Pressione Enter para pesquisar ou ESC para sair
O técnico Carlo Ancelotti passou tranquilidade aos atletas convocados pela Seleção Brasileira para esta Super Data FIFA, em entrevista coletiva nesta sexta-feira (2), em Calcutá, na Índia. Ele destacou que encara os amistosos com Austrália e Índia como uma chance de observá-los em campo e rejeitou a ideia de ver esses jogos como “provas” para eles.
"A verdade é que são testes. Vamos fazer outro teste amanhã. Falei com todos os jovens que vão jogar ou jogaram no primeiro jogo que para eles não é uma prova, é uma oportunidade de mostrar a qualidade que podem ter. Então é tomar tudo isso com muita tranquilidade porque não é uma prova para ele", disse o treinador, que já confirmou a titularidade do goleiro Pedro Morisco para o duelo contra a Índia.
O primeiro confronto na história com os indianos marcará o fim da Super Data FIFA. Entre treinamentos e amistosos, a Amarelinha teve duas semanas de preparação neste período, do qual Ancelotti e sua comissão técnica aproveitaram para conhecer melhor os jogadores e terem a certeza de que todos “podem trazer para a Seleção”.
“É um momento importante para conhecer a qualidade de cada um deles. No final estou contente, porque todos demonstram boa qualidade para estar com a Seleção. Eu termino feliz ao final desta convocação, porque todos eles, dos mais jovens aos menos jovens, podem trazer algo para a Seleção”, concluiu Ancelotti.
Brasil e Índia se enfrentam às 11h de Brasília (19h30 no horário local), no Estádio Vivekananda Yuba Bharati Krirangan (conhecido como Salt Lake), em Calcutá, com transmissão ao vivo de TV Globo, sportv, ge tv e Globoplay.
Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (24), encomendada pela TV Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo, mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 40% das intenções de voto para o primeiro turno das eleições presidenciais de 2026. O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 36%.
Na comparação com o levantamento anterior, Lula passou de 39% para 40%, enquanto Flávio manteve 36%. A diferença de quatro pontos percentuais está dentro do limite da margem de erro, de dois pontos para mais ou para menos.
Em uma simulação de segundo turno, Lula registra 47%, contra 45% de Flávio Bolsonaro. O resultado também configura empate técnico.
No cenário de primeiro turno, o escritor Augusto Cury (Avante) aparece com 5%, seguido por Ronaldo Caiado (PSD), com 4%, e Renan Santos (Missão), com 3%. Romeu Zema (Novo) e Samara Martins (UP) registram 1% cada.
Os demais nomes citados no levantamento aparecem com 0%. Votos brancos, nulos ou em nenhum candidato somam 5%, enquanto 2% dos entrevistados estão indecisos.
O Datafolha entrevistou 2.002 pessoas com 16 anos ou mais nos dias 22 e 23 de setembro. A pesquisa tem margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%. O registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é BR-00304/2026.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, não participará do debate presidencial promovido pela TV Globo nesta quinta-feira (1º). A informação foi comunicada pela assessoria do presidente à emissora.
Estão confirmadas as participações de Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD), Augusto Cury (Avante) e Romeu Zema (Novo).
O programa será mediado pelo jornalista César Tralli e transmitido ao vivo diretamente dos Estúdios Globo, no Rio de Janeiro. A exibição ocorrerá na TV Globo, no g1 e na GloboNews.
O debate está previsto para começar às 21h30, logo após o Jornal Nacional. Excepcionalmente, a atração ocupará o horário normalmente destinado à novela das 21h, Quem Ama Cuida.
A nova pesquisa Quaest, contratada pela TV Globo e pelo jornal O Globo, apresenta empate numérico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) em uma eventual disputa de segundo turno para a Presidência da República. Os dois aparecem com 42% das intenções de voto.
Na rodada anterior, divulgada em 21 de setembro, Flávio registrava 42% e Lula, 41%. Com a margem de erro de dois pontos percentuais, a oscilação de um ponto registrada pelo presidente está dentro do intervalo da pesquisa. No atual cenário, 13% afirmam que votariam em branco, nulo ou não votariam, enquanto 3% permanecem indecisos.
No cenário de primeiro turno, Lula aparece com 39%, seguido por Flávio Bolsonaro, com 34%. Augusto Cury e Ronaldo Caiado registram 4% cada, enquanto Renan Santos tem 3% e Romeu Zema, 1%. Os demais nomes testados aparecem com 0%.
O levantamento foi realizado entre 24 e 27 de setembro, período que incluiu os primeiros dias após o anúncio da medida provisória que proibiu o funcionamento das bets no país. A pesquisa ouviu 2.004 eleitores de 16 anos ou mais, tem margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%.
Registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-06520/2026, a pesquisa retrata as intenções de voto no período em que as entrevistas foram realizadas. Os números de segundo turno correspondem a uma simulação anterior à definição efetiva de uma eventual disputa entre os candidatos.
O jornalismo brasileiro perdeu nesta quinta-feira (16) um de seus profissionais mais respeitados. Renato Machado, que marcou época à frente de importantes telejornais da TV Globo, morreu aos 83 anos na Clínica São Vicente, localizada no bairro da Gávea, na Zona Sul do Rio de Janeiro.
Reconhecido pelo estilo sóbrio e pela credibilidade construída ao longo de décadas de atuação, Renato Machado teve uma trajetória consolidada na televisão brasileira, tornando-se um dos rostos mais conhecidos do telejornalismo nacional.
Ao longo de mais de 40 anos na TV Globo, comandou programas de grande audiência, como o Bom Dia Brasil, o Jornal da Globo e o RJTV, além de integrar a bancada do Jornal Nacional. Também atuou como correspondente internacional e repórter especial, acompanhando alguns dos principais acontecimentos da história recente.
Entre 1996 e 2010, esteve à frente do Bom Dia Brasil, período em que participou da modernização do telejornal, adotando um formato mais dinâmico, com maior interação entre os apresentadores, comentaristas e equipes de reportagem, contribuindo para renovar o modelo das transmissões matinais.
O Brasil perdeu neste domingo (19) um de seus maiores comunicadores. Léo Batista, dono de uma das vozes mais marcantes da TV brasileira, faleceu aos 92 anos. O jornalista lutava contra um tumor no pâncreas e estava internado desde o dia 6 de janeiro, resistindo por 13 dias. Nascido em 1932, em Cordeirópolis (SP), Léo Batista construiu uma carreira de quase 80 anos, acompanhando e narrando momentos históricos do país. Em 1954, foi o primeiro jornalista a anunciar o suicídio de Getúlio Vargas na Rádio Globo. Quatro décadas depois, na TV Globo, foi dele a voz que noticiou a morte de Ayrton Senna, após o trágico acidente em Ímola, na Itália. Apaixonado por futebol e torcedor do Botafogo, Léo Batista se tornou referência no jornalismo esportivo. Cobriu Copas do Mundo, Olimpíadas e corridas de Fórmula 1, além de apresentar os principais programas esportivos da TV Globo. Sua presença carismática e seu talento o levaram a momentos icônicos da televisão, como a parceria com a famosa "Zebrinha" ao anunciar os resultados da loteria esportiva no Fantástico. Com mais de cinco décadas na maior emissora do país, Léo Batista deixa um legado inestimável para o jornalismo esportivo e para a comunicação brasileira. Seu talento, profissionalismo e voz inconfundível seguirão vivos na memória de milhões de brasileiros.
Nesta quinta-feira (3), o Brasil se despede de Cid Moreira, um dos maiores nomes da história da televisão. O jornalista, locutor e apresentador, conhecido pela sua voz inconfundível e pela longa trajetória à frente do "Jornal Nacional", faleceu aos 97 anos. Ele estava internado no Hospital Santa Teresa, em Petrópolis, na Região Serrana do Rio de Janeiro, tratando de uma pneumonia. Cid Moreira marcou gerações como o principal rosto do jornalismo televisivo no país. De acordo com o Memória Globo, ele apresentou o Jornal Nacional cerca de 8 mil vezes, tornando-se um símbolo de credibilidade e profissionalismo no telejornalismo brasileiro.
A jornalista Glória Maria morreu no Rio nesta quinta-feira (2). “É com muita tristeza que anunciamos a morte de nossa colega, a jornalista Glória Maria”, informou a TV Globo, em nota. “Em 2019, Glória foi diagnosticada com um câncer de pulmão, tratado com sucesso com imunoterapia. Sofreu metástase no cérebro, tratada em cirurgia, também com êxito inicialmente”, prossegue o texto. “Em meados do ano passado, Glória Maria começou uma nova fase do tratamento para combater novas metástases cerebrais que, infelizmente, deixou de fazer efeito nos últimos dias, e Glória morreu esta manhã, no Hospital Copa Star, na Zona Sul do Rio.” As informações são do G1.
A TV Globo havia sinalizado anteriormente com as equipes dos presidenciáveis que só haveria espaço para debate se os dois estivessem presentes e, diante da recusa do candidato do PSL, Jair Bolsonaro, de comparecer a debates televisivos, a emissora confirmou nesta segunda-feira (22) que o candidato Fernando Haddad (PT) não terá espaço exclusivo. O programa da emissora seria na noite desta sexta-feira (26). De acordo com o Estadão Conteúdo, para a Globo, o candidato do PSL afirmou que não irá por motivo de saúde, já que se recupera da facada que sofreu em setembro. À imprensa, ele tem declarado que se trata de uma estratégia de campanha. Nesta segunda, o presidenciável disse que o debate seria "apenas um bate-boca". Haddad tem instado a Globo e outras emissoras a "abrir o microfone" a ele, seguindo experiências de eleições anteriores.
TV Globo reuniu para debate, nos estúdios da emissora, os candidatos à Presidência da República Alvaro Dias (Podemos), Ciro Gomes (PDT), Fernando Haddad (PT), Geraldo Alckmin (PSDB), Guilherme Boulos (PSOL), Henrique Meirelles (MDB) e Marina Silva (Rede). Jair Bolsonaro (PSL) informou que não compareceria por recomendação médica. Os presidenciáveis debateram ideias, apresentaram propostas e atacaram o candidato ausente, Jair Bolsonaro (PSL). O último debate do primeiro turno foi dividido em quatro blocos: no primeiro e no terceiro blocos, os candidatos fizeram perguntas com tema livre; no segundo e no quarto blocos, os candidatos fizeram perguntas com temas definidos por sorteio; e no quarto bloco, os candidatos também apresentaram as considerações finais.
Aos 92 anos de idade, morreu em São Paulo, nesta quarta-feira (05), no hospital Albert Einstein, a atriz Beatriz Segall. Ela esteve internada anteriormente no mesmo hospital por problemas respiratórios, mas tinha recebido alta no dia 21 de agosto. O hospital não informou quando ela voltou a ser internada e a causa da morte. Em uma carreira de mais de 70 anos dedicada aos palcos e à TV, Beatriz Segall viveu em 1988 o papel que a eternizou na teledramaturgia brasileira. Após 192 capítulos da novela “Vale tudo”, a vilã interpretada pela atriz carioca morria com três tiros e fazia o país inteiro se perguntar: “Quem matou Odete Roitman?”.Segundo a assessoria de imprensa da atriz, Beatriz Segall morreu por volta de 12h. Ela será velada no próprio hospital a partir das 19h e o corpo será cremado nesta quinta-feira (06) em Cotia, na Grande São Paulo.
Foi realizada pesquisa eleitoral Datafolha entre os dias 20 e 21, ouvindo 8.433 eleitores em 313 municípios, encomendado pela TV Globo e pelo jornal "Folha de S.Paulo", a fim de apresentar os percentuais de intenção de voto para presidente da República no cenário com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. No cenário que inclui como candidato do PT o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a pesquisa apresentou o seguinte resultado: Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 39%; Jair Bolsonaro (PSL): 19%; Marina Silva (Rede): 8%; Geraldo Alckmin (PSDB): 6%; Ciro Gomes (PDT): 5%; Alvaro Dias (Podemos): 3%; João Amoêdo (Novo): 2%; Henrique Meirelles (MDB): 1%; Guilherme Boulos (PSOL): 1%; Cabo Daciolo (Patriota): 1%; Vera (PSTU): 1%; João Goulart Filho (PPL): 0%; Eymael (DC): 0%; Branco/nulos/nenhum: 11%; Não sabe: 3%. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos e foi registrada no TSE com o protocolo nº BR 04023/2018.