Prefeitura de Brumado

Pressione Enter para pesquisar ou ESC para sair

MATEUS AUTO CENTER TOP
A Quitanda
Amorim Pisos
Disbahia

Bahia reelege Jerônimo no primeiro turno e elege Rui Costa e Jaques Wagner para o Senado

04 Out 2026 / 21h10
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Bahia reelege Jerônimo no primeiro turno e elege Rui Costa e Jaques Wagner para o Senado
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

O governador Jerônimo Rodrigues (PT) foi reeleito neste domingo (4) para um novo mandato à frente do Governo da Bahia, já no primeiro turno. Com 94,28% das urnas apuradas, Jerônimo tem 55,19% dos votos válidos e está matematicamente eleito, contra 44,32% de ACM Neto (União Brasil).

A vitória é da chapa completa. Rui Costa (PT) e Jaques Wagner (PT) conquistam as duas cadeiras da Bahia no Senado Federal, com Rui como o mais votado e Wagner reeleito para um novo mandato. Os dois lideraram a apuração desde as primeiras parciais e se mantiveram à frente de João Roma (PL) e Angelo Coronel (Republicanos) ao longo de toda a contagem.

O resultado confirma o "datapovo" que o governador citou pela manhã, ao votar em Brotas, e a força da mobilização que tomou o interior na reta final da campanha, com prefeitos, lideranças e militância nas ruas.

A vitória repete o confronto de 2022, quando Jerônimo derrotou ACM Neto. Reeleito ao lado do vice-governador Geraldo Júnior (MDB), Jerônimo assegura ao PT o sexto governo consecutivo na Bahia, ciclo iniciado em 2007 por Jaques Wagner e continuado por Rui Costa.

O governador acompanha a apuração no Palácio de Ondina, ao lado de Rui Costa, Jaques Wagner e Geraldo Júnior, e concede entrevista coletiva à imprensa no próprio local.

Com a eleição na Bahia definida, as atenções se voltam agora para a disputa nacional. Jerônimo, Rui e Wagner passam a se dedicar à campanha do presidente Lula no segundo turno, para garantir a reeleição do presidente e uma nova vitória da democracia no Brasil.

Rui Costa e Jaques Wagner aparecem na liderança da disputa pelo Senado na Bahia, aponta AtlasIntel/A TARDE

30 Set 2026 / 07h10
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Rui Costa e Jaques Wagner aparecem na liderança da disputa pelo Senado na Bahia, aponta AtlasIntel/A TARDE
Foto - Ulisses Duma | Ascom Jaques Wagner

A nova pesquisa AtlasIntel/A TARDE, divulgada nesta quarta-feira (30), apresenta Rui Costa (PT) e Jaques Wagner (PT) com os maiores percentuais na disputa pelas duas vagas destinadas à Bahia no Senado Federal nas Eleições 2026. Os dados consideram o cenário de votos válidos.

Rui Costa aparece com 28,2% das intenções de voto, enquanto Jaques Wagner, que busca a reeleição, registra 24,4%. Em relação ao levantamento anterior do instituto, divulgado em 3 de setembro, os dois candidatos tiveram oscilação dentro da margem de erro, que é de dois pontos percentuais.

Na sequência, o ex-ministro João Roma (PL) aparece com 21%, enquanto o senador Angelo Coronel (Republicanos) registra 20,9%. Considerando a margem de erro, Wagner, Roma e Coronel estão em situação de empate técnico.

Professora Delliana (PSOL) soma 3,9% dos votos válidos. Os demais candidatos incluídos no levantamento não atingiram 1%.

Além de Rui Costa, Jaques Wagner, João Roma, Angelo Coronel e Professora Delliana, a disputa conta com Marcelo Carvalho (Rede), Marcelo Santtana (DC), Marcelo Millet (PCO), Carlos Sodré (Mobiliza) e Gregório Gould (UP).

A pesquisa AtlasIntel/A TARDE ouviu 2.000 eleitores baianos, por meio de recrutamento digital aleatório (Atlas RDR), entre os dias 24 e 28 de setembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob os números BA-02425/2026 e BR-00633/2026.

Quaest mostra Rui Costa e Jaques Wagner à frente na disputa pelo Senado na Bahia

25 Set 2026 / 07h00
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Quaest mostra Rui Costa e Jaques Wagner à frente na disputa pelo Senado na Bahia
Foto - Divulgação

A pesquisa Quaest divulgada nesta quinta-feira (24), encomendada pela TV Bahia, apresenta o cenário da disputa pelas duas vagas da Bahia no Senado Federal nas eleições de 2026. O levantamento mostra Rui Costa (PT) com 23% das menções na combinação dos dois votos, seguido por Jaques Wagner (PT), com 17%.

Como cada eleitor baiano poderá escolher dois candidatos diferentes para o Senado, a pesquisa apresenta os resultados considerando a combinação dos dois votos e também separadamente para a primeira e a segunda escolha.

Na combinação dos votos, Rui Costa manteve os 23% registrados em 27 de agosto. Jaques Wagner também permaneceu com 17%. João Roma (PL) passou de 7% para 11%, enquanto Angelo Coronel (Republicanos) avançou de 5% para 9%.

Professora Delliana Ricelli (PSOL) aparece com 2%, mantendo o percentual anterior. Marcelo Santtana (DC) e Marcelo Carvalho (PSOL) registram 1% cada. Carlos Sodré (Mobiliza) também tem 1%. Marcelo Millet (PCO) e Gregorio Gould (UP) aparecem com 0%.

O levantamento aponta ainda 16% de votos em branco, nulos ou de eleitores que não pretendem votar em nenhum dos candidatos. Os indecisos representam 19%.

Na análise da primeira vaga, Rui Costa aparece com 32%, seguido por João Roma, com 16%, e Jaques Wagner, com 15%. Angelo Coronel registra 8%. Professora Delliana Ricelli tem 1%, enquanto os demais candidatos aparecem com 0%. Branco, nulo ou não votar somam 13%, e os indecisos representam 15%.

Para a segunda vaga, Jaques Wagner aparece com 20%, seguido por Rui Costa, com 14%. Angelo Coronel registra 9% e João Roma, 8%. Professora Delliana Ricelli tem 2%, enquanto Marcelo Santtana, Marcelo Carvalho, Marcelo Millet e Carlos Sodré aparecem com 1% cada. Gregorio Gould registra 0%. Branco, nulo ou não votar somam 20%, e 23% estão indecisos.

Na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados, 71% dos entrevistados não souberam indicar um nome, contra 85% no levantamento anterior.

A Quaest ouviu 900 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 20 e 23 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BA-01850/2026.

Paraná Pesquisas: Rui Costa tem 46,3% e Jaques Wagner 34% na disputa pelo Senado na Bahia

24 Set 2026 / 11h00
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Paraná Pesquisas: Rui Costa tem 46,3% e Jaques Wagner 34% na disputa pelo Senado na Bahia
Foto - Divulgação

Pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas divulgada nesta quinta-feira (24) apresenta o cenário de intenção de voto para as duas vagas da Bahia no Senado Federal nas eleições de 2026. No levantamento estimulado, em que cada eleitor pode indicar até dois nomes, Rui Costa (PT) aparece com 46,3%, enquanto Jaques Wagner (PT) registra 34%.

Na sequência estão João Roma (PL), com 27,3%, e Angelo Coronel (Republicanos), com 25,1%. Como a pesquisa permite duas escolhas por eleitor e há duas cadeiras em disputa, os percentuais não precisam totalizar 100%.

Entre os demais nomes apresentados, Professora Delliana (PSOL) aparece com 3,8%, Marcelo Carvalho (Rede) tem 2,2%, Carlos Sodré (Mobiliza) soma 1,1%, Marcelo Santtana (DC) registra 0,9%, Gregorio Gould (UP), 0,6%, e Marcelo Millet (PCO), 0,4%. Brancos, nulos ou eleitores que não escolheriam nenhum candidato representam 11,9%, enquanto 7,1% não souberam ou não quiseram responder.

O levantamento ouviu 1.400 eleitores baianos entre 21 e 23 de setembro de 2026, por meio de entrevistas presenciais. A pesquisa possui 95% de nível de confiança e margem de erro de 2,7 pontos percentuais, para mais ou para menos. O estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BA-00759/2026.

Pesquisa mostra Rui Costa isolado na liderança para o Senado; Wagner, Roma e Coronel disputam sequência

09 Set 2026 / 11h00
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Pesquisa mostra Rui Costa isolado na liderança para o Senado; Wagner, Roma e Coronel disputam sequência
Foto - Divulgação; Waldemir Barreto / Agência Senado

O ex-ministro da Casa Civil Rui Costa (PT) aparece na liderança da disputa pelas vagas da Bahia no Senado Federal, segundo levantamento da Real Time Big Data divulgado nesta quarta-feira (9). No cenário consolidado, que considera conjuntamente o primeiro e o segundo votos e reduz os resultados a 100%, o petista registra 26% das intenções de voto.

Na sequência, o senador Jaques Wagner (PT) aparece com 19%, enquanto João Roma (PL) soma 17%. Como a pesquisa possui margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, Wagner e Roma estão tecnicamente empatados.

O senador Angelo Coronel (Republicanos) registra 15% das intenções no cenário consolidado e aparece no limite da margem de erro em relação a João Roma. Professora Delliana (PSOL) soma 6%.

Carlos Sodré (Mobiliza), Marcelo Carvalho (Rede) e Marcelo Santtana (DC) registram 1% cada. Os votos nulos ou em branco correspondem a 7%, mesmo percentual dos entrevistados que disseram não saber ou preferiram não responder.

Quando analisado apenas o cenário de primeiro voto, Rui Costa amplia a vantagem e aparece isolado na liderança, com 39% das intenções. João Roma surge com 19%, seguido de Jaques Wagner, que registra 18%. Angelo Coronel aparece com 13%.

Entre os demais nomes, Professora Delliana (PSOL) tem 5%, Marcelo Santtana (DC) aparece com 2%, enquanto Carlos Sodré (Mobiliza), Marcelo Carvalho (Rede), Gregório Gould (UP) e Marcelo Millet (PCO) registram 1% cada.

No levantamento sobre o segundo voto, a liderança é de Jaques Wagner, que aparece com 20% das intenções. Angelo Coronel ocupa a segunda posição nesse cenário, com 16%.

Rui Costa e João Roma aparecem empatados, com 14% cada. Professora Delliana registra 7%, enquanto Carlos Sodré soma 1%. Os votos nulos ou em branco chegam a 14%, e outros 14% dos entrevistados afirmaram não saber ou não responderam.

A pesquisa Real Time Big Data ouviu 1.600 eleitores na Bahia entre os dias 4 e 8 de setembro. As entrevistas foram realizadas por telefone e pela internet.

O levantamento tem nível de confiança de 95% e margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. O registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é BA-01568/2026.

Alcolumbre diz que Senado vota fim da escala 6x1 após as eleições

04 Set 2026 / 10h00
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Alcolumbre diz que Senado vota fim da escala 6x1 após as eleições
Foto - Carlos Moura / Agência Senado

O presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União-AP), afirmou nesta quinta-feira (3) que a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que prevê o fim da escala 6x1 e a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais será votada após as eleições.

A declaração ocorreu durante sessão deliberativa no plenário da Casa, em resposta a um apelo feito pelo senador Paulo Paim (PT-RS), que anunciou a aposentadoria e cumpre o último mandato parlamentar no Congresso Nacional.

Em discurso na tribuna, o senador gaúcho lembrou de sua trajetória política e destacou ter lutado, como constituinte, pela redução da jornada de trabalho de 48 para 44 horas semanais, incluída na Constituição Federal de 1988.

"Não podemos mais esperar. Por que esperar? Vamos resolver, como na Constituinte de 1988, [quando] alcançamos as 44 horas semanais [de jornada máxima semanal de trabalho]. Foi um passo gigantesco para a época e hoje, quase quatro décadas depois, estamos diante de uma nova oportunidade histórica."

O senador apelou aos parlamentares que o momento é agora. "Chegou a hora de eu ir pra casa, mas eu queria muito, faltam três meses [para o fim do mandato], ir para casa e depois para a porta de fábrica e dizer a todos: 'temos agora as 40 horas semanais para toda nossa gente'", acrescentou Paim.

Em seguida, após deixar a tribuna e cumprimentar Alcolumbre, o presidente do Senado se manifestou sobre a votação da PEC.

"Quero aproveitar essa oportunidade que o senador Paulo Paim está aqui na mesa e veio me dar um abraço, para dizer para vossa excelência e para o Brasil, que vossa excelência estará aqui votando, após as eleições, o fim da escala 6x1 no plenário do Senado Federal."

Nessa quarta-feira (2), sem ter garantia sobre os votos necessários para aprovar a PEC, e sob obstrução da oposição, a base do governo no Senado decidiu não arriscar apreciação do texto em plenário, processo que exige 49 votos em dois turnos.

Senado: oposição obstrui e fim da escala 6x1 não vai a plenário

03 Set 2026 / 09h30
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Senado: oposição obstrui e fim da escala 6x1 não vai a plenário
Foto - Lula Marques / Agência Brasil

Sem ter segurança sobre os votos necessários para aprovar a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do fim da escala 6x1 e da redução da jornada de trabalho, a base do governo no Senado Federal decidiu não arriscar uma apreciação em plenário nesta quarta-feira (2). Com isso, a proposta só deve ser votada após o 1º turno das eleições, em outubro.

"Hoje, houve um movimento bem sucedido da oposição", afirmou o líder do governo no Congresso Nacional, senador Randolfe Rodrigues (PT-AC), referindo-se ao esvaziamento do plenário e à consequente impossibilidade de votação.  

Em entrevista à imprensa, Randolfe atribuiu a uma "ação coordenada" de oposicionistas - com participação direta dos senadores Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato a presidente da República, e do líder da oposição, o também senador Rogério Marinho (PL-RN) - para desmobilizar a presença dos parlamentares para uma possível votação. “A oposição ao nosso governo é contra o fim da escala 6x1. Ponto”, disse.

O líder do governo afirmou que a oposição já havia demonstrado resistência na CCJ, onde houve quatro votos contrários à proposta.

Dos 27 senadores presentes na comissão, quatro registraram votos contrários: Rogério Marinho (PL-RN), Hamilton Mourão (Republicanos-RS), Tereza Cristina (PP-MS) e Jaime Bagattoli (PL-RO).

Apesar do registro dos votos, a aprovação da PEC no colegiado se deu de forma simbólica. A última etapa para a aprovação da matéria é justamente a votação no plenário do Senado, em dois turnos, com o mínimo de 49 votos favoráveis, o que corresponde a 60% do apoio dos 81 senadores.

A PEC 221/2019 prevê a obrigatoriedade de descanso remunerado de dois dias por semana, sem redução salarial, e reduz a atual jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, com uma regra de transição de 14 meses.  

AtlasIntel/A TARDE: Rui Costa tem 31,6% e Jaques Wagner 26,5% e lideram corrida ao Senado na Bahia

03 Set 2026 / 07h30
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
AtlasIntel/A TARDE: Rui Costa tem 31,6% e Jaques Wagner 26,5% e lideram corrida ao Senado na Bahia
Foto - Divulgação

A disputa pelas vagas da Bahia no Senado Federal tem Rui Costa (PT) e Jaques Wagner (PT) à frente dos demais nomes, conforme levantamento divulgado pela AtlasIntel em parceria com o jornal A TARDE nesta quinta-feira (3).

No cenário considerando os votos válidos, Rui Costa lidera com 31,6% das intenções, enquanto Jaques Wagner aparece na segunda posição, com 26,5%. Os dois nomes do grupo governista ocupam as primeiras colocações na pesquisa.

Na sequência, João Roma (PL) registra 20,4%, seguido por Angelo Coronel (Republicanos), que soma 17,9%. Delliana Ricelli, da Federação Rede-Sustentabilidade, aparece com 2,6%, enquanto Marcelo Carvalho registra 0,6%.

Quando são contabilizados todos os votos, incluindo brancos, nulos e indecisos, Rui Costa mantém a liderança, com 28,2%, seguido por Jaques Wagner, que tem 23,7%. João Roma soma 18,3%, e Angelo Coronel aparece com 16%.

Ainda de acordo com o levantamento, 7,8% dos entrevistados afirmaram que pretendem votar em branco ou anular o voto, enquanto 2,9% não souberam responder.

A pesquisa AtlasIntel/A TARDE ouviu 1.804 pessoas, por meio de recrutamento digital, entre os dias 28 de agosto e 2 de setembro de 2026. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BA-08891/2026.

CCJ do Senado aprova fim da escala 6x1, votação vai a plenário

02 Set 2026 / 15h51
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
CCJ do Senado aprova fim da escala 6x1, votação vai a plenário
Foto - Geraldo Magela / Agência Senado

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira (2) a proposta de emenda à Constituição que acaba com a chamada escala 6x1 – seis dias de trabalho e um de repouso. A matéria vai a Plenário.

A PEC 221/2019, relatada pelo senador Omar Aziz (PSD-AM), reduz a jornada máxima de trabalho semanal de 44 para 40 horas. A proposta fixa período de até oito horas diárias, com possibilidade de compensação de horários e redução da jornada por acordo ou convenção coletiva de trabalho. O texto também estabelece repouso semanal remunerado de dois dias, um deles preferencialmente aos domingos, sem redução salarial.

O texto original foi aprovado em votação simbólica (havia 27 senadores presentes), com votos contrários de Rogério Marinho (PL-RN), Jaime Bagattoli (PL-RO), Hamilton Mourão (Republicanos-RS) e Tereza Cristina (PP-MS). Os senadores aprovaram requerimento para tramitação da PEC em calendário especial no Plenário, para abreviar os prazos regimentais.

Tendo como primeiro signatário o deputado federal Reginaldo Lopes (PT-MG), a PEC havia sido aprovada no Plenário da Câmara em maio deste ano. Na CCJ do Senado foram apresentadas 36 emendas, todas rejeitadas pelo senador Omar Aziz. O relator explicou que alterações retornariam o texto à nova deliberação dos deputados, mas salientou que serão, sim, necessários alguns ajustes a serem propostos em outras matérias.

Os senadores da CCJ rejeitaram destaque a uma emenda apresentada pelo senador Rogério Marinho, que afirmou não ser razoável que o texto da Constituição defina jornada e escala de trabalho. Ele defendeu que “a escala possa ser mutável”, de forma que não seja imposta a todos uma escala única.

Rogério Marinho chegou a pedir vista regimental, após quase cinco horas de debate, o que levou a uma suspensão da reunião durante uma hora, concedida pelo presidente da CCJ, senador Otto Alencar (PSD-BA). Reiniciada a reunião, Omar Aziz alegou que qualquer alteração no texto original exigiria devolver a PEC à Câmara.

A PEC agora segue ao Plenário, onde tem que passar por cinco sessões de discussão antes da votação em primeiro turno. Para ser aprovada, precisa do voto de três quintos dos senadores, o equivalente a 49 dos 81 parlamentares, em dois turnos de votação. Entre o primeiro e o segundo turno, deve ser cumprido o intervalo previsto pelo Regimento da Casa. Esses prazos podem ser reduzidos por acordo.

Após reunião com Lula, Davi Alcolumbre anuncia avanço de PEC pelo fim da escala 6x1

26 Ago 2026 / 17h30
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Após reunião com Lula, Davi Alcolumbre anuncia avanço de PEC pelo fim da escala 6x1
Foto - Reprodução / YouTube

A proposta que prevê o fim da escala de trabalho 6x1 avançou no Senado Federal e deve ganhar um novo capítulo nos próximos dias. O presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União-AP), informou nesta quarta-feira (26) que o relator da Proposta de Emenda à Constituição (PEC), senador Omar Aziz (PSD-AM), está concluindo o parecer sobre o texto.

De acordo com Alcolumbre, a expectativa é que o relatório seja apresentado na próxima quarta-feira (2), durante reunião da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. A apresentação do parecer representa mais uma etapa na tramitação da proposta que discute mudanças na jornada de trabalho e o possível fim do atual modelo de seis dias trabalhados para um dia de descanso.

A declaração foi feita após uma reunião entre o presidente do Senado, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, realizada no Palácio da Alvorada, em Brasília.

Com a apresentação do relatório pelo senador Omar Aziz, a PEC deverá seguir para análise dos integrantes da CCJ, etapa importante antes de um possível avanço da proposta nas demais fases de tramitação no Congresso Nacional.

A discussão sobre o fim da escala 6x1 tem mobilizado trabalhadores, entidades e representantes políticos em todo o país e pode resultar em mudanças significativas nas regras relacionadas à jornada de trabalho no Brasil.

Senado aprova alívio de imposto sobre combustíveis; texto vai à sanção

13 Ago 2026 / 08h00
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Senado aprova alívio de imposto sobre combustíveis; texto vai à sanção
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

O Projeto de Lei Complementar (PLP) 114/2026, que reduz tributos federais sobre óleo diesel, biodiesel, gasolina, etanol e querosene de aviação, foi aprovado na noite desta quarta-feira (12), por 61 votos a 2, no Senado Federal, e agora seguirá para sanção presidencial.

Horas antes, o mesmo texto já havia passado pela Câmara dos Deputados, depois que um acordo entre governo e lideranças do Congresso viabilizou o avanço da medida.

O principal objetivo do projeto é mitigar os efeitos do aumento dos preços dos combustíveis decorrente da guerra dos Estados Unidos (EUA) contra o Irã no Oriente Médio, que fechou a principal rota de exportação do petróleo na região, provocando fortes oscilações na cotação do barril.

Mesmo assim, o alcance da norma foi ampliado pelos parlamentares para conceder benefícios fiscais a diferentes setores, incluindo a produção de etanol, de fertilizantes agrícolas, de pesquisa de minerais críticos e terras raras, bem como a desoneração de impostos para a Fifa, organizadora da Copa do Mundo de Futebol Feminino, que será realizada no Brasil, em 2027.

A perda de arrecadação, de acordo com o texto, será compensada pelo aumento extraordinário de receitas da União obtidas justamente por conta do aumento no valor do petróleo, que ampliou os royalties e outras participações desde o início do ano.

Entre janeiro e março de 2026, a arrecadação federal chegou a R$ 28 bilhões, contra R$ 9 bilhões no mesmo período em 2025, um crescimento real superior a 200%.

Quaest: Rui Costa lidera com 22% e Jaques Wagner aparece em segundo com 16% na disputa pelo Senado na Bahia

29 Jul 2026 / 10h30
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Quaest: Rui Costa lidera com 22% e Jaques Wagner aparece em segundo com 16% na disputa pelo Senado na Bahia
Fotos - Wilker Porto / Agora Sudoeste

O ex-governador da Bahia Rui Costa (PT) aparece na primeira colocação, com 22% das intenções de voto, enquanto o senador Jaques Wagner (PT) registra 16% em pesquisa Genial/Quaest sobre a corrida pelas duas vagas ao Senado Federal pela Bahia nas eleições de 2026.

O levantamento foi divulgado nesta quarta-feira (29) e apresenta os dois petistas numericamente à frente dos demais nomes testados. João Roma (PL) e Angelo Coronel (Republicanos) aparecem empatados, com 6% cada. 

Na sequência, Professora Delliana Ricelli (Psol) registra 3%, Marcelo Santtana (DC) aparece com 1%, enquanto Gregorio Gould (UP) não pontuou.

O levantamento também mostra que 22% dos entrevistados estão indecisos, enquanto 24% afirmaram que votariam em branco, anulariam o voto ou não pretendem votar.

Cenário 1

  • Rui Costa (PT): 22%
  • Jaques Wagner (PT): 16%
  • João Roma (PL): 6%
  • Angelo Coronel (Republicanos): 6%
  • Professora Delliana Ricelli (Psol): 3%
  • Marcelo Santtana (DC): 1%
  • Gregorio Gould (UP): 0%
  • Indecisos: 22%
  • Branco/Nulo/Não vai votar: 24%

Cenário 2

No segundo cenário apresentado pela pesquisa, os dois primeiros colocados mantêm os mesmos percentuais. Rui Costa permanece com 22% e Jaques Wagner com 16%. João Roma e Angelo Coronel também continuam com 6% cada.

A alteração ocorre entre os demais nomes: Professora Delliana Ricelli passa de 3% para 4%, enquanto Gregorio Gould permanece com 0%. Os índices de indecisos e de eleitores que afirmam votar em branco, anular ou não votar permanecem em 22% e 24%, respectivamente. 

  • Rui Costa (PT): 22%
  • Jaques Wagner (PT): 16%
  • João Roma (PL): 6%
  • Angelo Coronel (Republicanos): 6%
  • Professora Delliana Ricelli (Psol): 4%
  • Gregorio Gould (UP): 0%
  • Indecisos: 22%
  • Branco/Nulo/Não vai votar: 24%

Metodologia

A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos e realizada entre os dias 23 e 27 de julho, com 1.200 eleitores com 16 anos ou mais.

A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado na Justiça Eleitoral sob o número BA-02331/2026. 

Eleições 2026: ACM Neto oficializa candidatura ao Governo da Bahia

22 Jul 2026 / 17h30
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Eleições 2026: ACM Neto oficializa candidatura ao Governo da Bahia
Foto - Divulgação

O ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil), oficializou nesta quarta-feira (22) sua candidatura ao Governo da Bahia nas eleições de 2026. Aos 47 anos, o político disputará pela segunda vez o comando do Estado e deve enfrentar novamente o atual governador Jerônimo Rodrigues (PT), que buscará a reeleição.

A confirmação da candidatura marca o início de mais uma campanha estadual protagonizada por ACM Neto, que em 2022 chegou ao segundo turno e obteve mais de quatro milhões de votos na disputa pelo Palácio de Ondina.

Com o anúncio, o cenário eleitoral baiano começa a ganhar forma para o pleito de 2026, que promete repetir o embate entre União Brasil e Partido dos Trabalhadores na corrida pelo governo estadual.

Além da candidatura de ACM Neto, também foram oficializados os nomes que disputarão vagas no Senado Federal. O senador Angelo Coronel (Republicanos) confirmou que buscará um novo mandato, enquanto o presidente estadual do PL, João Roma, também anunciou que participará da disputa por uma das cadeiras baianas na Casa Legislativa.

PF intima senador Jaques Wagner para depor no âmbito de investigação sobre Banco Master

21 Jul 2026 / 10h13
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
PF intima senador Jaques Wagner para depor no âmbito de investigação sobre Banco Master
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

O senador Jaques Wagner (PT-BA) foi intimado pela Polícia Federal (PF) para prestar depoimento no próximo dia 7 de agosto, no âmbito de uma investigação que apura o suposto recebimento de vantagens econômicas indevidas relacionadas ao Banco Master. A apuração tramita sob autorização do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Durante o andamento da investigação, a Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão contra o parlamentar e determinou medidas de restrição relacionadas às suas atividades econômicas, conforme decisão judicial.

De acordo com a investigação, os policiais apuram uma possível ligação entre familiares do senador, empresas ligadas ao seu entorno e pessoas vinculadas ao Banco Master. Segundo a PF, há indícios que apontariam para um suposto repasse de benefícios econômicos ao parlamentar, direta ou indiretamente, por meio de familiares, pessoas próximas e estruturas societárias associadas à instituição financeira.

Os investigadores também sustentam que Jaques Wagner teria mantido contato frequente com Augusto Ferreira Lima, apontado como ex-sócio do Banco Master e responsável por operações financeiras que estariam sob análise. Conforme os autos da investigação, ele teria intermediado o envio de benefícios ao senador.

Entre os fatos apurados está a suspeita de que um apartamento avaliado em aproximadamente R$ 2,4 milhões, localizado em Salvador, tenha sido pago como vantagem indevida. A Polícia Federal cita uma conversa interceptada em que o senador teria encaminhado ao investigado o contato do gerente da construtora, informando a unidade e o valor do imóvel.

As suspeitas seguem sob investigação e ainda serão objeto de apuração durante a fase de instrução do processo. Até o momento, não há decisão judicial definitiva sobre o caso, prevalecendo o princípio constitucional da presunção de inocência.

Após ter sido alvo da operação da Polícia Federal, Jaques Wagner deixou a função de líder do Governo no Senado Federal.

Congresso entra em recesso com projetos pendentes para o 2º semestre

17 Jul 2026 / 14h39
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Congresso entra em recesso com projetos pendentes para o 2º semestre
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

O Congresso Nacional entra em recesso a partir desta sexta-feira (17) sem analisar uma série de pautas que estavam previstas para o primeiro semestre e acabaram tendo a análise adiada. 

A retomada dos trabalhos deve ocorrer somente em agosto, embora o calendário deva ser afetado pela campanha para as eleições gerais de outubro, na qual muitos parlamentares devem se engajar como candidatos. 

Escala 6x1

Entre os principais projetos que aguardam votação está a proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6x1 e reduz a jornada de trabalho das atuais 44 para 40 horas semanais.

Aprovada na Câmara dos Deputados, em 27 de maio, com apenas 22 votos contrários, a PEC segue travada na mesa do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).

O senador não despachou a proposta para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e, como não há sessão da comissão nesta semana, a análise da PEC deve ficar para o segundo semestre, em meio à campanha eleitoral. 

Criminalização da misoginia

Na Câmara dos Deputados, uma das votações mais esperadas é a do projeto de lei que criminaliza a misoginia, que é o ódio e a discriminação contra mulheres pelo fato de serem mulheres. O PL 896 de 2023 equipara a misoginia à prática do racismo.

A relatora do projeto, deputada Tabata Amaral (PSB-SP), e a bancada feminina na Câmara buscaram pressionar para que o texto fosse votado antes do recesso, mas a apreciação em plenário acabou adiada em face da pressão da ala conservadora do Congresso. 

A urgência do PL que criminaliza a misoginia foi aprovada na Câmara no dia 1º de julho, por 293 votos favoráveis e 158 contrários. No Senado o texto foi aprovado, por unanimidade, em março.

Nesta semana, o presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), ao reconhecer que a criminalização da misoginia divide o plenário, pediu que as bancadas recebam a relatora Tabata Amaral para construção de um “texto de consenso”.

“[Com a urgência sendo aprovada] nós vamos, ao lado das lideranças, com muita cautela, com muito respeito, construir o melhor texto possível.”, disse Motta.

A urgência ao projeto foi rejeitada pelos partidos Novo, Missão e o Partido Liberal (PL), que encaminharam contra a votação. A líder do PL Júlia Zanatta (PL-SC), argumenta que o tema não está maduro para votação. “Há várias divergências”, disse.

Ampliação do MEI

Ficou também pendente de análise pelo plenário da Câmara o projeto que amplia o limite de faturamento do microempreendedor individual para R$ 140 mil anuais. O tema chegou a ser pautado para votação em 7 de julho, na Câmara, mas acabou não sendo apreciado devido a impasses com a equipe econômica do governo. 

Após acordo, Senado aprova MP do frete sem o piso salarial de R$ 5 mil

15 Jul 2026 / 06h23
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Após acordo, Senado aprova MP do frete sem o piso salarial de R$ 5 mil
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

O Senado aprovou nesta terça-feira (14) a medida provisória que altera as regras do piso mínimo do frete rodoviário, mas sem o piso salarial de R$ 5 mil mensais para os caminhoneiros.

A medida provisória (MP 1.343/2026) passou por uma série de mudanças e, por isso, foi transformada em um projeto de lei de conversão: o PLV 6/2026. O texto segue para a sanção da Presidência da República.

O valor do piso não estava no texto enviado pelo governo. A previsão de um piso salarial nacional de R$ 5 mil para caminhoneiros de longa distância foi incluída pela comissão mista (de senadores e deputados federais) que analisou a matéria — e foi mantida na votação na Câmara dos Deputados.

Mas, no Senado, o dispositivo foi retirado por ser considerado um tema estranho ao conteúdo original da medida provisória. O pedido de exclusão foi apresentado pelos senadores Jaime Bagattoli (PL-RO) e Tereza Cristina (PP-MS), e foi acatado pelo relator da MP, senador Styvenson Valentim (Podemos-RN).

A exclusão foi tratada como supressão, e não como alteração do texto, para evitar o retorno da proposta à Câmara. 

Ao anunciar o acordo para a votação da proposta, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, afirmou que reuniu governo, parlamentares e representantes dos setores envolvidos para buscar um consenso. Segundo ele, o texto aprovado pela Câmara gerava divergências e precisava ser discutido antes de ir à votação no Plenário do Senado.

— O debate é a essência do Parlamento. Se havia divergências sobre o texto, era preciso ouvir todos os envolvidos. Demos uma contribuição para o Brasil, mas é rápido esquecer isso quando se quer arrumar um culpado. O difícil é sentar por dez horas, governo, oposição e relator, para construir um acordo. Era mais fácil dizer que não ia pautar. (...) Nós nos debruçamos sobre o processo, entramos para dentro do problema e demos a solução — afirmou Davi.

Plenária do Programa de Governo Participativo reúne apoiadores de Jerônimo Rodrigues em Jequié

10 Jul 2026 / 09h37
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Plenária do Programa de Governo Participativo reúne apoiadores de Jerônimo Rodrigues em Jequié
Foto - Matheus Landim

O município de Jequié sediou, na noite desta quinta-feira (9), mais uma etapa do Programa de Governo Participativo, iniciativa promovida pelo grupo político liderado pelo governador e pré-candidato à reeleição Jerônimo Rodrigues (PT). O encontro foi realizado no Jequié Tênis Club e reuniu lideranças políticas, representantes da sociedade e apoiadores de diversos municípios do Território do Médio Rio de Contas.

Segundo a organização do evento, cerca de 10 mil pessoas participaram da plenária, que teve como objetivo ouvir propostas e sugestões para a elaboração do programa de governo apresentado pelo grupo para o próximo ciclo administrativo.

Além de Jerônimo Rodrigues, o evento contou com a presença do senador e pré-candidato à reeleição Jaques Wagner, do ex-governador Rui Costa, pré-candidato ao Senado Federal, além de prefeitos, vice-prefeitos, vereadores e pré-candidatos a deputado estadual e federal da base aliada.

Durante a plenária, representantes políticos destacaram a importância da participação popular na construção das propostas e defenderam a continuidade das políticas públicas desenvolvidas pelos governos estadual e federal. Conforme os organizadores, a mobilização registrada em Jequié demonstra o engajamento de lideranças e apoiadores da região no processo de discussão das diretrizes que deverão integrar o plano de governo apresentado pelo grupo político.

O Programa de Governo Participativo percorre diferentes regiões da Bahia com a proposta de reunir contribuições da população e de representantes de diversos segmentos para a formulação das propostas que serão apresentadas durante o período eleitoral, observadas as regras da legislação vigente.

Jaques Wagner anuncia saída da liderança do governo no Senado

25 Jun 2026 / 07h56
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Jaques Wagner anuncia saída da liderança do governo no Senado
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

O senador Jaques Wagner (PT-BA) anunciou nesta quarta-feira (24), em suas redes sociais, que deixará a liderança do governo no Senado. Na nota, Wagner informa que a decisão foi tomada, em comum acordo, com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com quem se reuniu hoje no Palácio da Alvorada. 

"Acabei de ter uma ótima reunião com o Presidente @LulaOficial, uma conversa entre amigos, e decidimos, em comum acordo, que me afastarei da liderança do Governo no Senado Federal. Neste momento, minha prioridade absoluta é provar minha inocência e me dedicar à reeleição do presidente Lula e do governador Jerônimo Rodrigues, além da minha reeleição junto com Rui Costa para o Senado. Juntos, com humildade e muito trabalho, renovaremos nosso compromisso com o projeto coletivo que vem mudando a Bahia e o Brasil", diz o comunicado.

No dia 18 de junho, a Polícia Federal realizou ação de busca e apreensão nas residências do senador em Brasília e Salvador. Os agentes acusam Jaques Wagner de ter recebido vantagens do banqueiro Augusto Ferreira Lima, ex-sócio do Banco Master.

Em entrevista à Band News no mesmo dia, Wagner negou irregularidades e afirmou estar "absolutamente tranquilo" em relação à investigação.

Senado aprova MP que estabelece piso de R$ 5.130 para professores

27 Mai 2026 / 10h30
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Senado aprova MP que estabelece piso de R$ 5.130 para professores
Foto - Camila Souza / GovBA

O Senado aprovou nesta terça-feira (26) a Medida Provisória (MP) 1.334/2026, que reajusta o piso salarial dos professores da educação básica para R$ 5.130,63 em 2026. O texto vai à sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A medida representa um aumento de 5,4% sobre o valor anterior, de R$ 4.867,77, com um ganho real de 1,5 ponto percentual acima da inflação.

A MP foi editada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em janeiro, quando as regras entraram em vigor. Pelo texto, o novo cálculo será a soma do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) e 50% da média de crescimento real das receitas do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

Segundo o governo, a fórmula anterior teria resultado em recomposição de apenas 0,37% — a nova garante 5,4%.

De acordo com a senadora Professora Dorinha Seabra (União-TO), relatora da proposta, a nova regra deve gerar um impacto de R$ 6,4 bilhões em 2026.

A MP também estabelece um teto e um piso para as correções futuras: o reajuste não pode superar a variação da receita nominal do Fundeb entre os dois anos anteriores, nem ser inferior ao INPC.

Rui Costa e Jaques Wagner lideram pesquisa Quaest para o Senado na Bahia

29 Abr 2026 / 09h48
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Rui Costa e Jaques Wagner lideram pesquisa Quaest para o Senado na Bahia
Fotos - Wilker Porto / Agora Sudoeste

Levantamento divulgado nesta quarta-feira (29) pela Quaest mostra cenário inicial da disputa ao Senado na Bahia com liderança de Rui Costa, que aparece com 24% das intenções de voto, seguido por Jaques Wagner com 22%. Os números indicam vantagem dos dois primeiros colocados na corrida eleitoral para as duas vagas que estarão em disputa no estado em 2026.

Na sequência, o estudo aponta João Roma com 9% das intenções de voto, enquanto Angelo Coronel registra 6%. Delliana Ricelli aparece com 1% e Marcelo Santtana não pontuou. O levantamento também mostra que 22% dos entrevistados afirmaram votar em branco, nulo ou não pretendem votar, enquanto 16% disseram ainda não saber ou permanecem indecisos.

A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos e ouviu 1.200 eleitores com 16 anos ou mais entre os dias 23 e 27 de abril. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

Em 2026, cada estado elegerá dois senadores, dentro do sistema de renovação parcial do Senado Federal. As 27 unidades da federação possuem três representantes cada, e a eleição colocará em disputa 54 das 81 cadeiras existentes. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o número BA-03657/2026.

Governo quer converter receitas extras com petróleo em desonerações

24 Abr 2026 / 08h30
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Governo quer converter receitas extras com petróleo em desonerações
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

O governo federal enviou nesta quinta-feira (23) ao Congresso o Projeto de Lei Complementar 114 de 2026, que cria um mecanismo para reduzir tributos sobre combustíveis caso haja aumento de arrecadação com receitas do petróleo. A proposta foi apresentada pelo líder do PT na Câmara, deputado Paulo Pimenta.

Pouco antes das 16h, o Ministério da Fazenda tinha anunciado que a medida envolveria novos cortes diretos de impostos. No entanto, o ministro Dario Durigan corrigiu a informação.

“Não estamos fazendo anúncio de redução tributária de nenhum tributo, e, sim, de um mecanismo discutido com o Congresso para minorar o impacto da guerra”, declarou o ministro, em referência aos efeitos do conflito no Oriente Médio sobre os preços de combustíveis.

Proposta

A proposta prevê que receitas extraordinárias provenientes do petróleo, como royalties e venda de petróleo do pré-sal, sejam usadas para compensar reduções de impostos sobre combustíveis.

Poderiam ser abatidas as alíquotas do Programa de Integração Social (PIS), da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) sobre diesel, gasolina, etanol e biodiesel.

A proposta inicial prevê duração do regime enquanto durar a guerra no Oriente Médio. Assim que for constatado aumento de receitas, o presidente da República poderá editar um decreto com desonerações de combustíveis.

As reduções de tributos valeriam por dois meses, com revisões após o fim do período.

Segundo o ministro do Planejamento, Bruno Moretti, isso permitirá a manutenção da neutralidade fiscal, sem impacto para as contas públicas.

Jaques Wagner e Rui Costa lideram disputa pelo Senado em 2026, aponta pesquisa

24 Mar 2025 / 12h00
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Jaques Wagner e Rui Costa lideram disputa pelo Senado em 2026, aponta pesquisa
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Paraná Pesquisas revelou que o senador Jaques Wagner (PT) e o ministro da Casa Civil Rui Costa (PT) são os principais nomes na corrida pelo Senado na Bahia em 2026. O levantamento ouviu 1.640 eleitores em 65 municípios entre os dias 17 e 20 de março de 2025. A pesquisa apresenta um intervalo de confiança de 95% e uma margem de erro de 2,5 pontos percentuais. Na sondagem espontânea, onde os entrevistados citam nomes sem sugestões prévias, Jaques Wagner aparece na liderança com 2% das intenções de voto. Otto Alencar surge em seguida com 1,9%, enquanto Rui Costa tem 1,2%. João Roma (0,7%), ACM Neto (0,4%), Dra. Raissa Soares (0,3%), Angelo Coronel (0,2%) e Marcelo Nilo (0,1%) também foram mencionados. Um total de 85,2% dos entrevistados afirmou não saber ou preferiu não opinar. Já no cenário estimulado, em que os entrevistados podiam citar até dois candidatos, Rui Costa assumiu a liderança com 43,8% das intenções de voto, seguido por Jaques Wagner, com 34%. João Roma aparece em terceiro lugar com 24,6%, enquanto Dra. Raissa Soares e Angelo Coronel registraram 11,2% e 11%, respectivamente. Outros nomes lembrados foram Adolfo Viana (7,4%), Márcio Marinho (6,7%) e Marcelo Nilo (5,3%). Nesta modalidade, 4,7% dos eleitores declararam não saber ou não quiseram opinar.

Eleitores votarão em dois candidatos ao Senado este ano

Por: Agência Brasil
27 Ago 2018 / 10h29
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Eleitores votarão em dois candidatos ao Senado este ano
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

Único cargo eletivo com mandato de oito anos estabelecido na Constituição Federal, o voto para senador é o que pode ser confuso nessas eleições. É que, diferentemente das eleições de 2014, quando cada eleitor pôde votar em apenas um nome para o Senado, este ano duas das três vagas que cada estado e do Distrito Federal têm direito, o cidadão poderá votar em dois nomes para o Senado. Alternadamente, um terço, ou seja, 27 vagas e, dois terços, 54 vagas, são colocadas em disputa a cada quatro anos. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral, os dois votos têm pesos iguais. Não existe prioridade em razão do eleitor votar primeiro em um e depois em outro candidato. Outro ponto importante, segundo a Justiça Eleitoral, é  que não é possível votar duas vezes no mesmo candidato. Em caso de repetição, o segundo voto é automaticamente anulado, sem prejudicar as demais votações.

Adicione e Participe

Textos, Fotos e Vídeos

77 99992-3542
Top Acessadas


Marquinho Viana é reeleito deputado estadual com 60.210 votos
Marquinho Viana é reeleito deputado estadual com 60.210 votos
05 Out 2026 / 01h18
Confira os 63 deputados estaduais eleitos na Bahia para a nova legislatura da Alba
Confira os 63 deputados estaduais eleitos na Bahia para a nova legislatura da Alba
05 Out 2026 / 07h48
Confira os 39 deputados federais eleitos pela Bahia nas eleições de 2026
Confira os 39 deputados federais eleitos pela Bahia nas eleições de 2026
05 Out 2026 / 08h40
Rubens Araújo é reeleito presidente da Câmara de Brumado por unanimidade
Rubens Araújo é reeleito presidente da Câmara de Brumado por unanimidade
01 Out 2026 / 19h23
PM apreende 22 cestas básicas após denúncia de possível distribuição eleitoral em Brumado
PM apreende 22 cestas básicas após denúncia de possível distribuição eleitoral em Brumado
02 Out 2026 / 06h25
Comentários


Paulo César Nogueira Abade comentou em:
Motocicleta furtada em Guanambi é localizada e recuperada na zona rural de Caetité
marcos comentou em:
Datafolha: Lula tem 47% e Flávio Bolsonaro, 45%, em cenário de segundo turno
Isso ae comentou em:
Governo da Bahia oferece mais de 20 mil vagas para CNH gratuita
Jorge Timbó comentou em:
Prefeito Fabrício Abrantes anuncia licitação para a segunda etapa da Barragem de Cristalândia em Brumado
Otrebla seravat sotnas comentou em:
Policlínica Manoel Fernandes registra crescimento de 180% nos atendimentos e terá espaço requalificado inaugurado neste sábado (29)
Genes Academia
Arquivo


2026
2025
2024
2023
2022
2021
2020
2019
2018
2017
2016
2015
2014
2013
2012
Café Brumado