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Entrou em vigor nesta segunda-feira (12) o novo valor do seguro-desemprego para trabalhadores demitidos sem justa causa em todo o país. O reajuste de 3,9% foi aplicado com base na variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de 2024, atualizando as faixas salariais utilizadas no cálculo do benefício.
Com a correção, o valor máximo do seguro-desemprego passou de R$ 2.424,11 para R$ 2.518,65, representando um acréscimo de R$ 94,54. Já o piso do benefício, que acompanha o reajuste do salário mínimo, foi elevado de R$ 1.518 para R$ 1.621. Os novos valores valem tanto para trabalhadores que já recebem o benefício quanto para aqueles que ainda irão solicitar o seguro-desemprego.
O cálculo da parcela continua sendo feito com base na média das três últimas remunerações recebidas pelo trabalhador antes da demissão. Com a atualização, quem recebe salários mais baixos passa a ter maior proteção financeira, enquanto os trabalhadores com remuneração acima do teto recebem o valor fixo máximo estabelecido pela nova tabela.
A atualização busca preservar o poder de compra do trabalhador desempregado e garantir maior equilíbrio diante da inflação acumulada no último ano.
A Petrobras anunciou nesta segunda-feira (20) uma redução de 4,9% no preço da gasolina vendida às distribuidoras. Com a medida, o preço médio de venda nas refinarias passa a ser de R$ 2,71 por litro, representando uma queda de R$ 0,14 por litro.
A última redução havia sido realizada em junho deste ano, quando o preço foi reajustado para R$ 2,85 por litro, com corte de R$ 0,17. Esta é a segunda redução no valor da gasolina em 2025, acumulando queda de R$ 0,31 por litro, equivalente a 10,3% no ano.
Para o diesel, a Petrobras informou que não haverá alteração neste momento. Desde março de 2025, a estatal realizou três reduções consecutivas, e desde dezembro de 2022, a queda acumulada nos preços do diesel para as distribuidoras, considerando a inflação, é de 35,9%.
Segundo a companhia, os ajustes seguem sua política de preços, que considera as condições de mercado, custos logísticos e variações cambiais.
Mais de 18 mil servidores do Governo do Estado terão ganho salarial de até 20,99% a partir do mês de outubro. O pagamento, que está programado para o dia 31 de outubro, será retroativo a 1º de agosto, data do acordo firmado pelo Governo do Estado com auxiliares e técnicos administrativos de diversos órgãos estaduais. A lei 14.165, sancionada pelo governador Rui Costa na última terça-feira (23), assegurou a reestruturação da tabela de vencimentos dos servidores que trabalham no regime de 40 horas semanais e recebiam salário básico abaixo do salário mínimo atual (R$ 998). A nova lei vai gerar um impacto de R$ 50,4 milhões para os cofres públicos apenas este ano. Em 2020, o reajuste salarial vai gerar uma despesa de R$ 110,3 milhões, segundo levantamento da Secretaria Estadual da Administração (Saeb). “Diante de uma das mais graves crises econômicas da história do Brasil, a Bahia tem respondido com trabalho e muita responsabilidade. O equilíbrio das contas do Estado nos permitiu, neste momento, aumento real no salário de uma parcela significativa dos servidores. Ao mesmo tempo, a Bahia continua sendo o segundo estado do País que mais realiza investimentos públicos. Vamos continuar tratando o dinheiro público desta forma, com a seriedade necessária”, afirmou o governador Rui Costa. A confirmação do reajuste pelo governador nesta semana coincide com a divulgação, pela Secretaria do Tesouro Nacional, de que 10 estados que aderiram ao programa de renegociação de dívidas do Governo Federal, em 2016, não cumpriram com o teto de gastos estabelecido contratualmente. A Bahia, novamente, comprova a eficiência na qualidade do gasto público e não está nesta lista negativa. Os Estados que não cumpriram a regra podem ter de pagar R$ 30 bilhões à União.