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A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) assinou hoje (1º) contrato de transferência de tecnologia com a AstraZeneca para a produção de vacina contra a covid-19 totalmente fabricada no país. O contrato formaliza processo já iniciado de compartilhamento de inovações pela AstraZeneca em consórcio com a Universidade de Oxford com a Fiocruz.
No ano passado, o governo assinou um contrato preliminar de encomenda tecnológica que fixou parâmetros para a aquisição de doses da vacina Oxford/AstraZeneca e para a transferência de tecnologia à Fiocruz, que passou a atuar como uma parceira no consórcio. A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) assinou hoje (1º) contrato de transferência de tecnologia com a AstraZeneca para a produção de vacina contra a covid-19 totalmente fabricada no país. O contrato formaliza processo já iniciado de compartilhamento de inovações pela AstraZeneca em consórcio com a Universidade de Oxford com a Fiocruz.
No ano passado, o governo assinou um contrato preliminar de encomenda tecnológica que fixou parâmetros para a aquisição de doses da vacina Oxford/AstraZeneca e para a transferência de tecnologia à Fiocruz, que passou a atuar como uma parceira no consórcio.
A Secretaria Municipal de Saúde de Livramento de Nossa Senhora recebeu 220 doses, na manhã desta segunda-feira (25), da vacina de Oxford, desenvolvida em parceria com a Fiocruz. A vacinação deste imunizante, conforme o estabelecido pela SESAB, será exclusiva para os trabalhadores da Saúde, seguindo a ordem de prioridade: 1º hospitais (primeiramente servidores dedicados a pacientes com Covid-19) e depois demais funcionários, se aplica a hospitais públicos, filantrópicos e privados); 2º UPA/SAMU; 3º UBSs; 4º Serviços de Atenção Especializada Ambulatorial/Laboratórios que realizem exames para a Covid-19.
Brumado tem 469 vacinados contra o coronavírus (Covid-19) com a Vacina Coronavac até às 14 horas deste domingo (24) segundo a Sesab. Deste total de imunizados, 442 são profissionais de saúde que estão atuando na linha de frente no combate à doença. Outras 27 doses foram aplicadas em idosos institucionalizados na Associação Luiza de Marillac. A Capital do Minério recebe 480 doses da Vacina de Oxford.
Um novo lote de vacinas contra a Covid-19 chegou à Bahia às 10h40 deste domingo (24). Desta vez, 119.500 doses do imunizante desenvolvido pela universidade de Oxford, em parceria com a biofarmacêutica AstraZeneca, desembarcaram no aeroporto internacional de Salvador, de onde seguiram para a sede do Grupamento Aéreo da Polícia Militar (Graer). Segundo o secretário de Saúde Cláudio Feres, o municípo de Brumado revebe 480 doses do imunizante. Esse é o segundo lote de vacinas que a capital do Minério recebe. No primeiro lote da vacina Coronavac, Brumado recebeu 627 doses. Os profissionais de saúde continuam sendo imunizados.
O Governo brasileiro, por meio dos Ministérios da Saúde e das Relações Exteriores, esclarece que não há qualquer tipo de proibição oficial do Governo da Índia para exportação de doses de vacina contra o novo coronavírus produzidas por farmacêuticas indianas. As negociações entre a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o Instituto Serum da Índia para a importação pelo Brasil de quantitativo inicial de doses de imunizantes contra a Covid-19 encontram-se em estágio avançado, com provável data de entrega em meados de janeiro. O Secretário-Executivo do Ministério da Saúde, Elcio Franco, reuniu-se ontem, 4 de janeiro, com o Embaixador da Índia em Brasília para tratar do tema. A Embaixada do Brasil em Nova Delhi, por sua vez, está em contato permanente com autoridades indianas para reforçar a importância do início da vacinação no Brasil. Em nota conjunta, publicada hoje, 5 de janeiro, o Instituto Serum da Índia e a Bharat Biotech comunicaram a sua firme intenção de garantir acesso mundial a suas vacinas contra Covid-19. O CEO do Instituto Serum esclareceu, ainda, publicamente, que a exportação de vacinas produzidas na Índia é permitida para todos os países.
A Fiocruz vai se reunir com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), às 10 horas, desta segunda-feira (04), para definir se haverá o primeiro pedido de uso emergencial de vacina contra o coronavírus, sendo a vacina produzida pela Fiocruz em parceria com a Universidade de Oxford e o laboratório AstraZeneca. De acordo com informações da CNN, esta reunião é vista como um grande passo para garantir o início da vacinação neste mês. A partir do pedido, a Anvisa pretende dar uma resposta em até 10 dias. Na semana passada, a agência autorizou a importação de 2 milhões de doses de vacinas pela Fiocruz. Essa liberação foi em caráter excepcional já que ainda não existe autorização para começar a usar. Cada pessoa precisa receber duas doses da vacina para alcançar a imunização.
A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) vai entregar neste mês à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) documentos para a avaliação das etapas de produção desenvolvidas pela farmacêutica AstraZeneca e pela Universidade de Oxford para a vacina contra o novo coronavírus, encomendada pelo Ministério da Saúde. Detalhes sobre a submissão de documentos à Anvisa foram apresentados pela vice-diretora de Qualidade de Bio-Manguinhos, Rosane Cuber, em uma oficina promovida pela Fiocruz na manhã de hoje (4).
A vacina ainda está em fase de testes em humanos, mas, para acelerar o processo de registro sem prejudicar o rigor da análise, a agência reguladora iniciou a avaliação das etapas de desenvolvimento já concluídas. Em outubro, a agência recebeu documentos referentes aos resultados dos estudos pré-clínicos, realizados em animais em laboratórios. O cronograma de submissão contínua segue a Nota Técnica 78/2020 e deve ser concluído até o fim de janeiro.