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Um homem, de 29 anos, investigado pelo crime de estelionato no estado do Tocantins, foi preso pela Polícia Civil da Bahia na quarta-feira (23), no Terminal Rodoviário de Jequié. O crime ocorreu em março deste ano, quando o suspeito aplicou um golpe durante a negociação de um veículo, anunciado em uma rede social.
Conforme as investigações conduzidas pela Polícia Civil do Tocantins (PCTO), para realizar a fraude, o homem usou um perfil falso e uma linha telefônica registrada em nome de terceiros, além de efetuar um depósito de R$ 65 mil, realizado por meio de cheque sem assinatura, para induzir a vítima a entregar o veículo antes da compensação bancária. Posteriormente, ele passou a extorquir a vítima para informar a localização do automóvel.
Vale ressaltar ainda que o investigado possui extenso histórico criminal na Bahia, além do Rio de Janeiro, Mato Grosso e Piauí por crimes de estelionato, receptação qualificada, adulteração de sinal identificador de veículo, furto qualificado, associação criminosa, apropriação indébita e violência doméstica.
Contra ele havia um mandado de prisão preventiva em aberto, expedido pela 2ª Vara Cível e Criminal de Augustinópolis (TJTO), daquele estado. Após o cumprimento da ordem judicial, o suspeito foi conduzido à unidade policial para adoção das medidas legais cabíveis. Ele permanece custodiado à disposição da Justiça.
A ação foi realizada por equipes do Grupo de Apoio Técnico e Tático à Investigação (GATTI/Central) e do Núcleo de Homicídios (NH/Jequié), unidades vinculadas à 9ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (COORPIN/Jequié).
No último sábado (19), após investigações relacionadas a furtos de animais praticados em propriedades rurais dos municípios de Poções e Boa Nova, policiais civis prenderam em flagrante dois homens suspeitos do crime de receptação qualificada de animais.
Os dois investigados, de 37 e 20 anos, foram localizados em endereços distintos, e cada um deles estava na posse de um equino, que havia sido comprado por meio do autor de parte dos furtos investigados.
O homem apontado como responsável pelo roubo dos animais conseguiu fugir durante a ação policial. Ele já foi identificado, e a Polícia Civil deve representar pela sua prisão preventiva. Além da dupla presa, outros possíveis receptadores foram identificados e estão sendo procurados.
Os dois homens presos neste sábado também são suspeitos de ter envolvimento direto em parte dos furtos de animais na região. As investigações apontam ainda que os prejuízos causados às vítimas dos furtos já ultrapassam R$ 100 mil.
Os suspeitos, localizados por equipes da Delegacia Territorial (DT/Poções), foram encaminhados à unidade policial, passaram pelos procedimentos legais de praxe e estão à disposição da Justiça.
Um grupo investigado pela prática reiterada de furtos de gado em propriedades rurais do Extremo Sul da Bahia foi alvo de uma operação deflagrada pela Polícia Civil na manhã desta terça-feira (25). A ação resultou na prisão de 11 pessoas, sendo nove homens, com idades entre 21 e 49 anos, e duas mulheres, de 20 e 26 anos. Entre os presos, um homem, de 32 anos, e uma mulher, de 26 anos, alvos de mandados de prisão preventiva, também foram autuados em flagrante por receptação qualificada. Também foram cumpridos 13 mandados de busca e apreensão.
Durante as diligências, foram apreendidos 10 celulares, uma espingarda calibre .22, um veículo e diversos objetos. As diligências ocorreram em Porto Seguro, incluindo os distritos de Arraial d'Ajuda e Trancoso. Segundo as investigações, o grupo atuava de forma estruturada e com divisão de tarefas, com ocorrências relacionadas a Guaratinga, Itabela, Eunápolis, Porto Seguro, Santa Cruz Cabrália, Belmonte, Itapebi e Itagimirim. Os alvos eram, principalmente, propriedades rurais afastadas e com pouca vigilância, e as ações ocorriam predominantemente durante a noite.
Após entrarem nas propriedades, os envolvidos abatiam os animais ainda nas fazendas e realizavam o corte no próprio local, retirando as partes destinadas à comercialização. Para a execução dos crimes, eram utilizados veículos locados, instrumentos próprios para o abate e processamento da carne e, em algumas situações, armas de fogo.
As apurações também identificaram uma estrutura de apoio para transporte, logística e escoamento do produto, além de movimentações financeiras relacionadas às despesas das ações e à divisão dos valores obtidos. A investigação aponta ainda o envolvimento de pessoas ligadas à destinação comercial da carne.
A operação é realizada no âmbito da 23ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (23ª COORPIN/Eunápolis) e conta com a participação dos Grupos de Apoio Técnico e Tático à Investigação (GATTI/Sul, Costa do Cacau e Extremo Sul).