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Uma nova pesquisa de opinião realizada pelo Instituto de Pesquisas O Eco, nos dias 05 e 06 de dezembro de 2025, revelou um cenário amplamente favorável ao primeiro ano de gestão do prefeito Fabrício Abrantes, em Brumado. O levantamento foi conduzido por meio de entrevistas presenciais na sede e na zona rural, seguindo um plano amostral estratificado por idade, escolaridade, renda e ocupação. Foram ouvidos 314 moradores, com intervalo de confiança de 95% e margem de erro de 5 pontos percentuais.
De acordo com os dados coletados, 70,4% dos entrevistados consideram a administração “ótima” ou “boa”. Outros 22,3% classificam como “regular”, enquanto 7% avaliam como “ruim” ou “péssima”. Apenas 0,3% não souberam responder. Os resultados colocam o primeiro ano da gestão entre os mais bem avaliados do município, demonstrando sintonia entre as ações da prefeitura e as expectativas da população.
A pesquisa também aponta que a percepção geral sobre o município acompanha a avaliação positiva da gestão. Para 71%dos moradores, Brumado melhorou nos últimos 12 meses; 23,9% dizem que a situação permanece igual e 5,1% afirmam que houve piora.
Outro dado de destaque refere-se ao impacto das ações governamentais. Para 83,8% dos entrevistados, as iniciativas da prefeitura tiveram efeito positivo em suas vidas ou em suas comunidades. Apenas 5,4% enxergam impacto negativo; 7,6% dizem não ter percebido efeitos e 3,2% não souberam opinar.
O Instituto O Eco também avaliou o cenário político para 2026. Se as eleições fossem hoje, 59,6% afirmam que votariam em candidatos apoiados pelo prefeito Fabrício Abrantes. Já 14,6% prefeririam candidatos da oposição; 6,4% rejeitam ambos os grupos e 19,4% não têm posição definida. Embora não represente previsão eleitoral, o resultado indica ambiente favorável ao grupo político que atualmente administra o município.
O conjunto dos indicadores demonstra que Fabrício Abrantes encerra o primeiro ano de governo com alto nível de aprovação e forte influência política na cidade. Os números sugerem estabilidade administrativa e ambiente propício para continuidade de projetos ao longo do ciclo 2025–2028.
A aprovação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) permanece estável, segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (12). O levantamento mostra que 47% dos brasileiros aprovam a atual gestão, enquanto 50% a desaprovam. Outros 3% não souberam ou preferiram não responder.
Os números mantêm o cenário da pesquisa anterior, realizada em outubro, quando o governo registrava 48% de aprovação e 49% de desaprovação. Segundo o instituto, a estabilidade ocorre após o impacto político e social da operação policial realizada no dia 28 de outubro, no Rio de Janeiro, que resultou em 121 mortes e provocou tensão entre o Palácio do Planalto e o governo fluminense.
O estudo também indica uma mudança na percepção das maiores preocupações nacionais. O tema da violência, que antes preocupava 30% dos entrevistados, agora passou a ser citado por 38%. Já a economia, tradicionalmente no topo da lista, aparece em segundo lugar, com 15%.
No quesito segurança pública, 36% avaliam a atuação do governo como regular, 34% como negativa e 26% como positiva — percentuais que apontam leve melhora em relação à pesquisa de março.
A pesquisa Genial/Quaest foi realizada entre os dias 6 e 9 de novembro, com 2.004 entrevistas presenciais em todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais.
A aprovação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) atingiu 48% em outubro, o melhor resultado de 2025, segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (8). Já a desaprovação ficou em 49%, configurando empate técnico dentro da margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
O levantamento mostra uma recuperação na avaliação positiva do governo, que havia registrado 47% em janeiro e caiu para 41% em março e 40% em maio. A partir de julho, os índices voltaram a subir, chegando a 43% naquele mês e a 46% em agosto e setembro.
Em relação à desaprovação, o percentual mais alto foi observado em maio, com 57%. Desde então, houve queda gradual: 53% em julho e 51% nos dois meses seguintes.
A pesquisa foi realizada presencialmente entre os dias 2 e 5 de outubro, com 2.004 entrevistados em todo o país. O nível de confiança é de 95%.