Pressione Enter para pesquisar ou ESC para sair
Um caso de estelionato foi registrado na manhã da última quarta-feira (28), por volta das 11h40, no centro de Guanambi, envolvendo a venda fraudulenta de um veículo anunciada por meio das redes sociais.
De acordo com informações repassadas à polícia, a vítima, um jovem de 18 anos, relatou que colocou à venda um automóvel Ford Fusion, de cor prata, com placa do município de Osasco, em São Paulo. O suposto comprador entrou em contato inicialmente pelo Facebook e deu continuidade à negociação por meio do WhatsApp, apresentando-se como funcionário da Prefeitura de Guanambi.
Segundo o relato, após ganhar a confiança do vendedor, o suspeito solicitou para testar o veículo. No entanto, após sair com o carro, não retornou ao local combinado, fugindo também com documentos pessoais e do automóvel. A guarnição policial realizou rondas na região, mas o veículo não foi localizado.
Diante da situação, a vítima foi orientada a registrar a ocorrência na Delegacia Territorial de Guanambi para que o caso seja investigado e as medidas legais cabíveis sejam adotadas.
O compartilhamento de notícias de política está menos frequente em grupos de família, de amigos e de trabalho no WhatsApp. Além disso, mais da metade das pessoas que participam desses ambientes dizem ter medo de omitir opinião.
A constatação faz parte do estudo Os Vetores da Comunicação Política em Aplicativos de Mensagens, divulgado nesta segunda-feira (15).
O levantamento foi feito pelo centro independente de pesquisa InternetLab e pela Rede Conhecimento Social, instituições sem fins lucrativos.
A pesquisa identificou que mais da metade das pessoas que usam WhatsApp estão em grupos de família (54%) e de amigos (53%). Mais de um terço (38%) participam de grupos de trabalho.
Apenas 6% estão em grupos de debates de política. Em pesquisa realizada em 2020, eram 10%.
Ao se debruçar sobre o conteúdo dos grupos de família, de amigos e de trabalho, os pesquisadores verificaram que, de 2021 a 2024, caiu a frequência dos que aparecem mensagens sobre política, políticos e governo.
Em 2021, 34% das pessoas diziam que o grupo de família era no qual mais apareciam esse tipo de notícias. Em 2024, eram 27%.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quinta-feira (9) que fará uma reunião para discutir as novas regras anunciadas pela multinacional Meta, empresa de tecnologia que controla o Facebook, Instagram e WhatsApp, para o funcionamento dessas redes sociais. "O que nós queremos, na verdade, é que cada país tenha sua soberania resguardada. Não pode um cidadão, não pode dois cidadãos, não pode três cidadãos acharem que podem ferir a soberania de uma nação", afirmou Lula no Palácio do Planalto, enquanto visitava a galeria de ex-presidentes, que fica no térreo do prédio, e foi reinaugurada há poucos meses. Na última terça-feira (7), o dono da Meta, o bilionário norte-americano Mark Zuckerberg, anunciou as novas diretrizes de moderação de conteúdo das redes sociais e ressaltou que vai se aliar ao governo do presidente eleito dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, para pressionar países que buscam regular o ambiente digital. Entre as alterações, estão o fim do programa de checagem de fatos que verifica a veracidade de informações que circulam nas redes, o fim de restrições para assuntos como migração e gênero, e a promoção de "conteúdo cívico", entendido como informações com teor político-ideológico.
"Eu acho que é extremamente grave as pessoas quererem que a comunicação digital não tenha mesma responsabilidade de um cara que cometa um crime na imprensa escrita. É como se um cidadão pudesse ser punido porque ele faz uma coisa na vida real e pudesse não ser punido porque ele faz a mesma coisa na digital", comentou Lula sobre o impacto das mudanças.
Nesta tarde de quarta-feira (3), usuários em todo o Brasil e em diversas partes do mundo enfrentam dificuldades de acesso e uso do WhatsApp e do Instagram. A instabilidade nas duas plataformas tem gerado preocupação e frustração entre os usuários, que relatam problemas para enviar mensagens, atualizar o feed e utilizar outras funcionalidades. De acordo com o site Downdetector, que monitora relatos de instabilidade em diversas plataformas online, mais de 95 mil reclamações foram registradas por usuários brasileiros em relação ao WhatsApp. As queixas se concentram principalmente na dificuldade de enviar mensagens, uma função essencial para milhões de pessoas que utilizam o aplicativo diariamente para comunicação pessoal e profissional.
O WhatsApp anunciou oficialmente nesta quinta-feira (7) o lançamento do aguardado recurso de mensagens de voz com visualização única no aplicativo. Essa inovação representa uma nova camada de privacidade, proporcionando aos usuários a tranquilidade de enviar áudios que se autodestroem após serem ouvidos. Embora o recurso estivesse em fase de teste desde outubro, somente agora será implementado para toda a base de clientes. A atualização ocorrerá gradualmente nas próximas semanas, abrangendo todos os usuários da plataforma. O recurso, similar ao já existente para fotos e vídeos, traz uma marcação com o ícone de número "1", indicando que a mensagem de voz só poderá ser reproduzida uma vez. Esta medida adiciona uma camada extra de segurança, ampliando a confidencialidade das comunicações no aplicativo. O WhatsApp destaca que a introdução dessa funcionalidade visa proporcionar aos usuários a capacidade de compartilhar informações sensíveis, como dados de cartões de crédito ou surpresas planejadas, com maior tranquilidade.
Em uma emocionante reviravolta para os usuários de celulares com múltiplas linhas, o WhatsApp, propriedade da Meta (empresa mãe do WhatsApp, Instagram e Facebook), anunciou nesta quinta-feira (19) a liberação de uma função muito aguardada: a capacidade de utilizar duas contas no mesmo aplicativo. O anúncio foi feito por Mark Zuckerberg, CEO da Meta, prometendo trazer ainda mais flexibilidade aos usuários do popular aplicativo de mensagens. A nova função, no entanto, será implementada gradualmente para celulares Android, com a expectativa de que todos os dispositivos Android a recebam "nas próximas semanas e meses". Infelizmente, não há informações no momento sobre se essa funcionalidade estará disponível para dispositivos iOS, como o iPhone. Para desfrutar dessa nova facilidade, os usuários precisarão ter uma segunda linha de celular em operação em seu dispositivo. Isso pode ser feito de duas maneiras: usando mais de um cartão SIM (comumente conhecido como "chip") em aparelhos que comportam múltiplas linhas ou através do uso de um eSIM, que já vem integrado à maioria dos celulares modernos. Para ativar a função de duas contas no mesmo aplicativo, siga os seguintes passos: Acesse o menu de Configurações no WhatsApp. Clique na seta ao lado do seu nome e selecione "Adicionar conta". A partir daí, você terá a capacidade de controlar as configurações de privacidade e notificações para cada uma das contas separadamente. Essa novidade segue a recente atualização do WhatsApp que permitiu o uso da mesma conta em até quatro dispositivos diferentes. Isso significa que, agora, é possível manter um único perfil em quatro smartphones distintos, proporcionando uma experiência mais flexível e dinâmica para os usuários.
O Ministério das Mulheres lançou nesta terça-feira (04) um novo serviço de atendimento às mulheres vítimas de violência. A partir de agora, as mulheres podem entrar em contato com a central de atendimento pelo WhatsApp, por meio do número (61) 9610-0180 ou pelo link https://wa.me/556196100180?text=oi. A atendente virtual, chamada Pagu, oferecerá diversas opções de ajuda. Caso necessário, uma atendente da central pode ser acionada a qualquer momento. É importante ressaltar que a equipe da central é composta somente por mulheres desde março. Até então, o atendimento sobre violência contra mulheres era feito pela Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos, por meio do Disque 100. Com a separação dos serviços, o ministério poderá coletar dados acerca de violência contra a mulher por meio do WhatsApp, que serão usados na formulação de políticas públicas. Para marcar o lançamento do serviço, a ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, visitou a Central de Atendimento, ao lado da primeira-dama Janja Lula da Silva e do ministro dos Direitos Humanos e da Cidadania, Silvio Almeida. O Ligue 180 funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana, de qualquer lugar do país, tanto por telefone quanto pelo WhatsApp.
A rede social de troca de mensagens instantâneas WhatsApp, que pertence à Meta (antiga Facebook), publicou hoje (5) em seu blog oficial que algumas mudanças anunciadas no mês passado já estão disponíveis na versão atualizada do aplicativo. Entre as novidades, a possibilidade de enviar arquivos de até 2 gigabytes (GB) protegidos por criptografia de ponta a ponta. Anteriormente, apenas arquivos de até 100 megabytes (MB) podiam ser enviados ou recebidos com a ferramenta. Outro recurso da nova atualização é a possibilidade de reagir a mensagens enviadas por outros usuários usando seis tipos diferentes de emoticons. “Conforme anunciamos, estamos desenvolvendo novos recursos para que organizações, empresas e outras pequenas comunidades se comuniquem com segurança e realizem tarefas usando o WhatsApp. Os comentários que recebemos até agora têm sido muito positivos, e mal podemos esperar para disponibilizar mais recursos para vocês”, disse a empresa em comunicado. O WhatsApp também informou que a ampliação de grupos para até 512 usuários e a função “comunidades” não serão disponibilizadas no momento no mercado brasileiro. De acordo com a empresa, a justificativa é a “estratégia de longo prazo para o Brasil”, que não está entre os mercados prioritários para a novidade.
O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) firmou parceria com o aplicativo de mensagens instantâneas WhatsApp para ampliar o atendimento ao público no contexto das Eleições de 2022. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (30/3), na coletiva de imprensa realizada pelo presidente do TRE-BA, desembargador Roberto Frank, e pelo diretor de políticas públicas do WhatsApp no Brasil, Dario Durigan. O evento aconteceu na Sala de Sessões do Eleitoral baiano, em Salvador. O objetivo da parceria, sem ônus ao orçamento do Tribunal, é ampliar o acesso do público externo aos serviços da Justiça Eleitoral e, consequentemente, à robô Maia, do Núcleo de Atendimento Virtual ao Eleitor (NAVE). O TRE-BA é o único eleitoral do país e o segundo no mundo a realizar atendimento por este aplicativo de mensagens. De acordo com o presidente Roberto Frank, a associação do WhatsApp ao Eleitoral baiano aumentará significativamente o acesso aos serviços que já são disponibilizados ao público de forma virtual. “Entender as mudanças sociais e encontrar caminhos para estarmos mais próximos dos cidadãos, oferecendo o que existe de mais moderno, faz parte dos pilares de inovação de nossa gestão. É por isso que depois de quase um ano de negociação temos o prazer de anunciar à imprensa e a todos os baianos a celebração desta parceria gratuita, amparada pelo desejo legítimo de implementar as melhores práticas no serviço público”, declarou o presidente. Para o diretor de políticas públicas do WhatsApp no Brasil, Dario Durigan, a parceria reforça o compromisso do WhatsApp com a democracia brasileira e os processos eleitorais no país. “As Eleições brasileiras de 2022 são as mais importantes do mundo para o WhatsApp, que reconhece a importância do Brasil e os seus desafios. O canal oficial do TRE-BA faz parte das iniciativas do aplicativo para conectar usuários com fontes confiáveis de informações, além de facilitar o acesso aos serviços prestados pela Justiça Eleitoral na Bahia. O TRE da Bahia é o primeiro tribunal a ter essa parceria direta conosco com serviços disponibilizados a todos. É um exemplo. É inovador. Nós não poderíamos deixar de prestigiar e sermos parceiros aqui nesse dia”, ressaltou o executivo.
Por meio de nota oficial divulgada o final da noite desta segunda-feira, o Facebook informou que o “apagão global” de mais de seis horas em suas redes, que incluem o Whatsapp e o Instagram, foi uma falha interna: um defeito durante alteração em suas configurações. A plataforma informou também que não houve um ataque hacker nem vazamento de dados de usuários. De acordo com informações do G1, o Facebook explicou ainda que a falha ocorreu durante uma mudança numa estrutura que coordena o tráfego entre seus centros de dados, o que gerou um efeito cascata que interrompeu a comunicação e fez com que outros centros fossem afetados.
Grandes redes sociais relacionadas ao Facebook ficaram inacessíveis hoje (4) no início da tarde e começaram a ser restabelecidas por volta de 19h20. O Facebook - a maior rede social do mundo -, o Instagram - a mais popular plataforma de compartilhamento de imagens - e o WhatsApp - o aplicativo de troca de mensagens via celular preferido dos brasileiros - ficaram indisponíveis para os usuários por uma falha ainda não detalhada pelo conglomerado. Outras plataformas sociais, como o Telegram e o Twitter, apresentaram instabilidades e funcionam de maneira intermitente, com usuários de todo o mundo registrando queixas pelo serviço internacional de monitoramento de servidores e aplicativos Downdetector. Pouco antes das 17h, Mike Schroepfer, oficial-chefe de tecnologia do Facebook, publicou um pedido de desculpas para os usuários impactados pelo que classificou como “erros de rede”. A falha generalizada no acesso mostra para os usuários uma mensagem de erro no domain name system (DNS) - a tecnologia que liga o endereço usado para se chegar aos sites internet protocols (IPs) dos servidores correspondentes que hospedam o conteúdo das páginas. Esta não é a primeira vez que o grupo de serviços administrados pelo Facebook apresenta problemas. Em junho deste ano, uma interrupção semelhante aconteceu. Na prática, é como se os números de telefone dos serviços do Facebook tivessem sido apagados da gigantesca agenda da internet. O gestor do DNS do Facebook e dos demais serviços é o próprio Facebook, o que pode significar que uma atualização malsucedida ou um erro grave nos principais servidores das redes sociais possa ter acontecido. Segundo os números da Nasdaq - a bolsa de valores do mercado de tecnologia -, o Facebook perdeu cerca de 5,34% de valor de mercado até o momento com a falha. Isso equivale a cerca de US$ 50 bilhões - o valor total estimado da rede social Twitter. As ações do Facebook estão cotadas no momento a US$ 326,23.
Horas depois de o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, anunciar que o órgão liberaria transações pelo WhatsApp, o BC autorizou oficialmente as transferências bancárias pelo aplicativo. A decisão foi anunciada na noite desta terça-feira (30) pela autoridade monetária. A empresa Facebook Pagamentos do Brasil, dona do WhatsApp, foi aprovada como “iniciador de transações”. As operadoras Visa e Mastercard receberam autorizações de dois arranjos de pagamentos: transferência/depósito e operações pré-pagas, em que o cliente abastece uma carteira virtual com dinheiro para gastar mais tarde. As operações só poderão ser feitas dentro do Brasil. Transações com o exterior estão vetadas. Os pagamentos de compras por meio da plataforma Facebook Pay, que haviam sido pedidos pelas operadoras, continuam sob análise e não foram incluídos na autorização. Em nota, o Banco Central informou que as autorizações “poderão abrir novas perspectivas de redução de custos para os usuários de serviços de pagamentos”. As transferências e as contas pré-pagas estarão disponíveis assim que o WhatsApp liberar a modalidade. Caberá ao próprio aplicativo definir as tarifas de transação. Em junho do ano passado, o BC suspendeu o teste que o Facebook tinha começado a fazer no Brasil . Em parceria com as operadoras Visa e Mastercard, pessoas físicas e empresas poderiam usar a função pagamento dentro do aplicativo para transferirem dinheiro e fazerem pagamentos dentro do país e em reais. O BC, na época, interrompeu o serviço para verificar os riscos da nova tecnologia.
O WhatsApp lançou nesta segunda-feira (15) novo recurso que permite transferir dinheiro e fazer compras em estabelecimentos por meio do aplicativo de mensagens, com a proteção da plataforma Facebook Pay. No primeiro momento, a novidade estará disponível para clientes do Banco do Brasil, Nubank e Sicredi que têm cartão de crédito ou débito das bandeiras Visa e Mastercard. As transações serão processadas pela Cielo e não preveem custos para consumidores e pessoas físicas. Já as empresas terão de arcar com uma taxa por transação recebida. As pequenas empresas são um dos principais focos do lançamento. “Mais de 10 milhões de micro e pequenas empresas movimentam a economia brasileira, e já é muito comum mandar um zap a essas empresas para tirar dúvidas sobre produtos e fazer pedidos. Com o recurso de pagamentos no WhatsApp, além de ver os produtos no catálogo, os clientes também poderão fazer o pagamento do produto escolhido sem sair do WhatsApp. Ao simplificar o processo de pagamento, esperamos ajudar a trazer mais empresas para a economia digital e gerar mais oportunidades de crescimento”, diz o comunicado do Whatsapp. Para utilizar a ferramenta, o usuário precisa cadastrar seu cartão na plataforma Facebook Pay e cadastrar uma senha numérica (PIN) de seis dígitos como proteção. Também é possível usar biometria, como leitor de digitais e reconhecimento facial, para autorizar transações. Para receber o dinheiro, o contato precisa estar cadastrado no Facebook Pay.
Uma pesquisa realizada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado mostrou o Whatsapp como principal fonte de informação dos entrevistados: 79% disseram receber notícias sempre pela rede social. O ambiente possui mais de 136 milhões de usuários no Brasil, sendo a plataforma mais popular juntamente com o Facebook. Depois do Whatsapp, outras fontes foram citadas, misturando redes sociais e veículos tradicionais na lista dos locais onde os brasileiros buscam se atualizar. Apareceram canais de televisão (50%), a plataforma de vídeos Youtube (49%), o Facebook (44%), sites de notícias (38%), a rede social Instagram (30%) e emissoras de rádio (22%). O jornal impresso também foi citado por 8% dos participantes da sondagem e o Twitter, por 7%. No caso da televisão, o percentual foi maior entre os mais velhos: 67% dos consultados com mais de 60 anos disseram se informar sempre por esse meio, contra 40% na faixa entre 16 a 29 anos. Já o Youtube apareceu como mais popular entre os mais jovens. Os que afirmaram ver vídeos sempre na plataforma chegaram a 55% na faixa de 16 a 29 anos, contra 31% entre os com 60 anos ou mais.
Há alguns dias, hackers estão clonando números de telefones de várias pessoas e um empresário brumadense foi uma das vítimas. Os criminosos estão acionando a lista de contatos da vítima e solicitando transferência bancária, com mensagens similares a esta: "Tô precisando de um favorzinho seu, fico até envergonhado mais é com urgência. Tô precisando fazer uma transferência mais excedeu meu limite diário, você consegue transferir ai para mim? Amanhã cedo eu te transfiro novamente", escrevem os hackers. O empresário brumadense já alertou amigos e familiares sobre o golpe, registrou o caso na delegacia, e alerta para que outras pessoas não façam depósito sem antes ter certeza de que realmente é a pessoa, amigo ou parente, que está solicitando. Segundo informações apuradas pelo Agora Sudoeste algumas pessoas já caíram no golpe.
Começa a valer a partir desta quarta-feira (3) a nova regra de privacidade do WhatsApp para a entrada em grupos. A partir da atualização do aplicativo nos sistemas Android ou iOS, o usuário vai poder decidir se quer ou não entrar em determinado grupo, e decidir que apenas contatos já salvos na agenda telefônica vão poder adicioná-lo. Para ativar a nova função, é necessário ir ao campo “configurações” no WhatsApp. A opção “ninguém” será para aprovar as solicitações. “Meus contatos” servirá para pré-aprovar a agenda de contatos, e a opção “todos” mantém o aplicativo como funciona atualmente. De acordo com o WhatsApp, quem quiser incluir um telefone novo em um grupo deverá mandar uma mensagem privada, e o convite deve ser respondido em até três dias.
O aplicativo de mensagens WhatsApp vai passar a ter um limite de destinatários para o encaminhamento de mensagens. Segundo a empresa, de propriedade do Facebook, o objetivo com isso é reduzir a disseminação de notícias falsas. A novidade foi anunciada ontem (19) pela empresa por meio de seu blog institucional. O Whatsapp é a segunda maior rede social do planeta, com 1,5 bilhão de usuários. A plataforma perde apenas para o Facebook, com 2,2 bilhões de pessoas inscritas. No Brasil, são mais de 100 milhões de pessoas com o aplicativo. Até antes da mudança, uma mensagem poderia ser repassada a até 250 chats(conversas, que podem ocorrer com pessoas ou grupos) de uma vez. Com a limitação, o número será de 20 chats quando alguém desejar encaminhar um texto recebido.
Na manhã da última quarta-feira (18), o vídeo onde aparecem duas alunas da Escola Municipal Idalina Azevedo, no Bairro Malhada Branca, em Brumado, agredindo-se mutuamente viralizou nos grupos de WhatsApp. Nas imagens é possível ver toda a briga das alunas e o que mais chamou a atenção é que nenhum dos outros alunos tentaram afastar a confusão, pelo contrário, alguns incentivaram e outros continuaram filmando. Nossa reportagem entrou em contato com a secretária de Educação Ednéia Ataíde, a qual informou que convocou os pais das meninas para uma reunião na manhã desta quinta-feira (19). O motivo da briga não foi divulgado.