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Conforme levantamento realizado pelo Ipespe, patrocinada pela XP Investimentos, que por telefone ouviu 1.000 pessoas entre 02 e 05 de abril em relação a intenções de voto para a Presidência da República, após saída do ex-juiz Sergio Moro (União Brasil-SP) da disputa, Jair Bolsonaro (PL) aparece com 30% das intenções de voto e Luiz Inácio Lula da Silva teve aumento nas intenções, figurando com 44%. Com a saída do ex-juiz, Ciro Gomes (PDT) avançou de 7% para 9%, João Doria (PSDB) passou de 2% para 3% e Simone Tebet MDB) subiu de 1% para 2%. Todas essas oscilações, porém, estão dentro da margem de erro, de 3,2 pontos percentuais. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-03874/2022.
Conforme pesquisa CNT, que entrevistou 2.002 pessoas entre os dias 16 e 19 de fevereiro, Lula (PT) acima dos 40% das intenções de voto para as eleições deste ano, Bolsonaro (PL) está com 28%, Ciro Gomes (PDT) teve uma crescida e Sérgio Moro (Podemos) encolheu ficando empatado, dentro da margem de erro, com o pedetista. De acordo com a divulgação da pesquisa no portal do UOL, caso haja um segundo turno, Bolsonaro recupera alguns pontos numa eventual disputa direta contra Lula. Agora, o petista venceria o atual presidente por 53,2% contra 35,3%. A diferença de 17,9% já foi de 21,3% em dezembro. A pesquisa mostra também que Bolsonaro conseguiu ganhar terreno em eventuais disputas contra os postulantes da chamada "terceira via". Contra Ciro Gomes (PDT), a diferença agora é de 4 pontos percentuais, sendo derrotado por 41,9% a 37,9%. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais e o nível de confiança é de 95,6%.
Conforme pesquisa Quaest/Genial divulgada nesta quarta-feira (09), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera as intenções de voto com possibilidade de vitória em primeiro turno com 45% intenções de voto. Conforme o levantamento, os índices registrados por Lula variam entre 45% e 47%, conforme é reduzido o número de candidatos na disputa. Em todos os cenários, o petista é seguido pelo presidente Jair Bolsonaro (PL), que pontua entre 23%, na simulação mais pulverizada, e 26%, no quadro com menos postulantes. Na pesquisa espontânea, em que os entrevistados dizem livremente o nome de quem votaria para presidente, Lula obtém 28%, Bolsonaro, 16%, e os demais concorrentes somam 4%. Quase metade, 48%, afirmaram estar indecisos, e 4% indicaram querer anular ou votar em branco. No primeiro cenário estimulado, em que o entrevistador apresenta uma lista de candidatos, Lula lidera com 45%, seguido por Bolsonaro, com 23%. Sergio Moro (Podemos) e Ciro Gomes (PDT) empatam na terceira posição, com 7% cada. João Doria (PSDB) e André Janones (Avante) também coincidiram nas intenções de voto, com 2%, e Simone Tebet (MDB) marcou 1%. Rodrigo Pacheco (PSD) e Felipe D’Ávila (Novo) não pontuaram, nulos e brancos somam 8%, e os indecisos são 5%. Assim, Lula marca 3 pontos percentuais a mais que a soma dos votos de seus adversários.
Conforme Pesquisa Ipespe realizada com 1.000 entrevistados, pelo telefone, entre os dias 24 e 25 de janeiro de 2022, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está na frente no cenário estimulado para o primeiro turno com 44%, contra 24% do presidente Jair Bolsonaro (PL) e 8% dos ex-ministros Sergio Moro (Podemos) e Ciro Gomes (PDT), que empataram. A Ipespe apresentou ainda os sete cenários de segundo turno entre os quatro primeiros colocados na pesquisa. Confira: Cenário 1 Lula (PT) – 54%, Jair Bolsonaro (PL) – 30%, Branco/nulo/não vai votar/indecisos – 16%. Cenário 2 - Lula (PT) – 50%, Sergio Moro (Podemos) – 31%, Branco/nulo/não vai votar/indecisos – 19%. Cenário 3 - Lula (PT) – 51%, Ciro Gomes (PDT) – 25%, Branco/nulo/não vai votar/indecisos – 24%. Cenário 4 - Lula (PT) – 52%, João Doria (PSDB) – 19%, Branco/nulo/não vai votar/indecisos – 29%. Cenário 5 - Ciro Gomes (PDT) – 45%, Jair Bolsonaro (PL) – 33%, Branco/nulo/não vai votar/indecisos – 22%. Cenário 6 - João Doria (PSDB) – 42% - Jair Bolsonaro (PL) – 33%, Branco/nulo/não vai votar/indecisos – 25%. Cenário 7 - Sergio Moro (Podemos) – 35%, Jair Bolsonaro (PL) – 28%, Branco/nulo/não vai votar/indecisos – 37%.
De acordo com pesquisa Quaest, realizada com base em 2.037 entrevistas presenciais entre os dias 2 e 5 de dezembro, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera as intenções de voto para 2022. Lula lidera todos os cenários de primeiro turno, quando soma 46% das intenções de voto e vence todos os adversários nas simulações do segundo. Já o ex-juiz Sérgio Moro, aparece novamente em terceiro lugar com 10%, superando o pedetista Ciro Gomes, que tem 5%. O presidente Jair Bolsonaro (PL), aparece com 23%. Anda de acordo com a pesquisa, em um possível 2º turno, Lula também confirma o favoritismo, variando de 53% a 58% das intenções de voto a depender do adversário. Contra Bolsonaro, o petista teria 55%, enquanto o ex-capitão teria 31%. Contra Moro, Lula fica com 53% contra 29% do ex-juiz; Na disputa com Ciro, o ex-presidente fica com 54%, superando os 21% do pedetista; Já contra Doria, Lula marca 57% e o tucano apenas 14%; Pacheco tem um desempenho ainda pior: fica com apenas 13% contra 58% do petista. Bolsonaro, por sua vez, não venceria ninguém em um segundo turno. Seu ex-ministro Moro superaria ele na disputa com 34% contra 31% do ex-capitão. Ciro se sairia um pouco melhor, superando Bolsonaro por 39% contra 34% do atual presidente. A margem de erro é de dois pontos percentuais e o índice de confiança é de 95%.
De acordo com levantamento do Instituto Paraná Pesquisas, que ouviu 2.020 eleitores, nos em 26 estados e Distrito Federal e em 164 municípios brasileiros entre os dias 16 e 19 de novembro de 2021, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera as intenções de voto para presidência do Brasil em 2022 em todos os cenários. De acordo com a pesquisa, no cenário espontâneo, em que não são apresentadas as opções de candidatos aos eleitores, Lula desponta na frente com 19,7%. Seguido por Bolsonaro com 18,4%; Sergio Moro com 2,8%; Ciro Gomes (PDT) 1,3%; e Luiz Henrique Mandetta (DEM) e Eduardo Leite (PSDB) com 0,2%. Num primeiro cenário estimulado, quando os pesquisadores apresentam os nomes dos candidatos para que o eleitor aponte em quem votaria, Lula segue na liderança e vai a 34,9%. Jair Bolsonaro soma 29,2% e Moro aparece na terceira posição com 10,7%. Os nomes seguintes são de Ciro 6,1%; João Doria 3,1%; Mandetta 1,2%; Simone Tebet 0,6%; Alessandro Vieira 0,4%; e Rodrigo Pacheco 0,4%. Não souberam responder 3,5% dos eleitores e votariam branco ou nulo 9,9%. No cenário dois, o nome do governador de São Paulo, João Doria, é substituído pelo do também tucano Eduardo Leite, governador do Rio Grande do Sul. Neste quadro Lula tem 35,1%; Bolsonaro 29,8%; Moro 11%; Ciro 6,1%; Eduardo Leite 1,6%; Mandetta 1,4%; Simone Tebet 0,5%; Alessandro Vieira 0,4%; e Rodrigo Pacheco 0,3%. Não responderam 3,4% dos eleitores e votaria branco ou nulo 10,2%. O terceiro cenário pesquisado reduz o número de candidatos. As opções são apenas cinco. Lula aparece segue como primeiro colocado com seus 35,5% de intenções de voto. Bolsonaro tem 29,6% na segunda colocação e Moro 11,2% na terceira. Ciro Gomes é o quarto ao somar 6,6% e Doria 3,4%. Aqueles eleitores que não souberam responder representam 3,4% e votariam branco 10,3%. O quarto cenário pesquisado pelo Instituto Paraná também traz cinco nomes, mas troca Doria por Eduardo Leite. Nessa simulação eleitora Lula soma 35,8%; Bolsonaro cresce e vai a 30,1%; Moro tem 11,7%; Ciro segue com 6,6% e Leite pontua 1,7%. Votariam branco 10,6% e não souberam 3,4%. O levantamento tem um grau de confiança de 95% para uma margem estimada de erro de aproximadamente 2,0% para os resultados gerais.
Em audiência pública da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) nesta quarta-feira (27), o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, voltou a defender o endurecimento das punições a crimes de corrupção e a crimes contra a vida, foco do pacote anticrime apresentado por ele ao Congresso em fevereiro. O ministro afirmou que está aberto ao diálogo e a aperfeiçoamentos sugeridos pelos parlamentares. — O foco dos projetos é o endurecimento em relação à criminalidade mais grave. Estamos abertos a sugestões, críticas e aprimoramentos — ressaltou. São três projetos (PL 881/2019, PL 882/2019 e PLP 38/2019, aguardando análise da Câmara) que modificam 14 leis, entre elas o Código Penal (Lei 2.848, de 1940) e o Código de Processo Penal (Decreto-Lei 3.689, de 1941) em assuntos como regras de legítima defesa, prisão após condenação em segunda instância e regulamentação de instrumentos de investigação.