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A fumaça branca finalmente subiu da chaminé da Capela Sistina na tarde desta quinta-feira (8), anunciando ao mundo que a Igreja Católica tem um novo papa. O sinal tradicional indica que, na quinta votação realizada pelo Colégio de Cardeais reunido em conclave, foi alcançado o consenso necessário para a eleição do 267º pontífice da história. Após dois dias de reuniões e votações secretas, os cardeais escolheram o sucessor de São Pedro, encerrando o período de sede vacante. Agora, os fiéis católicos de todo o mundo aguardam com grande expectativa a apresentação oficial do novo papa, que será feita do balcão central da Basílica de São Pedro, no Vaticano. A fumaça branca é gerada pela queima das cédulas de votação com aditivos químicos que produzem o tom claro e simbólico, sinalizando que o escolhido obteve ao menos dois terços dos votos — número exigido para a confirmação do novo pontífice. Tradicionalmente, o anúncio é feito pelo cardeal protodiácono com a frase “Habemus Papam”, seguida da apresentação do nome civil e do nome papal escolhido pelo novo líder da Igreja. A identidade do novo papa deve ser revelada em breve, diante de milhares de fiéis reunidos na Praça São Pedro e sob os olhares atentos do mundo inteiro.
Na manhã desta quinta-feira (8), a tradicional fumaça preta voltou a sair da chaminé da Capela Sistina, no Vaticano, sinalizando que os cardeais reunidos em conclave ainda não chegaram a um consenso sobre o nome do novo papa. O conclave, iniciado na quarta-feira (7), reúne os cardeais da Igreja Católica com a missão de eleger o 267º pontífice da história. A fumaça preta — gerada pela queima das cédulas de votação com aditivos químicos — simboliza que nenhum dos candidatos alcançou os dois terços dos votos necessários para ser escolhido papa. Assim como no primeiro dia, a votação desta quinta-feira terminou sem resultado. Com isso, ainda são possíveis duas novas rodadas de votação ao longo do dia. O processo seguirá até que um nome seja definido, o que será anunciado ao mundo por meio da fumaça branca, símbolo da eleição concluída com sucesso. A expectativa dos fiéis e da comunidade internacional é grande. Enquanto isso, todos os olhares permanecem voltados para a Capela Sistina, no coração da Cidade do Vaticano.
O Vaticano informou há pouco que o novo papa ainda não foi escolhido. A fumaça preta saiu da chaminé acima da Capela Sistina, indicando votos inconclusivos. O conclave, reunião dos cardeais católicos para eleger o 267º papa da Igreja, teve início nesta quarta-feira (7). Como não houve decisão, continuará nesta quinta-feira (8). Os cardeais dão seus votos em papéis impressoscom a frase em latim Eligo in Summum Pontificem (Elejo como Sumo Pontífice, em português). As cédulas são reunidas e queimadas no final das sessões da manhã e da tarde, que resultam na fumaça. O novo papa a ser escolhido será sucessor de Francisco, que faleceu no último dia 21 de abril.
O papa Francisco disse nesta quarta-feira (06) que os patrões devem respeitar a dignidade dos funcionários, principalmente os imigrantes, apesar das dificuldades econômicas provocadas pela crise do novo coronavírus. "É verdade que a crise está afetando a todos, mas a dignidade das pessoas sempre deve ser respeitada", disse Francisco ao final de sua audiência geral, realizada na biblioteca papal, em vez da Praça de São Pedro, devido à quarentena na Itália. Ele afirmou ter recebido inúmeras mensagens sobre problemas trabalhistas em 1º de maio, dia em que a maioria dos países celebra os direitos dos trabalhadores. Francisco disse que queria defender "todos os trabalhadores explorados e convidar a todos a transformar a crise em uma ocasião em que a dignidade da pessoa e do trabalho possa ser colocada de volta no centro das coisas". O pontífice fez menção especial à exploração de trabalhadores rurais na Itália, a maioria dos quais é de imigrantes. Nas últimas semanas, houve uma série de prisões de proprietários de fazendas e quadrilhas que recrutam e supervisionam trabalhadores rurais na Itália. A maioria dos integrantes das gangues também era de imigrantes. Na semana passada, três proprietários de fazendas e um imigrante gambiano foram presos sob a acusação de exploração de cerca de 50 trabalhadores imigrantes na região do sul da Apúlia. Em outro caso recente, três albaneses que trabalhavam para uma vinícola no Norte da Itália foram presos sob a acusação de forçar os imigrantes a permanecer em atividade durante até 10 horas por dia sem intervalo, além do pagamento de salários baixos.