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O comércio varejista baiano retraiu suas vendas em 1,2% no segundo mês de 2023 frente ao mês imediatamente anterior, na série livre de influências sazonais. No cenário nacional, na mesma base de comparação, os negócios se mantiveram estáveis (-0,1%). Na relação a igual mês do ano anterior, as vendas no varejo baiano recuaram 2,7%. No país, a expansão foi de 1,0%, em relação à mesma análise. Esses dados foram apurados pela Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), analisados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria do Planejamento. A retração nas vendas do comércio varejista é atribuída, principalmente, ao efeito calendário, uma vez que neste ano o carnaval ocorreu inteiramente em fevereiro. A interrupção dessa festividade em anos anteriores, devido à pandemia, levou a uma adesão substancial em 2023, o que contribuiu para o fechamento de boa parte do comércio. Além do que, as incertezas quanto ao comportamento da atividade econômica ainda persistem, dada a inflação, taxa de juros e elevado grau de endividamento das famílias. Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) do FGV IBRE caiu 1,3 pontos em fevereiro, passando para 84,5, menor nível desde agosto de 2022 (83,6 pontos).
O varejo baiano registrou variação positiva de 1,3%, no mês de dezembro, em relação a igual mês do ano anterior. Entretanto, na análise sazonal, as vendas recuaram 1,0%. Já no país, a taxa mensal foi de 0,4%, representando estabilidade nos negócios, e retração de 2,6% em relação ao mês imediatamente anterior. No acumulado do ano, na Bahia a queda nos negócios foi de 3,4%, enquanto no Brasil houve expansão de 1,0%. Esses dados foram apurados pela Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e analisados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria do Planejamento (Seplan).O crescimento nas vendas do comércio varejista em dezembro decorre do período festivo, em que há no mercado um apelo para o consumo, dadas as comemorações natalinas e a realização do réveillon. Essa estratégia, associada à desaceleração na elevação dos preços, ao efeito ainda positivo no mercado de trabalho, em função das contratações temporárias de fim de ano e o pagamento do décimo terceiro salário impulsionaram o setor.
As vendas no comércio varejista baiano registraram em abril de 2021 crescimento de 10,4%, frente ao mês imediatamente anterior, na série livre de influências sazonais. Essa é a maior alta para o mês desde 2000 e a maior desde agosto de 2020. Os dados, divulgados nesta terça-feira (8), foram apurados pela Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – realizada em âmbito nacional – e analisados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria do Planejamento (Seplan). Em relação a igual mês do ano anterior, as vendas na Bahia cresceram 36,6%. No acumulado do ano, a taxa foi positiva em 5,0%. No país, a expansão foi de 23,8%, e 4,5% em relação à mesma análise, respectivamente. O crescimento das vendas do varejo baiano em abril na análise sazonal pode ser atribuído à retomada das atividades não essenciais em Salvador, que ficaram suspensas no período de 26 fevereiro à 4 de abril por conta do decreto estadual, do resultado apresentado para a confiança do consumidor que recuperou parte das perdas sofridas em março e do dinamismo do mercado de trabalho baiano. Por atividade, em abril de 2021, os dados do comércio varejista do estado baiano, quando comparados aos de abril de 2020, revelam que sete dos oito segmentos que compõem o indicador do volume de vendas registraram comportamento positivo. O crescimento nas vendas foi verificado nos segmentos de Tecidos, vestuário e calçados (201,2%), Outros artigos de uso pessoal e doméstico (191,2%), Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (151,8%), Móveis e eletrodomésticos (138,0%), Livros, jornais, revistas e papelaria (118,8%), Combustíveis e lubrificantes (34,6%), e Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (27,8%). Apenas Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo registrou variação negativa (-8,9%).