Pressione Enter para pesquisar ou ESC para sair
A canção “Bye-bye, Verde”, composta por Arlindo Polvinthai, ganha no Dia da Amazônia uma nova vida em diferentes formas de expressão, reafirmando a força da arte como voz da floresta.
Agora, a música chega também em inglês, com a versão “Bye-bye, Green”, feita e interpretada por Joel Augusto. Essa adaptação abre caminho para que a mensagem ultrapasse fronteiras, alcançando ouvintes de todo o mundo.
Em um ano histórico para o Brasil, que receberá a COP30 em Belém, Pará, de 10 a 21 de novembro de 2025, a obra de Arlindo Polvinthai ganha projeção internacional, dialogando diretamente com o espírito do evento: unir nações em torno da urgência climática. A canção torna-se, assim, não apenas um gesto artístico, mas também um manifesto pela preservação da Amazônia.
Pensando em acessibilidade e inclusão, a música também ganhou uma versão em Libras, traduzida e interpretada por Mileide Leite, disponível neste link. Dessa forma, a mensagem ambiental ecoa ainda mais forte: todos podem sentir, compreender e compartilhar a importância de proteger a floresta.
Durante o primeiro semestre de 2019, a Bahia registrou um aumento de 13,39% no número de transplantes realizados, na comparação com o mesmo período do ano passado. Para conscientizar a população sobre o gesto, a Secretaria da Saúde (Sesab) vai promover uma série de ações em todo o estado durante o Setembro Verde, campanha que marca o Dia Nacional da Doação de Órgãos e Tecidos, celebrado no próximo dia 27. Nesta sexta-feira (6), em Salvador, um estande ofereceu serviços de saúde e informações sobre doação de órgãos na Estação Rodoviária, no Terminal de São Joaquim do Sistema Ferry Boat e no Terminal Turístico Náutico. "Oferecemos aferição de pressão e glicemia, controle de peso e orientação para prevenção de doenças crônicas, reforçando a necessidade da doação de órgãos. É importante que as famílias saibam que, no momento certo, a decisão é do familiar. Quem quer ser doador precisa avisar à família e conversar sobre o assunto. Não precisa mais deixar nada por escrito, nem fazer constar no documento de identidade. Basta ter um diálogo", explicou a coordenadora da Central de Transplantes, América Carolina. Os serviços de saúde atraíram as pessoas que passaram pela Estação Rodoviária, como o auxiliar de serviços gerais Genivaldo Queiroz, que aprovou a iniciativa. "Tinha ouvido falar por alto [sobre a doação de órgãos], mas é muito importante. É uma forma de demonstrar amor com o nosso semelhante", afirmou. Outro ato significativo para salvar vidas é a doação de sangue, que pode ser realizada em hemocentros e bancos de sangue em todas as regiões da Bahia.