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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece na liderança das intenções de voto nos cenários de primeiro turno avaliados pela pesquisa AtlasIntel divulgada nesta quarta-feira (25). No entanto, nas simulações de segundo turno, o levantamento indica disputa acirrada e, em um dos cenários, desvantagem numérica do atual chefe do Executivo.
Em eventual segundo turno contra Flávio Bolsonaro, o senador registra 46,3% das intenções de voto, enquanto Lula aparece com 46,2%, configurando empate técnico dentro da margem de erro. Já em confronto com Tarcísio de Freitas, o governador paulista soma 47,1%, contra 45,9% do presidente. Em outro cenário, diante de Michelle Bolsonaro, Lula marca 47,5%, enquanto ela aparece com 44,7%.
Nos cenários de primeiro turno, Lula mantém a dianteira. No primeiro quadro estimulado, registra 45,0%, à frente de Flávio Bolsonaro, com 37,9%, além de outros nomes que pontuam abaixo de 5%. No segundo cenário, Lula soma 45,1% e Flávio 39,5%. No terceiro, o presidente aparece com 45,3%, contra 39,1% do senador.
Em um quarto cenário, com Tarcísio de Freitas no lugar de Flávio, Lula registra 43,3%, enquanto o governador de São Paulo aparece com 36,2%. Já na simulação que reúne Lula, Flávio e Tarcísio simultaneamente, o presidente alcança 47,1%, seguido por Flávio, com 33,1%, e Tarcísio, com 7,4%.
A pesquisa também avaliou um cenário sem Lula, apresentando o nome de Fernando Haddad como representante governista. Nesse caso, Haddad lidera com 39,1%, enquanto Flávio Bolsonaro soma 37,1%.
O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-07600/2026. Foram ouvidas 4.986 pessoas entre os dias 19 e 24 de fevereiro. A margem de erro é de um ponto percentual, com nível de confiança de 95%.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), voltou a reforçar publicamente seu alinhamento político com o grupo bolsonarista ao confirmar apoio à possível candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República. A declaração foi feita nesta quinta-feira (29), após encontro com o ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão em Brasília.
Ao conversar com jornalistas, Tarcísio destacou que seu foco político permanece voltado exclusivamente ao estado de São Paulo, afastando qualquer possibilidade de disputar o Palácio do Planalto nas eleições de 2026. Segundo ele, a decisão é fruto de um compromisso assumido com o eleitorado paulista desde o início do mandato.
O governador afirmou que a definição sobre o cenário presidencial vem sendo discutida internamente há algum tempo e que não há divergência quanto ao apoio ao nome indicado pelo ex-presidente. Para Tarcísio, a unidade do campo político ao qual pertence é fundamental para a construção de um projeto nacional competitivo.
A visita ao ex-presidente ocorreu em meio às articulações da direita para o próximo pleito e reforçou a relação de proximidade entre Tarcísio e Jair Bolsonaro, aliados desde as eleições de 2022. O governador reiterou que seguirá atuando em São Paulo, mantendo fidelidade ao projeto que o elegeu e ao grupo político que integra.
Uma pesquisa nacional divulgada nesta quinta-feira (29) pelo Instituto Paraná Pesquisas que ouviu 2.080 eleitores em 160 municípios de 26 estados e do Distrito Federal entre os dias 25 e 28 de janeiro de 2026, revela que o presidente Lula segue liderando as intenções de voto para as eleições presidenciais de 2026, mas enfrenta um cenário cada vez mais competitivo, especialmente nas simulações de segundo turno.
No levantamento espontâneo, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Lula aparece com 25,5% das intenções de voto. Em seguida surgem Jair Bolsonaro, com 12,1%, e o senador Flávio Bolsonaro, que soma 6,3%. Um dado que chama atenção é o alto índice de indecisos: 44,2% dos entrevistados afirmaram não saber em quem votar.
Já nos cenários estimulados de primeiro turno, Lula registra 39,8%, enquanto Flávio Bolsonaro alcança 33,1%. O crescimento do senador é destacado pela pesquisa, já que em outubro de 2025 ele marcava 19,2%. Outros nomes aparecem mais distantes, como Ratinho Júnior (6,5%), Ronaldo Caiado (3,7%) e Romeu Zema (2,8%). Em uma simulação alternativa, Lula soma 40,7% contra 27,5% do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas.
As projeções para o segundo turno indicam uma redução significativa da vantagem do atual presidente. Contra Flávio Bolsonaro, Lula aparece com 44,8%, enquanto o senador atinge 42,2%, uma diferença de apenas 2,6 pontos percentuais. Em um confronto com Tarcísio de Freitas, o cenário é de empate técnico: Lula tem 43,9% e o governador paulista 42,5%.
A pesquisa também analisou recortes específicos do eleitorado. Entre os beneficiários do Bolsa Família, 63,3% avaliam que Lula merece ser reeleito, e nesse grupo o presidente alcança 55,8% das intenções de voto no primeiro turno. Já entre eleitores que participaram de celebrações religiosas nos últimos dez dias, Flávio Bolsonaro aparece com 37,0% e Lula com 36,0%, configurando novo empate técnico.
No recorte regional, o Nordeste segue como principal base de apoio ao governo, com 57,1% dos eleitores afirmando que o presidente merece a reeleição. Em contraste, o Sul do país concentra maior resistência, onde 58,1% dos entrevistados dizem que Lula não merece um novo mandato.
A nova pesquisa Ipsos-Ipec, divulgada nesta terça-feira (9), mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva mantém 38% das intenções de voto em todos os quatro cenários simulados para a disputa presidencial de 2026. O levantamento, o primeiro do instituto a traçar projeções completas para a próxima eleição, aponta o petista na liderança independentemente dos adversários testados.
Os cenários apresentam combinações distintas com nomes como Michelle Bolsonaro, Flávio Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro, Tarcísio de Freitas, Ratinho Júnior, Ronaldo Caiado e Romeu Zema. Em cada um deles, Lula aparece estável com 38%, enquanto o segundo colocado varia conforme o quadro proposto. A maior aproximação ocorre quando Michelle Bolsonaro entra na disputa, alcançando 23%. Flávio Bolsonaro aparece com 19% em sua simulação, enquanto Eduardo Bolsonaro chega a 18% e Tarcísio de Freitas marca 17%.
Nos quatro cenários, os demais concorrentes mantêm percentuais mais baixos: Ratinho Júnior oscila entre 9% e 8%, Caiado varia de 7% a 5%, e Romeu Zema aparece entre 5% e 4%. A soma de brancos, nulos e indecisos também apresenta variações importantes, indo de 16% a 19% para votos brancos e nulos e de 5% a 8% para indecisos, a depender da composição dos candidatos.
O levantamento ouviu 2 mil pessoas entre os dias 4 e 8 de dezembro, em 131 municípios do país, e apresenta margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Para a diretora do Ipsos-Ipec, Márcia Cavallari, os resultados revelam que Lula demonstra um “piso consistente” diante dos adversários avaliados, o que reforça a estabilidade do seu desempenho neste início de projeções para 2026.
O estudo também mediu a rejeição dos nomes testados. Lula lidera neste quesito com 44%, seguido por Flávio Bolsonaro (35%), Eduardo Bolsonaro (32%) e Michelle Bolsonaro (30%). Entre os demais nomes, as rejeições são menores: Ratinho Júnior e Romeu Zema registram 13%, Tarcísio de Freitas tem 11% e Ronaldo Caiado aparece com 10%. Apenas 1% dos entrevistados declarou que poderia votar em todos os candidatos e 7% não souberam responder.
Uma nova pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (6/12) indica que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) segue como favorito em um eventual segundo turno das eleições de 2026. Segundo o levantamento, Lula aparece com 51% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro (PL-RJ) registra 36%, uma diferença de 15 pontos percentuais. Os dados foram coletados entre os dias 2 e 4 de dezembro, antes do anúncio oficial do nome de Flávio como possível candidato.
O Datafolha ouviu 2.002 eleitores em 113 municípios brasileiros, com margem de erro de dois pontos para mais ou para menos. Em comparação com a pesquisa anterior, realizada em julho, o petista ampliou sua vantagem: à época, a disputa aparecia em 48% contra 37%. O instituto aponta que o desgaste associado ao sobrenome Bolsonaro pesa no cenário atual, mesmo antes da formalização das candidaturas.
Outros cenários de segundo turno também foram testados. Contra Tarcísio de Freitas (Republicanos), Lula venceria por 47% a 42%. Já frente a Ratinho Jr. (PSD), o presidente manteria vantagem, registrando 47% contra 41%. O desempenho dos demais integrantes da família Bolsonaro também é inferior: Eduardo Bolsonaro (PL-SP) aparece com 35% contra 52% de Lula, enquanto Michelle Bolsonaro (PL-DF) teria 39% contra 50% do petista.
O Datafolha ainda simulou uma disputa entre Lula e Jair Bolsonaro (PL), considerando a fase anterior ao indeferimento da eventual candidatura do ex-presidente. Nesse cenário, Lula venceria por 49% a 40%, ampliando vantagem em relação ao levantamento anterior, que marcava 47% a 43%.
No primeiro turno, Lula lidera com 41% em diferentes simulações. Quando Flávio Bolsonaro é testado, ele aparece com 18%, seguido de Ratinho Jr. (12%), Ronaldo Caiado (7%) e Romeu Zema (6%). Com Michelle Bolsonaro no páreo, Lula mantém 41%, enquanto ela alcança 24%. Ratinho Jr. marca 10%, Caiado 6% e Zema 5%. Em uma disputa envolvendo Tarcísio de Freitas, Lula segue com 41%, e o governador paulista chega a 23%.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta segunda-feira (15) o ex-presidente Jair Bolsonaro a receber o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. A visita deverá ocorrer em 29 de setembro, entre 9h e 18h.
Mais cedo, o ministro também autorizou a visita do deputado federal Rodrigo Valadares (União-SE), relator do projeto de lei que concede anistia aos envolvidos nos atos golpistas de 8 de janeiro. O encontro está previsto para o dia 22 de setembro.
Em ato organizado em São Paulo por movimentos da direita e grupos religiosos, manifestantes assistiram neste domingo (7) a discursos defendendo pautas como a liberdade e a anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro e o impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. 
Disse ainda que o que se assiste é a construção de uma série de narrativas por parte da esquerda na condução do julgamento em torno do 8 de janeiro, para incriminar o ex-presidente. "O que eles têm é uma única delação de um colaborador, mudada seis vezes em três dias, sob coação. Não se pode destruir a democracia sob o pretexto de resgatá-la".
Para o governador, a anistia tem de ser ampla e para todos os envolvidos, em favor da tradição nacional pela pacificação, "para que a gente possa se livrar do PT". Freitas reafirmou ainda a ascensão de uma direita anti-sistema, de um estado pro-business, de uma direita que não tem vergonha de ir para as ruas e classificou a atuação de Alexandre de Moraes como "tirania".
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece na liderança dos cenários de primeiro turno das eleições presidenciais de 2026, à frente do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL). Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (28) pela pesquisa Atlas/LatamPulse. No cenário 1, que inclui Lula, Tarcísio e o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), o petista soma 44,1% das intenções de voto, seguido por Tarcísio, com 31,8%, e Zema, com 4,4%. Já no cenário 2, com Lula, Michelle Bolsonaro e Zema, o presidente mantém a dianteira, com 44,2%, enquanto Michelle alcança 29,7% e Zema repete o índice de 4,4%. Os números apontam que Lula mantém vantagem expressiva sobre os principais adversários, independentemente da composição dos cenários testados, consolidando-se como favorito para o primeiro turno. Perfil dos entrevistados - Entre os consultados, 52,1% são mulheres e 47,9% homens. A faixa etária mais representativa é de pessoas entre 45 e 59 anos, correspondendo a 26,2% do total. Em relação à escolaridade, a maioria possui ensino médio completo, representando 42% dos entrevistados. No recorte econômico, 32,6% afirmaram ter renda familiar mensal de até R$ 2 mil. Metodologia da pesquisa - A pesquisa Atlas/LatamPulse entrevistou 6.238 pessoas por meio de recrutamento digital aleatório (RDR), entre os dias 20 e 25 de agosto de 2025. A margem de erro é de ±1 ponto percentual, com nível de confiança de 95%.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece na dianteira em todos os cenários de 1º e 2º turno da disputa pela Presidência da República em 2026, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quinta-feira (21). O levantamento mostra que Lula abriu vantagem sobre todos os nomes testados, inclusive o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), com quem aparecia em empate técnico na pesquisa anterior, divulgada em julho. Encomendada pela Genial Investimentos, a pesquisa foi realizada entre os dias 13 e 17 de agosto, antes do indiciamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e de seu filho, o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Ao todo, foram ouvidas 12.150 pessoas. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. Foram traçados cinco cenários de 1º turno e nove de 2º turno, incluindo como possíveis candidatos Lula, Jair Bolsonaro, Tarcísio de Freitas, Michelle Bolsonaro (PL), Ratinho Júnior (PSD), Eduardo Leite (PSD), Eduardo Bolsonaro (PL), Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (União Brasil) e, pela primeira vez, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Nos cenários testados, Lula supera todos os adversários: contra Flávio Bolsonaro, aparece com 48%, frente a 32% do senador, uma diferença de 16 pontos percentuais. Em relação aos demais nomes, as vantagens são: Tarcísio (8 pontos), Ratinho Júnior (10), Jair Bolsonaro (12), Michelle Bolsonaro (13), Romeu Zema (14), Eduardo Bolsonaro (15), Eduardo Leite (16) e Ronaldo Caiado (16). Na pesquisa de julho, Lula ainda registrava empates técnicos em cenários de 2º turno com Bolsonaro, Tarcísio, Ratinho Júnior, Michelle e Eduardo Leite. O novo levantamento indica um avanço consistente do presidente frente aos possíveis adversários para 2026.
O ex-presidente Jair Bolsonaro indicou o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e mais 14 testemunhas de defesa na ação penal do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a trama golpista. Bolsonaro enviou nesta segunda-feira (28) ao Supremo a defesa prévia do processo após ser intimado na semana passada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital DF Star, em Brasília, onde se recupera de uma cirurgia no intestino. Além do governador paulista, Bolsonaro arrolou o ex-ministro da Saúde e atual deputado federal Eduardo Pazuello (PL-RJ), os senadores Rogério Marinho (PL-RN), Ciro Nogueira (PP-PI) e Hamilton Mourão (Republicanos-RS). O ex-presidente também indicou o general de Exército Gomes Freire, o brigadeiro Batista Júnior e o ex-diretor de tecnologia do TSE Giuseppe Janino, responsável pelas urnas eletrônicas. No documento enviado ao STF, por meio de seus advogados, Bolsonaro também reclamou de ter sido intimado na UTI do hospital. "A citação foi realizada de forma contrária ao quanto estipula o artigo 244 do CPC e ocorreu contra a orientação e apesar das advertências dos médicos responsáveis pelo tratamento e internação do peticionário, situação que, todavia, não foi registrada nos autos na certidão lavrada", afirmou a defesa. No dia 11 deste mês, o ministro Alexandre de Moraes determinou a intimação de todos os denunciados do núcleo 1 que viraram réus após o julgamento da Primeira Turma da Corte. As intimações foram concluídas entre os dias 11 e 15 de abril, exceto no caso de Bolsonaro, que passou mal no dia 12 e foi submetido a cirurgia nos dias seguintes. Diante do estado de saúde do ex-presidente, o STF esperava uma data adequada para intimá-lo. Contudo, Bolsonaro realizou uma live na terça-feira (22) direto da UTI, e o Supremo determinou que um oficial de Justiça fosse ao hospital no dia seguinte.
Um levantamento da Paraná Pesquisas, divulgado nesta terça-feira (22), revela que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) perderia para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), em cenários hipotéticos de segundo turno de uma eleição presidencial. A pesquisa, realizada entre 16 e 19 de abril, ouviu 2.020 eleitores em 160 municípios, com margem de erro de 2,2 pontos percentuais e 95% de confiança. Os resultados mostram uma vantagem significativa dos nomes bolsonaristas e de Tarcísio sobre o petista. Lula perde em todos os cenários de segundo turno - No primeiro cenário, Jair Bolsonaro venceria Lula por 46% a 40,4%, com 9% de votos brancos, nulos ou indecisos. Já em um possível confronto com Michelle Bolsonaro, a ex-primeira-dama lideraria com 45%, contra 41% do atual presidente. O governador Tarcísio de Freitas também aparece à frente, derrotando Lula por 43,4% a 40,5%, com 10,5% de votos não válidos ou sem opinião formada. Bolsonaro lidera no primeiro turno, mas empate técnico persiste - Em um cenário de primeiro turno, o ex-presidente Jair Bolsonaro aparece na frente, com 38,5%, enquanto Lula tem 33,3%. O terceiro colocado seria Ciro Gomes (PDT), com 9,7%, seguido por Ronaldo Caiado (União Brasil-GO), com 3,5%, e Eduardo Leite (PSDB), com 2,9%. Apesar da vantagem de Bolsonaro, a diferença entre os dois principais nomes está dentro da margem de erro, indicando que a disputa segue acirrada. Em fevereiro, os dois estavam tecnicamente empatados, com 36% para Bolsonaro e 33,8% para Lula.
Um levantamento realizado pelo Instituto Paraná Pesquisas, divulgado nesta terça-feira (18), revelou que a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é desaprovada por 58,1% dos habitantes da cidade de São Paulo. Apenas 38,2% dos paulistanos aprovam a administração, enquanto 3,7% não souberam ou preferiram não opinar. Os números mostram um aumento na desaprovação do governo petista em relação à última pesquisa, realizada em setembro de 2024. Na ocasião, 51,5% aprovavam a gestão, 46% desaprovavam e 2,9% não souberam ou não opinaram. O estudo também consultou a opinião dos paulistanos sobre o desempenho do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos). Segundo o levantamento, 60,5% dos entrevistados avaliaram positivamente a gestão estadual, enquanto 34,4% desaprovaram. Outros 5,1% não souberam ou preferiram não opinar. Já o prefeito da capital paulista, Ricardo Nunes (MDB), também obteve uma aprovação considerável. Conforme os dados da pesquisa, 59,9% dos habitantes aprovam sua administração, enquanto 36,2% a desaprovam. Um total de 3,9% dos entrevistados não soube ou preferiu não opinar. O levantamento do Instituto Paraná Pesquisas foi realizado entre os dias 9 e 13 de março de 2025, ouvindo 1.205 habitantes da cidade de São Paulo. A margem de erro é de 2,9 pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.
Opresidente Luiz Inácio Lula da Silva participou, nesta quinta-feira, 27 de fevereiro, da cerimônia de lançamento do edital para a construção do túnel Santos-Guarujá, em São Paulo. Com investimento estimado em R$6 bilhões via Novo PAC, o túnel submerso, inédito na América Latina, garante maior eficiência logística à Baixada Santista. Na visão do presidente, a iniciativa não se trata apenas de um projeto de infraestrutura, mas de um esforço conjunto para facilitar a mobilidade entre as duas cidades, reduzir o tempo de travessia e impulsionar o desenvolvimento local. "É possível, quando a gente vem fazer parceria com o governador de São Paulo fazer o túnel não porque ele quer fazer o túnel, porque o túnel é bonito. É fazer o túnel para melhorar a vida do povo de Santos, a vida do povo do Guarujá e a vida de quem quer atravessar de um lado para o outro", iniciou.
Nós temos que ter consciência de que só temos um lado, que é atender bem o povo de São Paulo e o povo do Brasil. Esse é o nosso lado e esse é o nosso compromisso”Luiz Inácio Lula da Silva, presidente da República
O presidente defendeu que uma relação civilizada entre os entes federados é a situação de normalidade em uma nação. “Nós temos que ter consciência de que só temos um lado, que é atender bem o povo de São Paulo e o povo do Brasil. Esse é o nosso lado e esse é o nosso compromisso. Ninguém precisa concordar com ninguém, ou ser da mesma religião, torcer para o mesmo time. O que nós temos que ter em conta é o que estamos fazendo quando a gente governa uma cidade, um estado ou um país. Nós fomos eleitos para compartilhar o nosso esforço e fazer com que o povo sinta prazer em ser governado por alguém que está preocupado com ele”, avaliou.
Uma pesquisa eleitoral realizada pelo Instituto Simplex, encomendada pelo Blog do Elielson e pela CBN Recife, trouxe um cenário surpreendente para a corrida presidencial de 2026. O cantor Gusttavo Lima, que anunciou sua intenção de concorrer à Presidência da República no último dia 2 de janeiro, aparece em segundo lugar nas intenções de voto, com 20,7%, atrás apenas do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que lidera com 33,7%. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), ocupa a terceira posição, com 16,1%, seguido por Pablo Marçal (PRTB), que registrou 8,4%. A pesquisa também revelou que 21,1% dos entrevistados se declararam indecisos, ou pretendem votar em branco ou nulo. O levantamento foi realizado entre os dias 3 e 4 de janeiro, com 1.000 entrevistas conduzidas por ligações telefônicas automatizadas, abrangendo eleitores de todas as regiões do país. A margem de erro é de 3,1 pontos percentuais para mais ou para menos, com um grau de confiança de 95%. Com base nessa margem, o estudo aponta um cenário de empate técnico entre Gusttavo Lima e Tarcísio de Freitas, já que as intenções de voto de ambos podem se sobrepor. O anúncio da candidatura de Gusttavo Lima pegou muitos de surpresa. O cantor sertanejo, conhecido como "Embaixador" no universo musical, revelou que já iniciou conversas com grupos políticos e que está disposto a entrar na disputa com o objetivo de "representar o povo brasileiro e trazer mudanças reais".
Uma pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quinta-feira (12) revela que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é o favorito na disputa pela Presidência em 2026, caso decida concorrer à reeleição. De acordo com o levantamento, Lula venceria o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros possíveis candidatos da direita em cenários simulados para o segundo turno. No principal cenário, Lula derrotaria Jair Bolsonaro por 51% a 35%. Contra o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o petista teria 52% das intenções de voto, enquanto Tarcísio ficaria com 26%. Em uma disputa com o ex-coach e ex-candidato à Prefeitura de São Paulo, Pablo Marçal (PRTB), Lula venceria por 52% a 27%. Já em um confronto com o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), o atual presidente teria 54% contra 20%. Apesar da vantagem nas simulações, o levantamento mostrou que a população está dividida sobre a possível candidatura de Lula em 2026. Segundo os dados, 52% acreditam que ele não deveria se candidatar à reeleição, enquanto 45% apoiam a sua candidatura. Em comparação com a pesquisa de outubro, houve uma queda na rejeição: anteriormente, 58% eram contrários à reeleição de Lula, contra 40% que a apoiavam. A pesquisa foi realizada entre os dias 4 e 9 de dezembro, antes da cirurgia de emergência à qual Lula foi submetido devido a uma hemorragia intracraniana. O problema de saúde foi decorrente de um acidente doméstico ocorrido em outubro deste ano.
A agenda do candidato ao governo de São Paulo Tarcísio de Freitas na comunidade de Paraisópolis, na capital paulista, precisou ser interrompida na manhã de hoje (17) após um tiroteio. Imagens que circulam nas redes sociais mostram a equipe do candidato, jornalistas e fotógrafos se protegendo no chão de um prédio, enquanto se ouvem muitos tiros. Ainda não se sabe a origem dos tiros, contra quem foram disparados ou a motivação.
Nas redes sociais, o candidato informou que estão todos bem. “Durante visita ao primeiro polo universitário de Paraisópolis, fomos atacados por criminosos”, escreveu. “Nossa equipe de segurança foi reforçada rapidamente, com atuação brilhante da Polícia Militar do Estado de São Paulo. Um bandido foi baleado. Estamos apurando detalhes sobre a situação”, afirmou.
O presidente Jair Bolsonaro participou hoje (3) da cerimônia de assinatura da concessão da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), no município de Tanhaçu, na Bahia. O contrato foi assinado com a empresa Bahia Mineração (Bamin) e terá duração de 35 anos. Antes do evento, Bolsonaro visitou as obras da ferrovia, acompanhado do ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, e de outras autoridades. O presidente parabenizou Freitas e seus demais ministros pelo trabalho na atração de investimentos para o país. “Essas pessoas, para poderem trabalhar, eu dei pra eles a total liberdade, porque acredito na responsabilidade de cada um deles. E formando dessa maneira [a equipe ministerial], a iniciativa privada, que é aquela que realmente leva o país pra frente, vem atrás de nós porque tem a confiança naquilo que nós fazemos”, disse.
O contrato assinado nesta sexta-feira é referente ao trecho entre Ilhéus e Caetité, na Bahia, chamado de Fiol 1, com 537 quilômetros de extensão. A expectativa é que a Fiol 1 comece a operar em 2025, transportando mais de 18 milhões de toneladas de carga. Em um primeiro momento, 16 locomotivas e 1,4 mil vagões estarão em operação, dos quais, pelo menos, 1,1 mil serão destinados ao escoamento de minério de ferro. Em 10 anos, em 2035, a expectativa é que volume de carga supere os 50 milhões de toneladas transportadas em 34 locomotivas e 2,6 mil vagões. Ainda nesta sexta-feira, Bolsonaro tem agendas no Recife, em Pernambuco. Na cidade, ele participa da inauguração da Escola de Formação de Luthier e Archetier da Orquestra Criança Cidadã e da solenidade de passagem do Comando Militar do Nordeste.
Leiloada em abril, a Fiol 1 receberá investimentos privados de R$ 3,3 bilhões, sendo que cerca de R$ 1,6 bilhão será usado para o término do segmento, hoje com 75% das obras concluídas.
O governo também avança com o projeto da Fiol 2, entre Caetité e Barreiras, também na Bahia. As obras do trecho de 485,4 quilômetros de extensão estão em andamento, inclusive com a participação do Exército na execução. Já a Fiol 3, de Barreiras a Figueirópolis, em Tocantins, aguarda licença de instalação.
De acordo com o Ministério da Infraestrutura, quando estiver pronta, a Fiol será um corredor de escoamento com 1.527 quilômetros de trilhos, ligando o futuro porto de Ilhéus, no litoral baiano, ao município tocantinense de Figueirópolis, ponto em que se conectará com a Ferrovia Norte-Sul e o restante do país.