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O Ministério da Saúde instalou nesta quinta-feira (15) um Centro de Operações de Emergência em Saúde (COE) para coordenar as ações de resposta à mpox no Brasil. A doença foi declarada emergência em saúde pública de importância internacional pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Dados da pasta brasileira indicam que, desde 2023, o país apresenta estabilidade no número de infecções. De acordo com o ministério, desde a primeira emergência decretada em razão da doença, de 2022 a 2023, a vigilância para a mpox se manteve como prioridade. A pasta informou que vinha monitorando atentamente a situação mundial e as informações compartilhadas pela OMS e por outras instituições e que já iniciou a atualização das recomendações e do plano de contingência para a doença no Brasil.
O Ministério da Saúde confirmou nesta terça-feira (25) a oitava morte por varíola dos macacos no país. O caso foi notificado em Minas Gerais e trata-se de um homem, 33 anos, residente em Divinópolis, com comorbidade. Ele estava internado em Belo Horizonte e morreu no sábado (22). De acordo com a Secretaria de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), há a suspeita de um quarto óbito por varíola dos macacos, ainda em investigação.
A Bahia totaliza 101 casos de Monkeypox, sendo 67 em Salvador; 6 em Feira de Santana; 4 em Conceição da Feira; 3 em Lauro de Freitas; 3 em Vitória da Conquista; 2 em Maracás; 2 em Santo Antônio de Jesus; 1 em Cairu; 1 em Conceição do Almeida; 1 em Conceição do Coité; 1 em Conceição do Jacuípe; 1 em Ilhéus; 1 em Irecê; 1 em Itabela; 1 em Jeremoabo; 1 em Juazeiro; 1 em Mutuípe; 1 em Pé de Serra; 1 Teixeira de Freitas; e 1 em Xique-Xique. Além dos confirmados, a Bahia tem notificados 392 casos suspeitos que aguardam diagnóstico laboratorial e outros 24 casos prováveis. Os dados ainda podem sofrer alterações.
Mais três casos de Monkeypox foram confirmados na Bahia, neste domingo (4). Os registros são de dois residentes do município de Salvador e um de Juazeiro. Com estes novos casos, a Bahia totaliza 60 casos da doença, sendo 44 em Salvador; 2 em Juazeiro; 2 em Lauro de Freitas; 2 em Santo Antônio de Jesus; 1 em Cairu; 1 em Conceição do Jacuípe; 1 em Feira de Santana; 1 em Ilhéus; 1 em Itabela; 1 em Maracás; 1 em Mutuípe; 1 em Pé de Serra; 1 Teixeira de Freitas; e 1 em Xique-Xique. Além dos confirmados, a Bahia tem notificados 138 casos suspeitos que aguardam diagnóstico laboratorial.
Mais um (01) caso de Monkeypox foi confirmado na Bahia, nesta terça-feira (30). O registro é de um residente do município de Salvador. Com este novo caso, a Bahia totaliza 53 casos da doença, sendo 39 em Salvador; 2 em Lauro de Freitas; 2 em Santo Antônio de Jesus; 1 em Cairu; 1 em Conceição do Jacuípe; 1 em Feira de Santana; 1 em Ilhéus; 1 em Itabela; 1 em Juazeiro; 1 em Maracás; 1 em Mutuípe; 1 Teixeira de Freitas; e 1 em Xique-Xique. Além dos confirmados, a Bahia tem notificados 140 casos suspeitos que aguardam diagnóstico laboratorial.
onsciente da responsabilidade coletiva de contribuir para o fim da pandemia de Covid-19 e do compromisso de continuar zelando pela saúde da nossa comunidade universitária, a UNEB, por meio do Comitê de Biossegurança (COBIO), informa que manterá os protocolos de Biossegurança vigentes na universidade, a saber: – limpeza e higienização de ambientes; – higienização das mãos; – uso obrigatório de máscaras em ambientes fechados; – comprovação de esquema vacinal completo para acesso às nossas dependências. Tais medidas adotadas contra a Covid-19 também contribuirão para evitar a disseminação de outro vírus, que recentemente começou a se disseminar na Bahia, o Monkey Pox, conhecido por ser o causador da varíola símia, popularmente denominada varíola dos macacos. Por ser uma doença pouco conhecida, protocolos específicos contra a transmissão e também sobre o tratamento ainda estão em desenvolvimento, mas tão logo estejam disponíveis serão amplamente divulgados e adotados na UNEB. Assim sendo, orientamos à comunidade acadêmica ao retorno das atividades presenciais em sua totalidade, conforme Resolução Nº 1.495/2021, e reafirmamos nosso cuidado com a saúde coletiva e bem-estar de todos e todas neste novo momento.
Nesta quarta-feira, 24, a capital da Bahia registrou mais dois (2) casos de Monkeypox, confirmando 42 casos da doença no estado, assim distribuídos: 33 em Salvador, 2 em Santo Antônio de Jesus; 1 em Cairu; 1 em Conceição do Jacuípe; 1 em Feira de Santana; 1 em Ilhéus; 1 em Juazeiro; 1 em Mutuípe e 1 em Xique-Xique. Além dos confirmados, a Bahia tem notificados 104 casos suspeitos que aguardam diagnóstico laboratorial.
Com o conceito Varíola dos Macacos: Fique Bem com a Informação Certa, o Ministério da Saúde lançou, nesta segunda-feira (22), em Brasília, a Campanha Nacional de Prevenção à doença. A ideia é conscientizar a população sobre a transmissão, contágio, sintomas e prevenção, além de dar orientações sobre o que fazer em casos suspeitos de varíola dos macacos. Em todo o mundo, foram registrados mais de 41,5 mil casos da doença. No Brasil, conforme a última atualização do Ministério da Saúde, de 21 de agosto, há 3.788 casos confirmados. A campanha adverte que a principal forma de prevenção é evitar contato com pessoas infectadas ou objetos contaminados como, por exemplo, copos, talheres, lençóis e toalhas. Outro ponto destacado pelas autoridades de saúde é que a fase de incubação do vírus pode ser de cinco a 21 dias. Nesse período é possível haver transmissão. Entre os casos registrados, o contágio ocorre, especialmente pelo contato físico pele a pele com lesões ou fluidos corporais. Em pessoas infectadas, febre, erupções cutâneas, inchaço dos gânglios (ínguas), dor no corpo, exaustão e calafrios são os sintomas mais comuns. Durante o lançamento da campanha, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, destacou que o fato de não existir um tratamento específico para a doença não quer dizer que ela não tenha tratamento. Segundo Queiroga, sintomas como dor podem ser amenizados com medidas específicas.
O Ministério da Saúde (MS) deverá saber nesta semana quando terá as primeiras vacinas disponíveis contra a varíola dos macacos. Segundo a representante da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) no Brasil, Socorro Gross, a fase de tratativas com o laboratório produtor da vacina terminaram, mas falta uma posição do laboratório sobre o calendário de entrega. “Esperamos ter o calendário das vacinas nesta semana”, disse ela. “Não temos como apresentar um calendário [de entrega de vacina] neste momento. Sabemos que uma parte das vacinas vai chegar em breve. Esperamos que o fornecedor nos especifique quando nós poderemos transportar a vacina para o Brasil”, disse ela, em coletiva de imprensa, no Ministério da Saúde. A aquisição dessas vacinas deve ser feita através da Opas, uma vez que o laboratório responsável por elas fica na Dinamarca e não tem representante no Brasil. Assim, o laboratório não pode solicitar o registro do imunizante junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e caso o país queira comprá-lo, a OPAS deve intermediar a transação.
O Ministério Público estadual, por meio do Grupo de Trabalho para acompanhamento das ações de enfrentamento da monkeypox, vírus causador da varíola dos macacos, solicitou ao Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen) informações sobre como vem ocorrendo o recebimento de amostras e a confirmação laboratorial dos casos da doença no estado da Bahia. No ofício, o GT pede que o Lacen indique a demanda atualmente existente e o tempo médio de espera das análises realizadas pelo Laboratório de Enterovírus do Instituto Oswaldo Cruz. O MP oficiou também a Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap) para que informe as medidas adotadas para prevenir casos de monkeypox no sistema prisional, evitar sua transmissão e o contágio entre a população prisional e os funcionários do sistema. Foi oficiada ainda a Secretaria de Educação do Estado da Bahia (Sesab) para que informe as medidas adotadas nas unidades públicas de ensino relativamente à prevenção de casos de monkeypox, para evitar contágio entre crianças e funcionários. Os ofícios foram enviados ontem, dia 9. Os pedidos do MP, por meio do GT Monkepox levam em consideração que a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou, em 23 de julho deste ano, emergência de saúde pública de interesse internacional pela disseminação do vírus monkeypox, causador da varíola dos macacos. Considerou ainda que, que até o momento, segundo informações da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab), foram registrados 13 casos de monkeypox no estado, sendo 10 em Salvador, dois em Santo Antônio de Jesus e um em Ilhéus.
A Secretaria Municipal de Saúde de Brumado registrou o primeiro caso suspeito de varíola dos macacos (Monkeypox), no domingo (07), no Hospital Municipal Professor Magalhães Neto (HMPMN). Trata-se de um paciente da zona rural do município que esteve em viagem recente ao estado de São Paulo e disse que teve contato com pessoas positivadas para a doença. Neste momento, ele está em isolamento residencial. O caso será investigado pela Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab). A Bahia já confirmou 19 casos da doença.
Com mais de 800 casos confirmados de varíola dos macacos no Brasil, o país negocia com a Organização Mundial da Saúde (OMS) a aquisição da vacina contra o vírus. De acordo com o Ministério da Saúde, as negociações estão sendo feitas de forma global com o fabricante para ampliar o acesso ao imunizante para os países onde há casos confirmados da doença. Em nota, o Ministério da Saúde publicou que está em tratativas com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) e a OMS para aquisição de doses para a população. O ministério está trabalhando com um quantitativo de aproximadamente 50 mil doses iniciais, a depender da capacidade de produção da empresa e da capacidade de aquisição. A Opas está em tratativas com o fabricante para que, o mais breve possível, essas vacinas estejam disponíveis. A varíola dos macacos é transmitida pelo vírus monkeypox, que pertence ao gênero orthopoxvirus. É considerada uma zoonose viral, ou seja, o vírus é transmitido aos seres humanos a partir de animais. Os sintomas são semelhantes aos da varíola chamada smallpox, erradicada em 1980. Mesmo os sintomas sendo parecidos, eles são considerados clinicamente menos graves.
O Brasil já tem 219 casos confirmados de varíola dos macacos. O total de casos foi contabilizado pela Agência Brasil, com base em informações divulgadas pelo Ministério da Saúde e pela Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro. Segundo o Ministério da Saúde, São Paulo tem o maior número de casos: 158. Em seguida, aparece o Rio de Janeiro, que, de acordo com a Secretaria de Saúde do estado, soma 34 confirmações da doença. O Ministério da Saúde informa que os outros casos foram registrados nos estados de Minas Gerais (14), Paraná (três), Rio Grande do Sul (três), Ceará (dois), Rio Grande do Norte (dois), Goiás (dois) e Distrito Federal (um).
O número de casos de varíola dos macacos (monkeypox) no Brasil chega a 37, segundo informações do Ministério da Saúde e da Secretaria de Saúde do Rio de Janeiro. A secretaria confirmou ontem o sexto caso no estado. Agora, são cinco ocorrências na capital e uma na cidade de Maricá, no Grande Rio. Já Minas Gerais confirmou o seu primeiro caso, um homem com 33 anos, que esteve na Europa no período entre 11 e 26 deste mês. Segundo a Secretaria de Saúde mineira, trata-se de um caso importado. “O paciente está estável, em isolamento domiciliar. Os contactantes estão sendo monitorados e, até o momento, não houve identificação de caso secundário”, informa a nota.