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O senador Flávio Bolsonaro (PL) registra 50,5% das intenções de voto, contra 49,5% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em um cenário de segundo turno da eleição presidencial, segundo pesquisa Ipespe/Abrapel divulgada nesta sexta-feira (23). Os números consideram apenas os votos válidos e indicam uma disputa tecnicamente empatada.
A diferença entre os dois candidatos é de um ponto percentual, abaixo da margem de erro do levantamento, estimada em 2,6 pontos percentuais para mais ou para menos. O índice de confiança informado é de 95%.
A comparação com a primeira pesquisa realizada após o primeiro turno mostra uma redução na distância entre os concorrentes. Naquele levantamento, feito dois dias depois da primeira rodada de votação, Flávio Bolsonaro aparecia com 52,7% dos votos válidos, enquanto Lula tinha 47,3%. Na ocasião, a diferença entre os candidatos superava a margem de erro.
Para o estudo mais recente, a Ipespe/Abrapel entrevistou 1.500 eleitores em todo o país, por telefone, entre os dias 20 e 22 de outubro. A pesquisa foi financiada com recursos próprios do instituto e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-04350/2026.
A avaliação positiva do governo federal, comandado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), registrou leve alta e chegou a 41%, segundo a última edição da pesquisa Pulso Brasil/Ipespe, divulgada nesta quinta-feira (27). No entanto, a desaprovação da gestão petista segue majoritária, atingindo 54% dos entrevistados. O levantamento, realizado entre os dias 20 e 25 de março, ouviu 2.500 pessoas por meio de ligações telefônicas e questionários online. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. Em comparação com a pesquisa anterior do Ipespe, feita nos dias 17 e 18 de março, o governo Lula apresentou uma oscilação positiva: na medição passada, a aprovação era de 39%, enquanto a desaprovação se mantinha estável em 54%. Os números indicam uma recuperação modesta na percepção pública sobre a administração federal, embora a maioria ainda avalie negativamente o governo.