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A primeira-dama de Brumado, Abiara Dias, participou no último domingo (26) de uma caminhada de conscientização sobre o autismo, reunindo famílias, apoiadores e representantes da comunidade em um momento de reflexão e defesa da inclusão.
Durante o evento, Abiara destacou a importância de ampliar o debate sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA) e reforçou a necessidade de garantir direitos e respeito às pessoas com autismo.
“A inclusão começa quando a gente escolhe enxergar, respeitar e acolher as diferenças. A Caminhada do Autismo foi um momento de conscientização e reafirmação de direitos para as pessoas com TEA e suas famílias. Cada passo dado aqui é um avanço no fortalecimento dessa causa, garantindo que o respeito seja sempre o caminho”, afirmou.
A mobilização teve como objetivo sensibilizar a sociedade sobre a importância da inclusão, promovendo mais visibilidade à causa e fortalecendo o apoio às famílias que convivem com o TEA.
Na tarde deste domingo, dia 26, uma caminhada de conscientização sobre o autismo reuniu várias famílias, educadores e profissionais de saúde em um momento marcado por participação e engajamento social. A concentração aconteceu em frente ao Fórum, de onde o grupo seguiu em caminhada até a Praça da Prefeitura.
Durante o percurso e na chegada ao local, o evento contou com uma programação voltada especialmente para o público infantil, com atividades recreativas, pintura, música e distribuição de lanches, garantindo um ambiente acolhedor e de integração para as crianças e suas famílias.
Além do caráter festivo, a iniciativa teve como principal objetivo chamar a atenção da sociedade para o tema do autismo, promovendo a conscientização e incentivando a reflexão sobre a importância de políticas públicas voltadas às necessidades das pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA).
A ação também reforçou o compromisso do poder público municipal em apoiar as pessoas com autismo e suas famílias, por meio de iniciativas que priorizam o cuidado, a inclusão e a ampliação da assistência.
A Polícia Rodoviária Federal prestou atendimento a uma ocorrência considerada delicada na tarde do último dia 10 de abril, na BR-242, em Barreiras. Os policiais foram acionados após informações de que uma condutora, sem habilitação e em aparente surto psicológico, seguia viagem com quatro filhos pequenos no veículo em direção a Brasília, percorrendo um trajeto superior a 800 quilômetros.
De acordo com a PRF, entre as crianças havia duas com necessidades especiais, sendo uma com paralisia cerebral e outra com transtorno do espectro autista. A situação representava risco iminente tanto pelas condições emocionais da motorista quanto pela condução irregular do veículo.
Ao realizar a abordagem, a equipe interrompeu a viagem e iniciou um atendimento humanitário à família. Os policiais ofereceram água, alimentação e suporte emocional, buscando estabilizar a situação até a chegada do Conselho Tutelar, que foi acionado para acompanhar o caso.
A ocorrência terminou com a família em segurança, aguardando a chegada de parentes responsáveis. Segundo a PRF, a atuação reforça o compromisso da instituição não apenas com a fiscalização, mas também com a preservação da vida e o acolhimento em situações de vulnerabilidade.
O autismo afeta uma em cada 100 crianças em todo o mundo, informa a Organização Mundial de Saúde (OMS) no Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo, comemorado nesta terça-feira (2). A data foi criada em 2007 pela Organização das Nações Unidas (ONU) com o objetivo de difundir informações sobre essa condição do neurodesenvolvimento humano e reduzir o preconceito que cercam as pessoas afetadas pelo Transtorno do Espectro Autista (TEA). O TEA é caracterizado por dificuldades na comunicação e interação social, podendo envolver outras questões como comportamentos repetitivos, interesses restritos, problemas em lidar com estímulos sensoriais excessivos (som alto, cheiro forte, multidões), dificuldade de aprendizagem e adoção de rotinas muito específicas. “O autismo hoje é compreendido como espectro de manifestação fenotípica bastante heterogênea, ou seja, existem várias manifestações diferentes do autismo. E essas manifestações ocorrem também com sinais mais ou menos evidentes em algumas pessoas”, afirma o neuropsicólogo Mayck Hartwig.