Pressione Enter para pesquisar ou ESC para sair
A deputada estadual Ivana Bastos (PSD) foi a candidata mais votada para o cargo de deputada estadual em Livramento de Nossa Senhora nas eleições realizadas neste domingo, 4 de outubro de 2026. A parlamentar recebeu 10.558 votos no município e terminou a disputa na primeira colocação.
A votação de Ivana Bastos contou com o apoio político da prefeita Joanina Sampaio e de integrantes da base da gestora municipal. O desempenho nas urnas colocou a deputada à frente dos demais candidatos na disputa local.
Na segunda colocação ficou Marquinho Viana, que obteve 7.077 votos. Já Vitor Azevedo terminou em terceiro lugar, com 1.759 votos.
A diferença entre Ivana Bastos e Marquinho Viana chegou a 3.481 votos em Livramento de Nossa Senhora, consolidando a liderança da deputada no município.
Além do resultado em Livramento, Ivana Bastos também garantiu a reeleição para a Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), assegurando a continuidade de seu mandato como deputada estadual.
O desempenho obtido pela parlamentar também teve repercussão no cenário político municipal, especialmente por Ivana Bastos ter sido a candidata apoiada pela prefeita Joanina Sampaio. Os 10.558 votos conquistados no município representam o principal resultado entre os candidatos a deputado estadual na cidade.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera a disputa pelo Palácio do Planalto no cenário de primeiro turno, segundo pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta segunda-feira (31). O levantamento aponta o petista com 43,4% das intenções de voto, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparece na segunda colocação, com 33,7%.
A diferença entre os dois primeiros colocados é de 9,7 pontos percentuais. Na sequência, o ex-ministro e escritor Augusto Cury (Avante) registra 7,8% das intenções de voto, seguido por Renan Santos (Missão), que soma 7,6%.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) aparece com 3,3%. Pablo Marçal (PRTB) registra 1,9%, enquanto o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), tem 1% das intenções.
Também foram citados no levantamento Samara, da Unidade Popular (UP), com 0,9%; Rui Costa Pimenta (PCO), com 0,1%; e Wilson Grassi (Democrata), também com 0,1%.
Segundo a pesquisa, votos brancos e nulos correspondem a 0,1% dos entrevistados. Outros 0,2% afirmaram não saber em quem votar.
O levantamento Atlas/Bloomberg ouviu 5.014 pessoas entre os dias 25 e 30 de agosto. A pesquisa tem margem de erro de um ponto percentual, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%.
O estudo foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-07972/2026.
Em entrevista exibida na noite desta terça-feira (04) no Programa do Ratinho, do SBT, o presidente Jair Bolsonaro admitiu que o governo ainda não tem o número de votos suficientes para aprovar a reforma da Previdência na Câmara . “A Câmara está cumprindo os prazo regimentais, mas sabe que tem ruídos e, por enquanto, eu acho que não temos os 308 votos necessários. Agora, estou à disposição deles. Se é para conversar comigo, eu viro noite para conversar sem problema nenhum. Agora, a bola está com o Parlamento”, declarou o presidente. Ele ainda comentou a pressão de alguns partidos pela retirada de municípios e estados da proposta de emenda à Constituição. “Há a ameaça na Câmara de tirarmos estados e municípios da reforma. Aí, prefeito chia. Governador chia. Porque o prefeito teria dificuldade de impor as mesmas regras que estamos impondo para servidores públicos para seu servidor municipal. Estou supondo. Porque todos se conhecem. Vereador é tio, compadre, de todo mundo da cidade. Complica a situação dele”, disse Bolsonaro. Para ele, portanto, há incoerência na pressão de deputados pela retirada. “Eles (governadores e prefeitos) querem que nós votemos aqui, mas os deputados que representam estados e municípios não querem botar o dedinho lá para sair que votou contra. Mas isso está amadurecendo. Mesmo os reticentes, estão cedendo. E acho que vai ser aprovada”.