percurso do eleitor na seção eleitoral, desde a identificação perante o mesário até a confirmação do último voto.
No primeiro turno, marcado para 4 de outubro, a ordem de votação será: deputado federal, deputado estadual, primeiro senador, segundo senador, governador e vice-governador, presidente e vice-presidente da República. Caso haja segundo turno para os cargos de governador e/ou presidente, a votação ocorrerá em 25 de outubro.
De acordo com Luciana Bichara, secretária de Planejamento de Estratégia, Inovação e de Eleições (SPL) do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA), a estimativa foi elaborada com base nos dados registrados nas Eleições Gerais de 2018 e 2022. “Nas duas últimas eleições gerais, o tempo médio de votação ficou em pouco mais de dois minutos por eleitor, por isso utilizamos esse parâmetro para 2026. Não consideramos as Eleições Municipais de 2024 porque, naquele pleito, o eleitor votou para apenas dois cargos”, explica.
A secretária destaca que algumas medidas simples podem tornar o processo de votação mais ágil. Entre elas, consultar previamente o local e a seção de votação, levar anotados os números dos candidatos, ter em mãos documento oficial com foto, saber o número do CPF ou do título eleitoral para facilitar a localização do cadastro e, sempre que possível, dar preferência aos horários de menor movimento, evitando o início da manhã e o final da tarde. “Esses cuidados contribuem para agilizar o atendimento na seção eleitoral e tornam a experiência de votação mais rápida para todos”, orienta.
A Polícia Federal preparou uma operação nacional para garantir segurança a candidatos à Presidência da República durante as Eleições de 2026. Coordenada pela Diretoria de Proteção à Pessoa (DPP), a estrutura foi dimensionada para atender simultaneamente até dez candidaturas, com equipes especializadas, atuação em todos os estados e acompanhamento permanente das agendas de campanha.
A proteção poderá ser iniciada a partir de 20 de julho, após a homologação das candidaturas nas convenções partidárias e a formalização da solicitação pelas respectivas campanhas.
A operação mobilizará até 458 servidores, entre agentes de proteção, chefes de equipe e profissionais das áreas de inteligência e logística, além do apoio das superintendências regionais da Polícia Federal em todas as unidades da Federação.
Planejamento para cada candidatura
Cada candidatura contará com um planejamento próprio, elaborado a partir de metodologia técnica de análise de risco e atualizado de acordo com a evolução das ameaças, das vulnerabilidades identificadas e das características de cada compromisso de campanha.
As avaliações consideram, entre outros elementos, o histórico de ameaças, informações de inteligência, locais dos eventos, acessos, deslocamentos e o contexto de segurança de cada região.
Antes das agendas, equipes precursoras realizam o reconhecimento dos locais e articulam as medidas necessárias com as forças de segurança estaduais e municipais. O objetivo é viabilizar, com segurança, os compromissos apresentados pelas campanhas, de maneira discreta e com a menor interferência possível na dinâmica dos atos eleitorais.
O efetivo e os meios empregados poderão ser reforçados ou ajustados a qualquer momento, conforme as necessidades identificadas.
Começa nesta segunda-feira (20) o prazo para os partidos políticos fazerem suas convenções. Essa é uma das etapas mais importantes do período eleitoral, pois é nas convenções que os partidos definem seus candidatos aos cargos em disputa.
Os partidos terão até o dia 5 de agosto para realizarem suas convenções e enviarem as informações dos candidatos e seus respectivos números para o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Esse envio é feito através do Módulo Externo do Sistema de Candidaturas (CANDex), pela internet.
Além da escolha dos representantes dos partidos nas eleições, são sorteados os números com os quais cada candidato concorrerá. O partido tem direito a manter o número de legenda usado na eleição anterior. Os candidatos também têm o direito de manter o número que usaram na eleição anterior para o mesmo cargo.
Também é na convenção que o partido formaliza coligação com um ou mais partidos.
Em 2026, os eleitores vão votar para os cargos de presidente da República, governador, senador, deputado federal e deputado estadual (ou distrital, no caso do Distrito Federal).
Este ano, os partidos deverão fazer convenções estaduais, para escolha de candidatos a governador, vice-governador, senador e suplentes, deputados federais, estaduais e distritais. A convenção nacional decide os candidatos a presidente e vice-presidente da República, ou a participação em uma coligação nacional.
O Congresso Nacional entra em recesso a partir desta sexta-feira (17) sem analisar uma série de pautas que estavam previstas para o primeiro semestre e acabaram tendo a análise adiada.
A retomada dos trabalhos deve ocorrer somente em agosto, embora o calendário deva ser afetado pela campanha para as eleições gerais de outubro, na qual muitos parlamentares devem se engajar como candidatos.
Escala 6x1
Entre os principais projetos que aguardam votação está a proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6x1 e reduz a jornada de trabalho das atuais 44 para 40 horas semanais.
Aprovada na Câmara dos Deputados, em 27 de maio, com apenas 22 votos contrários, a PEC segue travada na mesa do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).
O senador não despachou a proposta para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e, como não há sessão da comissão nesta semana, a análise da PEC deve ficar para o segundo semestre, em meio à campanha eleitoral.
Criminalização da misoginia
Na Câmara dos Deputados, uma das votações mais esperadas é a do projeto de lei que criminaliza a misoginia, que é o ódio e a discriminação contra mulheres pelo fato de serem mulheres. O PL 896 de 2023 equipara a misoginia à prática do racismo.
A relatora do projeto, deputada Tabata Amaral (PSB-SP), e a bancada feminina na Câmara buscaram pressionar para que o texto fosse votado antes do recesso, mas a apreciação em plenário acabou adiada em face da pressão da ala conservadora do Congresso.
A urgência do PL que criminaliza a misoginia foi aprovada na Câmara no dia 1º de julho, por 293 votos favoráveis e 158 contrários. No Senado o texto foi aprovado, por unanimidade, em março.
Nesta semana, o presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), ao reconhecer que a criminalização da misoginia divide o plenário, pediu que as bancadas recebam a relatora Tabata Amaral para construção de um “texto de consenso”.
“[Com a urgência sendo aprovada] nós vamos, ao lado das lideranças, com muita cautela, com muito respeito, construir o melhor texto possível.”, disse Motta.
A urgência ao projeto foi rejeitada pelos partidos Novo, Missão e o Partido Liberal (PL), que encaminharam contra a votação. A líder do PL Júlia Zanatta (PL-SC), argumenta que o tema não está maduro para votação. “Há várias divergências”, disse.
Ampliação do MEI
Ficou também pendente de análise pelo plenário da Câmara o projeto que amplia o limite de faturamento do microempreendedor individual para R$ 140 mil anuais. O tema chegou a ser pautado para votação em 7 de julho, na Câmara, mas acabou não sendo apreciado devido a impasses com a equipe econômica do governo.
Uma nova pesquisa realizada pelo Instituto Paraná Pesquisas, encomendada pelo Bahia Notícias, aponta mudanças nas intenções de voto para o Governo da Bahia em comparação com o levantamento divulgado há dois meses. Os resultados mostram que ACM Neto (União) apresentou uma oscilação positiva, enquanto o governador Jerônimo Rodrigues (PT) registrou uma leve queda. As variações ocorreram dentro da margem de erro de 2,6 pontos percentuais.
O levantamento mais recente, registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BA-04848/2026, foi comparado ao estudo realizado em maio, protocolado sob o número BA-03619/2026.
No cenário estimulado, em que os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, ACM Neto lidera com 49,2% das intenções de voto. No levantamento anterior, o ex-prefeito de Salvador aparecia com 47,8%, indicando um crescimento dentro da margem de erro.
Já o governador Jerônimo Rodrigues soma 37,5% na nova pesquisa. Em maio, o petista registrava 38,7%, configurando uma oscilação negativa também dentro do intervalo estatístico previsto pelo levantamento.
O candidato Ronaldo Mansur (PSOL) apresentou uma pequena variação, passando de 1,7% para 1,9% das intenções de voto.
Entre os entrevistados, 6,9% afirmaram que pretendem votar em branco, anular o voto ou escolher nenhuma das opções apresentadas. Outros 4,5% disseram não saber ou preferiram não opinar. De acordo com o instituto, esse grupo apresentou um decréscimo de 0,4% em relação à pesquisa anterior, mantendo-se igualmente dentro da margem de erro.
Uma pesquisa divulgada nesta sexta-feira (5) pelo Instituto Vox Brasil apresentou um novo panorama da disputa pela Presidência da República. De acordo com o levantamento, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera as intenções de voto no cenário estimulado de primeiro turno, alcançando 42,1% da preferência dos entrevistados.
Na segunda colocação aparece o senador Flávio Bolsonaro, com 33,6%. Em comparação com o levantamento anterior, realizado em maio, Lula registrou avanço em seu desempenho eleitoral, passando de 34,3% para 42,1%, enquanto Flávio Bolsonaro apresentou queda, saindo de 36,5% para os atuais 33,6%.
Na sequência aparecem Ronaldo Caiado, com 6,9%; Romeu Zema, com 5,1%; Renan Santos, com 3,1%; Aécio Neves, com 2,1%; Joaquim Barbosa, com 1,1%; Augusto Cury, com 0,5%; e Cabo Daciolo, com 0,3%. Os entrevistados que declararam voto branco, nulo ou em nenhum candidato somam 2,9%, enquanto 2,3% afirmaram não saber ou preferiram não responder.
O levantamento foi realizado após a repercussão da agenda internacional de Flávio Bolsonaro em Washington, nos Estados Unidos, onde participou de reuniões e debates relacionados a temas econômicos e de segurança pública envolvendo o Brasil.
Quando questionados sobre rejeição aos possíveis candidatos, os entrevistados apontaram Lula com 49,2%, seguido por Flávio Bolsonaro com 48,3% e Aécio Neves com 41,3%. Já a avaliação da administração federal mostra um cenário equilibrado: 49,1% aprovam o governo, enquanto 49,3% manifestam desaprovação.
A pesquisa Vox Brasil ouviu 2.100 eleitores entre os dias 1º e 3 de junho em diversas regiões do país. A margem de erro é de 2,15 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número 08016/2026.
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