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A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) abrirá uma investigação para apurar um possível descumprimento contratual após a suspensão das obras da primeira etapa da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), trecho que liga Caetité a Ilhéus, na Bahia. A paralisação foi anunciada na terça-feira (01/04) pela BAMIN, empresa responsável pelo projeto, que encerrou o contrato com a construtora Prumo Engenharia na segunda-feira (31/03). Até o momento, já foram investidos R$ 784 milhões na obra. Impacto nos trabalhadores e no cronograma - De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores da Construção Pesada e Montagem Industrial da Bahia (Sintepav), cerca de 300 funcionários serão demitidos em decorrência da desmobilização. Os trabalhadores foram informados sobre a decisão na segunda-feira, sem detalhes sobre prazos para retomada. A Fiol foi a primeira obra anunciada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), em julho de 2023. O trecho em questão, com 537 quilômetros de extensão, corta 19 municípios baianos e tem como objetivo principal escoar minério de ferro da BAMIN e grãos da região, impulsionando o desenvolvimento logístico e econômico do estado. Pressão por prazos e incertezas - Inicialmente, a BAMIN previa a conclusão da primeira etapa para 2027, mas o presidente Lula pediu agilidade para que a entrega fosse antecipada para 2026, ano de eleições municipais. A suspensão abrupta das obras, no entanto, coloca em dúvida o cumprimento desse cronograma. A ANTT ainda não se pronunciou sobre eventuais penalidades ou prazos para regularização do contrato. Enquanto isso, trabalhadores e prefeituras da região aguardam esclarecimentos sobre o futuro do projeto, considerado estratégico para a logística do agronegócio e da mineração no interior da Bahia.
A construção da primeira etapa da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), trecho que liga Caetité a Ilhéus, na Bahia, foi suspensa com 75% das obras concluídas. A informação foi confirmada nesta terça-feira (1º) pela BAMIN, empresa responsável pelo projeto, que anunciou o fim do contrato com a construtora Prumo Engenharia. O trecho, de 537 quilômetros e que passa por 19 municípios baianos, foi a primeira obra anunciada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), em julho de 2023. Inicialmente, a previsão de conclusão era para 2027, mas Lula pediu agilidade para que a entrega fosse antecipada para 2026, ano eleitoral. A BAMIN informou que o contrato com a Prumo foi "desmobilizado" na segunda-feira (31), após um investimento de R$ 784 milhões. A companhia afirmou que os serviços de manutenção e as obrigações socioambientais vinculadas ao Projeto Integrado Pedra de Ferro serão mantidos. Além disso, o Grupo ERG, controlador da BAMIN, segue em busca de investidores para retomar a implantação da ferrovia.
As obras do trecho 1 da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL 1) avançam no lote 1F com a entrega da primeira obra executada em sua totalidade pela BAMIN, a Passagem Inferior (PI) da BA-262, localizada em Ilhéus, próxima à divisa com Uruçuca. A conclusão desta importante etapa do projeto coincide com a celebração de um ano desde o início oficial das obras, em cerimônia realizada no mesmo local onde está instalada a PI, que contou com a presença do Presidente da República, Luís Inácio Lula da Silva, do Governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, além de outras autoridades, colaboradores da BAMIN e público local. O Gerente Geral de Implantação de Ferrovia da BAMIN, Marcelo Augusto, ressalta que “desde o início, esta obra nos trouxe muitos desafios. Além da complexidade da própria PI, pensamos na menor interferência à população que utiliza a via e construímos um significativo desvio, com 1,4 km, para que o fluxo na rodovia não fosse comprometido, com o mesmo padrão de pavimentação e todos os requisitos de segurança necessários”.
A BAMIN Ferrovia anunciou, nesta terça-feira (4), em Salvador, o nome do consórcio que irá executar o Lote 1F das obras para construção da ferrovia que criará um novo corredor logístico de exportação Oeste-Leste para a Bahia e para o Brasil. A ordem de serviço para o início da execução do trecho de 127 quilômetros, que passa pelos municípios de Ilhéus, Uruçuca, Ubaitaba, Gongogi, Itagibá, Aurelino Leal e Aiquara, deverá ser assinada dentro de 15 dias. As obras do trecho receberão o investimento de R$ 1.1 bilhão e serão executadas pelo Consórcio TCR-10, formado pela empresa brasileira Tiisa e pela chinesa CREC-10. O consórcio será responsável pela realização do serviço de construção e obras, infraestrutura e superestrutura ferroviárias, sob um prazo de 36 meses. Neste período, a previsão é de que sejam gerados cerca de 1.200 postos de trabalho, com contratações graduais, à medida em que as obras avancem nos municípios que compõem o Lote 1F. “Desde que assinamos o contrato de concessão da FIOL 1, em setembro de 2021, viemos trabalhando com toda dedicação para que pudéssemos estar aqui hoje celebrando essa importante parceria, que será responsável por concluir o primeiro trecho de obras em um dos mais importantes projetos de logística do Brasil. Juntos, BAMIN, ERG e o Governo do Estado, temos construído uma relação sólida com um objetivo em comum, que é levar oportunidades e desenvolvimento para a Bahia”, destacou Benedikt Sobotka, CEO Global da ERG, organização responsável pelas atividades da BAMIN no Brasil. Ligando as cidades baianas de Caetité e Ilhéus – onde está localizado o Porto Sul -, a FIOL I terá um total de 537 quilômetros de extensão, passando por 20 municípios, com previsão de estar concluída e em operação a partir do ano de 2027. A ferrovia terá capacidade para movimentar 60 milhões de toneladas de carga por ano. A BAMIN utilizará 40% desse potencial, para o transporte do minério de ferro produzido pela Mina Pedra de Ferro, disponibilizando o restante para o escoamento da produção de outras mineradoras, do agronegócio e demais segmentos. “Nos próximos anos, dedicaremos todos os esforços em segurança e sustentabilidade para executar as obras deste projeto tão fundamental para o desenvolvimento socioeconômico da Bahia e do Brasil. Com o novo passo que demos hoje, esperamos que, em 60 dias, já tenhamos centenas de pessoas em campo trabalhando”, apontou Erik Gaustad, presidente da BAMIN Américas.
A BAMIN lança, no próximo dia 9 de março, o projeto socioambiental “Nossa Flora Frutificando”, uma iniciativa criada em sinergia com as comunidades a fim de exaltar a riqueza dos saberes e tradições populares presentes no cultivo dos frutos de biomas locais. A partir de um mergulho atento às paisagens da caatinga e do cerrado e de uma aproximação do povo que lá vive, nasceu o livro que leva o nome do projeto e que será lançado na quinta-feira (9), no Museu Do Alto Sertão Da Bahia (MASB), em Caetité. O Livro Nossa Flora Frutificando compõe o projeto juntamente com uma exposição que estará aberta ao público de toda a região a partir da sexta-feira (10). O Nossa Flora Frutificando apresenta os frutos presentes na região onde está localizada a Mina Pedra de Ferro, empreendimento da BAMIN, entre os municípios de Caetité e Pindaí, em uma área de transição conhecida como Gerais, com predominância do cerrado e da caatinga. A iniciativa nasceu do objetivo de compartilhar conhecimento e, assim, auxiliar na conservação e preservação desses ambientes.
Durante a Exposibram 2022, que se realizará de 12 a 15 de setembro, em Belo Horizonte, a BAMIN mostrará que está investindo R$ 20 bilhões em um grande projeto na Bahia que inclui a Mina Pedra de Ferro, em Caetité, e os empreendimentos de soluções de logística integrada: Porto Sul, em Ilhéus, e o Trecho 1 da Ferrovia de Integração Oeste-Leste - FIOL, que ligará Caetité a Ilhéus, com 537 km de extensão. “Quando a FIOL trecho 1 e o Porto Sul estiverem prontos, em 2026, iremos produzir 26 milhões de toneladas de minério de ferro. O corredor logístico de integração e de exportação é de extrema importância para a mineração e também para o agronegócio, além de outras cadeias produtivas. Com a Mina Pedra de Ferro, a FIOL e o Porto Sul, a BAMIN contribui, efetivamente, para impulsionar um novo ciclo de crescimento e de desenvolvimento sustentável para a Bahia e para o Brasil”, afirma Eduardo Ledsham, CEO da BAMIN Durante o evento, o CEO da BAMIN, Eduardo Ledsham, será um dos palestrantes no Congresso Brasileiro de Mineração, participando da plenária com o tema Captação de Investimentos para projetos de mineração -- Casos de sucesso. Também participarão como palestrantes Eduardo de Come, Diretor Executivo de Finanças da Ero Brasil e Mauro Barros, Sócio & CEO da Ore Investments. A moderação será feita por Adriano Drummond Trindade, Sócio da empresa Mattos Filho. A plenária vai acontecer no dia 15, às 14 h, no auditório 3. O Congresso Brasileiro de Mineração reúne especialistas, pesquisadores, estudantes e representantes de empresas. A programação conta com palestras, debates, talk shows com temas de contexto político, socioeconômico global, perspectivas dos negócios, tecnologia e inovações, meio ambiente, entre outros. Nos dias 13 e 14 de setembro, a BAMIN também participará da Rodada de Negócios promovida na Exposibram 2022 (12 a 15 de setembro). O objetivo é abrir um canal direto com fornecedores e públicos interessados em oferecer produtos e serviços à empresa. A Rodada de Negócios acontecerá das 9h às 12h, e das 14h às 18h.
Durante a 16ª Bahia Farm Show, em Luís Eduardo Magalhães, representantes do agronegócio baiano e da Bamin assinaram um memorando de entendimentos para o uso da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), para a movimentação de produtos agrícolas. O memorando de entendimento prevê ainda uma série de discussões voltadas para o crescimento do agronegócio baiano e de investimentos no setor. A expectativa é de se criar o maior complexo logístico integrado para movimentar minério e grãos do país. As expectativas são de movimentar até 1,5 milhão de toneladas, a partir de 2026, quando o primeiro trecho da linha férrea, entre Caetité e Ilhéus, estiver operacional. Quando a ferrovia chegar a Barreiras, os grãos e outros produtos do campo deverão disputar boa parte dos 60 milhões de toneladas de capacidade anual da Fiol. Além da direção da Bamin, participaram do encontro representantes da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (AIBA), a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado da Bahia (FAEB) e a Associação Baiana de Produtores de Algodão (ABAPA).
Com o objetivo de garantir o fluxo de minério de ferro da Mina de Caetité até o porto TUP Enseada do Paraguaçu, litoral baiano, por onde o insumo será exportado, a VLI, companhia de soluções logísticas que integra terminais, ferrovias e portos, e a BAMIN, assinaram um contrato A movimentação estimada é de 490 mil toneladas ao longo de 2021. De acordo com informações do Correio da Bahia, para viabilizar esta primeira operação, que teve início em julho, estão sendo investidos R$ 35,8 milhões. Entre as destinações dos recursos, estão o investimento em material rodante, a reativação do terminal ferroviário em Licínio de Almeida e a construção de um terminal de transbordo em Castro Alves, onde será realizada a descarga do minério de ferro dos vagões e o carregamento dos caminhões que seguirão até o porto. Na operação, a VLI é responsável pelo fluxo ferroviário entre Licínio de Almeida e Castro Alves, por meio da Ferrovia Centro-Atlântica (FCA).
A VLI, companhia de soluções logísticas que integra terminais, ferrovias e portos, e a Bamin, assinaram um contrato para garantir o fluxo de minério de ferro da Mina de Caetité, no interior do estado da Bahia, até o Porto TUP Enseada do Paraguaçu, litoral baiano, por onde o insumo será exportado. A operação teve início em julho. A movimentação estimada é de 490 mil toneladas ao longo de 2021. “Este é um passo importante para viabilizar muitos projetos minerais existentes na Bahia, estado que já é um dos maiores produtores minerais do país em valores totais. Tenho convicção de que esta parceria contribuirá para o crescimento do setor mineral baiano e o avanço do transporte ferroviário da VLI no estado por meio da Ferrovia Centro-Atlântica”, afirma Asley Ribeiro, gerente-geral comercial de Siderurgia, Construção e Industrializados da VLI. Para viabilizar esta primeira operação estão sendo investidos R$ 35,8 milhões. Entre as destinações dos recursos, estão o investimento em material rodante, a reativação do terminal ferroviário em Licínio de Almeida e a construção de um terminal de transbordo ferroviário/rodoviário em Castro Alves, onde será realizada a descarga do minério de ferro dos vagões e o carregamento dos caminhões que seguirão até o porto. Desde agosto de 2020, já vem sendo realizada a operação de escoamento de minério de ferro a partir do terminal da Bamin, em Licínio de Almeida, na Bahia, com os vagões seguindo até Minas Gerais pela Ferrovia Centro-Atlântica (FCA). Neste caso, com o insumo destinado ao consumo pelo mercado interno. “Este novo fluxo a ser movimentado no estado da Bahia reforça a relevância da VLI no segmento da mineração e a importância da Ferrovia Centro-Atlântica (FCA) para a região”, reforça o executivo da VLI.
O início das operações de comércio exterior da BAMIN coloca a mineradora como player global na produção e comercialização de minério de ferro. A BAMIN começou a operar a Mina Pedra de Ferro, em Caetité, na Bahia, em janeiro, e as primeiras exportações já estão sendo realizadas. Até o final de 2021 estão previstos pelo menos 11 carregamentos para o mercado consumidor da Europa e da Ásia, num total de aproximadamente 490 mil toneladas. A próxima exportação está agendada para o final de julho e há outro embarque previsto para agosto. Ambas as expedições terão logística de escoamento pelo Terminal Enseada, em Maragogipe, na Bahia. A exportação de julho será para a Alemanha e tem como destino o porto de Rotterdam, na Holanda. A partir da Mina Pedra de Ferro, em Caetité, o escoamento do minério é realizado por via rodoviária até o Terminal Licínio de Almeida, de onde será transportado por trens da Ferrovia Centro-Atlântica (FCA). O trajeto ferroviário segue até o Terminal Petim, no município de Castro Alves. Neste local ocorre o transbordo da carga, passando do modal ferroviário para o rodoviário, onde seguirá via caminhões até o Terminal Enseada. O transporte está a cargo da VLI, que opera a FCA, no modal ferroviário e rodoviário. A operação do terminal de transbordo iniciou-se dentro da faixa de domínio da FCA, mas para a continuidade da operação, um terminal de transbordo está em construção em Castro Alves, próximo à estação ferroviária de Petim. O trecho rodoviário até o porto de escoamento é de aproximadamente 100 km.
A mineradora BAMIN doou ao Governo do Estado, na manhã desta quarta-feira (10), 32 ventiladores pulmonares para equipar as unidades de saúde da Bahia. A doação acontece no momento mais crítico da pandemia do novo coronavírus, quando o sistema de saúde do estado está sob intensa pressão. Do total, o Estado deverá direcionar 5 equipamentos para hospitais de Caetité e 5 para Ilhéus, ou seja, 10 para a região de atuação da BAMIN. Os outros 22 ficarão a critério da Secretaria Estadual da Saúde (Sesab). Para o governador Rui Costa, doações como esta são muito importantes para reforçar as ações do poder público. “Em momentos críticos como este, onde temos um inimigo comum para vencer, é fundamental a união de todos. A parceria entre poder público, empresas privadas e a sociedade nos conduzirá à vitória contra a Covid-19, portanto temos que reconhecer e valorizar doações como esta. Juntos, somos muito mais fortes”, avalia Rui.
Mais de 30 mil toneladas de minério de ferro são destinados ao mercado interno do país com atividade da Bahia Mineração (Bamin). A empresa iniciou no último dia 17 de agosto o embarque da primeira carga do minério que corresponde ao seu projeto para produção e comercialização em pequena escala. De acordo com informações do Correio da Bahia, o processo de escoamento do minério será feito pela ferrovia da VLI Logística, após o carregamento dos vagões no terminal da Bamin, em Licínio de Almeida. De lá, o minério segue para Minas Gerais. Ao todo, são 15 embarques para completar o transporte de 35 mil toneladas para o mercado interno. Com a operação inicial em pequena escala, a companhia prevê produzir e comercializar 800 mil toneladas/ano de minério de seu projeto Pedra de Ferro, com um investimento aproximado de R$ 40 milhões. Para a Bamin, a produção em pequena escala é estratégica para a viabilização do projeto completo da Mina Pedra de Ferro, que terá produção de 18 milhões de toneladas de minério por ano, com movimentação de sua carga pela Fiol e Porto Sul. O início das atividades da Bamin deve movimentar economicamente não só o sudoeste da Bahia, mas também o estado como um todo.
A deputada Ivana Bastos, 2º vice-presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), e membro da Comissão da Fiol e Porto Sul, recebeu nesta quarta-feira (28), na Casa Legislativa, o presidente da Bamin, Eduardo Ledsham. O encontro articulado através do colegiado que trata das obras na Alba, contou também com a presença do presidente do poder legislativo, deputado Nelson Leal. A convocação do presidente da Bamin na Alba teve como finalidade obter informações atuais sobre o andamento para a implantação do projeto integrado da Mina de Ferro, em Caetité, do Porto Sul e da Ferrovia Engenheiro Vasco Azevedo Neto (antiga Fiol). De acordo o presidente da Bamin, a expectativa é que o leilão da Fiol seja realizado já no primeiro semestre de 2020, em maio. “73% das obras da ferrovia já estão prontas com um investimento da União, R$ 4 bilhões. A partir da realização do leilão as obras serão finalizadas e o Estado passará a contar com esse importante corredor, responsável para exportar toda produção de grão do oeste da Bahia e Tocantis junto com o Porto Sul”, informou. Na ocasião, a deputada destacou o constante trabalho do mandato no parlamento para alavancar as obras.
"Na Casa, também como membro da comissão responsável por tratar dessas obras, sigo ao lado dos demais parlamentares empenhada buscando agilizar para a conclusão desses obras essenciais para a redenção econômica do estado, que poderá dobrar as atividades de mineração no PIB do estado, hoje estacionado em 1,8% e fazer desses empreendimentos um grande salto de qualidade no moderno desenvolvimento econômico e social da Bahia”, enfatizou Ivana. Ainda no encontro, Ivana Bastos agradeceu a presença do presidente da Bamin por atualizar os parlamentares a respeito desses grandes projetos estruturantes do estado, e ressaltou sobre a luta constante da Comissão em prol das obras que vão promover o desenvolvimento socioeconômico. “A Fiol e o Porto Sul é realidade. Aqui na Assembleia Legislativa seguimos lutando, trabalhando incansavelmente para que esses projetos se tornem realidade, promovendo emprego, renda e proteção aos baianos", declarou.
O Governo do Estado, por meio do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), renovou a licença de instalação da Bahia Mineração (Bamin), no município de Caetité, no sudoeste da Bahia, por seis anos. A portaria 17.973 foi publicada nesta quinta-feira (21), no Diário Oficial do Estado (DOE). Em Caetité, a Bamin está implantando o projeto Pedra de Ferro, que prevê a extração anual de até 20 milhões de toneladas de minério de ferro. A produção transformará a Bahia no terceiro maior produtor de minério de ferro do país, com a geração de 10 mil empregos diretos e 20 mil indiretos durante a implantação, e, após a entrada em operação, de 1,5 mil empregos diretos. Atendendo a uma solicitação do Governo do Estado, a Bahia Mineração alterou o método que será utilizado para a construção da barragem a fim de garantir mais segurança ao armazenamento de rejeitos sólidos que serão produzidos pela mina para o processamento do minério. O barramento será construído por meio do alteamento a jusante. O projeto original previa a execução do barramento a montante, uma técnica menos onerosa e menos segura. O método a jusante é seguro e oferece um rigoroso controle operacional. Com esta modificação, a empresa praticamente duplicou o investimento para construção da estrutura, que terá valor total de R$ 200 milhões.
A Mesa Diretora da Assembleia Legislativa recebeu na última terça-feira (12) a diretoria da Bahia Mineração (Bamin), que apresentou os avanços do Projeto Pedra de Ferro, em implantação nos municípios de Caetité e Pindaí, na região da Serra Geral. O empreendimento, que se propõe a ser uma das mineradoras mais modernas do mundo, pretende produzir 18 milhões de toneladas de minério de ferro por ano, fazendo da Bahia o terceiro maior produtor de minério de ferro do Brasil. Além dos componentes da Mesa, estiveram presentes líderes e vice-líderes de bancadas e partidos, totalizando 28 deputados. Na ocasião, os executivos apresentaram o projeto da barragem de rejeitos da mina, a ser construída em Caetité. A reunião, que se realizou no Salão Nobre da Casa, “teve por objetivo esclarecer sobre a implantação do projeto integrado da mina de ferro, em Caetité, do Porto Sul e da Ferrovia Engenheiro Vasco Azevedo Neto (antiga Fiol)”, explicou Ivana Bastos, segunda vice-presidente da ALBA e proponente do encontro com a mineradora. Os executivos da Bamin, empresa do grupo Eurasian Resources Group, apresentaram o projeto da barragem, que é de alteamento a jusante, diferente das barragens mineiras que romperam, construídas a montante. “Ao contrário do alteamento a montante, o processo a jusante é feito para fora e para baixo do barramento. Exige mais material para construção da nova parede de contenção”, explicou Alexandre Aigner, diretor financeiro da Bamin. Ele disse que o material para altear a barragem a montante é depositado em cima do próprio rejeito sedimentado, o que reduz o custo da estrutura, enquanto a barragem a jusante é mais segura e mais resistente às atividades sismológicas. “A empresa tem se preparado para atender a todas as exigências ambientais e de segurança do estado”, ressaltou.
Os presidentes e vice-presidente das quatro empresas chinesas que integram o consórcio com a Bahia Mineração para a exploração da mina de minério de ferro de Caetité, construção do Porto Sul e Ferrovia Oeste-Leste (Fiol) participaram de reunião com o governador Rui Costa, no final da manhã desta segunda-feira (13), na Governadoria, em Salvador. Esta é a primeira vez que os presidentes visitam a capital baiana para discutir o andamento dos três projetos que são desenvolvidos em parceria com a Bahia Mineração (Bamin). Na reunião foram abordados aspectos técnicos e o potencial de cada um dos empreendimentos, além de medidas para acelerar o processo de aprovação do projetos tanto no Brasil quanto na China. O governador Rui Costa destacou a contribuição dos projetos para o desenvolvimento econômico e social para o estado. “Temos avanços em três projetos que são importantes para o estado. Neste momento a mineração servirá como alavancagem inicial para essa grande obra de infraestrutura que envolve a ferrovia e o porto. Nós vamos integrar diversas regiões do estão garantindo a chegada de empresas, empregos e renda para a população”, argumenta. O presidente da Bahia Mineração, Eduardo Ledsham, destacou que a reunião com os presidentes das empresas chinesas representa o interesse de que os projetos sejam iniciados o mais breve possível. “Estamos recebendo hoje os principais executivos do Consórcio Chinês que junto com a Bamin estão desenvolvendo uma parceria para implantação do projeto Pedra de Ferro. A presença dos executivos em seguida da aprovação do estudo econômico da Fiol pelo ministro dos Transportes, na última semana, fortalece a parceria e é uma demonstração clara do consórcio em acelerar a implantação do projeto”.