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A Polícia Civil investiga as circunstâncias da morte de três pessoas da mesma família após um almoço realizado na zona rural do município de Canarana, no norte da Bahia. O caso ocorreu no dia 1º de janeiro, mas só foi oficialmente confirmado pelas autoridades nesta terça-feira (6). A causa das mortes ainda não foi esclarecida e segue sob apuração.
De acordo com as informações iniciais, os familiares começaram a apresentar sintomas graves de mal-estar após ingerirem alimentos durante a refeição. As vítimas chegaram a ser socorridas e encaminhadas para uma unidade de saúde da região, mas não resistiram.
As vítimas fatais foram identificadas como Adelaine Maria de Souza, de 74 anos, Leonardo Sousa dos Anjos, de 31 anos, e Margarete Souza, de 42 anos. Segundo a polícia, Leonardo era sobrinho de Adelaine, enquanto o grau de parentesco entre as demais vítimas não foi detalhado.
Além das mortes, uma criança de sete anos, que também participou do almoço, foi internada em um hospital na cidade de Irecê, a cerca de 45 quilômetros de Canarana. Até o momento, não foram divulgadas informações oficiais sobre o estado de saúde da criança.
O número de casos confirmados de infecção pelo novo coronavírus ultrapassou a marca dos 30 mil na China continental. O total de mortes é superior a 600. De acordo com informações da Agência Brasil, a Comissão Nacional de Saúde da China informou que 3.143 novos casos foram confirmados nessa quinta-feira (7), levando o número total de pacientes para 31.161. O número total de mortes na China continental é, atualmente, de 636. Os novos casos da doença têm aumentado em cerca de 3 mil por dia durante quatro dias consecutivos. Desses, mais de 70% foram registrados na província de Hubei, o epicentro do surto. Uma autoridade de alto escalão de Hubei disse que mais de 10 mil proficcionais da área médica foram à província para dar assistência. Contudo, segundo a autoridade, a província necessita de mais 2 mil pessoas adicionais especializadas em medicina respiratória e que possam tratar de pacientes em estado grave.
A taxa de mortalidade por câncer de pulmão entre as mulheres brasileiras vai encerrar uma tendência histórica de elevação em 2030 e estabilizar-se. A consequência direta desse cenário é a diminuição da prevalência do tabagismo na população feminina, resultado das ações da Política Nacional de Controle do Tabaco. Essa estimativa integra o estudo inédito “A curva epidêmica do tabaco no Brasil: para onde estamos indo?”, lançado nesta quinta-feira (29), data em que comemora-se o Dia Nacional de Combate ao Fumo, pelo Ministério da Saúde e o Instituto Nacional de Câncer (INCA). O estudo apresenta as tendências temporais da taxa de mortalidade por câncer de pulmão observadas de 1980 a 2017 e estimadas até 2040. O estudo aponta que a taxa de mortalidade por câncer de pulmão entre os homens continua a cair e deve manter essa tendência nos próximos anos, também reflexo da redução da prevalência de fumantes incentivada pelas ações de controle do tabagismo. Entre a população masculina, a taxa de mortalidade por câncer de pulmão subiu continuamente desde o início da década de 80, estabilizou-se a partir de meados dos anos 90 e começou a cair em 2005. Os pesquisadores calcularam a taxa de mortalidade por câncer de pulmão padronizada por idade (parâmetro usado mundialmente) de 1980 a 2017 e estimaram sua evolução até 2040, separadamente, para homens e mulheres. O tabagismo é a principal causa para o desenvolvimento do câncer de pulmão, responsável por mais de dois terços das mortes por essa doença no mundo. No Brasil, o câncer de pulmão, que abrange tumores na traqueia, brônquios e pulmões, é o tipo que mais mata homens e o segundo que mais mata mulheres, depois do câncer de mama.