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O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, disse nesta terça-feira (12) que não há indícios de um surto maior de hantavírus, doença identificada em um navio de cruzeiro que navegava pelo Oceano Atlântico.
“Neste momento, não há indícios de que estejamos presenciando o início de um surto maior. Mas, é claro, a situação pode mudar. E, considerando o longo período de incubação do vírus, é possível que vejamos mais casos nas próximas semanas”, avaliou Tedros, durante coletiva de imprensa.
Segundo o diretor, até o momento, foram relatados 11 casos de hantavírus, incluindo três óbitos. Todos os casos ocorreram entre passageiros ou tripulantes do navio MV Hondius.
Nove dos 11 casos foram confirmados como sendo da cepa Andes, e os outros dois são tratados como prováveis.
“Não houve nenhuma morte desde o dia 2 de maio, quando a OMS foi informada pela primeira vez sobre o surto. Todos os casos suspeitos e confirmados foram isolados e estão sendo acompanhados sob rigorosa supervisão médica, minimizando qualquer risco de transmissão.”
Durante o discurso no encerramento de dois dias de reuniões do Conselho Executivo da OMS, o diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, disse que uma vacina contra a Covid-19 pode estar pronta até o final deste ano. "Vamos precisar de vacinas e há esperanças que possamos ter uma vacina até o final deste ano. Há esperança". De acordo com informações da Reuters, nove vacinas experimentais fazem parte da iniciativa global Covax, que visa distribuir 2 bilhões de doses até o final de 2021. Algumas das vacinas em fase final de testes são a da parceria entre a farmacêutica AstraZeneca e a Universidade de Oxford, a da chinesa Sinovac e a da alemã Pfizer.