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Acelen reduz preços dos combustíveis vendidos às distribuidoras na Bahia

15 Mai 2026 / 10h00
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Acelen reduz preços dos combustíveis vendidos às distribuidoras na Bahia
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

A Refinaria de Mataripe, administrada pela Acelen, anunciou nesta quinta-feira (14) uma nova redução nos preços dos combustíveis comercializados para as distribuidoras na Bahia. O reajuste contempla gasolina, diesel S10 e diesel S500, com quedas que chegam a 6,9%.

De acordo com a empresa, a gasolina teve redução de 4,5%, passando de R$ 4,148 para R$ 3,960. Já o diesel S10 registrou queda de 2,2%, saindo de R$ 5,699 para R$ 5,572. O maior recuo foi aplicado ao diesel S500, que passou de R$ 5,482 para R$ 5,107, representando uma diminuição de 6,9%.

A Acelen informou que os reajustes seguem critérios de mercado e consideram fatores como a cotação internacional do petróleo, custos de produção e variações cambiais.

Apesar da redução anunciada pela refinaria, o impacto direto para o consumidor final ainda dependerá das políticas adotadas pelas distribuidoras e pelos postos de combustíveis. Em nota, o Sindicombustíveis Bahia destacou que o repasse dos novos valores ao consumidor não ocorre automaticamente.

Governo quer converter receitas extras com petróleo em desonerações

24 Abr 2026 / 08h30
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Governo quer converter receitas extras com petróleo em desonerações
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

O governo federal enviou nesta quinta-feira (23) ao Congresso o Projeto de Lei Complementar 114 de 2026, que cria um mecanismo para reduzir tributos sobre combustíveis caso haja aumento de arrecadação com receitas do petróleo. A proposta foi apresentada pelo líder do PT na Câmara, deputado Paulo Pimenta.

Pouco antes das 16h, o Ministério da Fazenda tinha anunciado que a medida envolveria novos cortes diretos de impostos. No entanto, o ministro Dario Durigan corrigiu a informação.

“Não estamos fazendo anúncio de redução tributária de nenhum tributo, e, sim, de um mecanismo discutido com o Congresso para minorar o impacto da guerra”, declarou o ministro, em referência aos efeitos do conflito no Oriente Médio sobre os preços de combustíveis.

Proposta

A proposta prevê que receitas extraordinárias provenientes do petróleo, como royalties e venda de petróleo do pré-sal, sejam usadas para compensar reduções de impostos sobre combustíveis.

Poderiam ser abatidas as alíquotas do Programa de Integração Social (PIS), da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) sobre diesel, gasolina, etanol e biodiesel.

A proposta inicial prevê duração do regime enquanto durar a guerra no Oriente Médio. Assim que for constatado aumento de receitas, o presidente da República poderá editar um decreto com desonerações de combustíveis.

As reduções de tributos valeriam por dois meses, com revisões após o fim do período.

Segundo o ministro do Planejamento, Bruno Moretti, isso permitirá a manutenção da neutralidade fiscal, sem impacto para as contas públicas.

Lula assina decreto que zera PIS/Cofins do diesel para proteger população da alta internacional do petróleo

12 Mar 2026 / 13h07
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Lula assina decreto que zera PIS/Cofins do diesel para proteger população da alta internacional do petróleo
Foto - Divulgação / Canal GOV

O Governo do Brasil adotou um conjunto de ações para reduzir a pressão que as altas na cotação internacional do barril de petróleo vêm exercendo sobre o óleo diesel, bem como para aumentar a fiscalização no setor, com o objetivo de combater a especulação e a alta abusiva de preços.

As ações, que incluem a edição de Medida Provisória e de três decretos assinados nesta quinta-feira (12/3) pelo presidente Lula, são uma resposta ao cenário de forte volatilidade dos preços do petróleo causado pela guerra envolvendo os Estados Unidos, Israel e o Irã e pelas tensões no entorno do Estreito de Ormuz, corredor estratégico por onde passa cerca de um quinto do petróleo consumido no mundo. Juntas, as iniciativas irão proteger a população brasileira, os caminhoneiros e os setores econômicos.

Nós vamos fazer tudo o que for possível. E quem sabe esperar, até com a boa vontade dos governadores de estados, que podem reduzir um pouco o ICMS também no preço do combustível, naquilo que for possível cada estado fazer, para que a gente garanta que essa guerra não chegue ao bolso do motorista, ao bolso do caminhoneiro. E sobretudo, não chegando ao bolso do caminhoneiro, não vai chegar ao prato de feijão, salada, alface, cebola e da comida que o povo mais come".

"Estamos fazendo um sacrifício enorme aqui, uma engenharia econômica, para evitar que os efeitos da irresponsabilidade das guerras cheguem ao povo brasileiro", disse o presidente Lula.

Uma das medidas será zerar as alíquotas de PIS/Cofins incidentes sobre o diesel. Na prática, isso elimina os únicos dois impostos federais atualmente cobrados sobre o combustível e representa uma redução de R$ 0,32 por litro. O objetivo é aliviar a pressão sobre um insumo essencial para o transporte de cargas, a produção agropecuária, o abastecimento das cidades e a mobilidade de milhões de brasileiros. Esta medida será editada via decreto presidencial.

Guerra entre EUA, Israel e Irã eleva preços do petróleo e preocupa mercado global

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Guerra entre EUA, Israel e Irã eleva preços do petróleo e preocupa mercado global
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

Os preços do petróleo registraram forte alta nesta segunda-feira (9), permanecendo mais de 15% acima dos níveis observados desde meados de 2022, em meio ao aumento das tensões geopolíticas no Oriente Médio. O mercado reagiu à escalada do conflito envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, além de preocupações com possíveis interrupções no transporte marítimo e no fornecimento global da commodity.

Os contratos futuros do petróleo Brent chegaram a subir US$ 15,51, o equivalente a 16,7%, alcançando US$ 108,20 por barril, movimento que coloca o indicador no caminho para registrar o maior salto de preço em um único dia. Já os contratos do petróleo bruto West Texas Intermediate (WTI), referência nos Estados Unidos, avançaram US$ 14,23, ou 15,7%, sendo negociados a US$ 105,13 por barril.

A tensão no mercado também está relacionada à redução no fornecimento por parte de alguns dos principais produtores mundiais. Além disso, as preocupações com a segurança no transporte marítimo aumentaram significativamente diante do avanço da guerra na região.

As dificuldades na movimentação de navios-tanque já começaram a desacelerar o transporte marítimo, afetando especialmente compradores asiáticos que dependem do petróleo bruto do Oriente Médio. A situação é considerada delicada porque a crise se concentra nas proximidades do Estreito de Ormuz, rota estratégica por onde passa cerca de um quinto de todo o petróleo comercializado no mundo.

Petrobras bate recorde de produção e amplia exportações em 2025

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Petrobras bate recorde de produção e amplia exportações em 2025
Foto - André Ribeiro / Agência Petrobras

A Petrobras encerrou 2025 com a maior produção de petróleo e gás de sua história, com quase 3 milhões de barris diários, impulsionada pelo avanço do pré-sal e pela entrada de novas plataformas.

O desempenho operacional recorde sustentou também um salto nas exportações, que atingiram o maior volume anual já registrado pela estatal.

Segundo dados divulgados nesta terça-feira (10), a companhia superou com folga suas metas de produção e conseguiu renovar reservas mesmo em um ano marcado por paradas programadas para manutenção e declínio natural de campos maduros.

>> Principais números de produção em 2025:

Produção média anual própria: 2,99 milhões de barris de óleo equivalente (boe) por dia (+11%)

Produção total no 4º trimestre: 3,081 milhões de boe por dia

Alta no 4º trimestre: +18,6% em relação ao quarto trimestre de 2024

Queda trimestral: -1,1% frente ao terceiro trimestre de 2025

Produção no pré-sal: 82% do total no 4º trimestre

Pré-sal em 2025: 2,45 milhões de boe por dia (+11,4%)

Campo de Búzios: mais de 1 milhão de barris por dia (bpd) em outubro

Capacidade instalada em Búzios: cerca de 1,15 milhão de bpd

Produção de petróleo e gás no país cresce 13,3% em 2025 e bate recorde

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Produção de petróleo e gás no país cresce 13,3% em 2025 e bate recorde
Foto - Divulgação / Petrobras

A produção de petróleo e gás no país alcançou a marca 4,897 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boe/d) em 2025. O resultado é 13,3% superior ao do ano anterior e representa o maior volume já registrado no Brasil. O recorde anterior era 4,344 milhões boe/d, em 2023.

Os dados são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), órgão regulador do setor, vinculado ao Ministério de Minas e Energia.

Boe é uma unidade de medida que padroniza o volume de gás natural e petróleo, convertendo o gás para o valor energético equivalente a um barril de petróleo bruto. Dessa forma, é possível somar a produção.

O desempenho recorde de 2025 confirma a indústria extrativa como um dos motores da indústria nacional. A produção da indústria brasileira cresceu 0,6% no ano passado, sendo que a indústria extrativa avançou 4,9%, conforme divulgou nesta terça-feira (3) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Brasil tem recorde na produção de petróleo e gás natural em julho

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Brasil tem recorde na produção de petróleo e gás natural em julho
Foto - Divulgação / Petrobras

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) informou nesta quarta-feira (30) que foi produzido um total de 4,482 milhões de barris de óleo equivalente por dia (MMboe/d) em julho. Foi a maior produção total já registrada, superando o recorde de junho de 2023, com 4,324 milhões de MMboe/d. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (30) no Boletim Mensal da Produção de Petróleo e Gás Natural de julho de 2023, que traz os dados consolidados da produção nacional. Nesse mês, houve recorde na produção total (petróleo e gás natural), bem como na de petróleo e na de gás natural consideradas separadamente e também na produção do pré-sal. Com relação ao petróleo, foram produzidos 3,513 milhões de barris por dia (MMbbl/d), um aumento de 4,3% na comparação com o mês anterior e de 18,6% em relação a julho de 2022. A maior produção registrada anteriormente foi a de junho de 2023: 3,367 MMbbl/d.A produção de gás natural em julho foi de 154,076 milhões de metros cúbicos por dia (MMm³/d), um acréscimo de 1,2 % em relação a junho de 2023 e de 13,6% na comparação com julho de 2022. Também foi o maior volume até hoje, superando o de junho de 2023: 152,258 milhões de metros cúbicos por dia (MMm³/d).

Aumento do número de casos de coronavírus fora da China abala mercados globais; Ouro salta para maior valor em 7 anos e preços do petróleo caem 4%

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Aumento do número de casos de coronavírus fora da China abala mercados globais; Ouro salta para maior valor em 7 anos e preços do petróleo caem 4%
Foto - Divulgação / Josué Damacena (IOC/Fiocruz)

Um aumento no número de casos de coronavírus fora da China abala as bolsas da Europa nesta segunda-feira (24), com os investidores temendo que o surto possa afetar significativamente o crescimento global.  Em Milão, o índice FTSE/MIB tinha queda de mais de 4%, após a Itália informar que ao menos 190 pessoas foram diagnosticadas com o vírus, e cinco morreram. De acordo com informações do G1, nas bolsas de Londres, Frankfurt e Madri, a queda superava 3%. Segundo a agência Reuters, os mercados de ações europeus sofrem nesta segunda-feira a maior queda diária desde meados de 2016. Entre os piores desempenhos no índice pan-europeu STOXX 600 estavam ações de aéreas, com EasyJet, Ryanair, Air France e Lufthansa recuando entre 7% e 11%. O índice de viagens e lazer da Europa caía acima de 4%. Na China, o índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, caiu 0,4%, enquanto o índice de Xangai teve queda de 0,28%. Já as bolsas de Hong Kong e de Seul perderam 1,49% e 3,87%, respectivamente. Em Sydney, o índice S&P/ASX 200 recuou 2,25%. O declínio das ações também acontece após reunião de ministros das finanças e chefes de bancos centrais das 20 maiores economias industriais, no qual as autoridades advertiram que o surto que começou na China está ameaçando descarrilar o crescimento mundial. No Brasil, o mercado de ações e os bancos estão de folga devido ao carnaval e só reabrem na quarta-feira (26). A busca por ativos considerados mais seguros também fez saltar o preço do ouro em mais de 2%, para US$ 1.684,60, maior valor em 7 anos. Os preços do barril de petróleo recuavam mais de 4%. O Brent tinha queda de 4,14%, sendo negociado a US$ 56,08. Já o barril WTI recuava 4,01%, a US$ 51,24.

Produção de petróleo e gás cresce 8% em novembro

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Produção de petróleo e gás cresce 8% em novembro
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

A produção de petróleo e gás da Petrobras cresceu 8% em novembro. No mês, foram 2,66 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed) - 2,54 milhões boed produzidos no Brasil e 119 mil, no exterior. “A produção total operada da companhia (parcela própria e dos parceiros) foi de 3,34 milhões boed, sendo 3,18 milhões boed no Brasil”, informou, em nota, a empresa. Barril de petróleo equivalente (boe) é unidade básica usada para medir a produção do óleo e do gás. Ainda de acordo com a Petrobras, o aumento na produção deve-se, principalmente, ao início de produção da plataforma P-69, localizado no pré-sal da Bacia de Santos. As plataformas P-57, P-52, P-25 e P-31, na Bacia de Campos, estavam paradas para manutenção e voltaram a operar normalmente, o que também explica o crescimento.

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