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O Rotary Club de Brumado prestou uma homenagem especial ao jovem Raul Terra, que retornou recentemente ao Brasil após participar do Programa de Intercâmbio de Jovens do Rotary International na Índia. O estudante foi recepcionado pelos rotarianos em um momento marcado por emoção, reconhecimento e celebração da experiência internacional vivida durante o intercâmbio.
A homenagem foi destacada pela Chair do Programa de Intercâmbio de Jovens do Distrito 4391 no ano rotário 2025-2026, Tânia Mariza, que ressaltou a importância da trajetória construída por Raul ao longo do período no exterior.
Segundo os organizadores, Raul retorna trazendo na bagagem conhecimento, amadurecimento, experiências culturais e aprendizados que irão contribuir não apenas para sua vida pessoal, mas também para o fortalecimento das ações desenvolvidas pelo Rotary Club de Brumado junto à juventude.
O intercâmbio promovido pelo Rotary International é considerado um dos maiores programas de formação cultural e cidadania do mundo, reunindo adolescentes de diversos países em experiências de imersão cultural, aprendizado de idiomas e fortalecimento da paz mundial.
Durante sua permanência na Índia, Raul Terra representou Brumado e o Brasil como embaixador da paz e da cultura brasileira, vivenciando novas realidades, ampliando sua visão de mundo e fortalecendo laços internacionais de amizade e cooperação.
O Distrito 4391 do Rotary, responsável pelos estados da Bahia, Alagoas e Sergipe, conta atualmente com 102 clubes rotários. Somente no ano rotário 2025-2026, o distrito enviou 24 estudantes para intercâmbios em 12 países, incluindo Alemanha, Canadá, França, Índia, México e Taiwan, além de receber jovens estrangeiros em diversas cidades brasileiras.
A organização também informou que o próximo edital do Processo Seletivo do Programa de Intercâmbio de Jovens de longa duração será publicado em julho de 2026 no site oficial do programa.
A Justiça de Alagoas negou o pedido de habeas corpus feito pela defesa do advogado João Neto, de 47 anos. Ele foi preso em flagrante após agredir a companheira em um apartamento na cidade de Maceió. Imagens de uma câmera de segurança mostram o momento em que a mulher deixa o apartamento com o rosto ensanguentado. Nas imagens, João Neto aparece segurando um pano, tentando conter o sangue que escorre do rosto da vítima. A defesa alegou que o advogado é réu primário, tem residência fixa, bons antecedentes e trabalha regularmente. Também afirmou que o caso teria sido um acidente doméstico, e não uma agressão. Mas o desembargador Carlos Cavalcanti de Albuquerque Filho decidiu manter a prisão preventiva. Segundo ele, a medida é necessária para proteger a integridade física e psicológica da vítima, além de garantir a ordem pública. João Neto segue preso na Penitenciária Masculina Baldomero Cavalcante de Oliveira, em Maceió.
A Polícia Federal deflagra, na manhã desta quarta-feira (18/12), a Operação Linha Verde, com o objetivo de desmantelar associação criminosa voltada à prática de fraudes contra a Caixa Econômica Federal, através da abertura de contas e aquisição de créditos, com a utilização de documentos falsos em nome de terceiros, sem a anuência destes, os quais também figuram como vítimas ao lado da instituição financeira. A Caixa Econômica Federal, até o atual estágio da investigação policial, suportou um prejuízo superior a R$ 567 mil, o qual provavelmente está subdimensionado, sendo que o real prejuízo será alcançado com a execução das medidas cautelares atinentes a esta operação. A operação Linha Verde abrange o estado da Bahia, nas cidades de Salvador e Jequié, além dos estados de Sergipe e Alagoas, envolvendo a ação de 21 policiais federais. Estão sendo cumpridos quatro mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão temporária. Além do bloqueio e sequestro de bens e valores pertencentes aos investigados até o limite individual de R$ 300 mil, por intermédio do sistema SISBAJU. De acordo com o RIF – Relatório de Informação Financeira do COAF, a associação criminosa, entre 2020 a 2024, foi responsável por movimentações bancárias suspeitas, no valor de R$ 4.674.295,59. Os investigados poderão responder pelos crimes de estelionato (pena de reclusão, de um a cinco anos e multa) e associação criminosa (pena de reclusão, de cinco a dez anos e multa).