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A Polícia Civil da Bahia recebeu 1,2 mil coletes balísticos com capas táticas para renovar os equipamentos utilizados pelos policiais civis em Salvador, na Região Metropolitana e no interior do estado. A iniciativa contempla a substituição de coletes com prazo de validade vencido.
Em setembro, a instituição já havia recebido outros 798 coletes, dando início à substituição dos equipamentos nas unidades do interior. A previsão é de que mais 1,2 mil unidades sejam entregues, ampliando o processo de renovação em todo o estado. A substituição contempla os equipamentos com prazo de validade vencido, sem incluir aqueles que ainda estão dentro do período de uso.
Os novos coletes, que possuem bolso para a guarda de objetos, também passam por testes balísticos para avaliar a resistência a disparos de diferentes calibres e verificar sua capacidade de proteção. Representantes da Coordenação de Fiscalização de Produtos Controlados (CFPC) da Polícia Civil da Bahia estão em São Paulo para acompanhar os ensaios.
“É a possibilidade de atender aos policiais com um produto de qualidade, priorizando a segurança e a ergonomia, para que o servidor se sinta valorizado sabendo que os investimentos são em prol do seu conforto e, acima de tudo, de sua segurança”, declarou a coordenadora da CFPC, delegada Daniela Fernandes.
“Não haverá aumento na tarifa para quem vai usar o metrô e o ônibus da região metropolitana”, anunciou o governador Jerônimo Rodrigues, nesta quinta-feira (20). Durante uma reunião, que contou com a presença de secretários estaduais envolvidos com o tema, vereadores de Salvador, deputados estaduais e do vice-governador, Geraldo Júnior, ficou estabelecido que o Governo do Estado vai assumir o custo. O projeto de lei será enviado para a Assembleia Legislativa da Bahia (Alba). Com essa decisão, as tarifas vão permanecer nos mesmos valores, R$ 4,10 no metrô, e nos ônibus, as que são praticadas atualmente, a depender da localidade atendida. O impacto aos cofres públicos está estimado em R$ 70 milhões ao ano, sendo R$ 39 milhões com o sistema metroviário, e R$ 30,4 milhões com a frota da região metropolitana. Um estudo realizado pela Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia (Sefaz-BA) indicou que com o custeio do Estado, a tarifa está estabelecida em R$ 4,10. Já sem o aporte, o valor seria de R$ 9,21. O Governo da Bahia aplicou R$ 8,1 bilhões no sistema metroviário, sendo R$ 4,4 bilhões na construção e R$ 3,7 bilhões na operação. O modal é responsável pelo transporte mensal de 9,4 milhões de pessoas. Somente em 2024 foram realizadas 118 milhões de viagens, sendo necessário um aporte de R$686 milhões para cobrir a operação.