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A Prefeitura de Brumado, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semec), concluiu nesta sexta-feira (11) mais uma etapa significativa no fortalecimento da educação pública local. A cerimônia de entrega dos certificados do Curso de Formação pela Escola marcou o encerramento de uma jornada de aprendizado, dedicação e compromisso com a qualidade do ensino. O curso proporcionou aos participantes momentos de troca de experiências, aprofundamento de conhecimentos e reflexão sobre práticas pedagógicas, além de fortalecer o vínculo entre os profissionais da educação e os princípios de uma escola pública mais eficiente e acolhedora. Durante o evento, a gestão municipal destacou a importância da formação continuada para os profissionais da rede e parabenizou os cursistas pela dedicação. “Cada certificado entregue hoje representa o compromisso de fazer a diferença nas salas de aula e nas vidas dos nossos alunos”, destacou a equipe da Semec.
Na última quinta-feira (06), o fundador do movimento Escola sem Partido, o procurador de Justiça de São Paulo Miguel Nagib, foi à Câmara dos Deputados pedir que o relator do projeto de lei que recebeu o mesmo nome, deputado Flavinho (PSC-SP), retire do texto a proibição para tratar de questões de gênero nas escolas. De acordo com informações da Agência Brasil, hoje haveria mais uma tentativa de votação do substitutivo apresentado por Flavinho na comissão especial que discute a matéria na Câmara, mas isso não ocorreu. Nagib, então, encontrou o parlamentar no plenário da Casa e teve com ele uma breve conversa no café do local. A intenção era ter uma reunião formal, mas o deputado embarcaria em voo para São Paulo. “O substitutivo tem artigos que se contradizem; está errado, não pode ficar assim. Eu acho que essa lei não pode proibir conteúdos, nem questão de gênero, ela deve estabelecer que seja qual for o conteúdo, ele tem que ser apresentado sem dogmatismo, sem proselitismo, que são abordagens próprias da religião”, disse Nagib à Agência Brasil. O tempo está cada vez mais apertado para que o projeto seja aprovado na atual legislatura, o que é o desejo daqueles que são favoráveis ao texto. Já aqueles que são contrários, querem que o projeto seja arquivado, o que ocorrerá caso a aprovação na comissão especial não seja ainda este ano. Nagib acredita que a supressão do artigo que trata de gênero vai facilitar a aprovação. Nagib explica que o próprio substitutivo estipula, no Artigo 2º, que o Poder Público “não se imiscuirá no processo de amadurecimento sexual dos alunos nem permitirá qualquer forma de dogmatismo ou proselitismo na abordagem das questões de gênero”. Depois, ressaltou o procurador, o texto apresenta uma contradição, no artigo 6º, quando diz: “A educação não desenvolverá políticas de ensino, nem adotará currículo escolar, disciplinas obrigatórias, nem mesmo de forma complementar ou facultativa, que tendam a aplicar a ideologia de gênero, o termo ‘gênero’ ou ‘orientação sexual’.”