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O Campeonato Mundial de Clubes retorna nesta sexta-feira (07/07), com grande expectativa para os torcedores brasileiros, já que Fluminense e Palmeiras entram em campo em busca de uma vaga nas semifinais do torneio, que está sendo sediado nos Estados Unidos. A primeira partida do dia será do Fluminense, que enfrenta o time saudita Al-Hilal, em Orlando, a partir das 15h (horário de Mato Grosso do Sul). O Tricolor carioca entra com o objetivo de garantir a classificação para a próxima fase e continuar a busca pelo título mundial. A equipe comandada por Renato Portaluppi deve ir a campo com a seguinte formação: Fluminense (provável escalação): Goleiro: Fábio; Defensores: Ignácio (Canobbio), Thiago Silva e Freytes; Meio-campistas: Samuel Xavier, Martinelli, Bernal, Nonato e Fuentes; Atacantes: Arias e Cano. À noite, às 21h, será a vez do Palmeiras entrar em campo, enfrentando o Chelsea, na Filadélfia. A partida marca o reencontro entre os dois times finalistas do Mundial de 2021, quando o time inglês levou a melhor, conquistando o título. Agora, o Verdão, treinado por Abel Ferreira, buscará a vitória para avançar às semifinais. A provável escalação alviverde é a seguinte: Palmeiras (provável escalação): Goleiro: Weverton; Defensores: Giay, Bruno Fuchs, Micael e Vanderlan; Meio-campistas: Emiliano Martínez, Richard Ríos e Mauricio; Atacantes: Estêvão, Allan e Vitor Roque. Quem vencer nos confrontos de hoje avançará para uma das semifinais do torneio, que será disputada entre os vencedores desses jogos. A outra semifinal será definida após os duelos entre Paris Saint-Germain x Bayern de Munique e Real Madrid x Borussia Dortmund, que acontecem no sábado (08/07).
O sonho do Flamengo de conquistar pela segunda vez na história o mundo chegou ao fim. Isto porque o Rubro-Negro foi derrotado por 3 a 2 pelo Al Hilal (Arábia Saudita), na tarde desta terça-feira (7) no Estádio Ibn Batouta, em Tânger (Marrocos), pela semifinal do Mundial de Clubes da Fifa. Havia muita expectativa de que a equipe da Gávea, que já conquistou o mundo em 1981 diante do Liverpool (Inglaterra), pudesse fazer uma boa apresentação diante da equipe saudita, campeã da Ásia, e não encontrasse dificuldades de chegar à grande decisão. Mas o que se viu desde o início da partida foi um Flamengo com maior qualidade técnica, mas que encontrava dificuldades diante de um Al Hilal muito aplicado na defesa e que apostava em jogadas de contra-ataque aproveitando espaços dados pelos defensores do time brasileiro. E os sauditas aproveitaram uma falha da defesa do Rubro-Negro para abrirem o marcador. Aos dois minutos Matheuzinho deu bote errado em Vietto dentro da área e o juiz marcou pênalti. O saudita Salem Al-Dawsari cobrou muito bem e superou o goleiro Santos. Com a desvantagem no marcador o time da Gávea assumiu uma postura mais agressiva dentro de campo e passou a empilhar oportunidades, até que, aos 19 minutos Matheuzinho encontrou espaço para cruzar para Pedro, que, de chapa, bateu colocado para deixar tudo igual. O domínio do Rubro-Negro aumentou e a impressão que prevalecia era a de que o gol da virada não demoraria a sair. Porém, já aos 50 do primeiro tempo, aconteceu um lance que mudou toda a dinâmica da partida. Vietto caiu dentro da área após disputa com Gerson. O juiz consultou o VAR (árbitro de vídeo) e decidiu marcar o pênalti e expulsar o volante do Flamengo. Al-Dawsari foi para a cobrança novamente e deslocou Santos para colocar o Al Hilal novamente em vantagem. No retorno do intervalo, o técnico português Vítor Pereira fez uma mudança questionável, tirou o principal articulador do Flamengo, o uruguaio Arrascaeta, para colocar em campo o volante Pulgar. A partir daí a equipe da Gávea se desorganizou de vez, partindo para o ataque no desespero e oferecendo espaços para os contra-ataques dos sauditas. E foi desta forma que o Al Hilal chegou ao terceiro aos 24 minutos do segundo tempo. Após falha de Pulgar, Salem dominou e encontrou Vietto, que dominou diante de David Luiz antes de chutar para marcar. Aos 45 Pedro ainda descontou, mas a vitória final foi mesmo dos sauditas.