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De acordo com a Coordenação de Estudos de Clima e Projetos Especiais (Cocep) do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), o fim de semana devem ser marcados por predomínio de sol, tempo firme e calor em grande parte da Bahia, com possibilidade de chuvas rápidas e isoladas apenas em áreas específicas do estado.
Nesta sexta-feira (26), o sol continua predominando e o tempo seco segue em todo o estado. No Litoral, ainda existe a possibilidade de chuvas rápidas e isoladas no início da manhã. Em Salvador, na Região Metropolitana e no Recôncavo Baiano, o tempo permanece favorável ao predomínio de sol. No interior, o cenário é de estabilidade atmosférica, com calor e tempo firme.
O fim de semana também será marcado por tempo estável. No sábado (27), o céu permanece predominantemente ensolarado e o tempo seco predomina em todo o estado. No Litoral, pode ocorrer chuva passageira e localizada nas primeiras horas da manhã. Em Salvador, na Região Metropolitana e no Recôncavo Baiano, o sol segue predominando, assim como nas demais regiões, onde o calor continua.
No domingo (28), a previsão indica sol e tempo seco na maior parte da Bahia. No entanto, no Extremo Oeste, há possibilidade de pancadas de chuva isoladas em pontos específicos da região. Em Salvador, na Região Metropolitana e no Recôncavo Baiano, o tempo segue com predomínio de sol. Nas demais áreas do estado, o cenário continua de tempo estável e calor.
Na segunda-feira (29), a previsão indica predomínio de sol e tempo seco em todo o estado. No Extremo Oeste, existe a possibilidade de ocorrência de pancadas de chuva isoladas em áreas pontuais da região. Em Salvador, na Região Metropolitana e no Recôncavo Baiano, as condições atmosféricas seguem favoráveis. Nas demais regiões do estado, o tempo permanece estável, com calor e tempo firme.
De acordo com informações da Climatempo que constam na base de dados da Neoenergia Coelba, a Bahia foi atingida por mais de 90 mil raios nas últimas 48 horas – de quarta-feira (19) a sexta-feira (21). Os temporais também provocaram fortes ventos, que aumentaram a queda de árvores e objetos sobre a rede elétrica.
Para atender ao aumento de ocorrências provocado pelas fortes chuvas e ventanias, a Neoenergia Coelba permanece com o efetivo de eletricistas em campo e no Centro de Operações Integradas reforçado para monitorar o sistema e atuar com agilidade.
Somado aos danos diretos causados ao sistema, as chuvas estão deixando vias alagadas e bloqueadas em diversos municípios, o que dificulta o deslocamento das equipes. Serviços essenciais, como unidades de saúde, educação e fornecimento de água, estão sendo priorizados pelas equipes da Neoenergia Coelba.
Após dias de calor intenso e temperaturas elevadas, a chuva voltou a cair em Brumado na tarde desta quinta-feira (6). Conforme apontaram os institutos meteorológicos, o clima se manteve quente durante todo o dia, mas, por volta das 16h, várias comunidades rurais do município registraram precipitações.
Na comunidade de Umburanas, zona rural de Brumado, moradores registraram em vídeo a chegada da tão esperada chuva, que trouxe alívio e alegria após o período de altas temperaturas. As imagens foram enviadas à redação do Agora Sudoeste, mostrando o volume de água que caiu sobre a localidade.
O fenômeno reforça a previsão dos órgãos de meteorologia, que já indicavam possibilidade de pancadas isoladas de chuva em algumas regiões do Sudoeste baiano.
Barra da Estiva, cidade localizada na região da Chapada Diamantina, registrou uma das temperaturas mais baixas do ano na madrugada desta quarta-feira (09), marcando 9°C, segundo moradores e registros locais. O frio, que já vinha se intensificando nos últimos dias, tomou conta da cidade e trouxe aquele clima típico do inverno na região serrana da Bahia. Além de reforçar a necessidade de agasalhos e cuidados com a saúde, as baixas temperaturas acabam deixando Barra da Estiva ainda mais charmosa. Como acontece todos os anos, o inverno transforma a cidade em um verdadeiro cenário de cinema, onde o frio se mistura com o acolhimento do povo barrestivense e o charme característico da Chapada Diamantina.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta meteorológico amarelo para chuvas intensas em 138 municípios da Bahia. O aviso teve início às 9h38 desta quinta-feira (27) e é válido até às 10h desta sexta-feira (28). De acordo com o Inmet, as regiões Sul Baiano, Centro-Sul Baiano, Extremo Oeste Baiano e Vale São-Franciscano da Bahia podem registrar chuvas entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, acompanhadas de ventos de 40-60 km/h. O risco de queda de galhos, alagamentos e descargas elétricas é considerado baixo. O órgão orienta a população a evitar abrigos sob árvores, não estacionar próximo a torres e placas, e evitar o uso de aparelhos eletrônicos ligados à tomada. Em caso de emergência, acione a Defesa Civil pelo telefone 199 ou o Corpo de Bombeiros pelo 193. Mais informações estão disponíveis no portal do Inmet.
O verão 2024/2025, que terminou às 6h02 de quinta-feira, 20 de março, entrou para a história como o sexto mais quente no Brasil desde 1961. De acordo com dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), a temperatura ficou 0,34°C acima da média do período entre 1991 e 2020. Os termômetros registraram valores acima da média em grande parte do território nacional, com destaque para o Rio Grande do Sul, que enfrentou três intensas ondas de calor: entre 17 e 23 de janeiro, 2 e 12 de fevereiro e 1º e 8 de março de 2025. Mesmo sob a influência do fenômeno "La Niña", que normalmente reduz a temperatura média global, o calor foi intenso e consolidou este verão entre os dez mais quentes já registrados. Os dados do INMET indicam que, desde a década de 1990, os verões brasileiros têm se tornado progressivamente mais quentes. O aumento das temperaturas está alinhado a uma tendência global. Nos anos de 2023/2024, 2015/2016, 1997/1998 e 2009/2010, por exemplo, o mundo foi impactado pelo "El Niño", fenômeno caracterizado pelo aquecimento acima da média das águas do Oceano Pacífico Equatorial, que intensifica as altas temperaturas em diversas regiões do planeta. A Organização Meteorológica Mundial (OMM) tem alertado que a última década foi a mais quente já registrada, em função do aumento das emissões de gases de efeito estufa e do aquecimento global.
O outono é considerado por muitos como a estação mais bonita do ano com céu azul intenso, temperaturas mais agradáveis que o verão e uma bela luminosidade. O outono no Brasil começou nesta quinta-feira (20), à 6h01 e termina no dia 20 de junho, às 23h42min (horário de Brasília). O outono é uma estação considerada de transição entre o verão quente e úmido e o inverno frio e seco, principalmente no Brasil Central. Neste período, as chuvas são mais escassas no interior do Brasil, em particular no semiárido nordestino. Segundo o prognóstico climático da estação produzido pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), órgão do Ministério da Agricultura e Pecuária, em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), nas regiões Norte e Nordeste ainda são registrados volumes importantes de chuva, em associação a atividade convectiva tropical e atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT). A estação também é caracterizada por incursões de massas de ar frio oriundas do sul do continente que provocam o declínio das temperaturas do ar, principalmente na Região Sul e parte da Região Sudeste.
A cidade de Ibotirama, localizada no oeste da Bahia, marcou presença no ranking das temperaturas mais altas do Brasil no último domingo (16). De acordo com dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), os termômetros na cidade atingiram 37,7ºC, garantindo o quinto lugar na lista das localidades mais quentes do país. O ranking foi liderado pelas cidades alagoanas de Pão de Açúcar e Piranhas, que registraram 38,8ºC e 38,2ºC, respectivamente. O terceiro lugar ficou com São Romão, em Minas Gerais, com 38,2ºC, seguido por Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, que registrou 37,9ºC. Confira o ranking completo das temperaturas mais elevadas no país no domingo:? Pão de Açúcar (AL) - 38,8ºC?; Piranhas (AL) - 38,2ºC?; São Romão (MG) - 38,2ºC?; Três Lagoas (MS) - 37,9ºC? e Ibotirama (BA) - 37,7ºC. A previsão para os próximos dias em Ibotirama indica que o calor deve continuar intenso. Nesta segunda-feira (15), a máxima pode alcançar os 39ºC, segundo o Inmet. Apesar das altas temperaturas diurnas, a cidade também apresenta grande amplitude térmica, com variações superiores a 10ºC. Durante a noite, os termômetros podem marcar 22ºC, o que exige atenção dos moradores para evitar choques térmicos. Outras cidades baianas também registraram temperaturas elevadas no domingo, superando os 36ºC: ? Euclides da Cunha - 37,5ºC;? Barreiras - 36,9ºC?; Barra - 36,7ºC; Brumado - 36,6ºC; Cipó - 36,6ºC; Curaçá - 36,5ºC; Guanambi - 36,5ºC; Itaberaba - 36,2ºC e Ribeira do Amparo - 36ºC.
Em janeiro de 2025, a temperatura do planeta registrou 1,75 grau Celsius (°C) acima do nível pré-industrial. Foi a maior já anotada pela série histórica do Serviço Copernicus para Mudanças Climáticas da União Europeia, ficando 0,79°C acima da média de 1991-2020 para o mês, com temperatura do ar na superfície de 13,23ºC. “Janeiro de 2025 é outro mês surpreendente, continuando as temperaturas recordes observadas nos últimos dois anos, apesar do desenvolvimento das condições de La Niña no Pacífico tropical e seu efeito de resfriamento temporário nas temperaturas globais”, diz Samantha Burgess, líder estratégica para o clima do Centro Europeu de Previsões Meteorológicas de Médio Prazo (ECMWF, na sigla em inglês). O registro leva o planeta ao 18º mês - dos últimos 19 meses - em que a temperatura média global do ar superficial foi superior a 1,5°C acima do nível pré-industrial. De fevereiro de 2024 a janeiro de 2025, o planeta ficou 1,61°C acima da média estimada de 1850-1900 usada para definir o nível pré-industrial. De acordo com o relatório da instituição divulgado nesta quinta-feira (6), as temperaturas acima da média foram observadas principalmente no sudeste da Europa, nordeste e noroeste do Canadá, Alasca e Sibéria, sul da América do Sul, África e grande parte da Austrália e Antártica.
Na manhã desta quarta-feira (15), a cidade de Brumado enfrentou mais um episódio de transtornos causados pelas fortes chuvas que atingiram a região durante a madrugada. Durante rondas realizadas pela equipe do Agora Sudoeste, foi flagrado um ônibus preso em um buraco na Rua Antônio Francisco da Silva. De acordo com os moradores da área, o buraco frequentemente reaparece após chuvas intensas, evidenciando um problema recorrente. "Toda vez que chove, esse buraco abre na rua. Já pedimos várias vezes que a prefeitura faça um serviço bem feito, mas toda vez é assim. Esperamos que essa nova administração faça um serviço de qualidade", afirmou um morador que preferiu não se identificar. Apesar do incidente, felizmente, ninguém ficou ferido. Além da Rua Antônio Francisco da Silva, outras vias também apresentaram avarias, o que reforça a necessidade de ações preventivas e de recuperação por parte da administração municipal. A população cobra um serviço de reparo definitivo, que resista às intempéries e garanta a segurança de motoristas e pedestres.
As fortes chuvas que atingiram Brumado na madrugada desta quarta-feira (15) causaram diversos transtornos, incluindo a destruição da Rua Teodora da Silva Leite, próximo à Loja Maçônica Manoel Carvalho, onde a força das correntezas arrancou a pavimentação e expôs canos de esgoto. Além disso, foram registrados alagamentos em vários pontos da cidade, com ruas e avenidas tomadas pela água, dificultando o trânsito e preocupando moradores. Segundo relatos, a chuva foi intensa em toda a madrugada e provocou danos em algumas áreas urbanas vulneráveis. De acordo com institutos meteorológicos, o tempo continuará chuvoso em Brumado ao longo do dia, o que exige atenção redobrada dos moradores, especialmente em áreas com histórico de alagamentos e deslizamentos. As autoridades locais ainda não divulgaram um balanço oficial dos prejuízos, mas equipes já trabalham para avaliar os danos e buscar soluções emergenciais.
No final da manhã e início da tarde desta quinta-feira (9), a chuva voltou a cair em Brumado. Durante o período, a equipe do site Agora Sudoeste percorreu ruas e avenidas da cidade e constatou que, apesar de alguns pontos de alagamento, a situação não chegou a causar transtornos significativos ou comprometer o tráfego de veículos. Moradores da zona rural também relataram que a chuva alcançou diversas comunidades, trazendo alívio após períodos de seca. Segundo previsões meteorológicas, o tempo chuvoso deve continuar até meados da próxima semana, beneficiando o abastecimento de água e a agricultura local. A população deve permanecer atenta a possíveis mudanças no clima, mas até o momento, a chuva tem se mostrado um fator positivo para o município conhecido como a "Capital do Minério".
Na tarde desta terça-feira (7), Brumado voltou a registrar chuvas, trazendo alívio para a população, especialmente após dias de temperaturas elevadas. De acordo com os institutos meteorológicos, a previsão é de que as chuvas continuem ao longo de toda a semana, estendendo-se até o início da próxima semana. O retorno da chuva foi recebido com entusiasmo pelos moradores, sobretudo por aqueles que vivem na zona rural, onde a escassez de água vinha sendo uma preocupação crescente. A expectativa agora é de que a precipitação ajude a amenizar os efeitos do calor intenso, além de beneficiar a agricultura e o abastecimento hídrico da região. Popularmente conhecida como "Capital do Minério", Brumado vive um momento de esperança renovada, com a chegada das chuvas prometendo melhorias para as condições de vida e para a economia local.
O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) publicou um aviso nesta segunda-feira (6) alertando para a ocorrência de chuvas intensas em Brumado e região. O aviso tem início às 10h de hoje e segue até as 10h desta terça-feira (7). Durante o período, são esperadas precipitações entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, além de ventos intensos que podem variar de 40 a 60 km/h. Apesar do alerta, o INMET classificou o risco como baixo, com possibilidade de corte pontual de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas. De acordo com as previsões meteorológicas, a chuva deve persistir ao longo de toda a semana, se estendendo até o início da próxima semana em Brumado.
Na tarde desta sexta-feira (22/11), uma forte chuva surpreendeu os moradores de Brumado após dias de calor intenso. A precipitação atingiu tanto a zona urbana quanto a zona rural do município, conhecido como a Capital do Minério. Em alguns pontos da cidade, a chuva causou alagamentos em ruas e dificultou o tráfego de veículos e pedestres. Apesar dos transtornos, a chuva trouxe alívio às altas temperaturas que marcaram os últimos dias. De acordo com institutos meteorológicos, o final de semana será marcado por mais chuvas em Brumado, com a possibilidade de pancadas intensas. A previsão reforça a necessidade de atenção por parte da população, especialmente em áreas propensas a alagamentos.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) lançou, nesta segunda-feira (9), um alerta laranja de perigo para 12 estados brasileiros e o Distrito Federal (DF) devido à baixa umidade. Segundo o instituto, nesses locais a umidade relativa do ar deve variar entre 20% e 12%, com risco de incêndios florestais e riscos à saúde, como doenças pulmonares e dores de cabeça. Além do DF, o alerta vale para os estados de Goiás, Bahia, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Rondônia, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraná, São Paulo e Maranhão. Em alguns locais a umidade relativa do ar pode ficar abaixo de 12%. O instituto também emitiu um alerta amarelo, de perigo potencial, para os estados do Acre, Amazonas, Santa Catarina e parte do Rio Grande do Sul. Nesses locais, a umidade relativa do ar deve oscilar entre 30% e 20%. A baixa umidade causa ressecamento da pele, desconforto nos olhos, boca e nariz. Entre as recomendações estão beber bastante líquido, evitar exposição ao sol nas horas mais quentes do dia, evitar a prática de atividades físicas. Também são recomendados o uso hidratante para pele e umidificar o ambiente.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um aviso de baixa umidade para o município de Brumado, com grau de severidade classificado como "Perigo Potencial". O alerta é válido das 10h até as 21h desta terça-feira (03/09). Durante esse período, a umidade relativa do ar na região pode variar entre 30% e 20%, o que representa um baixo risco de incêndios florestais e problemas de saúde para a população. Em razão dessas condições, o Inmet recomenda que os moradores de Brumado tomem precauções para evitar os efeitos negativos da baixa umidade. Entre as orientações estão a ingestão de bastante líquido, evitar desgaste físico durante as horas mais secas do dia e minimizar a exposição ao sol, especialmente nos horários de maior intensidade.
Apesar de o frio já ter chegado em uma parte do Brasil, o inverno começa no Hemisfério Sul oficialmente nesta quinta-feira (20), às 17h50, no horário de Brasília. A mudança do outono para a estação mais fria do ano é marcada por um fenômeno chamado de solstício, em que o planeta atinge o ponto mais distante em relação ao Sol. A própria palavra solstício retoma o significado da expressão Sol parado, em latim, exatamente pelo fato de que, ao ser observado a olho nu, o astro parece concluir sua trajetória quando atinge esse ponto. A mudança na posição a cada nascer ou pôr do Sol não é vista nesse dia. Segundo o astrônomo e diretor do Observatório do Valongo, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Thiago Gonçalves, o solstício ocorre duas vezes ao ano - uma em junho e outra em dezembro - e, por causa da inclinação do eixo da Terra, um hemisfério do globo fica mais exposto à luz solar quando começa o verão, enquanto o outro fica menos, onde passa a ser inverno. “Após seis meses, a gente pode imaginar que a Terra está do outro lado do Sol e, com essa inclinação, é o outro lado que estará virado para o Sol”, explica. Em junho, o Hemisfério Sul é quem recebe menos incidência solar e, por isso, neste dia ocorre a noite mais longa do ano.
O mês de fevereiro deste ano foi marcado por temperaturas recordes em todo o mundo, conforme revelado pelo Serviço de Alterações Climáticas Copernicus (C3S), braço de monitoramento do clima do programa espacial europeu. Os dados divulgados nesta quinta-feira (7) apontam para uma média global de temperatura do ar de 13,54°C, representando um aumento significativo em relação aos registros anteriores. De acordo com o boletim mensal do C3S, essa média global foi 0,81°C superior à média de fevereiro dos anos de 1991 a 2020. Além disso, o mês passado ultrapassou o recorde anterior estabelecido em 2016, com um aumento de 0,12°C. Desde junho de 2023, todos os meses têm estabelecido novos recordes históricos de temperatura.
Em um relatório divulgado nesta terça-feira (9), o observatório europeu Copernicus confirmou que o ano de 2023 foi oficialmente o mais quente já registrado, reforçando os alertas incessantes dos cientistas sobre as consequências das mudanças climáticas. O documento revela um aumento alarmante nas temperaturas, quebrando recordes diários e mensais em um padrão de aquecimento violento. Pela primeira vez, todos os dias do ano de 2023 registraram temperaturas 1°C acima do nível pré-industrial estabelecido entre 1850 e 1900. Metade do ano experimentou temperaturas superiores a 1,5°C, e dois dias em novembro alcançaram 2°C acima do padrão estabelecido. Essas marcas representam as temperaturas mais elevadas dos últimos 100 mil anos. Os cientistas consideram que um aumento de 1,5°C em relação ao período pré-industrial é o "limite seguro" para evitar as consequências mais graves da crise climática. Esse é o limiar estipulado para o final deste século, a fim de conter os impactos adversos decorrentes do aumento das emissões de gases de efeito estufa na atmosfera. A taxa média de aumento da temperatura global é medida em relação aos níveis pré-industriais, marcando o ponto em que as emissões de poluentes começaram a impactar significativamente o clima global. A ultrapassagem desses limites indica uma urgência ainda maior na tomada de medidas globais para combater as mudanças climáticas.
Você já deve ter sentido o efeito das altas temperaturas nesta semana, não é? O Brasil está passando por uma nova onda de calor devido ao EL Niño, um fenômeno que aquece as águas do oceano, afeta a incidência de chuvas e eleva as temperaturas. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um novo alerta para Brumado sobre o perigo de temperaturas acima da média. Até a próxima sexta-feira (17) os termômetros devem continuar chegando lá em cima e os cuidados com o calorão precisam ser redobrados!
O Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad), por meio do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), emitiu um alerta vermelho para uma intensa onda de calor que atingirá diversas regiões da Bahia nesta semana, entre os dias 13 e 17. O fenômeno poderá resultar em temperaturas até 5°C acima da média, persistindo por mais de cinco dias consecutivos. A Superintendência de Proteção e Defesa Civil da Bahia (Sudec) já está em estado de alerta, monitorando de perto os desdobramentos desse evento climático extremo. Em resposta a essa situação crítica, a Sudec emitiu uma série de recomendações para a população dos municípios afetados. Entre as orientações, destacam-se a necessidade de manter-se hidratado, evitar exposição direta ao sol no período entre 10h e 16h, utilizar protetor solar e vestimentas leves, evitar esforços físicos ao ar livre, consumir alimentos leves e evitar a ingestão de cafeína. Recomenda-se, também, a umidificação do ambiente e a restrição do tempo em veículos, especialmente durante as horas mais quentes do dia. A lista de municípios baianos impactados pela onda de calor inclui Anagé, Angical, Aracatu, Baianópolis, Barra do Choça, Barreiras, Belo Campo, Bom Jesus da Lapa, Boquira, Botuporã, Brejolândia, Brumado, Caatiba, Caculé, Canápolis, Candiba, Cândido Sales, Caraíbas, Carinhanha, Catolândia, Caturama, Cocos, Condeúba, Cordeiros, Coribe, Correntina, Cotegipe, Cristópolis, Dom Basílio, Encruzilhada, Érico Cardoso, Feira da Mata, Formosa do Rio Preto, Guajeru, Guanambi, Guaratinga, Ibiassucê, Ibipitanga, Igaporã, Itambé, Itanhém, Itapetinga, Itarantim, Ituaçu, Iuiu, Jaborandi, Jacaraci, Jucuruçu, Lagoa Real, Lajedão, Licínio de Almeida, Livramento de Nossa Senhora, Luís Eduardo Magalhães, Macarani, Macaúbas, Maetinga, Maiquinique, Malhada, Malhada de Pedras, Matina, Medeiros Neto, Mortugaba, Muquém do São Francisco, Palmas de Monte Alto, Paramirim, Paratinga, Pindaí, Piripá, Presidente Jânio Quadros, Riachão das Neves, Riacho de Santana, Ribeirão do Largo, Rio de Contas, Rio do Antônio, Rio do Pires, Santa Maria da Vitória, Santana, São Desidério, São Félix do Coribe, Sebastião Laranjeiras, Serra Dourada, Sítio do Mato, Tabocas do Brejo Velho, Tanhaçu, Tanque Novo, Tremedal, Urandi, Vereda, Vitória da Conquista e Wanderley.
A temperatura média no Brasil atingiu nível recorde pelo quarto mês seguido em outubro. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), entre julho e outubro, a diferença entre o valor registrado e a média histórica – variação que é tecnicamente chamada de “desvio” – foi superior a 1 grau Celsius (°C). De acordo com o levantamento do Inmet, no mês passado, a temperatura média observada no Brasil ficou em 26,4°C. O resultado foi 1,2°C acima da média histórica para o mês (25,2°C). “Dentre os quatro meses consecutivos mais quentes deste ano, setembro apresentou o maior desvio desde 1961, com 1,6ºC acima da climatologia de 1991/2020 (média histórica)”, informou o Inmet. Naquele mês, a temperatura média registrada ficou em 25,8°C, enquanto a média histórica estava em 24,2°C. Em agosto deste ano, a temperatura média ficou em 24,3°C – resultado 1,4°C acima da média histórica (22,9°C) e, em julho, a média observada (23°C) estava mais de 1°C acima da média histórica (21,9°C). O Inmet acrescenta que esses meses “foram marcados por calor extremo em grande parte do país e eventos de onda de calor, reflexo dos impactos do fenômeno El Niño [aquecimento acima da média das águas do Oceano Pacífico Equatorial], que tende a favorecer o aumento da temperatura em várias regiões do planeta”.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê que, em novembro, a chuva será abaixo da média em áreas das regiões Norte e Nordeste e acima da média nas demais regiões do país. No Norte, os estados de Roraima, Amapá, centro norte do Amazonas e do Pará, Tocantins e também em grande parte da região Nordeste, os volumes serão inferiores a 80 milímetros (mm). Já no sul da Região Norte, a chuva pode ultrapassar os 180 mm. Em parte da região Nordeste, incluindo o Ceará, a chuva deve ficar próxima à média histórica, com acumulados abaixo de 40 mm. O excesso de chuvas ocorrerá na maior parte das regiões Centro-Oeste e Sudeste, com o retorno gradual das chuvas em áreas do sudeste de Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais e Espírito Santo, com volumes que podem superar os 200 mm, ficando assim acima da média. Para a Região Sul, a previsão é de chuva acima da média em todo o território, principalmente no oeste do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, onde os volumes podem superar os 160 mm.
Começa na madrugada deste sábado (23), mais precisamente às 3h50 da madrugada, a primavera no hemisfério sul. É neste horário que ocorre o chamado equinócio de primavera, quando o dia e a noite têm a mesma duração. É também neste horário que acontece, no hemisfério norte, o equinócio de outono. Segundo o Observatório Nacional, o que marca as estações do ano é exatamente a maneira como os raios solares incidem nos hemisférios. “Além da temperatura, um dos efeitos que evidenciam as estações é a variação dos comprimentos dos dias, ou seja, a quantidade de tempo que o Sol fica acima do horizonte”, informou o Observatório Nacional, ligado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. As estações são mais percebidas na medida em que se afastam da linha do equador - linha imaginária que divide os dois hemisférios. Assim sendo, as características de cada estação praticamente não existem nas regiões próximas a essa linha. “No início da primavera, os dias terão aproximadamente o mesmo comprimento das noites. No hemisfério sul, os dias vão ficando cada vez maiores e as noites cada vez menores, até o maior dia do ano, que ocorre no início do verão, que neste ano será no dia 22 de dezembro”, explicou Josina Nascimento, astrônoma do Observatório Nacional.