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Com o objetivo de intensificar o policiamento ostensivo e preventivo, a Companhia Independente de Policiamento Especializado (CIPE) Sudoeste deu início, na quinta-feira (07/03), à "Operação Força Total 3ª Edição". A ação estratégica visa aumentar a presença da Polícia Militar em diversas cidades da região Sudoeste da Bahia, com foco no combate à criminalidade e na garantia da segurança pública. A operação abrange as cidades de Vitória da Conquista, Brumado, Itamaraju e Potiraguá, onde equipes da CIPE Sudoeste, com o apoio de outras unidades da PM, realizam ações coordenadas de policiamento ostensivo, abordagens e blitz. As ações contam com o emprego de motocicletas, viaturas táticas e cães farejadores, visando garantir maior agilidade e efetividade nas operações.
Três indivíduos suspeitos de sequestrar um fazendeiro na cidade de Itarantim, situada no sudoeste da Bahia, tiveram um confronto fatal com policiais militares na quarta-feira, 13 de setembro. O incidente, que envolveu o sequestro do fazendeiro de 77 anos e sua esposa de 55 anos, bem como um tiroteio subsequente. De acordo com informações da Polícia Civil, os suspeitos invadiram a propriedade rural do casal e roubaram seus pertences. Os criminosos, então, forçaram o fazendeiro e sua esposa a irem até um banco para realizar um saque. Ao chegarem à agência bancária, os suspeitos ordenaram que a mulher descesse do veículo para efetuar o saque, mantendo o idoso no carro. Após notar que a esposa estava demorando para retornar, o trio fugiu com o fazendeiro. O idoso foi abandonado em uma rodovia nas proximidades da região entre Itarantim e Potiraguá. Horas depois, ocorreu um confronto entre os suspeitos e os policiais militares, resultando na morte dos três indivíduos no local do tiroteio. Os corpos foram encaminhados para o Departamento de Polícia Técnica (DPT) de Itapetinga para a realização dos procedimentos legais. Com os suspeitos, as autoridades apreenderam três armas de fogo que foram utilizadas no crime, além de um veículo, arame, estribos, celas, caixas de som, receptor de antena, perfumes e roupas pertencentes às vítimas, que estavam prestes a serem levados pelos criminosos.
Foi preso em flagrante na tarde de quarta-feira (12), pela Polícia Civil, um falso médico que atendia no Hospital e Maternidade de Potiraguá, município no interior do Sudoeste baiano. O caso contou com a colaboração da Delegacia Regional do Conselho Regional de Medicina do Estado da Bahia (Cremeb) no Sudoeste, que, ao receber a denúncia de um falso médico atuando na região, checou os dados no site do Conselho e, diante a divergência entre dados e foto, prosseguiu com o encaminhamento da suspeita. De acordo com as informações da polícia, o falso médico formou-se em Medicina na Bolívia e, para atuar no município sem a devida revalidação oficial, utilizava o número do CRM e nome de um médico devidamente habilitado. Além da prisão do suspeito, feita pela Polícia Civil de Itapetinga e Potiraguá, foram apreendidos carimbo e fichas de atendimento ambulatorial e emergencial de pacientes, já preenchidos, carimbados e assinados pelo investigado. Ele foi autuado pelos crimes de falsidade ideológica, exercício ilegal da medicina e falsa identidade. A diretoria do hospital onde o falso médico atuava confirmou que o suspeito se identificava como sendo o médico qual ele utilizava a documentação criminosamente. Procurada pela Assessoria de Comunicação do Cremeb, a Secretaria Municipal de Saúde de Potiraguá não respondeu e-mail nem atendeu telefonema para compartilhar informações sobre a checagem de documentação do falso médico na hora da contratação. O Conselho Regional de Medicina do Estado da Bahia informa que abrirá sindicância para apurar se houve conivência de algum profissional médico na execução do delito e também a responsabilidade do diretor técnico do hospital diante a atuação do falso médico. Esse caso vem à tona um mês após o Cremeb iniciar a campanha “Cuidado, falso médico mata!”, cobrando dos gestores mais rigor na checagem de documentação quando se contrata um médico e convidando a população e a classe médica a denunciarem esses casos quando há suspeita de exercício ilegal de Medicina.