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O talento e a criatividade dos estudantes foram destaque no primeiro dia do Concurso Cultural “O Brilho da Terra do Café – 99 anos de Arte e Cultura em Barra da Estiva”. A programação reuniu apresentações que emocionaram o público e valorizaram a história e as manifestações culturais do município.
Alunos da Educação Infantil e dos Anos Iniciais participaram das atividades com apresentações que envolveram música, poesia, dança e desenhos. As produções evidenciaram a criatividade das crianças e o envolvimento com a cultura local.
Além de proporcionar um momento de celebração, o concurso também reforça a importância de aproximar as novas gerações das tradições e da identidade cultural de Barra da Estiva, estimulando desde cedo o reconhecimento e a valorização da história do município.
A realização do primeiro dia também contou com o empenho de estudantes, professores, gestores, famílias e equipes escolares, que contribuíram para o desenvolvimento das apresentações.
O Concurso Cultural “O Brilho da Terra do Café” segue com sua programação, prometendo novas apresentações e momentos de celebração da arte, da cultura e da identidade de Barra da Estiva.
O escritor e poeta Maurício Campos Brito prepara o lançamento de Porteira Diamantina — Versos Tanhaçuenses, obra literária que transforma em poesia as paisagens, memórias, tradições e sentimentos da Chapada Diamantina.
Natural de Tanhaçu, o autor desenvolve uma escrita marcada pelo regionalismo poético, pela linguagem rebuscada, pelo existencialismo e por influências da literatura gótica contemporânea. Seus textos transitam entre a contemplação da paisagem sertaneja, os conflitos humanos e a profundidade filosófica presente em obras como Itinerário Poético das Sombras, livro autoral que consolidou sua identidade literária através de poemas sombrios, reflexivos e carregados de simbolismo.
Em Porteira Diamantina, Maurício Campos Brito presta homenagem à cultura chapadeira por meio de versos que percorrem simbolicamente cidades como Ituaçu, Barra da Estiva, Ibicoara, Rio de Contas e Iramaia, exaltando a força cultural, histórica e afetiva da região.
Além da produção autoral, o escritor também possui participação ativa em eventos e movimentos literários pelo Brasil, integrando antologias nacionais e participando de feiras culturais e literárias. Em 2025, esteve presente na FLIRCONTAS — Feira Literária de Rio de Contas 2025, fortalecendo sua atuação na cena literária baiana e ampliando o alcance de sua produção poética.
Segundo o autor, Porteira Diamantina nasce como uma celebração da memória nordestina e da identidade do povo sertanejo.
“A Chapada Diamantina não é apenas paisagem. Ela é memória, é tradição, é resistência e poesia viva.”
Com atmosfera intimista e forte identidade regional, a obra busca além de homenagear as cidades de Tanhaçu, Ituaçu, Barra da Estiva, Ibicoara, Rio de Contas e Iramaia, aproximar literatura e pertencimento dentro da cena cultural regional, valorizando a Chapada Diamantina através da arte e da poesia.
O lançamento oficial do livro deverá acontecer nos próximos meses, acompanhado de ações culturais, divulgação regional e projetos de incentivo à literatura no interior da Bahia.