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PGR pede ao Supremo condenação de Eduardo Bolsonaro por coação

12 Mai 2026 / 06h24
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PGR pede ao Supremo condenação de Eduardo Bolsonaro por coação
Foto - Lula Marques / Agência Brasil

A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu nesta segunda-feira (11) ao Supremo Tribunal Federal (STF) a condenação do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) pelo crime de coação no curso do processo.

O pedido faz parte das alegações finais enviadas ao Supremo pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet.

Em novembro do ano passado, o STF aceitou denúncia da PGR no inquérito que apurou a atuação do ex-parlamentar junto ao governo dos Estados Unidos para promover o tarifaço contra as exportações brasileiras, a suspensão de vistos de ministros do governo federal e de ministros da Corte. 

Nas alegações, Gonet disse que Eduardo apresentou condutas criminosas ao realizar postagens nas redes sociais e conceder entrevistas à imprensa com objetivo de ameaçar a obtenção de sanções estrangeiras contra ministros da Corte e o país para "livrar" Jair Bolsonaro da condenação no processo da trama golpista.

"Comprovou-se que o réu deliberadamente se utilizou de graves ameaças contra as autoridades responsáveis pelo julgamento da AP 2.668, algumas concretizadas, a fim de favorecer o interesse de seu pai, livrando-o de qualquer responsabilização criminal", afirmou o procurador.

A acusação da PGR também ressaltou que as ameaças do ex-deputado foram concretizadas e trouxeram prejuízos para o Brasil.

"A estratégia criminosa culminou em prejuízos concretos a diversos setores produtivos onerados pelas sobretarifas norte-americanas, alcançando, em última instância, trabalhadores vinculados a essas cadeias econômicas, completamente alheios aos processos penais atacados", completou Gonet.

 Desde o ano passado, Eduardo está nos Estados Unidos. Ele perdeu o mandato de parlamentar por faltar às sessões da Câmara dos Deputados.

PGR diz que deputados não podem pedir prisão de Eduardo Bolsonaro

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PGR diz que deputados não podem pedir prisão de Eduardo Bolsonaro
Foto - Marcelo Camargo / Agência Brasil

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, enviou nesta terça-feira (14) ao Supremo Tribunal Federal (STF) parecer no qual afirma que parlamentares não podem requerer a prisão do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP).

O parecer foi enviado ao ministro Alexandre de Moraes após os deputados Lindbergh Farias (PT-RJ) e Talíria Petrone (PSOL-RJ) pedirem a prisão do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, que é investigado na Corte pelo tarifaço dos Estados Unidos contra as exportações brasileiras.

Segundo Gonet, somente o Ministério Público, a Polícia Federal ou um assistente de acusação podem solicitar a medida.

“SS. Exas [Suas Excelências] não estão habilitadas no feito em nenhuma dessas posições, o que lhes subtrai a legitimidade processual para postular no feito”, afirmou. 

Lula assina recondução de Gonet como procurador-geral da República

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Lula assina recondução de Gonet como procurador-geral da República
Foto - Antônio Augusto / STF

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nesta quarta-feira (27) a recondução do procurador-geral da República, Paulo Gonet, para mais um mandato de dois anos no cargo. Gonet assumiu a Procuradoria-Geral da República (PGR) em dezembro de 2023. Seu atual mandato, portanto, duraria até dezembro deste ano. Lula, porém, decidiu antecipar a recondução em alguns meses.  O ato foi assinado por Lula menos de uma semana antes do julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) do ex-presidente Jair Bolsonaro, que foi denunciado por Gonet como líder de uma trama golpista cujo objetivo seria manter-se no poder mesmo depois de perder para Lula na eleição de 2022. A decisão foi tomada após Gonet ter se reunido nesta quarta com Lula no Palácio do Planalto. Mesmo reconduzido, o procurador precisará passar por nova sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado e ter o nome mais uma vez aprovado pelo plenário da Casa. São necessários 41 votos para a aprovação. Em 2023, ele recebeu 65 votos. Ao antecipar a recondução, Lula evita, por exemplo, que a Associação Nacional de Procuradores da República (ANPR) organize sua tradicional lista tríplice de indicados para o cargo. Na visão do Planalto, isso dá mais tranquilidade interna ao Ministério Público Federal ao evitar disputas internas pelas sucessão da PGR. Embora tenha respeitado a lista tríplice em seus dois primeiros mandatos, Lula não é obrigado a segui-la e já a tinha desconsiderado ao nomear Gonet pela primeira vez. Com 64 anos, Gonet é subprocurador-geral da República, com cerca de 40 anos de carreira no Ministério Público. Junto com o ministro Gilmar Mendes, do STF, é cofundador do Instituto Brasiliense de Direito Público e foi diretor-geral da Escola Superior do Ministério Público da União.

Ministro Dias Toffoli e procurador Paulo Gonet recebem título de Cidadão Baiano em sessão emocionante na ALBA

14 Mar 2025 / 17h30
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Ministro Dias Toffoli e procurador Paulo Gonet recebem título de Cidadão Baiano em sessão emocionante na ALBA
Foto - Divulgação

A Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) foi palco, na manhã desta quinta-feira (14), de uma sessão solene marcada por emoção e homenagens. Sob a presidência da deputada Ivana Bastos, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, e o procurador-geral da República, Paulo Gonet, receberam o título de Cidadão Baiano. A honraria foi concedida por iniciativa dos deputados Niltinho (PP) e Alex da Piatã (PSD), respectivamente. O evento contou com a presença de diversas autoridades, entre elas o vice-governador Geraldo Júnior, os senadores Jaques Wagner e Otto Alencar, a presidente do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), desembargadora Cynthia Resende, e o chefe do Ministério Público da Bahia (MP-BA), Pedro Maia. Lágrimas e reconhecimento - O momento mais marcante da cerimônia aconteceu durante o discurso de agradecimento do ministro Dias Toffoli. Visivelmente emocionado, ele teve a voz embargada ao relembrar sua trajetória e, em um gesto simbólico, pediu ao ex-procurador-geral Augusto Aras que o "batizasse" como baiano, entregando-lhe uma medalha do Senhor do Bonfim. Já o procurador-geral Paulo Gonet resgatou sua ligação histórica com a Bahia, recordando um antepassado francês, soldado do Exército Libertador, que lutou sob o comando do general Pedro Labatut na Independência da Bahia, em 1823. Homenagem à trajetória e compromisso com a democracia - Ao abrir a sessão solene, a presidente da ALBA destacou o legado e a relevância dos homenageados para o país. “Tenho a honra de conceder, em nome dos deputados e deputadas desta Casa, a cidadania baiana a duas figuras da máxima expressão do Direito brasileiro, de grande estatura moral e profissional. Mais do que carreiras brilhantes, Toffoli e Gonet são guardiões da Constituição e defensores intransigentes do Estado Democrático de Direito”, exaltou Ivana Bastos. Em seu pronunciamento, o ministro Toffoli fez questão de agradecer ao senador Jaques Wagner e à esposa dele, Fátima Mendonça, destacando a importância do casal em sua trajetória profissional. “Jaques Wagner me escolheu em um difícil processo de seleção para a vaga de coordenador de assessoria jurídica da bancada do PT, na Câmara dos Deputados, em 1995. A Jaques e a Fatinha, minha eterna gratidão, porque sem isso, nada teria acontecido e não estaria aqui hoje”, disse Toffoli, visivelmente emocionado. Deputados enaltecem primeira mulher a presidir a ALBA - Além das homenagens aos novos cidadãos baianos, os deputados Niltinho e Alex da Piatã destacaram a importância histórica da deputada Ivana Bastos como a primeira mulher a presidir a Assembleia Legislativa da Bahia em seus 190 anos de existência. “Presidenta, não conhecesse bem Vossa Excelência – que é inquieta e não para nunca – podia lhe recomendar que fosse curtir o mar em Praia do Forte ou ver o campo em Guanambi, porque a senhora já entrou, para sempre, e indelevelmente, nos anais da história da Bahia”, declarou o deputado Alex da Piatã.

PGR rebate defesas e pede que denunciados por golpe virem réus no STF

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PGR rebate defesas e pede que denunciados por golpe virem réus no STF
Foto - Marcelo Camargo / Agência Brasil

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, enviou nesta quinta-feira (13) manifestação ao Supremo Tribunal Federal (STF) em que afasta argumentos das defesas sobre supostas nulidades processuais e reforça o pedido para que oito dos 34 denunciados pelo crime de golpe de Estado se tornem réus. O parecer de Gonet foi enviado após ordem do relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, que deu cinco dias para a PGR se manifestar a respeito da defesa prévia apresentada pelos acusados contra a denúncia de 272 páginas. Neste momento, a PGR se manifestou acerca do primeiro núcleo de acusados, composto por: o ex-presidente Jair Bolsonaro; Anderson Torres, ex-ministro da Justiça; Alexandre Ramagem, ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin); os generais e ex-ministros Augusto Heleno, Paulo Sérgio Nogueira, Walter Braga Netto; o tenente-coronel e delator Mauro Cid; e o almirante Almir Garnier. Todos foram acusados pelos crimes de organização criminosa armada, golpe de Estado, tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito, dano qualificado agravado pelo emprego de violência e deterioração de patrimônio tombado da União. No documento desta quinta, Gonet afirma que, conforme as regras processuais penais, não se manifestaria, neste momento, sobre as questões de mérito apresentadas pelas defesas desses oito acusados, mas somente a respeito das nove questões preliminares levantadas pelos advogados sobre as supostas nulidades do processo. “A manifestação é pelo recebimento da denúncia”, escreveu Gonet após rebater ponto a ponto cada questão jurídica preliminar. “É quanto basta neste instante processual, enquanto se aguarda o recebimento da denúncia e a realização da instrução processual”, disse o PGR, em outro trecho. O eventual recebimento ou não da denúncia ainda deve ser julgado pela Primeira Turma do STF. Além de Moraes, os ministros Cristiano Zanin, Cármen Lúcia, Luiz Fux e Flávio Dino deverão analisar se há indícios ou provas suficientes para a abertura de uma ação penal, o que tornaria os acusados réus pelos crimes imputados.

PGR é contra pedido de Bolsonaro para apresentar defesa em 83 dias

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PGR é contra pedido de Bolsonaro para apresentar defesa em 83 dias
Foto - Marcelo Camargo / Agência Brasil

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, enviou nesta quarta-feira (5) ao Supremo Tribunal Federal (STF) parecer contra o recurso do ex-presidente Jair Bolsonaro para ampliar o prazo para apresentação de defesa sobre a denúncia da trama golpista. O prazo de 15 dias para os advogados se manifestarem termina nesta quinta-feira (6). Na semana passada, a defesa de Bolsonaro recorreu da decisão do ministro Alexandre de Moraes que negou a ampliação do prazo de defesa para 83 dias. Para a defesa, o prazo de 83 dias é para compensar o mesmo período em que o processo ficou na PGR para elaboração da denúncia. Caso o prazo não seja concedido, os advogados requereram prazo dobrado de 30 dias para se manifestarem. No parecer, Gonet afirma que a extensão do prazo para defesa não está prevista em lei. "Inexiste previsão legal para prorrogação de prazo que vise a apresentação de resposta preliminar (artigos 4º da Lei n. 8.038/1990 e 233 do RISTF). O pretendido prazo idêntico ao período em que os autos permaneceram sob análise do parquet igualmente não encontra respaldo legal", justificou Gonet. Com o parecer da PGR, caberá ao ministro Alexandre de Moraes, que já rejeitou o primeiro pedido de aumento do prazo, decidir a questão. O prazo para entrega da defesa da maioria dos denunciados termina nesta quinta-feira (6), exceto no caso do general Braga Netto e do almirante Almir Garnier, que têm até sexta-feira (7) para se manifestarem sobre a denúncia.

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