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Brumado registrou uma das temperaturas mais altas do país neste domingo (19). De acordo com dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), os termômetros da estação automática localizada no município marcaram 39,8 °C, a maior temperatura registrada na Bahia no dia.
O calor intenso atingiu todo o Centro-Sul baiano e foi acompanhado, no início da noite, por chuvas fortes, acompanhadas de ventos, raios e trovões, que provocaram momentos de instabilidade elétrica e quedas temporárias de energia em diferentes pontos da cidade e comunidades rurais.
Além de Brumado, diversos municípios baianos também registraram oscilações no fornecimento de energia, em decorrência das condições meteorológicas adversas que atingiram a região.
Brumado registrou chuva no início da manhã desta quarta-feira (3), após vários dias de estiagem na Capital do Minério. De acordo com institutos meteorológicos, a temperatura deve variar entre 14ºC e 25ºC ao longo do dia.
O céu permanece nublado, com possibilidade de garoa durante toda a quarta-feira. À noite, a tendência é de que a nebulosidade diminua de forma gradual. Além da sede, a chuva também foi registrada em localidades da zona rural do município, trazendo alívio para os moradores da região.
A cidade de Ibotirama, localizada no oeste da Bahia, marcou presença no ranking das temperaturas mais altas do Brasil no último domingo (16). De acordo com dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), os termômetros na cidade atingiram 37,7ºC, garantindo o quinto lugar na lista das localidades mais quentes do país. O ranking foi liderado pelas cidades alagoanas de Pão de Açúcar e Piranhas, que registraram 38,8ºC e 38,2ºC, respectivamente. O terceiro lugar ficou com São Romão, em Minas Gerais, com 38,2ºC, seguido por Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, que registrou 37,9ºC. Confira o ranking completo das temperaturas mais elevadas no país no domingo:? Pão de Açúcar (AL) - 38,8ºC?; Piranhas (AL) - 38,2ºC?; São Romão (MG) - 38,2ºC?; Três Lagoas (MS) - 37,9ºC? e Ibotirama (BA) - 37,7ºC. A previsão para os próximos dias em Ibotirama indica que o calor deve continuar intenso. Nesta segunda-feira (15), a máxima pode alcançar os 39ºC, segundo o Inmet. Apesar das altas temperaturas diurnas, a cidade também apresenta grande amplitude térmica, com variações superiores a 10ºC. Durante a noite, os termômetros podem marcar 22ºC, o que exige atenção dos moradores para evitar choques térmicos. Outras cidades baianas também registraram temperaturas elevadas no domingo, superando os 36ºC: ? Euclides da Cunha - 37,5ºC;? Barreiras - 36,9ºC?; Barra - 36,7ºC; Brumado - 36,6ºC; Cipó - 36,6ºC; Curaçá - 36,5ºC; Guanambi - 36,5ºC; Itaberaba - 36,2ºC e Ribeira do Amparo - 36ºC.
O mês de fevereiro deste ano foi marcado por temperaturas recordes em todo o mundo, conforme revelado pelo Serviço de Alterações Climáticas Copernicus (C3S), braço de monitoramento do clima do programa espacial europeu. Os dados divulgados nesta quinta-feira (7) apontam para uma média global de temperatura do ar de 13,54°C, representando um aumento significativo em relação aos registros anteriores. De acordo com o boletim mensal do C3S, essa média global foi 0,81°C superior à média de fevereiro dos anos de 1991 a 2020. Além disso, o mês passado ultrapassou o recorde anterior estabelecido em 2016, com um aumento de 0,12°C. Desde junho de 2023, todos os meses têm estabelecido novos recordes históricos de temperatura.
No último domingo (10), as cidades baianas de Bom Jesus da Lapa e Ibotirama se destacaram no cenário nacional ao registrar as temperaturas mais altas do Brasil. Segundo o Correio da Bahia, com termômetros marcando 40,1ºC e 39,3ºC, respectivamente, as localidades do oeste da Bahia mantêm a tradição de figurar entre as mais quentes do país, segundo informações do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). A combinação de chuvas escassas e temperaturas elevadas tem sido a responsável por esse clima extremo, criando uma condição desafiadora para os moradores e a agricultura local. Enquanto outras regiões do país experimentam uma trégua nas altas temperaturas após meses de ondas de calor, o oeste baiano enfrenta um calor persistente. Embora historicamente a região receba chuvas mais frequentes a partir do final de novembro e início de dezembro, as projeções para este ano não são animadoras. Marcelo Seluchi, coordenador-geral de operações do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), explicou que fatores como o El Niño e a temperatura do Oceano Atlântico mais elevada estão afetando o regime de chuvas no interior da Bahia.
O Brasil está se despedindo do inverno de forma surpreendente, à medida que uma intensa onda de calor se instala em diversas regiões do país, trazendo temperaturas que desafiam as expectativas para a época do ano. Com a primavera oficialmente a poucos dias de distância, o clima tropical parece estar disposto a tomar conta, impulsionado pela atuação de um bloqueio atmosférico que está barrando a chegada de frentes frias comuns para este período.A primavera, que começa oficialmente no próximo sábado, 23 de setembro, às 3h50 pelo horário de Brasília, está prestes a ser saudada por uma prolongada sequência de dias ensolarados e temperaturas acima da média. Essa situação climática lembra o que foi experimentado em agosto, quando algumas cidades bateram recordes de temperatura para o período.Segundo especialistas meteorológicos, a persistência desse bloqueio atmosférico é a principal causa desse calor precoce. Normalmente, no inverno, o Brasil recebe a influência de frentes frias que trazem temperaturas mais amenas e chuvas frequentes. No entanto, este ano, o bloqueio atmosférico atua como um escudo, impedindo que essas frentes frias avancem sobre o território nacional.As previsões indicam que essa onda de calor deve persistir nos próximos dias, afetando a maior parte do país. Estados do Sudeste e Centro-Oeste, em particular, sentirão os efeitos desse fenômeno com mais intensidade, com temperaturas acima dos 30 graus Celsius sendo comuns durante o dia.Essa situação climática levanta preocupações em relação aos impactos na saúde, como a desidratação e o aumento do risco de insolação, especialmente entre os mais vulneráveis, como idosos e crianças. As autoridades de saúde recomendam que as pessoas tomem precauções, como a ingestão adequada de água e a busca por locais mais frescos durante as horas mais quentes do dia.Além disso, a falta de chuvas regulares pode agravar a situação das regiões que já sofrem com a estiagem, aumentando a preocupação com os recursos hídricos e a agricultura.À medida que nos aproximamos da primavera, resta saber se essa onda de calor persistirá ou se a chegada da nova estação trará mudanças significativas no padrão climático do Brasil. Enquanto isso, os brasileiros devem se preparar para mais dias ensolarados e quentes, antecipando a chegada da estação das flores de uma forma que poucos esperavam.
O inverno no Brasil está marcado por uma onda de calor nesta semana. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), prevê o predomínio de altas temperaturas, tempo seco e baixa umidade, em praticamente toda a semana, na maior parte do país, principalmente, em áreas centrais e no interior da Região Nordeste. De acordo com o Informativo Meteorológico n°33/2023 do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), até a próxima segunda-feira (28), praticamente em toda a Região Centro-Oeste uma massa de ar quente e seco permanecerá e deixará o tempo estável e sem chuvas. Além disso, continuarão a ser registrados baixos valores de umidade relativa do ar, que poderão ficar abaixo dos 20%, principalmente nos estados de Mato Grosso, Goiás e no Distrito Federal. A previsão para a Região Nordeste é também de tempo seco e sem chuvas, além de baixos valores de umidade relativa, principalmente em áreas da região denominada de Matopiba, por abranger os estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, além do interior do Nordeste. A Região Sudeste também terá tempo seco e sem chuvas, principalmente, em áreas do oeste de São Paulo, Triângulo Mineiro e norte de Minas Gerais. Ainda no norte de Minas Gerais, poderão ser registrados baixos valores de umidade relativa do ar, inferiores a 30%, até a sexta-feira (25). No oeste da Região Sul, principalmente no Paraná, há previsão de tempo seco e sem chuvas em grande parte da semana. E na Região Norte, nos estados do Pará, Amapá e Tocantins há predomínio do mesmo tempo seco e sem chuvas.
Cientistas do governo americano anunciaram que a temperatura média da Terra em 2018 foi a quarta mais elevada registrada até hoje. Em conjunto com a Nasa, a agência espacial norte-americana, a Administração Oceânica e Atmosférica Nacional divulgou, nessa quarta-feira (6), um relatório sobre temperaturas em todo mundo no ano passado. O documento mostra que a temperatura média global foi de 14,69 graus centígrados, ou 0,79 grau acima da média do século 20. Trata-se da quarta maior alta desde 1880, o primeiro ano em que esses dados foram disponiobilizados. O ano mais quente já registrado foi 2016, e os cinco anos que ocupam as principais posições são aqueles que começam a partir de 2014. Os dados indicam que o aquecimento global não mostra sinais de que vai parar.
Oficialmente, o inverno começa no dia 21 de junho em todo o Hemisfério Sul e com ele chegam as baixas temperaturas em todo o Brasil. E na Bahia, embora o clima seja mais quente, têm cidades do interior que os termômetros chegam a 13/14 graus celsius neste mês, como acontece em Piatã, Seabra, dentre outros. E com as baixas temperaturas, aumenta a incidência das doenças respiratórias como asma, bronquite, além das doenças alérgicas. Para a pneumologista Margarida Neves, quando se trata da saúde, alguns cuidados devem ser reforçados nesta época do ano, principalmente àquelas pessoas que viajam para as cidades do interior do Estado para curtir os festejos juninos. “Sobretudo para quem já tem histórico de doenças respiratórias como asma ou alergias”. “Além de a baixa temperatura contribuir para o agravamento dessas patologias, a fumaça das fogueiras e dos fogos de artifícios aumentam ainda mais os riscos”, ressalta Margarida Neves. A pneumologista orienta que as pessoas evitem a exposição direta à fumaça, além de levar os medicamentos de uso diário, a exemplo das “bombinhas” para quem tem asma. A médica recomenda que deve-se usar agasalhos adequados, por conta das baixas temperaturas que favorecem gripes e resfriados. Ela lembra ainda que crianças/bebês e idosos são mais suscetíveis a contrair doenças da estação. Quando a criança é muito pequena, é preciso saber qual o problema respiratório, pois existe uma gama de diagnósticos na pediatria. Os pais devem procurar um médico, seja pneumologista ou pediatra para dar o primeiro acompanhamento, examinar a criança e ver se há sinais e sintomas de alerta aparentes.