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Uma pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quinta-feira (12) revela que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é o favorito na disputa pela Presidência em 2026, caso decida concorrer à reeleição. De acordo com o levantamento, Lula venceria o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros possíveis candidatos da direita em cenários simulados para o segundo turno. No principal cenário, Lula derrotaria Jair Bolsonaro por 51% a 35%. Contra o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o petista teria 52% das intenções de voto, enquanto Tarcísio ficaria com 26%. Em uma disputa com o ex-coach e ex-candidato à Prefeitura de São Paulo, Pablo Marçal (PRTB), Lula venceria por 52% a 27%. Já em um confronto com o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), o atual presidente teria 54% contra 20%. Apesar da vantagem nas simulações, o levantamento mostrou que a população está dividida sobre a possível candidatura de Lula em 2026. Segundo os dados, 52% acreditam que ele não deveria se candidatar à reeleição, enquanto 45% apoiam a sua candidatura. Em comparação com a pesquisa de outubro, houve uma queda na rejeição: anteriormente, 58% eram contrários à reeleição de Lula, contra 40% que a apoiavam. A pesquisa foi realizada entre os dias 4 e 9 de dezembro, antes da cirurgia de emergência à qual Lula foi submetido devido a uma hemorragia intracraniana. O problema de saúde foi decorrente de um acidente doméstico ocorrido em outubro deste ano.
O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) definiu, nesta terça-feira (21/8), em audiência pública com a presença de representantes de partidos e emissoras de rádio e televisão, o plano de mídia do horário eleitoral gratuito para as Eleições 2018. A exibição terá início no próximo dia 31 de agosto e segue até 4 de outubro, para o 1º turno do pleito. Os trabalhos foram coordenados pela 15ª zona eleitoral de Salvador, responsável pela elaboração do plano nas eleições deste ano. Conforme sorteio, os primeiros a abrirem a propaganda eleitoral são: para o cargo de governador, a coligação “Coragem para Mudar a Bahia” (DEM / PSDB / PSC / PTB / PRB / SOLIDARIEDADE / PV / PPL); para o cargo de senador, a coligação Coragem para Mudar a Bahia” (DEM / PSDB / PSC / PTB / PRB / SOLIDARIEDADE / PV / PPL); para o cargo de deputado federal, o Partido Democrático Trabalhista (PDT); para o cargo de deputado estadual, o Partido Solidariedade. O tempo destinado para cada candidato / coligação no horário eleitoral gratuito também foi definido durante a audiência. Para o cargo de governador, a Coligação “Mais Trabalho por Toda a Bahia” ficou com o maior tempo, com 4minutos e 13segundos. O Partido da Causa Operária terá menor exposição no horário eleitoral, com 7 segundos. Conforme a legislação (Res. TSE nº 23.551/2017), a propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão será distribuída em dois blocos diários, com 25 minutos cada, de segunda-feira a sábado. Para a exibição no rádio, a transmissão ocorrerá das 7h às 7h25 e das 12h às 12h25. Na televisão, serão obedecidos os seguintes horários: das 13h às 13h25 e das 20h30 às 20h55. Na eleição para presidente da República e para deputado federal, a propaganda eleitoral gratuita será exibida as terças e quintas-feiras e aos sábados. Para senador, deputado estadual e governador o horário eleitoral gratuito será veiculado as segundas, quartas e sextas-feiras.
Os candidatos ao governo da Bahia, Célia Sacramento (Rede), João Santana (MDB), Rui Costa (PT), João Henrique (PRTB), José Ronaldo (DEM) e Marcos Mendes (PSOL) participaram na noite desta quinta-feira (16) do primeiro debate na TV, realizado pela afiliada da TV Bandeirantes no estado. O encontro durou pouco mais de 2h30 e os candidatos ficaram posicionados no estúdio da emissora na seguinte ordem (da esquerda para a direita): Célia Sacramento (Rede), João Santana (MDB), Rui Costa (PT), João Henrique (PRTB), José Ronaldo (DEM) e Marcos Mendes (PSOL). O candidato Orlando Andrade (PCO) foi o único ausente, porque seu partido não tem o número mínimo de cinco representantes no Congresso Nacional, exigência da legislação para participação em debates em rádios e TVs. O debate foi dividido em cinco blocos. No primeiro, cada candidato respondeu a uma mesma pergunta, elaborada a partir de sugestões de telespectadores, sobre ações a serem executadas na educação e segurança, pensando as áreas de forma integrada.