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Motoristas que pretendem adesivar veículos com propaganda eleitoral ou utilizá-los em atividades de campanha nas eleições 2026 devem informar previamente a seguradora para evitar problemas em caso de sinistro. O alerta é da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg).
Segundo a vice-presidente da Comissão de Seguro Auto da entidade, Keila Farias, a adesivação com material eleitoral e o uso do automóvel em atividades de campanha podem ser considerados pelas seguradoras como aumento de risco, devido à maior exposição a acidentes, vandalismo e circulação em eventos públicos.
A FenSeg acrescenta que mudanças no perfil de uso do veículo sem atualização da apólice podem resultar em recusa de indenização por roubo, furto ou colisão.
As seguradoras argumentam que a utilização do carro para transporte de material de campanha, deslocamento de equipes ou atividades de apoio altera as condições avaliadas quando o contrato foi firmado.
A entidade também destaca que danos a adesivos, plotagens e envelopamentos geralmente não estão cobertos pelos seguros convencionais. Além disso, prejuízos decorrentes de tumultos, motins e atos de vandalismo costumam estar entre as exclusões previstas nos contratos.
Como evitar a perda da cobertura
A Polícia Militar da Bahia, por meio da CIPRv/Brumado, conduziu um motorista à delegacia na tarde desta terça-feira (24), após constatar que ele dirigia em visível estado de embriaguez no município de Tanhaçu, no sudoeste da Bahia.
A ocorrência foi registrada por volta das 13h50, durante atendimento a um sinistro de trânsito. A equipe do Posto de Sussuarana identificou que o condutor envolvido apresentava sinais claros de ingestão de bebida alcoólica.
Diante da situação, o motorista foi encaminhado à Delegacia Territorial de Tanhaçu para adoção das medidas legais cabíveis.