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O intervalo entre a primeira dose e a segunda das vacinas contra a Covid-19 na Bahia permanecerá o preconizado pelo Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra Covid-19. A decisão foi confirmada nesta quarta-feira (14), em reunião da Comissão Intergestores Bipartite (CIB), que é uma instância deliberativa do SUS e reúne representantes dos 417 municípios baianos e o estado. Para os imunizantes da Oxford/AztraZeneca/Fiocruz e da Pfizer permanece o intervalo de 12 semanas. Para a Coronavac, o aprazamento para a segunda dose continua 28 dias após a primeira aplicação.
Nesta terça-feira, 06 de julho, a Secretaria Municipal de Saúde de Brumado vacinará contra Covid-19 pessoas de 43 anos de idade e mais (público em geral). Os postos de vacinação serão nas escolas municipais Zilda Neves e Idalina Azevedo, das 08h às 11h30 e das 14h às 16h30. Levar o cartão de vacinação, documento de identidade, CPF ou CNS e comprovante de residência.
O Estado da Bahia ultrapassou nesta sexta-feira (2), a marca de 5 milhões de vacinados com primeira dose e dose única contra a Covid 19. Com os 5.009.928 de imunizados, o que representa 45% da população com 18 anos ou mais a ser imunizada, estimada em 11. 035. 540, a Bahia é um dos estados do país com o maior número de vacinados. O secretário da Saúde da Bahia, Fábio Vilas-Boas, avalia que essa vitória é fruto de diversos fatores. “A Bahia é o estado do país que mais rápido aplica as vacinas, pois há uma sintonia entre a nossa operação logística, que distribui as doses para os 417 municípios em até 24 horas após a chegada da carga ao estado, com a estratégia de imunização dos gestores municipais, que inclui mutirões, drive thru e até vacinação na residência”, afirma o secretário. A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) realiza o contato diário com as equipes de cada município a fim de aferir o quantitativo de doses aplicadas e disponibiliza as informações detalhadas
No último sábado (22/5), a Fiocruz recebeu mais uma remessa de Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA), suficiente para o processamento final de, aproximadamente, 12 milhões de doses. Com o recebimento, os trabalhos nas linhas de produção do Instituto de Tecnologia em Imubiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz), interrompidos na última quinta-feira (20/5), serão retomados nesta terça-feira (25/5). Com as novas remessas, estão asseguradas a produção de vacinas até a terceira semana de junho e entregas ininterruptas até 3 de julho. Ao todo, a Fiocruz já entregou ao Programa Nacional de Imunizações (PNI/MS) 41,1 milhões de doses da vacina, o que corresponde a 45% das doses disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS). No dia 21 de maio, foram disponibilizadas ao Ministério 6,1 milhões de doses, sendo 800 mil doses a mais do que o previsto inicialmente, em razão da liberação de um novo lote da etapa de controle de qualidade.
Com 100.268 vacinados contra o coronavírus (Covid-19) até às 14 horas desta terça-feira (26), a Bahia é um dos estados do País com o maior número de imunizados. A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) realiza o contato diário com as equipes de cada município a fim de aferir o quantitativo de doses aplicadas e disponibiliza as informações detalhadas no painel. Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 3.349 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,6%) e 3.499 recuperados (+0,6%). Dos 570.092 casos confirmados desde o início da pandemia, 549.704 já são considerados recuperados e 10.468 encontram-se ativos. Os casos confirmados ocorreram em 417 municípios baianos, com maior proporção em Salvador (22%). Os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 100.000 habitantes foram: Ibirataia (11.513,85), Itororó (9.748,80), Itabuna (8.963,39), Muniz Ferreira (8.946,38) e Conceição do Coité (8.839,25). O boletim epidemiológico contabiliza ainda 958.964 casos descartados e 135.614 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA), em conjunto com as vigilâncias municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17 horas desta terça-feira (26). O boletim epidemiológico contabiliza 34 óbitos que ocorreram em diversas datas.
O governador Rui Costa disse, nesta quinta-feira (7), que a estimativa é iniciar a vacinação contra a Covid-19 na Bahia dentro de um prazo máximo de 30 dias. “Já estamos preparados. Conseguimos fazer a aquisição das seringas e dos refrigeradores. Só estamos esperando a liberação da vacina para iniciar a imunização”, afirmou Rui, destacando que a prioridade serão os profissionais das áreas de saúde e da segurança, além dos mais vulneráveis, como os idosos. O governador fez o anúncio no município baiano de Presidente Tancredo Neves, onde entregou obras. Em dezembro, o Governo do Estado comprou 19,8 milhões de seringas e agulhas. Ainda como parte do processo de preparação para vacinação, já foi concluída a licitação para compra de até 100 ultrarrefrigeradores capazes de armazenar vacinas a temperaturas inferiores a -70°C.
A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou uma resolução que “abre possibilidade aos laboratórios de solicitarem autorização para uso emergencial, em caráter experimental, de vacinas contra covid 19”. A decisão, deliberada hoje (10) durante a 11ª Reunião da Diretoria Colegiada, oficializa o pedido de uso emergencial de vacina anunciado no dia 2 de dezembro pela própria Anvisa. Segundo a agência, nenhum laboratório solicitou, até o momento, o uso mesmo após a Anvisa ter publicado um guia com os requisitos para esse pedido. “Serão considerados dados de estudos não clínicos e clínicos, de qualidade, boas práticas de fabricação, estratégias de monitoramento e controle e resultados provisórios de ensaios clínicos, entre outras evidências científicas. Além disso, a empresa deve apresentar informações que comprovem que a fabricação e a estabilidade são adequadas para garantir a qualidade da vacina”, informou, por meio de nota, a Anvisa. A agência esclarece que a autorização de uso emergencial e temporária é restrita a um “público previamente definido”, não substituindo o registro sanitário. “A modalidade de uso emergencial e temporário está prevista em regulamento e pode trazer benefícios a determinados e controlados grupos, como medida adicional para o enfrentamento da pandemia. O pedido de uso emergencial e temporário deve ser submetido pela empresa desenvolvedora da vacina contra covid-19”, detalhou a Anvisa.