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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece na liderança nas simulações de segundo turno para a eleição presidencial de 2026 testadas pela pesquisa Meio/Ideia, divulgada nesta quarta-feira (5).
O levantamento avaliou possíveis disputas do atual presidente contra Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Renan Santos. Em todos os cenários apresentados, Lula registra percentual superior ao dos adversários.
Na simulação contra Ronaldo Caiado (PSD-GO), ex-governador de Goiás, Lula aparece com 48,5% das intenções de voto, enquanto Caiado soma 40%. Brancos e nulos representam 7%, e 4,5% dos entrevistados não souberam ou não responderam.
O cenário envolvendo Romeu Zema (Novo-MG) apresenta resultado semelhante. Lula registra 48,5%, contra 37% de Zema. Nesse cruzamento, 8,5% declararam voto branco ou nulo e 6% disseram não saber em quem votar.
Já na disputa simulada com Renan Santos, líder do MBL e integrante do partido Missão, Lula aparece com 48%, enquanto o adversário soma 34,7%. Brancos e nulos correspondem a 10,3%, e 6,9% dos entrevistados se declararam indecisos.
A pesquisa também apresentou uma simulação entre Lula e Flávio Bolsonaro. Na série histórica do levantamento, o petista aparece com tendência de crescimento nas últimas medições, enquanto Flávio oscilou dentro da margem de erro.
Metodologia
A pesquisa Meio/Ideia ouviu 1.500 pessoas entre 31 de julho e 3 de agosto de 2026. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
O levantamento foi realizado com recursos próprios do instituto e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-04579/2026.
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), manifestou forte reação às declarações do presidenciável Ronaldo Caiado (PSD), que afirmou, durante agenda política em São Paulo, que a população baiana se sentiria "alforriada" caso ele e ACM Neto (União Brasil) fossem eleitos. A fala repercutiu no cenário político e motivou uma resposta pública do chefe do Executivo baiano.
Em vídeo divulgado nas redes sociais, Jerônimo classificou a declaração como desrespeitosa e afirmou que o uso da expressão remete a um dos períodos mais dolorosos da história do país. Segundo o governador, a referência à "alforria" carrega um significado histórico ligado à escravidão e, por isso, considera inadequado utilizá-la ao se referir ao povo baiano.
Ao comentar o episódio, o governador destacou que respondeu não apenas na condição de gestor estadual, mas também como cidadão baiano e descendente de negros e indígenas. Para ele, a população da Bahia construiu sua trajetória marcada pela resistência e pela defesa da liberdade, razão pela qual rejeitou qualquer interpretação de que o estado necessite ser "libertado".
Jerônimo também afirmou que quem pretende governar o Brasil deve demonstrar respeito à história e à identidade dos estados brasileiros. Durante sua manifestação, o petista ainda fez críticas à relação política entre Ronaldo Caiado, ACM Neto e o ex-presidente Jair Bolsonaro, afirmando que os eleitores baianos conhecem o posicionamento adotado por essas lideranças nos últimos anos.
A declaração de Caiado foi feita ao responder a um questionamento sobre a articulação política na Bahia. Na ocasião, o governador de Goiás afirmou que, com sua eleição à Presidência da República e a vitória de ACM Neto no governo estadual, "o povo baiano vai se sentir alforriado". A fala rapidamente repercutiu entre lideranças políticas e passou a integrar o debate da pré-campanha eleitoral.
O Partido Novo lançou, nesta segunda-feira (27), o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema como candidato à presidência da República. A convenção nacional do partido foi realizada em Brasília.
O Novo ainda não definiu quem vai compor a chapa como candidato a vice-presidente. A convenção contou com a presença do presidente nacional do partido, Eduardo Ribeiro, e do senador Eduardo Girão, filiado ao Novo desde fevereiro de 2023.
Formado em administração de empresas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), Romeu Zema é empresário. Sua primeira disputa eleitoral foi ao governo do estado em 2018, quando saiu vencedor. Ele se reelegeu em 2022 e renunciou ao cargo em março deste ano para disputar a presidência da República.
O Partido Social Democrático (PSD) oficializou neste domingo (26) a candidatura à presidência da República do ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado. A chapa formalizada contará ainda com o líder da legenda, Gilberto Kassab, como candidato a vice-presidente.
O anúncio das candidaturas ocorreu na convenção nacional do partido, realizada na capital paulista, na região central da cidade.
Em seu discurso, Caiado destacou a sua carreira política de 40 anos e criticou a polarização entre a esquerda e a direita no país. Ele agradeceu ao apoio de seu parceiro de chapa, Gilberto Kassab, e à esposa Maria das Graças Caiado e familiares.
Ele enalteceu especialmente a sua gestão no governo de Goiás, em que esteve à frente de 2019 até março de 2026.
Ronaldo Caiado é goiano de Anápolis, médico, graduado e mestrado na Universidade Federal do Rio de Janeiro. É cirurgião especializado em coluna vertebral. É produtor rural e foi deputado federal por cinco mandatos (1991-1995, 1999-2003, 2003-2007, 2007-2011, 2011-2015). Também foi senador eleito por Goiás em 2014. Ele já foi candidato à Presidência da República em 1989.
O Partido Democrático Trabalhista (PDT) decidiu apoiar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na campanha presidencial deste ano. A decisão foi oficializada em convenção nacional do partido, na tarde desta segunda-feira (20), em Brasília.
O presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, justificou a aliança com a luta dos partidos de esquerda e centro-esquerda contra a extrema direita. E, por isso, exaltou o apoio a Lula, do Partido dos Trabalhadores (PT).
A convenção do PDT teve a participação de Lula, que discursou aos presentes.
Lula deverá tentar a reeleição, mas oficialmente, ainda é pré-candidato. A convenção nacional do Partido dos Trabalhadores (PT) ocorrerá apenas no dia 2 de agosto.
A Agência Brasil vai acompanhar os resultados das convenções nacionais partidárias. As próximas convenções com datas marcadas são:
O Congresso Nacional entra em recesso a partir desta sexta-feira (17) sem analisar uma série de pautas que estavam previstas para o primeiro semestre e acabaram tendo a análise adiada.
A retomada dos trabalhos deve ocorrer somente em agosto, embora o calendário deva ser afetado pela campanha para as eleições gerais de outubro, na qual muitos parlamentares devem se engajar como candidatos.
Escala 6x1
Entre os principais projetos que aguardam votação está a proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6x1 e reduz a jornada de trabalho das atuais 44 para 40 horas semanais.
Aprovada na Câmara dos Deputados, em 27 de maio, com apenas 22 votos contrários, a PEC segue travada na mesa do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).
O senador não despachou a proposta para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e, como não há sessão da comissão nesta semana, a análise da PEC deve ficar para o segundo semestre, em meio à campanha eleitoral.
Criminalização da misoginia
Na Câmara dos Deputados, uma das votações mais esperadas é a do projeto de lei que criminaliza a misoginia, que é o ódio e a discriminação contra mulheres pelo fato de serem mulheres. O PL 896 de 2023 equipara a misoginia à prática do racismo.
A relatora do projeto, deputada Tabata Amaral (PSB-SP), e a bancada feminina na Câmara buscaram pressionar para que o texto fosse votado antes do recesso, mas a apreciação em plenário acabou adiada em face da pressão da ala conservadora do Congresso.
A urgência do PL que criminaliza a misoginia foi aprovada na Câmara no dia 1º de julho, por 293 votos favoráveis e 158 contrários. No Senado o texto foi aprovado, por unanimidade, em março.
Nesta semana, o presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), ao reconhecer que a criminalização da misoginia divide o plenário, pediu que as bancadas recebam a relatora Tabata Amaral para construção de um “texto de consenso”.
“[Com a urgência sendo aprovada] nós vamos, ao lado das lideranças, com muita cautela, com muito respeito, construir o melhor texto possível.”, disse Motta.
A urgência ao projeto foi rejeitada pelos partidos Novo, Missão e o Partido Liberal (PL), que encaminharam contra a votação. A líder do PL Júlia Zanatta (PL-SC), argumenta que o tema não está maduro para votação. “Há várias divergências”, disse.
Ampliação do MEI
Ficou também pendente de análise pelo plenário da Câmara o projeto que amplia o limite de faturamento do microempreendedor individual para R$ 140 mil anuais. O tema chegou a ser pautado para votação em 7 de julho, na Câmara, mas acabou não sendo apreciado devido a impasses com a equipe econômica do governo.
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que os presidentes de todos os partidos com representação no Congresso Nacional expliquem, em até dez dias úteis, se interferem na destinação de emendas parlamentares.
Proferida nesta quarta-feira (15), a intimação foi motivada por uma entrevista que o presidente do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, concedeu na terça-feira (14), à GloboNews, e na qual confirmou que os dirigentes partidários interferem na indicação de emendas parlamentares.
“Valdemar Costa Neto é um político de destaque e preside um dos maiores partidos brasileiros, logo, suas afirmações públicas merecem atenção”, escreveu Dino em seu despacho.
O ministro Flávio Dino é o relator da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) nº 854, instaurada para apurar a constitucionalidade e eventuais irregularidades na execução de emendas parlamentares.
Em seu mais recente despacho, Dino destaca que Costa Neto concedeu a entrevista no mesmo dia em que ele determinou que o Congresso Nacional explique, entre outras ações, se políticos sem mandato interferem no processo de escolha dos destinatários das emendas parlamentares, prática que o ministro já tinha afirmado que viola os princípios da moralidade, legalidade e finalidade.
“Em decisão de [terça-feira] 14 de julho de 2026, ressaltei que a proposição e a deliberação sobre emendas parlamentares constituem prerrogativas inerentes ao exercício do mandato parlamentar, competindo exclusivamente aos membros do Poder Legislativo no curso de seus mandatos”, escreveu Dino na decisão desta quarta-feira.
A mais recente pesquisa AtlasIntel/Bloomberg, divulgada nesta quarta-feira (1º), aponta vantagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas simulações de segundo turno para a eleição presidencial de 2026. No principal cenário apresentado pelo levantamento, Lula registra 48,8% das intenções de voto, enquanto o senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 42,3%. Os entrevistados que afirmaram votar em branco, anular o voto ou que ainda não decidiram representam 8,9%.
Além da disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro, o instituto avaliou outros cinco possíveis confrontos para o segundo turno. Em um deles, o presidente alcança 48% das intenções de voto diante de Ronaldo Caiado (PSD), que soma 39%. Nesse cenário, o percentual de eleitores indecisos ou que optariam por branco e nulo chega a 13,1%.
Outra simulação coloca Lula frente a Romeu Zema (Novo). O levantamento atribui ao presidente 48,2% das intenções de voto, contra 38,5% do ex-governador mineiro. Já os votos em branco, nulos e os indecisos totalizam 13,3%.
A maior vantagem numérica de Lula foi registrada no cenário contra Renan Santos (Missão). O presidente aparece com 49,2%, enquanto o pré-candidato do Missão alcança 28,9%. Nesse confronto também foi identificado o maior índice de eleitores sem definição de voto ou que pretendem votar em branco ou nulo, chegando a 21,9%.
O estudo também analisou uma eventual disputa entre Lula e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL). Nessa hipótese, o presidente obtém 48,7% das intenções de voto, enquanto Michelle registra 38,9%. Os votos brancos, nulos e os indecisos somam 12,4%.
No último cenário testado, Lula enfrentaria o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em um segundo turno. De acordo com a pesquisa, o atual presidente alcançaria 48,6% das intenções de voto, contra 43,1% atribuídos ao ex-presidente. Os eleitores indecisos ou que declararam intenção de votar em branco ou nulo representam 8,3%.
A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg ouviu 4.999 eleitores entre os dias 26 e 30 de junho. O levantamento possui margem de erro de um ponto percentual, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%. O estudo foi financiado com recursos do próprio instituto e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-04582/2026.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou, nesta quinta-feira (25), o nome da senadora Teresa Leitão (PT-PE) para assumir a liderança do governo no Senado, após o afastamento do senador Jaques Wagner (PT-BA) do cargo.
Em publicação nas redes sociais, Lula afirmou que a missão de Teresa será articular o debate e a aprovação de projetos de interesse da população que estão em tramitação na casa, como o fim da escala 6 por 1 e a Proposta de Emenda à Constituição da Segurança Pública.
Jaques Wagner deixou a liderança do governo nesta quarta-feira (24) após ser alvo de operação da Polícia Federal (PF), na semana passada, por suspeitas de corrupção no caso do Banco Master. Os agentes acusam o senador de ter recebido vantagens do banqueiro Augusto Ferreira Lima, ex-sócio do Master.
Já Wagner negou irregularidades e afirmou estar "absolutamente tranquilo" em relação à investigação.
O Plenário aprovou na última terça-feira (16), em regime de urgência, o projeto de lei que transfere simbolicamente a sede do governo federal para Salvador no dia 2 de julho de cada ano.
O objetivo é destacar as celebrações da Independência da Bahia, considerada o marco da consolidação da Independência do Brasil.
Aprovado em votação simbólica, o PL 5.672/2025, do deputado Leo Prates (Republicanos-BA), recebeu parecer favorável do senador Jaques Wagner (PT-BA) e segue agora para sanção presidencial.
O texto determina que a mudança simbólica inclua atividades dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário da União durante as celebrações da Independência da Bahia.
A proposta ressalva, no entanto, que a transferência não deve prejudicar as atividades essenciais em Brasília, pois deve se limitar a atos oficiais e simbólicos.
O Poder Executivo federal vai definir a logística, a segurança e a estrutura para os eventos, em coordenação com os outros Poderes e com as autoridades locais.
Independência da Bahia
A data escolhida remete à Independência da Bahia, em 2 de julho de 1823. Nessa data ocorreu a expulsão definitiva da ocupação portuguesa na região, concluindo o processo iniciado em 7 de setembro de 1822. Por isso o evento é considerado o marco final da Independência do Brasil.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece à frente em diferentes cenários de segundo turno para as eleições deste ano, de acordo com levantamento divulgado nesta segunda-feira (15) pelo instituto Nexus/BTG. No confronto direto contra Flávio Bolsonaro (PL), o petista registra 49% das intenções de voto, enquanto o senador alcança 43%.
Nesse cenário, 8% dos entrevistados afirmaram que votariam em branco, anulariam o voto ou não escolheriam nenhum dos candidatos apresentados. Outros 1% disseram não saber em quem votar ou preferiram não responder.
A pesquisa também simulou uma disputa entre Lula e o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo). Nesse caso, o atual presidente soma 49% das intenções de voto, contra 39% atribuídos ao político mineiro. Entre os entrevistados, 11% afirmaram que não votariam em nenhum dos nomes apresentados, enquanto 1% não soube ou não quis responder.
Em outro cenário avaliado pelo instituto, Lula aparece com 48% das intenções de voto diante do ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), que registra 39%. Os votos brancos, nulos e os eleitores que rejeitam ambas as opções representam 11% do total, enquanto 2% permanecem indecisos ou não responderam.
Já em uma eventual disputa contra Renan Santos, presidente do partido Missão, Lula alcança 49% das intenções de voto. O adversário registra 36%. Neste cenário, 13% dos entrevistados afirmaram que votariam em branco, anulariam o voto ou não escolheriam nenhum dos candidatos, enquanto 2% não souberam responder.
Para a realização do levantamento, a Nexus/BTG ouviu 2.017 pessoas entre os dias 12 e 14 de junho, abrangendo 27 unidades da federação. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-06645/2026.
O ex-ministro da Casa Civil, Rui Costa, afirmou nesta quinta-feira (11) que os novos investimentos anunciados pelo governador Jerônimo Rodrigues para municípios baianos refletem a prioridade dada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva às cidades brasileiras. A declaração foi feita durante evento no Parque de Exposições, em Salvador, que reuniu centenas de prefeitos e gestores municipais, além dos senadores Jaques Wagner e Otto Alencar.
Responsável pela coordenação do Novo PAC no governo federal, Rui afirmou que Lula determinou, ainda em 2023, que o programa fosse estruturado para beneficiar o maior número possível de municípios do país. Segundo ele, essa orientação resultou em um volume de investimentos sem precedentes na história recente do Brasil, alcançando 99% dos municípios brasileiros.
“Não existe, na história do Brasil, nenhum presidente mais municipalista do que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Lula me chamou, em 2023, para montar o PAC e disse: ‘Rui, monte uma estratégia para alcançar o maior número possível de municípios’. Quando fazemos um balanço do PAC, conseguimos verificar que 99% dos municípios brasileiros receberam alguma ação do programa”, afirmou.
Rui também criticou a ausência, segundo ele, de programas federais voltados à apresentação de projetos por prefeituras entre 2016 e 2022. “Durante dois mandatos de dois presidentes, nenhum prefeito foi convidado a apresentar propostas. Nenhuma vez”, disse.
Ao defender a parceria entre União, estado e municípios, Rui afirmou que a valorização das cidades é uma marca dos governos liderados por Lula e também da trajetória administrativa construída na Bahia por Jaques Wagner, por ele próprio e por Jerônimo Rodrigues.
“Nós aprendemos com aquele que é o mestre da política brasileira, o nosso presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Aprendemos a reconhecer a importância de fazer parcerias com os municípios, de estender a mão aos prefeitos e prefeitas”, declarou, antes de pedir uma salva de palmas das centenas de gestores municipais presentes ao presidente da República.
Durante o evento, o governo estadual autorizou obras e anunciou ações nas áreas de educação, saúde, desenvolvimento rural, abastecimento de água e infraestrutura. Segundo o governo, as medidas têm como objetivo ampliar investimentos e melhorar serviços para a população.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece numericamente à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual segundo turno das eleições presidenciais de 2026, de acordo com os dados divulgados nesta quarta-feira (10) pela pesquisa Genial/Quaest. No cenário estimulado entre os dois nomes, Lula registra 44% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro alcança 38%.
O levantamento aponta ainda que 14% dos entrevistados afirmaram que pretendem votar em branco, anular o voto ou não comparecer às urnas, enquanto outros 4% disseram estar indecisos. Em comparação com a pesquisa anterior, realizada em maio, o atual presidente apresentou crescimento de dois pontos percentuais. Naquele levantamento, Lula aparecia com 42%, contra 41% de Flávio Bolsonaro, configurando um cenário de empate técnico dentro da margem de erro.
A pesquisa também simulou outros possíveis confrontos de segundo turno. Contra o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), Lula aparece com 45% das intenções de voto, enquanto o adversário soma 35%. Nesse cenário, os votos brancos, nulos e eleitores que não pretendem votar representam 17%, e os indecisos correspondem a 3%.
Em uma eventual disputa contra o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), o presidente registra novamente 45% das intenções de voto, diante de 35% atribuídos ao adversário. Os eleitores que declararam intenção de votar em branco, anular ou se abster somam 16%, enquanto 4% afirmaram não saber em quem votar.
Outro cenário avaliado pela Genial/Quaest envolve Renan Santos, presidente do partido Missão. Nesse caso, Lula alcança 45% das intenções de voto, contra 31% do dirigente partidário. Os votos brancos, nulos ou de quem afirma não comparecer às urnas chegam a 20%, e os indecisos representam 4%.
O levantamento ouviu 2.004 eleitores em todo o país, entre os dias 5 e 8 de junho de 2026, por meio de entrevistas presenciais. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi encomendada pelo Banco Genial e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07661/2026.
Uma pesquisa divulgada nesta sexta-feira (5) pelo Instituto Vox Brasil apresentou um novo panorama da disputa pela Presidência da República. De acordo com o levantamento, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera as intenções de voto no cenário estimulado de primeiro turno, alcançando 42,1% da preferência dos entrevistados.
Na segunda colocação aparece o senador Flávio Bolsonaro, com 33,6%. Em comparação com o levantamento anterior, realizado em maio, Lula registrou avanço em seu desempenho eleitoral, passando de 34,3% para 42,1%, enquanto Flávio Bolsonaro apresentou queda, saindo de 36,5% para os atuais 33,6%.
Na sequência aparecem Ronaldo Caiado, com 6,9%; Romeu Zema, com 5,1%; Renan Santos, com 3,1%; Aécio Neves, com 2,1%; Joaquim Barbosa, com 1,1%; Augusto Cury, com 0,5%; e Cabo Daciolo, com 0,3%. Os entrevistados que declararam voto branco, nulo ou em nenhum candidato somam 2,9%, enquanto 2,3% afirmaram não saber ou preferiram não responder.
O levantamento foi realizado após a repercussão da agenda internacional de Flávio Bolsonaro em Washington, nos Estados Unidos, onde participou de reuniões e debates relacionados a temas econômicos e de segurança pública envolvendo o Brasil.
Quando questionados sobre rejeição aos possíveis candidatos, os entrevistados apontaram Lula com 49,2%, seguido por Flávio Bolsonaro com 48,3% e Aécio Neves com 41,3%. Já a avaliação da administração federal mostra um cenário equilibrado: 49,1% aprovam o governo, enquanto 49,3% manifestam desaprovação.
A pesquisa Vox Brasil ouviu 2.100 eleitores entre os dias 1º e 3 de junho em diversas regiões do país. A margem de erro é de 2,15 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número 08016/2026.
Uma pesquisa de intenção de voto divulgada nesta segunda-feira (25) apresentou novos cenários para a disputa presidencial de 2026 e apontou equilíbrio entre os principais nomes avaliados para um eventual segundo turno.
No confronto entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro, o levantamento registrou 47% das intenções de voto para Lula e 43% para Flávio Bolsonaro. Os votos brancos, nulos ou em nenhum candidato somaram 9%, enquanto 1% dos entrevistados não souberam ou preferiram não responder.
O estudo também simulou outros cenários para a eleição presidencial. Em uma eventual disputa contra Romeu Zema, Lula aparece com 49% das intenções de voto, contra 38% do político mineiro. Nesse cenário, 11% declararam intenção de votar em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos, enquanto 2% não responderam.
Já em uma projeção contra Ronaldo Caiado, o atual presidente alcança 46%, enquanto Caiado registra 40%. Os votos brancos, nulos ou em nenhum candidato representam 12% do eleitorado consultado, e 1% dos entrevistados não soube responder.
De acordo com a metodologia divulgada, o levantamento ouviu 2.045 eleitores por telefone entre os dias 22 e 24 de maio. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-04193/2026.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece numericamente à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em um possível cenário de segundo turno das eleições presidenciais de 2026, conforme levantamento divulgado nesta sexta-feira (22) pelo instituto Futura/Apex. De acordo com os números da pesquisa, Lula registra 47,7% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro soma 42,2%.
Na comparação com a rodada anterior do levantamento, o senador apresentou queda de 4,7 pontos percentuais. No estudo anterior, Flávio aparecia com 46,9%, enquanto Lula tinha 44,4%. A nova pesquisa foi realizada após a repercussão de um áudio envolvendo o parlamentar e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, ligado ao extinto Banco Master.
O instituto também simulou outros cenários de segundo turno envolvendo o atual presidente. Contra Ronaldo Caiado (PSD), Lula alcança 47,6% das intenções de voto, enquanto o ex-governador registra 36,5%. Em outro cenário, o petista aparece com 48,3% diante de Romeu Zema (Novo), que pontua 35,9%.
Pela primeira vez em 2026, o levantamento incluiu a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL). Nesse confronto, Lula soma 47,9%, contra 41,6% atribuídos à ex-primeira-dama.
A pesquisa Futura/Apex ouviu 2.000 eleitores em 878 municípios brasileiros entre os dias 15 e 20 de maio, por meio de entrevistas telefônicas. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos, com índice de confiança de 95%. O levantamento foi custeado pelo próprio instituto e registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-06529/2026.
A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro protocolou nesta sexta-feira (8), no Supremo Tribunal Federal (STF), um pedido de revisão criminal para anular a condenação a 27 anos e 3 meses de prisão no processo da trama golpista.
De acordo com os advogados, a condenação deve ser revista porque houve “erro judiciário”.
“O que esta revisão criminal demonstrou, assim, foi um quadro de erro judiciário em sua acepção mais grave, precisamente aquela que legitima a atuação rescindente desta Suprema Corte”, afirmaram os advogados.
No ano passado, Bolsonaro foi condenado pela Primeira Turma da Corte, formada pelos ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia.
Conforme determina o regimento interno do Supremo, a revisão criminal deverá ser julgada pela Segunda Turma, composta por André Mendonça e Nunes Marques, ambos indicados por Bolsonaro, além de Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Luiz Fux.
Durante o julgamento de Bolsonaro, Fux mudou para a Segunda Turma após votar pela absolvição do ex-presidente.
O Congresso Nacional derrubou, nesta quinta-feira (30), o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao projeto de lei (PL) da Dosimetria, que reduz a pena dos condenados por tentativa de golpe de Estado ligados ao 8 de janeiro de 2023. O projeto de lei segue para promulgação.
No Senado, foram 49 votos favoráveis à derrubada do veto e 24 contrários Eram necessários 41 senadores para derrubar o veto presidencial.
Na Câmara dos Deputados, 318 parlamentares votaram para beneficiar os golpistas, enquanto 144 deputados votaram contra e cinco se abstiveram. Eram necessários 257 votos para derrubar o veto.
Antes da votação, o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP), fatiou a votação, excluindo os trechos que beneficiariam criminosos comuns ao reduzir o tempo para progressão de pena, mudança prevista no texto aprovado em dezembro de 2025.
O PL 2.162 de 2023 foi incluído como pauta única na sessão de hoje, entrando na frente de mais de 50 vetos, parciais ou totais, que aguardam na fila para análise do Parlamento.
O líder do governo na Câmara, deputado Pedro Uczai (PT-SC), pediu questão de ordem contra a votação do PL por entender que outros vetos teriam preferência, mas o apelo foi rejeitado por Alcolumbre.
“Nós estamos votando o tema da democracia e, portanto, o futuro de novas aventuras golpistas se derrubar este veto, uma vez que está defendendo um grupo determinado, que é o de Jair Bolsonaro, e os generais golpistas que tentaram implantar golpe no país”, disse a liderança governista.
Uczai lembrou ainda do plano de assassinatos contra o presidente eleito e o vice previsto na trama golpista.
O presidente do Senado e do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União-AP), marcou para 30 de abril sessão do Congresso Nacional para analisar o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Projeto de Lei da Dosimetria, que prevê redução de penas a condenados por atos antidemocráticos.
Alcolumbre divulgou a informação nesta quinta-feira (9), por meio de nota.
“Está convocada sessão do Congresso Nacional para o dia 30 de abril, com um único item na pauta: o veto nº 3 de 2023, referente ao chamado PL da Dosimetria.”
O Projeto de Lei (PL) 2162/2023 foi vetado integralmente por Lula no começo de janeiro. O anúncio foi feito durante ato, no Palácio do Planalto, que marcou os três anos dos ataques perpetrados por manifestantes apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro que, inconformados com o resultado das eleições, invadiram o Congresso Nacional, o Palácio do Planalto e o Supremo Tribunal Federal (STF).
“Todos eles tiveram amplo direito de defesa, foram julgados com transparência e imparcialidade. E, ao final do julgamento, condenados com base em provas robustas, e não com ilegalidades em série, meras convicções ou [apresentações de] Powerpoint fajutas”, disse Lula.
Aprovado em dezembro, o texto determina que os crimes de tentativa contra o Estado Democrático de Direito e de golpe de Estado, quando praticados no mesmo contexto, implicarão no uso da pena mais grave em vez da soma de ambas as penas.>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp
O foco do projeto é uma mudança no cálculo das penas, bem como a forma geral de cálculo das penas, reduzindo também o tempo para progressão do regime de prisão fechado para semiaberto ou aberto.
Além de Bolsonaro, tais mudanças poderão beneficiar réus como os militares Almir Garnier, ex-comandante da Marinha; Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa; Walter Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil; e Augusto Heleno, ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI).
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, foi homenageado pelo Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA) durante sessão solene realizada nesta segunda-feira (9), às 10h. Na ocasião, o parlamentar recebeu a Medalha de Mérito “Deputado Luís Eduardo Magalhães”, concedida como reconhecimento ao seu papel na aprovação da Proposta de Emenda à Constituição 302/2017, conhecida como PEC da Essencialidade.
A proposta estabelece os tribunais de contas como instituições permanentes do Estado brasileiro e essenciais ao exercício do controle externo da administração pública. A articulação política conduzida por Hugo Motta resultou em ampla mobilização no Congresso Nacional, garantindo a aprovação da matéria na Câmara dos Deputados com 414 votos favoráveis.
A iniciativa da homenagem partiu do corregedor do TCM-BA, conselheiro Plínio Carneiro Filho, que ressaltou a capacidade de liderança do parlamentar na construção do consenso entre deputados de diferentes estados e partidos. Segundo ele, o empenho do presidente da Câmara foi decisivo para demonstrar aos parlamentares a importância dos tribunais de contas no acompanhamento da gestão pública e na promoção da eficiência administrativa.
Durante a cerimônia, Hugo Motta destacou o papel das instituições de controle para a transparência e responsabilidade na aplicação dos recursos públicos. Para ele, os tribunais de contas exercem função estratégica na administração pública brasileira. “São verdadeiras sentinelas da boa gestão, um farol que orienta os administradores na aplicação correta e eficiente dos recursos públicos”, afirmou.
Na mesma solenidade, o ex-governador da Bahia César Borges também foi agraciado com a medalha. A indicação foi apresentada pelo presidente do TCM-BA, conselheiro Francisco de Souza Andrade Netto. O tribunal ainda aprovou a concessão da honraria ao ex-governador e atual ministro-chefe da Casa Civil da Presidência da República, Rui Costa, que não pôde comparecer à sessão e receberá a comenda em outra oportunidade.
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) fixou, nesta quinta-feira, a pena de 27 anos e três meses de prisão para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), condenado por sua participação em uma trama golpista que visava mantê-lo no poder.
Bolsonaro foi considerado culpado pela prática de cinco crimes relacionados ao núcleo central da articulação, que, segundo o processo, tinha como objetivo atentar contra a ordem democrática.
A proposta de pena foi apresentada pelo ministro Alexandre de Moraes, relator da ação penal. A decisão representa um dos desdobramentos mais relevantes do julgamento que apura os atos e planejamentos atribuídos ao ex-presidente e seus aliados.
Um levantamento da Paraná Pesquisas, divulgado nesta terça-feira (22), revela que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) perderia para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), em cenários hipotéticos de segundo turno de uma eleição presidencial. A pesquisa, realizada entre 16 e 19 de abril, ouviu 2.020 eleitores em 160 municípios, com margem de erro de 2,2 pontos percentuais e 95% de confiança. Os resultados mostram uma vantagem significativa dos nomes bolsonaristas e de Tarcísio sobre o petista. Lula perde em todos os cenários de segundo turno - No primeiro cenário, Jair Bolsonaro venceria Lula por 46% a 40,4%, com 9% de votos brancos, nulos ou indecisos. Já em um possível confronto com Michelle Bolsonaro, a ex-primeira-dama lideraria com 45%, contra 41% do atual presidente. O governador Tarcísio de Freitas também aparece à frente, derrotando Lula por 43,4% a 40,5%, com 10,5% de votos não válidos ou sem opinião formada. Bolsonaro lidera no primeiro turno, mas empate técnico persiste - Em um cenário de primeiro turno, o ex-presidente Jair Bolsonaro aparece na frente, com 38,5%, enquanto Lula tem 33,3%. O terceiro colocado seria Ciro Gomes (PDT), com 9,7%, seguido por Ronaldo Caiado (União Brasil-GO), com 3,5%, e Eduardo Leite (PSDB), com 2,9%. Apesar da vantagem de Bolsonaro, a diferença entre os dois principais nomes está dentro da margem de erro, indicando que a disputa segue acirrada. Em fevereiro, os dois estavam tecnicamente empatados, com 36% para Bolsonaro e 33,8% para Lula.
Uma pesquisa AtlasIntel encomendada pela Bloomberg e divulgada nesta terça-feira (1°) traz um cenário político surpreendente: em uma possível reedição das eleições de 2022 com os mesmos candidatos, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) superaria o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no primeiro turno. Os números da disputa de acordo com o levantamento: Bolsonaro teria 45,6% das intenções de voto, Lula apareceria com 40,6%. A diferença de 5 pontos percentuais supera a margem de erro. A pesquisa ouviu 4.659 brasileiros por meio digital entre 20 e 24 de março, com margem de erro de 1 ponto percentual (para mais ou menos) e 95% de confiança estatística. Em 2022, Lula venceu Bolsonaro por estreita margem no segundo turno (50,9% x 49,1%). O novo cenário sugere mudanças no humor eleitoral após dois anos de governo petista
O Congresso Nacional antecipou a votação do Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2025 para a tarde desta quinta-feira (20), a partir das 15h. Antes, a Comissão Mista do Orçamento (CMO) deve aprovar o relatório final apresentado na madrugada de hoje pelo relator, o senador Angelo Coronel (PSD-BA). Segundo o parecer do relator, o orçamento da União terá um superávit primário de R$ 15 bilhões neste ano, contra um déficit de R$ 11 bilhões em 2024. No ano passado, não foram incluídos no cálculo os R$ 32 bilhões usados para minorar a catástrofe climática do Rio Grande do Sul (RS). Os gastos primários são aqueles que excluem os recursos gastos com a dívida pública. Até ontem, a previsão era de que a CMO votaria o parecer do relator apenas na tarde da sexta-feira (21), o que empurraria a votação nos plenários da Câmara e do Senado para a semana que vem. Porém, após o Congresso marcar a sessão conjunta para esta quinta-feira, a CMO antecipou o calendário de votação para analisar o parecer nesta manhã. Em vídeo divulgado a jornalistas, o relator Ângelo Coronel disse que a antecipação se deveu a “eficiência” e “boa vontade” da consultoria do Senado e de sua equipe de gabinete, que fizeram as adequações no projeto após as modificações solicitadas pelo governo.