Pressione Enter para pesquisar ou ESC para sair
O preço do gás de cozinha ficou cerca de 9% mais caro na Bahia nesta quinta-feira (1º), conforme informações do Sindicato dos Revendedores de Gás (Sindrevgás). Com a mudança, o consumidor poderá pagar entre R$ 7 e R$ 8 a mais pelo botijão, em média.
O reajuste foi aplicado pela Acelen, empresa responsável pela Refinaria de Mataripe. Segundo o sindicato, o preço da tonelada do GLP passou de R$ 3.643,40 para R$ 3.971,60.
Em Salvador, o valor final do botijão pode chegar a R$ 170, de acordo com informações divulgadas pela TV Bahia. O preço cobrado ao consumidor, porém, não é uniforme e depende da política de cada revendedora, além dos custos de transporte, distribuição e comercialização.
Em nota, a Acelen confirmou a atualização dos preços do gás liquefeito de petróleo vendido às distribuidoras que atuam no mercado baiano. A empresa explicou que os valores são definidos com base em fatores de mercado, incluindo a cotação internacional do petróleo, a variação do câmbio e os custos de frete.
A companhia também informou que sua política de preços segue critérios técnicos e referências do mercado internacional. Segundo a Acelen, os valores podem sofrer alterações tanto para cima quanto para baixo, conforme as condições consideradas na formação dos preços.
A Refinaria de Mataripe, administrada pela Acelen, anunciou nesta quinta-feira (14) uma nova redução nos preços dos combustíveis comercializados para as distribuidoras na Bahia. O reajuste contempla gasolina, diesel S10 e diesel S500, com quedas que chegam a 6,9%.
De acordo com a empresa, a gasolina teve redução de 4,5%, passando de R$ 4,148 para R$ 3,960. Já o diesel S10 registrou queda de 2,2%, saindo de R$ 5,699 para R$ 5,572. O maior recuo foi aplicado ao diesel S500, que passou de R$ 5,482 para R$ 5,107, representando uma diminuição de 6,9%.
A Acelen informou que os reajustes seguem critérios de mercado e consideram fatores como a cotação internacional do petróleo, custos de produção e variações cambiais.
Apesar da redução anunciada pela refinaria, o impacto direto para o consumidor final ainda dependerá das políticas adotadas pelas distribuidoras e pelos postos de combustíveis. Em nota, o Sindicombustíveis Bahia destacou que o repasse dos novos valores ao consumidor não ocorre automaticamente.