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A cidade de Brumado está sem sinal de televisão aberta e rádios FM nesta segunda-feira (10) devido à falta de energia elétrica na Serra das Éguas, local onde estão instalados os transmissores e antenas de diversas emissoras que atendem o município e a região.
De acordo com informações apuradas pelo Agora Sudoeste, a Neoenergia Coelba, concessionária responsável pelo fornecimento de energia elétrica, já foi comunicada sobre o problema, mas o serviço ainda não foi restabelecido.
A principal suspeita é de que a interrupção tenha sido causada pelos fortes ventos e raios registrados durante o temporal do último final de semana, que provocou danos em várias áreas da cidade.
Enquanto o fornecimento de energia não é normalizado, os sinais de rádio e TV permanecem fora do ar, impactando a comunicação e o entretenimento dos moradores.
Brumado registrou uma das temperaturas mais altas do país neste domingo (19). De acordo com dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), os termômetros da estação automática localizada no município marcaram 39,8 °C, a maior temperatura registrada na Bahia no dia.
O calor intenso atingiu todo o Centro-Sul baiano e foi acompanhado, no início da noite, por chuvas fortes, acompanhadas de ventos, raios e trovões, que provocaram momentos de instabilidade elétrica e quedas temporárias de energia em diferentes pontos da cidade e comunidades rurais.
Além de Brumado, diversos municípios baianos também registraram oscilações no fornecimento de energia, em decorrência das condições meteorológicas adversas que atingiram a região.
O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) informou que à 0h32 desta terça-feira (14) uma ocorrência no Sistema Interligado Nacional (SIN) provocou a interrupção de cerca de 10.000 megawatts (MW) de carga, afetando os quatro subsistemas: Sul, Sudeste/Centro-Oeste, Nordeste e Norte.
Em nota, o ONS detalhou que a ocorrência teve início com um incêndio em um reator na Subestação de Bateias, no Paraná, desligando toda a subestação de 500 kilovolts (kV) e ocasionando a abertura da interligação entre as duas regiões. “No momento, a Região Sul exportava cerca de 5.000 MW para o Sudeste/Centro-Oeste”.
Ainda de acordo com o comunicado, na Região Sul, houve perda de aproximadamente 1.600 MW de carga. No Nordeste, a interrupção foi da ordem de 1.900 MW; no Norte, de 1.600 MW; e no Sudeste, de 4.800 MW.
“Assim que identificou a situação, o ONS iniciou ação conjunta com os agentes para restabelecer a energia nas regiões.”
A cidade de Brumado enfrentou um apagão na noite desta segunda-feira (12). Por volta das 19h20, uma falta de energia elétrica atingiu a capital do Mineiro, provocando a paralisação de diversos comércios, que tiveram que fechar suas portas mais cedo. O fornecimento de energia foi restabelecido às 20h05, mas até o momento a Neo Energia Coelba, responsável pela distribuição elétrica, não divulgou informações sobre as causas do apagão.
O diretor-geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Luiz Carlos Ciocchi, disse, nesta terça-feira (29), que o sistema de proteção de uma usina demorou mais tempo que o previsto para entrar em ação, gerando uma sobrecarga que causou o apagão energético do último dia 15. “Esta avaliação só foi possível graças às informações que os agentes [do setor elétrico] nos passaram, mostrando o tempo que o aparelho [um regulador de tensão] de uma usina demorou a entrar em ação”, revelou Ciocchi na abertura da reunião conjunta das comissões de Fiscalização Financeira e Controle e de Minas e Energia da Câmara dos Deputados. Segundo o diretor-geral do ONS - entidade privada responsável por coordenar e controlar a operação das instalações de geração e transmissão de energia elétrica no Sistema Interligado Nacional – o equipamento em questão deveria ter demorado 15 milissegundos para entrar em ação, conforme previsto nos projetos habilitados pelos agentes econômicos, mas demorou entre 80 milissegundos e 100 milissegundos. Ainda de acordo com Ciocchi, ao tentar reconstituir, em simuladores, os fatos que antecederam o apagão do último dia 15, os especialistas do setor não conseguiam obter o desligamento das fontes geradoras usando o tempo de resposta indicado nos projetos. Só ao receber “a pista” de que o equipamento de uma usina pode ter demorado além do tempo previsto para entrar em ação, os técnicos conseguiram reproduzir o evento.
A Polícia Federal instaurou nesta terça-feira (22) inquérito policial para apurar as causas do apagão ocorrido no dia 15 de agosto, e que deixou 25 estados e o Distrito Federal sem energia elétrica. “A investigação, que corre em sigilo, apura os crimes de sabotagem e atentado contra a segurança de serviço de utilidade pública”, informa PF, em nota. No dia 15, quando ocorreu a queda de energia, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, informou que iria solicitar ao Ministério da Justiça e Segurança Pública que a Polícia Federal e a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) investigassem as causas da falta de energia. “Tenho absoluta convicção de que o ONS, até pela sua característica técnica, não vai ter condição de dizer textualmente se esses eventos foram eminentemente técnicos, ou se houve também falha humana ou até dolo”, disse o ministro na ocasião. O que se sabe - A interrupção começou às 8h30 do dia 15 de agosto, com queda no fornecimento de 19 mil megawatts, cerca de 27% da carga total (73 mil MW) naquele horário. O ponto de partida foi desligamento da linha de transmissão 500 kV Quixadá-Fortaleza II, pertencente à Eletrobras Chesf, com "uma atuação incorreta no sistema de proteção da linha, que operava dentro dos limites, ocasionou o seu desligamento", segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (NOS). O operador afirma que depois de 600 milissegundos as Proteções de Perda de Sincronismo (PPS) foram acionadas e possibilitaram “a abertura controlada de linhas que compõem as interligações Norte - Nordeste, Nordeste - Sudeste e Norte - Sul, separando o SIN em três áreas elétricas”. As cargas em todas as regiões passaram a ser recompostas em poucos minutos após a queda. De acordo com o operador, até as 10h, o fornecimento já havia sido normalizado nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. O sistema foi totalmente restaurado às 14h49.
A Eletrobras informou, na noite desta quarta-feira (16), que identificou o desligamento da linha de transmissão 500kV Quixadá-Fortaleza por atuação indevida do sistema de proteção, milissegundos antes do apagão da manhã de terça-feira (15). Na ocasião, uma queda de energia atingiu todas as regiões do país. O Norte e o Nordeste foram os mais prejudicados e a normalização do sistema elétrico demorou mais nos estados dessas regiões do que nas outras partes do país. A empresa avaliou que o desligamento da citada linha de transmissão, de forma isolada, não seria suficiente para a abrangência e repercussão sistêmica do ocorrido. As redes de transmissão do SIN são planejadas pelo critério de confiabilidade “n-1”. Assim, em caso de desligamento de qualquer componente, o sistema deve ser capaz de permanecer operando sem interrupção do fornecimento de energia. Em nota, a Eletrobras avaliou “que a manutenção dessa linha de transmissão está em conformidade com as normas técnicas associadas”. A empresa assegura que continua colaborando para a identificação das causas do apagão e dos motivos que levaram aos desligamentos ocorridos no SIN, sob a coordenação do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).
O ministro da Casa Civil, Rui Costa, disse nesta quarta-feira (16) que, até o momento, não há razão que explique a queda de energia ocorrida na terça-feira (15) em várias partes do país. Em entrevista ao programa Bom Dia, Ministro, produzido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Costa reiterou a confiança no sistema elétrico nacional e disse que o ocorrido não se deve a falta de capacidade de geração, mas a provável erro ou falha técnica. “Falei hoje pela manhã cedo com o ministro de Minas e Energia [Alexandre Silveira]. Estamos determinados e cobrando urgência para o detalhamento das causas desse apagão. Não há razão para este apagão”, declarou o ministro. Ele lembrou que, em outras situações, o país viveu apagões, mas por crise de geração de energia. “Ou seja, os reservatórios de água estavam em baixa e havia mais demanda que oferta de energia. Isso levava ao colapso do sistema. Não é o caso nesse momento. Estamos com sobra de energia. Os reservatórios estão cheios e temos um parque eólico e solar gerando muita energia. Então não há razão nem de oferta, nem de demanda para ter tido esse colapso”, acrescentou. “Foi erro ou falha técnica”, emendou. “Precisamos agora identificar o que aconteceu. Espero que, o mais rápido possível, consigamos dizer à sociedade”, complementou ao informar que Alexandre Silveira já solicitou investigações inclusive policiais sobre o episódio, caso não haja, por parte dos operadores do sistema, uma “resposta firme” que esclareça a todos sobre o que causou a queda de energia.
Após quase cinco horas, a energia elétrica finalmente foi restabelecida em Brumado. O apagão que ocorreu nesta terça-feira (15) deixou a cidade inteira sem eletricidade. O apagão, que ocorreu pela manhã, pegou a população de surpresa e gerou dificuldades em diversas áreas da cidade. Sem energia elétrica, semáforos deixaram de funcionar, empresas tiveram que parar suas atividades e hospitais recorreram a geradores para manter os serviços essenciais. A energia elétrica foi finalmente restabelecida por volta das 13h05, trazendo alívio para os moradores de Brumado. As atividades que haviam sido afetadas pelo apagão começam a retornar ao normal, e a cidade volta a contar com os serviços essenciais que dependem da eletricidade. Em nota divulgada na manhã desta terça-feira (15), o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) informou que a interrupção de energia que atingiu diversos estados brasileiros, por volta das 8h30, ocorreu por causa da abertura de interligação da rede de operação do sistema nacional, entre as regiões Norte e Sudeste.
Em nota divulgada na manhã desta terça-feira (15), o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) informou que a interrupção de energia que atingiu diversos estados brasileiros, por volta das 8h30, ocorreu por causa da abertura de interligação da rede de operação do sistema nacional, entre as regiões Norte e Sudeste. Segundo a nota, foram interrompidos 16 mil megawatts (MW) de carga, nos estados do Norte e Nordeste. A interrupção também afetou estados do Sudeste. De acordo com a ONS, 6 mil MW já foram recompostos desde que o serviço foi iniciado, às 9h16, e as causas da interrupção continuam sendo apuradas.
Na tarde de domingo (18), Brumado ficou sem energia elétrica por cerca de 30 minutos e o apagão teve início por volta das 14h50. Semáforos ficaram desligados, mas o trânsito fluiu normal devido o baixo movimento de veículos naquele horário. A Coelba não se manifestou sobre o motivo da queda de energia. A cidade ficou sem sinald e celular da operadora Vivo e sem internet nos provedores locais.