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Uma nova pesquisa Quaest mostra uma disputa tecnicamente equilibrada pelo Governo da Bahia. Divulgado nesta quinta-feira (24), o levantamento, encomendado pela TV Bahia, apresenta ACM Neto (União Brasil) com 42% das intenções de voto, enquanto Jerônimo Rodrigues (PT) aparece com 40%.
Como a margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, os dois candidatos estão tecnicamente empatados.
Na comparação com a pesquisa anterior, realizada em 27 de agosto, ACM Neto passou de 39% para 42%, enquanto Jerônimo Rodrigues avançou de 37% para 40%.
Os demais candidatos aparecem com percentuais próximos de zero. Maria Bona (PCO) registra 1%. Ronaldo Mansur (PSOL), Aroldo Felix (UP) e Ariel Capistrano (DC) aparecem com 0% cada. O levantamento também aponta 9% de eleitores indecisos e 8% que afirmaram votar em branco, nulo ou não votar.
A pesquisa avaliou ainda o grau de definição do eleitorado. Segundo os dados, 20% dos entrevistados afirmam que ainda podem mudar de escolha, percentual que era de 31% em agosto. Já 79% consideram a decisão definitiva, ante 68% no levantamento anterior.
A Quaest entrevistou 900 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 20 e 23 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BA-01850/2026.
Um levantamento realizado pelo Instituto Paraná Pesquisas em parceria com o Bahia Notícias mostra que 53,4% dos entrevistados aprovam a administração do governador Jerônimo Rodrigues (PT) na Bahia. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (27) e integram o cenário estimulado da pesquisa.
Por outro lado, 43,6% dos participantes afirmaram desaprovar a gestão estadual. Outros 3,0% não souberam responder ou preferiram não opinar.
Na avaliação específica da administração, 41,7% dos entrevistados classificaram o governo como ótimo ou bom. Desse percentual, 15,1% consideram a gestão ótima, enquanto 26,6% avaliam o governo como bom. A parcela que considera a administração regular corresponde a 20,9%.
Entre os entrevistados que fazem uma avaliação negativa da gestão, 35,5% classificaram o governo como ruim ou péssimo. A avaliação como ruim foi apontada por 5,4%, enquanto 30,1% consideraram a administração péssima. Outros 2,0% não souberam responder ou não opinaram.
Os números também mostram oscilações na aprovação do governador ao longo dos últimos levantamentos. Na comparação com a pesquisa realizada em agosto, registrada sob o número BA-03043/2026, o índice caiu de 55,2% para os atuais 53,4%.
Já em relação ao levantamento de julho, registrado no TSE sob o número BA-04848/2026, houve crescimento. Na ocasião, 52,0% dos entrevistados aprovavam a administração estadual. O resultado atual representa uma alta de 1,4 ponto percentual.
Na comparação com a pesquisa de maio, registrada sob o número BA-03619/2026, a aprovação apresentou uma pequena variação negativa, passando de 53,9% para 53,4%, uma diferença de 0,5 ponto percentual.
O índice de desaprovação também apresentou mudanças entre os levantamentos. Em relação à pesquisa anterior, de agosto, a taxa subiu de 41,5% para 43,6%. Já na comparação com julho, quando 45,1% desaprovavam a gestão, houve redução de 1,5 ponto percentual.
Em relação ao levantamento realizado em maio, a desaprovação passou de 42,6% para 43,6%, representando uma alta de 1 ponto percentual.
A pesquisa ouviu presencialmente 1.400 pessoas em 62 municípios baianos entre os dias 23 e 25 de agosto. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BA-07628/2026.