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Com o objetivo de adequar a explosão de gastos públicos nos próximos anos e dar sobrevida ao arcabouço fiscal em vigor desde o ano passado, o governo anunciou, na noite de quarta-feira (27), um pacote de corte de gastos obrigatórios. Estimada, segundo a equipe econômica, em R$ 70 bilhões em dois anos (R$ 30 bilhões em 2025 e R$ 40 bilhões em 2026), a economia de recursos foi detalhada na manhã de hoje (28) pelos ministros da Fazenda, Fernando Haddad; do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet; e da Casa Civil, Rui Costa. Entre os principais pontos da proposta de contenção de gastos estão a redução a médio prazo do abono salarial e um teto no reajuste do salário mínimo. Para distribuir o impacto dos cortes aos mais ricos, o governo propõe acabar com brechas que burlam o teto dos supersalários no serviço público e reformar a previdência dos militares. O pacote também prevê a limitação na concessão de benefícios fiscais enquanto as contas do governo estiverem deficitárias e um teto no crescimento das emendas parlamentares. Para reduzir o impacto político dos cortes de gastos obrigatórios, o governo enviará proposta para elevar a faixa de isenção do Imposto de Renda (IR) para quem ganha até R$ 5 mil, em troca de uma alíquota efetiva de 10% para quem recebe mais de R$ 50 mil por mês. As mudanças no IR, informou o governo, terão impacto zero nas contas públicas e antecipam a segunda fase da reforma tributária, que trata da cobrança de Imposto de Renda. Confira as medidas enviadas pelo governo ao Congresso Nacional. O que foi apresentado até agora.
A senadora Simone Tebet (MDB-MS), que ficou em terceiro lugar nas eleições para presidente da República no primeiro turno, com 4,2% dos votos válidos, declarou apoio ao candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno. Ela fez uma declaração pública à imprensa na tarde desta quarta-feira (5), em São Paulo. O apoio da senadora é individual, já que a executiva nacional do MDB decidiu pela neutralidade na fase final das eleições presidenciais. "Depositarei nele o meu voto, porque reconheço, no candidato Lula, o seu compromisso com a democracia e a Constituição, o que desconheço no atual presidente", destacou. A senadora, que obteve quase 5 milhões de votos, afirmou que o momento do país não permite omissão. "Não anularei meu voto, não votarei em branco, não cabe a omissão da neutralidade. Há um Brasil a ser imediatamente construído, a ser imediatamente reunido". Tebet fez questão de dizer que mantém as críticas feitas a Lula e a Bolsonaro nas eleições. O presidente Lula não participou do anúncio de Tebet porque ele tinha uma reunião com governadores e senadores. Pela manhã, a senadora se encontrou com o candidato à vice na chapa, Geraldo Alckmin, e depois almoçou com o próprio presidente Lula, na casa da ex-prefeita de São Paulo Marta Suplicy, que é do MDB. Durante pronunciamento de apoio à Lula, Simone Tebet elencou um rol de cinco projetos que pretende que sejam incorporados à campanha petista. Eles incluem apoio do governo federal para municípios zerarem filas na educação infantil para crianças de 3 a 5 anos e para que os estados implantem ensino médio técnico em tempo integral, premiando com uma poupança os jovens que concluírem o ensino médio, no valor de R$ 5 mil por aluno. Também propôs que o governo federal zere a fila de consultas e cirurgias eletivas, atrasada durante a pandemia, e resolva o problema do endividamento das famílias que ganham até três salários mínimos. A senadora ainda propôs que, se eleito, Lula sancione lei para igualar salários entre homens e mulheres que desempenham, com currículo semelhante, as mesmas funções e nomeie um ministério plural formado por homens, mulheres, pessoas com deficiência e negros e negras.
Na noite de quinta-feira (29), a TV Globo promoveu o último debate entre candidatos a presidente antes do primeiro turno das eleições, que contou com a participação dos candidatos Luiz Inácio Lula da Silva, Jair Bolsonaro, Ciro Gomes, Simone Tebet, Felipe D’Avila, Soraya Thronicke e Padre Kelmon. De acordo com informações da CNN, o encontro foi marcado por trocas de acusações e uma sequência de pedidos de direito de resposta, principalmente entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL). O debate teve mais de três horas de duração.
Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (29), contratada pela Globo e pelo jornal "Folha de S.Paulo", mostra a corrida presidencial em votos válidos. Lula (PT): 50% (50% no levantamento anterior, de 22 de setembro); Jair Bolsonaro (PL): 36% (35% na pesquisa anterior); Ciro Gomes (PDT): 6% (7% na pesquisa anterior); Simone Tebet (MDB): 5% (5% na pesquisa anterior) e Soraya Thronicke (União Brasil): 1% (2% na pesquisa anterior). Diante desse quadro, não é possível afirmar se a eleição será decidida no primeiro turno, segundo o Datafolha. Para calcular os votos válidos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto. A pesquisa ouviu 6.800 pessoas, entre os dias 27 e 29 de setembro, em 332 municípios de todas as regiões do país. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento foi registrado no TSE com o número BR-09479/2022. Fonte: G1.
De acordo com Levantamento realizado pelo Instituto Pesquisa Genial/Quaest para as eleições presidenciais de 2022, com 2.000 entrevistados face a face entre os dias 24 e 27 de setembro, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece à frente com 46% das intenções de voto no primeiro turno, seguido pelo presidente Jair Bolsonaro (PL), com 33%. Depois aparecem Ciro Gomes (PDT), com 6%, e Simone Tebet (MDB), com 5%, e Soraya Thronicke (União Brasil), com 1%. Os que dizem que irão votar em branco, anular ou deixar de votar somam 4%. A proporção dos indecisos é de 5%.A margem de erro é de dois pontos percentuais. O levantamento tem 95% de confiança. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-04371/2022.
Pesquisa Ipec divulgada nesta segunda-feira (26), encomendada pela Globo, mostra o ex-presidente Lula (PT) com 48% das intenções de voto e o presidente Jair Bolsonaro (PL) com 31% na eleição para a Presidência da República em 2022. Em relação à pesquisa anterior, de 19 de setembro, Lula foi de 47% para 48%. Bolsonaro se manteve com 31%. A margem de erro é de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. O Ipec diz que o cenário é de estabilidade. A pesquisa ouviu 3.008 pessoas entre os dias 25 e 26 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no TSE sob número BR-01640/2022. Fonte: G1.
Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (22), encomendada pela Globo e pelo jornal "Folha de S.Paulo", mostra que o ex-presidente Lula (PT) tem 47% das intenções de voto no primeiro turno da eleição presidencial, seguido pelo atual presidente, Jair Bolsonaro (PL), com 33%. Ciro Gomes (PDT) tem 7% e Simone Tebet (MDB) tem 5%. Em relação à pesquisa anterior do Datafolha, de 15 de setembro, Lula oscilou de 45% para 47%. Já Bolsonaro se manteve com 33%. Ciro oscilou de 8% para 7% e Tebet manteve 5%. Soraya Thronicke (União Brasil) oscilou de 2% para 1%. Nos votos válidos (que não levam em conta os votos nulos, brancos e indecisos), Lula tem 50%. Segundo o Datafolha, não é possível afirmar se a eleição será ou não decidida no primeiro turno. A pesquisa ouviu 6.754 pessoas em 343 municípios entre os dias 20 e 22 de setembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento foi registrado no TSE sob o número BR-04180/2022. As informações são do G1.
Segundo levantamento feito pelo Instituto de Pesquisa Genial/Quaest, que 2.000 pessoas entre os dias 17 e 20 de setembro, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está à frente com 44% das intenções de voto no primeiro turno, seguido pelo presidente Jair Bolsonaro (PL), com 34%. Depois aparecem Ciro Gomes (PDT), com 6%, e Simone Tebet (MDB), com 5%, e Soraya Thronicke (União Brasil), com 1%. Felipe D’Avila (Novo), Vera Lucia (PSTU), José Maria Eymael (DC), Leonardo Péricles (UP), Sofia Manzano (PCB) e Padre Kelmon (PTB) não pontuaram. Os que dizem que irão votar em branco, anular ou deixar de votar somam 5%. A proporção dos indecisos é de 5%. O levantamento tem 95% de confiança. Ou seja, se 100 pesquisas fossem realizadas, ao menos 95 apresentariam os mesmos resultados dentro desta margem. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-04459/2022.
Pesquisa Ipec divulgada nesta segunda-feira (19), encomendada pela Globo, mostra o ex-presidente Lula (PT) com 47% das intenções de voto e o presidente Jair Bolsonaro (PL) com 31% na eleição para a Presidência da República em 2022. Em relação ao levantamento anterior do Ipec, de 12 de setembro, Lula passou de 46% para 47%; Bolsonaro se manteve com o mesmo percentual de então. A margem de erro é de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. Segundo o Ipec, o resultado indica um cenário de estabilidade na disputa --a duas semanas da eleição. Ciro Gomes (PDT) segue com 7% das intenções, mesmo índice da pesquisa anterior. Simone Tebet (MDB) tinha 4% do Ipec da semana passada e agora tem 5%. Soraya Thronicke (União Brasil) se manteve com 1%. Felipe d'Avila (Novo), Vera (PSTU), Constituinte Eymael (DC), Léo Péricles (UP), Padre Kelmon (PTB), Sofia Manzano (PCB) foram citados, mas não chegam a 1% cada um. A pesquisa ouviu 3.008 pessoas entre os dias 17 e 18 de setembro em 181 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-00073/2022.
Conforme pesquisa Datafolha, realizada de 13 a 15 de setembro, que ouviu 5.926 pessoas em 300 municípios, encomendada pela Globo e pelo jornal "Folha de S.Paulo", o ex-presidente Lula (PT) tem 45% das intenções de voto no primeiro turno da eleição presidencial, seguido pelo atual presidente, Jair Bolsonaro (PL), com 33%. Ciro Gomes (PDT) tem 8% e Simone Tebet (MDB) tem 5%. Em relação à pesquisa anterior do Datafolha, de 9 de setembro, Lula se manteve igual. Já Bolsonaro oscilou de 34% para 33% --a diferença entre eles é de 12 pontos. Ciro oscilou de 7% para 8%. Tebet tem os mesmos 5% da semana passada, e Soraya Thronicke (União Brasil) oscilou de 1% para 2%. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento foi registrado no TSE sob o número BR-04099/2022.
O Instituto FSB Pesquisa consultou 2 mil eleitores por telefone entre os dias 9 e 11 de setembro, pesquisa esta contratada pelo banco BTG Pactual, e o resultado do levantamento mostra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 41% das intenções de voto, ante 35% do presidente Jair Bolsonaro (PL). Simone Tebet (MDB) tem 7% e empata na margem de erro com Ciro Gomes (PDT), que tem 9%. Soraya Thronicke (União Brasil) e Felipe d’Avila (Novo) têm 1% cada. Nos cenários testados para segundo turno, o candidato do PT vence o atual presidente por 51% a 38%. Bolsonaro também perde para Ciro Gomes, por 50% a 38%, e para Simone Tebet, por 48% a 40%. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais, para mais ou para menos. O registro na Justiça Eleitoral é BR-06321/2022.
Conforme levantamento realizado pelo Instituto Datafolha realizado entre 30 agosto e 1º de setembro com 5.734 pessoas em 285 municípios, encomendado pela Globo e pelo jornal "Folha de S.Paulo", o ex-presidente Lula (PT) aparece com 45% das intenções de voto no primeiro turno da eleição presidencial, seguido pelo atual presidente, Jair Bolsonaro (PL), com 32%. Ciro Gomes (PDT) tem 9% e Simone Tebet (MDB) tem 5%. Na intenção de voto estimulada, foi registrado o seguinte resultado: Lula (PT): 45% (47% no Datafolha anterior, de 18 de agosto), Jair Bolsonaro (PL): 32% (32% na pesquisa anterior), Ciro Gomes (PDT): 9% (7% na pesquisa anterior),Simone Tebet (MDB): 5% (2% na pesquisa anterior), Soraya Thronicke (União Brasil): 1% (0% na pesquisa anterior), Pablo Marçal (PROS): 1% (0% na pesquisa anterior), Felipe d'Avila (NOVO): 1% (1% na pesquisa anterior), Vera (PSTU): 0% (0% na pesquisa anterior), Sofia Manzano (PCB): 0% (0% na pesquisa anterior), Constituinte Eymael (DC): 0% (0% na pesquisa anterior), Léo Péricles (UP): 0% (0% na pesquisa anterior), Roberto Jefferson (PTB): 0% (0% na pesquisa anterior), Em branco/nulo/nenhum: 4% (6% na pesquisa anterior), Não sabe: 2% (2% na pesquisa anterior). O novo levantamento mostra Soraya Thronicke (União Brasil), Pablo Marçal (PROS) e Felipe d'Avila (Novo) com 1% cada um. Vera (PSTU), Sofia Manzano (PCB), Constituinte Eymael (Democracia Cristã), Léo Péricles (UP) e Roberto Jefferson (PTB) não pontuaram. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento foi registrado no TSE sob o número BR-00433/2022.
Segundo levantamento realizado pelo Paraná Pesquisas entre os dias 26 e 30 de agosto, em 26 estados e no Distrito Federal, através de entrevistas pessoais com 2020 eleitores, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 41,3% e Bolsonaro com 37,1%. Em terceiro colocado está Ciro Gomes (PDT), com 7,7%. Na sequência do levantamento ainda são citados Simone Tebet (MDB) com 2,4%; Pablo Marçal (PROS), com 0,6% e Vera Lúcia (PSTU), com 0,3%. Felipe D’Ávila (NOVO) e Sofia Manzano (PCB) aparecem empatados com 0,2%. Eymael (DC), Leo Péricles (UP) e Leo Péricles (UP) e Soraya Thronicke (União), estão empatados com 0,1%. Roberto Jefferson (PTB), não pontuou. Não sabem ou não responderam foram apontados por 4% dos entrevistados na pesquisa, e nulos e brancos somam 5,9%. O Instituto também simulou o cenário estimulado, em caso de um eventual segundo turno entre Lula e Bolsonaro. Neste caso o ex-presidente também lidera as intenções de voto, com 47,8%. Bolsonaro aparece com 40,8%. Brancos e nulos são 8,3% e não sabe ou não respondeu soma 3,1% no cenário. A margem de erro é de 2,2% e intervalo de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob número BR-03492/2022.
Segundo levantamento Genial/Quaest, realizada por meio de pesquisas presenciais feitas de 25 a 28 de agosto com 2.000 eleitores, o ex-presidente Lula (PT) tem 44% da preferência do eleitoral contra 32% de Jair Bolsonaro (PL). Ciro Gomes (PDT) marcou 8% das intenções de voto, e Simone Tebet (MDB) está estável em 3%. No segundo turno, o cenário não apresenta alterações e Lula venceria com 51% contra 37% de Bolsonaro. A margem de erro é estimada em dois pontos percentuais para mais ou menos, para um intervalo de confiança de 95%. O estudo foi registrado no TSE com o número BR-00585/2022.
Conforme levantamento realizado pelo Paraná Pesquisas, através de entrevistas pessoais, com eleitores com 16 anos ou mais, em 26 estados e Distrito Federal e em 162 municípios brasileiros entre os dias 19 e 23 de agosto de 2022, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) segue liderando a disputa eleitoral para a Presidência da República com 41,7%, e o atual presidente Jair Bolsonaro (PL) aparece em segundo com 37%. Em terceiro surge Ciro Gomes (PDT) com 7,3%. Na sequencia do levantamento ainda são citados Simone Tebet (MDB) com 2,7%; Pablo Marçal (PROS), com 0,4%; Vera (PSTU), com 0,2%; além de Eymael, Felipe D'Ávila, Leo Péricles, Roberto Jefferson, Sofia Manzano e Soraya Thronicke, todos com 0,1%. Não sabem ou não responderam foram apontados por 4,1% dos entrevistados na pesquisa, e nulos e brancos somam 6%. O Instituto Paraná Pesquisas também testou outro cenário estimulado, em caso de um eventual segundo turno entre Lula e Jair Bolsonaro. Neste caso o ex-presidente também lidera as intenções de voto, com 47,8%. Bolsonaro aparece com 40,4%. Brancos e nulos são 7,4% e não sabe ou não respondeu soma 4,4% no cenário. No cenário espontâneo, quando os nomes dos candidatos não são apresentados, Lula tem vantagem apertada: soma 30% contra 26,5% de Bolsonaro. Neste cenário, Ciro Gomes aparece em terceiro com 2,7%, seguido por Simone Tebet com 1%. Não sabem ou não responderam são 33,3% e brancos e nulos 5,9%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob número º BR-03138/2022.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou hoje (23) a proposta de distribuição de tempo no horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão para os candidatos à Presidência da República. A propaganda começa no dia 26 de agosto e vai até 29 de setembro. A apresentação do tempo destinado à campanha do primeiro turno foi apresentada na semana passada durante audiência pública promovida pelo TSE. O tempo é calculado conforme a representatividade dos partidos políticos na Câmara dos Deputados. Conforme o cálculo, a distribuição do tempo diário dos candidatos nos blocos de propaganda ficou estabelecida assim: - Luiz Inácio Lula da Silva (3 minutos e 39 segundos) - Coligação Brasil da Esperança, formada pela Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB, PV), Federação PSOL/Rede, Solidariedade, PSB, AGIR, Avante e Pros; - Jair Bolsonaro (2 minutos e 38 segundos) - Coligação Pelo Bem do Brasil (PL, PP e Republicanos); - Simone Tebet (2 minutos e 20 segundos) - Coligação Brasil para Todos (MDB e Federação PSDB-Cidadania e o Podemos; - Soraya Thronicke (2 minutos e 10 segundos) - União Brasil; - Ciro Gomes (52 segundos) - PDT; - Roberto Jefferson (25 segundos) - PTB e Felipe D’Avila (22 segundos ) - Novo. Os candidatos Eymael (DC), Léo Péricles (UP), Vera Lúcia (PSTU) e Sofia Manzano (PCB) não atingiram os requisitos mínimos e não terão acesso ao horário eleitoral. Pela cláusula de barreira, as legendas precisam obter 1,5% dos votos válidos na última eleição em um terço dos estados ou nove deputados eleitos distribuídos por um terço do território nacional. Pablo Marçal (Pros) não entrou na contagem. Sob nova direção, a legenda revogou a candidatura dele.Ordem do primeiro dia: No dia 26 de agosto, primeiro dia do horário eleitoral, a ordem de apresentação dos candidatos à Presidência da República será a seguinte: Roberto Jefferson, Soraya Thronicke, Felipe D'Avila, Lula, Simone Tebet, Bolsonaro e Ciro Gomes.
Conforme pesquisa FSB/BTG divulgada nesta segunda (22) pelo site BP Money, após ouvir 2 mil eleitores, entre os dias 19 e 21 de agosto de 2022, Lula manteve seu percentual de intenções de voto estável a 45% para o primeiro turno em relação a última pesquisa, enquanto o presidente Jair Bolsonaro (PL) aparece com 36% das intenções de voto. O número representa um avanço de dois pontos percentuais em relação a última sondagem. Na sequência, Ciro Gomes (PDT) aparece com 6%; Simone Tebet (MDB) tem 3%. Vera Lúcia (PSTU) e Pablo Marçal (PROS) ficaram com 1% cada. Os entrevistados que disseram que não votariam em nenhum candidato foram 4%; brancos e nulos, 2%; e não sabe ou não respondeu, 3%. Os números correspondem ao cenário estimulado, no qual uma lista de candidatos é apresentada aos eleitores. Já no cenário espontâneo, onde os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Lula alcançou 41%, enquanto Bolsonaro teve 34% das intenções de voto. Nesta modalidade, Ciro Gomes e Tebet empataram com 4% e 2%, respectivamente, dentro da margem de erro. Há uma semana, o ex-presidente tinha o mesmo percentual. O atual chefe do Executivo tinha 32% e, portanto, oscilou dois pontos para cima, dentro da margem de erro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, e o índice de confiança é de 95%. A análise foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR-00244/2022.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou hoje (18) a proposta de distribuição de tempo no horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão para os candidatos à Presidência da República. A propaganda começa no dia 26 deste mês e vai até 29 de setembro. A minuta de resolução foi apresentada durante audiência pública promovida pelo TSE e ainda poderá ser contestada pelos partidos. O texto final será julgado na terça-feira (23). O tempo é calculado conforme a representatividade dos partidos políticos na Câmara dos Deputados. Conforme o cálculo, a distribuição do tempo diário dos candidatos nos blocos de propaganda ficou estabelecida assim: Luiz Inácio Lula da Silva (3 minutos e 39 segundos) - Coligação Coligação Brasil da Esperança, formada pela Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB, PV), Federação PSOL/Rede, Solidariedade, PSB, AGIR, Avante e Pros; Jair Bolsonaro (2 minutos e 38 segundos) - Coligação Pelo Bem do Brasil (PL, PP e Republicanos); Simone Tebet (2 minutos e 20 segundos) - Coligação Brasil para Todos (MDB e Federação PSDB-Cidadania e o Podemos); Soraya Thronicke (2 minutos e 10 segundos) - União Brasil; Ciro Gomes (52 segundos) - PDT; Roberto Jefferson (25 segundos) - PTB; Felipe D’Avila (22 segundos ) - Novo. Os candidatos ainda terão à disposição as inserções de propaganda durante a programação das emissoras. Eymael (DC), Léo Péricles (UP), Vera Lúcia (PSTU) e Sofia Manzano (PCB), que não atingiram os requisitos mínimos, não terão acesso ao horário eleitoral. Pela cláusula de barreira, para isso, é preciso que as legendas tenham obtido 1,5% dos votos válidos na última eleição em um terço dos estados, ou nove deputados eleitos distribuídos por um terço do território nacional. Pablo Marçal (Pros) não entrou na contagem. Sob nova direção, a legenda revogou a candidatura dele. Ordem de apresentação: No dia 26 de agosto, primeiro dia do horário eleitoral, a ordem de apresentação dos candidatos à Presidência da República será a seguinte: Roberto Jefferson, Soraya Thronicke, Felipe D'Avila, Lula, Simone Tebet, Bolsonaro e Ciro Gomes.
Conforme Pesquisa Ipec divulgada nesta segunda-feira (15), encomendada pela TV Globo, que ouviu 2.000 pessoas entre os dias 12 e 14 de agosto em 130 municípios, o ex-presidente Lula (PT) com 44% das intenções de voto e o presidente Jair Bolsonaro (PL) com 32% na eleição para a Presidência da República em 2022. Ciro Gomes (PDT) vem em seguida, com 6% das intenções. Simone Tebet (MDB), com 2%, e Vera (PSTU), com 1%, também pontuaram e estão empatadas na margem de erro. Os nomes de Constituinte Eymael (DC), Felipe d’Avila (NOVO), Léo Péricles (UP), Pablo Marçal (PROS), Sofia Manzano (PCB) e Soraya Thronicke (UNIÃO) foram citados, mas não atingiram 1% das intenções de voto, cada um. O nome do candidato Roberto Jefferson (PTB) não consta nesta pesquisa. Segundo o Ipec, o motivo é que, quando a pesquisa foi registrada no TSE, ainda não havia informações suficientes sobre a candidatura, que foi oficializada posteriormente. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-03980/2022.
Conforme levantamento encomendado pelo Banco BTG Pactual, feito pelo Instituto FSB, o qual ouviu 2 mil pessoas, entre os dias 12 e 14 de agosto, por telefone, o ex-presidente Lula (PT) tem 45% das intenções de voto na disputa pela Presidência da República nas eleições de 2022. Jair Bolsonaro (PL), candidato à reeleição, manteve os 34% das preferências da última pesquisa divulgada há uma semana. Em terceiro lugar aparece Ciro Gomes, do PDT, 8%, seguido por Simone Tebet, do MDB, 2%. Felipe D’Avila, do Novo, Soraya Thronick, do União Brasil, José Maria Eymael, do DC, Vera Lúcia, do PSTU, Sofia Manzano, do PCB, Leonardo Pericles, do UP, Pablo Marçal, do Pros, e Roberto Jefferson, do PTB, não pontuaram. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 6% e os indecisos são 2%. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos é o nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no TSE com o número: BR-00603/2022.
Conforme resultado de levantamento encomendada pelo BTG Pactual e realizada pelo Instituto FSB Pesquisa, que ouviu 2.000 eleitores entre os dias 22 e 24 de julho, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece liderando a pesquisa no cenário espontâneo para presidente com 40% , seguido pelo atual presidente, Jair Bolsonaro (PL), que tem 30%. Ciro Gomes é o terceiro na preferência do eleitorado, e aparece com 3%. Simone Tebet não pontuou e "outros" candidatos somaram, junto, 2%. Não sabe ou não respondeu representa 15% e brancos e nulos 4%. Outros 6% responderam que não votariam. Na intenção de voto estimulada, Lula também lidera com 44%. Jair Bolsonaro tem 31%; Ciro Gomes 9%; Simone Tebet 2%; André Janones 2% e Pablo Marçal 1%. Felipe D'ávila, Eymael, Vera Lúcia, Sofia Manzano, Luciano Bivar e Leonardo Péricles não pontuaram. Nenhum representa 5%, brancos e nulos 2% e não respondeu ou não sabia 3%. O levantamento aponta, ainda, um eventual segundo turno entre Jair Bolsonaro e Lula. O ex-presidente leva vantagem e tem a preferência de 54% do eleitorado, contra 36% de Bolsonaro. Nenhum soma 4%, branco/nulo 3% e não sabe ou não respondeu 2%. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-05938/2022.
A senadora Simone Tebet, pré-candidata à presidência do MDB e do Cidadania, afirmou em entrevista coletiva em Brasília nesta quarta-feira (25) que irá acabar com a polarização existente no país no campo político. “A minha maior missão é pacificar com as pessoas. É dialogar com as pessoas. E resolver o problema de todas as pessoas. É para isso que eu me predisponho a estar ao lado desses homens públicos de outros partidos que virão para dizer que o Brasil tem jeito. Eu acredito”, disse Simone Tebet. Os partidos MDB e Cidadania confirmaram na noite de terça-feira (24) o nome da senadora como indicada para concorrer à Presidência da República. Em nota, o presidente da Comissão Executiva Nacional do Cidadania, Roberto Freire, disse que o partido busca, com a pré-candidatura, manter a democracia “em sua plenitude” e garantir o livre exercício das instituições. “Com Simone Tebet, MDB, PSDB e Cidadania dão um passo concreto na direção da manutenção da democracia com um programa comum: projetar o Brasil do século XXI. Um encontro com o novo mundo digital, as novas relações sociais e de trabalho e os desafios que elas ensejam. Espera-se a adesão de liberais, ambientalistas, da nova esquerda e de todos que tenham as liberdades e a democracia como valores universais”, diz a nota.