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Os trabalhadores nascidos em maio e em junho que ganharam até R$ 2.766 com carteira assinada em 2024 recebem nesta sexta-feira (15) o abono salarial. Neste quarto lote, serão liberados R$ 5,7 bilhões para 4.555.924 beneficiários.
O valor do benefício varia de R$ 136 a R$ 1.621, conforme a quantidade de meses trabalhados em 2024. O calendário segue de forma escalonada ao longo de 2026, de acordo com o mês de nascimento.
Quem recebe neste lote
Do total de contemplados em maio:
Quem tem direito ao Abono Salarial
Tem direito ao benefício o trabalhador que:
Estão abertas as inscrições para o processo seletivo da Policlínica Regional de Brumado, conforme o Edital 001/2026, que oferece vagas para profissionais de níveis médio, técnico e superior. Os salários podem chegar a R$ 6.483,19, além de gratificações por desempenho (GDI), conforme previsto no certame.
Entre as oportunidades disponíveis estão cargos como assistente administrativo, técnicos em enfermagem e radiologia, enfermeiro, psicólogo, nutricionista e diversas especialidades médicas, ampliando as chances para profissionais da área da saúde e setores administrativos.
As inscrições devem ser realizadas exclusivamente por meio do site da Fundação CEFETBAHIA, no período de 28 de abril a 17 de maio de 2026. O processo seletivo contará com prova escrita e avaliação de títulos, conforme o cargo pretendido.
Os interessados devem acessar o edital completo para conferir os requisitos, carga horária, conteúdo programático e cronograma detalhado da seleção. O documento está disponível no link: Acessar edital completo.
No Brasil, ter um diploma de ensino superior faz diferença: aumenta as chances de ter um emprego e melhores salários, que chegam a mais que o dobro daqueles que têm formação até o ensino médio. Mesmo assim, um em cada quatro estudantes abandona os estudos depois de cursar apenas um ano.
As informações estão no relatório Education at a Glance (EaG) 2025, da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), que reúne as principais e mais ricas economias do mundo.
O documento traz dados educacionais como desempenho dos estudantes, taxas de matrícula e organização dos sistemas educacionais dos 38 países-membros da organização, além de Argentina, Bulgária, China, Croácia, Índia, Indonésia, Peru, Romênia, Arábia Saudita, África do Sul e Brasil – que é parceiro-chave da OCDE.
Neste ano, o relatório tem como foco principal o ensino superior. Os dados mostram que brasileiros de 25 a 64 anos que concluem o ensino superior ganham, em média, 148% a mais do que aqueles que têm ensino médio. Essa diferença é maior do que a média dos países da OCDE, que é de um salário médio 54% maior.