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Os detentores de XRP enfrentaram uma reversão dolorosa. Após atingir aproximadamente US$ 3,65 em seu pico anterior, o preço do XRP caiu quase 71%**, deixando muitos investidores que entraram em preços mais altos com perdas não realizadas substanciais.
A frustração maior é o que vem depois. Vender agora pode consolidar uma grande perda, enquanto continuar mantendo o ativo não gera fluxo de caixa adicional se o XRP continuar fraco. Para detentores que já passaram meses esperando, isso cria uma questão prática:
Se eu não quero vender meu XRP, o restante do meu capital em criptomoedas também precisa continuar parado?
Principais pontos
O XRP continua quase 71% abaixo de seu pico anterior, deixando muitos detentores de longo prazo com perdas não realizadas significativas.
A SHR Miner permite que detentores de criptomoedas aluguem poder computacional em nuvem com auxílio de IA, em vez de comprar e operar equipamentos de mineração.
Os usuários podem escolher períodos de aluguel definidos, acompanhar a produção diária e gerenciar todo o processo on-line.
A SHR Miner afirma que sua infraestrutura global atende mais de 5 milhões de usuários em mais de 180 países e regiões.
É nesse contexto que a SHR Miner oferece outra opção.
SHR Miner leva poder computacional em nuvem com IA aos detentores de criptomoedas
Fundada em 2018 e sediada no Reino Unido*, a SHR Miner afirma ter expandido sua infraestrutura para mais de* 150 data centers*, atendendo mais de* 5 milhões de usuários em mais de 180 países e regiões*. Os materiais publicados pela plataforma descrevem um serviço totalmente baseado em nuvem, desenvolvido para tornar o aluguel de poder computacional acessível sem exigir que os usuários possuam ou operem equipamentos de mineração.*
A SHR Miner não é um produto de investimento em XRP, e o próprio XRP não é minerado.
Seu modelo principal é o aluguel de poder computacional em nuvem*.*
Os usuários escolhem um contrato de poder computacional com duração definida, enquanto a SHR Miner gerencia o hardware, a eletricidade, o resfriamento, a manutenção e a infraestrutura computacional subjacentes.
Para os usuários, o modelo é simples:
Zero barreira técnica: não é necessário possuir hardware de mineração nem ter conhecimento especializado.
Período de aluguel definido: os usuários sabem por quanto tempo o contrato de poder computacional ficará ativo.
Liquidação diária: a produção do contrato pode ser acompanhada pelo painel de controle.
Acesso 100% pela nuvem: a atividade de mineração e a produção podem ser visualizadas remotamente pela plataforma.
Acesso a múltiplos ativos: os materiais publicados listam BTC, ETH, DOGE, USDT, USDC, XRP, SOL, LTC e BCH entre os ativos digitais compatíveis.
Em vez de exigir que o preço do XRP se recupere antes que seu portfólio mais amplo volte a produzir, os usuários passam a ter outra utilização potencial para parte de seus ativos digitais.
Como a IA está transformando o poder computacional em nuvem
A SHR Miner posiciona sua infraestrutura em torno de gerenciamento computacional com auxílio de IA e programação inteligente de hashrate*.*
Em vez de depender inteiramente de operações manuais de mineração, seus sistemas de IA são projetados para coordenar clusters computacionais, alocar recursos computacionais de forma dinâmica, monitorar a infraestrutura e otimizar cargas de trabalho e o uso de energia. De acordo com os materiais publicados pela SHR Miner, essa programação inteligente busca direcionar a capacidade computacional de maneira mais eficiente e melhorar a eficiência geral da produção.
Para os usuários, isso significa menos complexidade:
Programação de hashrate com tecnologia de IA
Monitoramento automatizado da infraestrutura
Otimização do poder computacional
Gestão da eficiência energética
A importância disso vai além da mineração.
O ciclo anterior das criptomoedas foi fortemente concentrado em possuir ativos digitais*. A era da IA está cada vez mais concentrada em* poder computacional, automação e infraestrutura digital*.*
Para os detentores de criptomoedas, a mudança está cada vez mais passando de simplesmente possuir ativos digitais para acessar a infraestrutura computacional que impulsiona a economia da IA.
Para os detentores de XRP cujos ativos passaram meses esperando por valorização, o aluguel de poder computacional oferece acesso a uma parte diferente da economia digital.
Ignorar essa mudança pode significar perder mais do que outra negociação de criptomoedas — pode significar deixar passar a crescente importância da infraestrutura computacional na era da IA.
Como funciona o poder computacional em nuvem da SHR Miner?
A SHR Miner oferece vários pacotes de poder computacional com diferentes valores e durações de aluguel.
As estruturas representativas podem incluir:
ContratoValor de entradaDuraçãoRecompensa diáriaRecompensa do contrato anunciadaMICROBT WhatsMiner M66US$ 3.00015 diasUS$ 40,50US$ 607,50Bitcoin Miner S21 XP ImmUS$ 5.00025 diasUS$ 70,50US$ 1.762,50Bitcoin Miner S21e XP HydUS$ 10.00035 diasUS$ 151,00US$ 5.285
Cada contrato apresenta informações importantes, incluindo:
A produção de grãos da safra 2025/26 está estimada em 360,1 milhões de toneladas, volume 2,2% superior ao registrado na temporada passada, o que representa um acréscimo de 7,8 milhões de toneladas de grãos a serem colhidos. O resultado reflete a maior área destinada para o cultivo de grãos no país, projetada em 83,5 milhões de hectares, enquanto a produtividade média nacional das lavouras deve se manter estável, prevista em 4.311 quilos por hectare. Os dados estão no 10º Levantamento da Safra de Grãos 2025/26, divulgado nesta terça-feira (14/7) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
A colheita das três safras de milho no atual ciclo está estimada em 141,7 milhões de toneladas, volume 0,4% superior ao ciclo passado. A primeira safra do cereal já está quase toda colhida, e a produção está estimada em 29,6 milhões de toneladas. Já na segunda safra do grão, a colheita atinge 38,9% da área destinada para cultura, índice inferior à média dos últimos 5 anos. Principal produtor do grão, Mato Grosso registrou condições climáticas favoráveis durante o ciclo, proporcionando um bom desenvolvimento da segunda safra de milho. Já em Goiás, Minas Gerais e Piauí os veranicos ocorridos em abril e maio influenciaram no desempenho da cultura. Neste cenário, a Conab espera que sejam colhidas 109,43 milhões de toneladas na segunda safra do cereal. Para a terceira safra, espera-se uma produção de 2,7 milhões de toneladas. No momento, as baixas precipitações que vêm ocorrendo, especialmente em Sergipe e Alagoas, trazem reflexos à evolução das lavouras.
O algodão tem produção prevista em 4,06 milhões de toneladas de pluma, com 8,1% da área já colhida, 78,4% em maturação e 13,5% em formação de maçãs. As boas condições climáticas favorecem o bom desenvolvimento das lavouras, refletindo em um ganho na produtividade de 2,8% em relação à safra 2024/25. Essa melhora no desempenho médio das lavouras compensou a diminuição em 3,2% na área plantada, que neste ciclo foi próximo a 2 milhões de hectares.
Com colheita finalizada, a soja alcança uma produção de 180,6 milhões de toneladas, avanço de 5,3% em relação à safra passada, resultado do aumento de 2,7% na área cultivada, aliado ao bom pacote tecnológico utilizado pelos produtores, e às condições climáticas favoráveis. O arroz também tem colheita encerrada e apresenta uma produção de 11,1 milhões de toneladas, 13,1% abaixo do volume produzido na safra passada, reflexo de uma menor área destinada ao produto. No caso do feijão, a produção total estimada é de 3 milhões de toneladas, 1,4% inferior ao ciclo anterior. Mesmo com a redução prevista para estes dois importantes produtos para o consumo dos brasileiros, o volume a ser colhido garante o abastecimento no mercado doméstico.
Um dos maiores produtores de bens minerais do país, a Bahia encerrou o ano de 2019 com crescimento da Produção Mineral Baiana Comercializada (PMBC) de 12,33%, que representou um valor de comercialização de R$ 3,6 bilhões. Ocorreu também um aumento de 9,04%, em relação a 2018 na arrecadação da Compensação Financeira pela Exploração Mineral (CFEM), chegando à R$ 57,9 milhões. Os principais bens responsáveis por este quadro positivo foram o ouro, com 31%, da exploração, nos municípios de Jacobina e Barrocas e o cobre, que representou 11%, explorado em Jaguarari, Juazeiro e Curaçá. Estes dados fazem parte do Informe e Balanço de Mineração de 2019, divulgado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), nesta quarta-feira (05). “Os números positivos, que o setor apresentou em 2019, refletem a potência que o Estado possui na exploração de bens minerais, especialmente presentes no semiárido baiano. Isso dá mais força para nos empenhar em aprimorar nosso trabalho, seja na prospecção de negócios ou nos investimentos para desenvolver essa região”, destaca o vice-governador João Leão, secretário de Desenvolvimento Econômico. No ano passado, o campeão em exportação também foi ouro, destinado a Bélgica, Canadá, Índia e Suíça e em segundo lugar, o vanádio, exportado para a África do Sul, Canadá, China, Coreia do Sul, Estados Unidos, Japão e Holanda. O balanço da SDE também mostra que o estado ocupa a primeira posição nacional na produção de cromo, vanádio, diamante, urânio, talco, magnesita, salgema, bentonita e a segunda posição na produção de grafita e quartzo. É também o terceiro maior produtor nacional de água mineral, cobre e rochas ornamentais, tendo destaque ainda na comercialização de molibdenita.
A produção industrial brasileira teve queda de 1,2% na passagem de outubro para novembro de 2019. O recuo interrompe três meses de crescimento e elimina parte da alta de 2,2% acumulada entre agosto e outubro daquele ano. De setembro para outubro, a indústria havia crescido 0,8%. Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal, divulgada hoje (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com informações da Agência Brasil, segundo a pesquisa, a produção caiu 1,7% na comparação com novembro de 2018, 1,1% no acumulado dos 11 primeiros meses de 2019 e 1,3% no acumulado de 12 meses. Na média móvel trimestral, a queda foi 0,1%. De outubro para novembro, as quatro grandes categorias econômicas da indústria tiveram queda: bens de consumo duráveis (-2,4%), bens de consumo semi e não duráveis (-0,5%), bens de capital, isto é, máquinas e equipamentos usados no setor produtivo (-1,3%), e bens intermediários, isto é, insumos industrializados usados no setor produtivo (-1,5%). Dezesseis das 26 atividades industriais pesquisadas tiveram queda na produção, com destaque para produtos alimentícios (-3,3%), veículos automotores (-4,4%), indústrias extrativas (-1,7%), outros produtos químicos (-1,5%) e máquinas e equipamentos (-1,6%).Por outro lado, dez atividades tiveram alta e evitaram um desempenho mais negativo da indústria, com destaque para produtos derivados de petróleo e biocombustíveis (1,6%), impressão e produção de gravações (24%) e produtos de borracha e material plástico (2,5%).
Conforme levantamento divulgado nesta quarta-feira (09) pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo), a produção de motocicletas em setembro chegou a 92.894 unidades, 15,1% maior na comparação com o mesmo mês do ano passado. De janeiro a setembro foram produzidas 836.450 unidades, o que corresponde a uma alta de 7,5% na comparação com o mesmo período do ano passado, de 777.779 unidades. Em relação a agosto, houve recuo de 19%, com a produção de 114.738 unidades. De acordo com informações da Agência Brasil, segundo o balanço mensal da entidade, as vendas paras as concessionárias totalizaram 95.282 unidades, resultando em um aumento de 24,2% em relação ao mesmo mês do ano passado, de 76.695 unidades, e queda de 9% na comparação com agosto, de 104.649 unidades. No acumulado do ano foram vendidas 816.064 motocicletas no atacado, volume 14,7% superior ao mesmo período de 2018, com 711.644 unidades. Os dados mostram ainda que na comparação com setembro do ano passado houve alta de 18,4% no número de motocicletas licenciadas, chegando a 87.719, na comparação com agosto que foi de 88.625 unidades, houve queda de 1%. Segundo a análise dos dados do Renavam, no acumulado do ano foram emplacadas 796.426 motocicletas no país, 14,4% a mais do que as 695.928 unidades licenciadas no mesmo período do ano passado. As exportações em setembro atingiram as 2.390 unidades, o que mostra uma queda de 28,4% na comparação com o mesmo mês de 2018, de 3.336 unidades, e de 33% em relação a agosto que foi de 3.566 unidades. No acumulado de 2019, o volume exportado foi de 29.136 unidades, representando uma queda de 49% na comparação com o mesmo período de 2018, de 57.131 unidades.
A vacina contra a dengue deverá estar disponível para toda a população pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em 2022. Produtor de imunobiológicos, o Instituto Butantan está na fase final de produção da vacina. A expectativa é que possa ser indicada, tanto para pessoas que já foram infectadas por um dos quatro subtipos da dengue, quanto para quem nunca teve a doença. De acordo com informações do Ministério da Saúde, em 2019 (até 24 de agosto), foram registrados 1.439.471 de casos de dengue no país, um crescimento de 599,5% em relação ao mesmo período de 2018 (205.791). A taxa de incidência, que considera a proporção de casos por habitantes, é de 690,4 casos/100 mil habitantes. Entre os estados com casos, destacam-se Minas Gerais, Goiás, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal. Com relação ao número de óbitos, foram confirmadas 591 mortes. A expectativa é de que com a vacina haja diminuição do número de casos e mortes. No entanto, “a vacina não será solução para tudo porque o mosquito também pode transmitir a zika e o chicungunha. Então, não podemos baixar a guarda”, lembrou o secretário de Vigilância em Saúde do ministério da Saúde, Wanderson Kleber de Oliveira. O projeto está na terceira e última fase, que é a demonstração da eficácia da vacina. A expectativa dos pesquisadores é de que a eficácia seja igual ou superior a 80%, considerada bastante alta. Outro objetivo dessa última fase é transportar para uma escala industrial todo o procedimento que foi feito em uma escala piloto menor. Para garantir segurança e eficácia, o processo de desenvolvimento de uma vacina é complexo e passa por diversas etapas, podendo durar anos. Contra a dengue, são necessárias três fases antes de pedir o registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O desenvolvimento da vacina começou em 2009.
Conforme levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgado nesta quinta-feira (05), o município de Rio de Contas, na Chapada Diamantina, produziu em 2018 em torno de 5 toneladas, com valor estimado em R$ 12 mil. De acordo com informações do Bahia Notícias, a colheita do produto faz a Bahia entrar no restrito grupo de quatro estados que produzem o fruto no país. De acordo com o IBGE, a produção nacional de azeitonas em 2018 foi de 1.620 toneladas. O Rio Grande do Sul foi quem mais colheu [976 toneladas]. Depois, Minas Gerais [558 toneladas] e São Paulo [111 toneladas]. Rio de Contas tem perfil de produção predominantemente frutícola.
Segundo informações da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a produção total de etanol no Brasil deve bater recorde e chegar a 32,3 bilhões de litros na Safra 2018/2019. O aumento será de 18,6% em relação à safra passada e vai superar o maior número já registrado de 30,5 bilhões na safra 2015/2016. No Nordeste, as chuvas durante fases importantes da lavoura trouxeram incremento nos níveis de produtividade: 12,8% a mais em relação à safra passada. O Centro-Oeste manteve a área colhida, apresentando leve aumento nos patamares de produtividade. Já as regiões Sul, Sudeste e Norte apresentaram diminuição na previsão de áreas colhidas.
A produção de petróleo e gás da Petrobras cresceu 8% em novembro. No mês, foram 2,66 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed) - 2,54 milhões boed produzidos no Brasil e 119 mil, no exterior. “A produção total operada da companhia (parcela própria e dos parceiros) foi de 3,34 milhões boed, sendo 3,18 milhões boed no Brasil”, informou, em nota, a empresa. Barril de petróleo equivalente (boe) é unidade básica usada para medir a produção do óleo e do gás. Ainda de acordo com a Petrobras, o aumento na produção deve-se, principalmente, ao início de produção da plataforma P-69, localizado no pré-sal da Bacia de Santos. As plataformas P-57, P-52, P-25 e P-31, na Bacia de Campos, estavam paradas para manutenção e voltaram a operar normalmente, o que também explica o crescimento.