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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes permitiu, em decisão publicada neste domingo (23), a visita da esposa do ex-presidente Jair Bolsonaro, Michelle Bolsonaro, na Superintendência Regional da Polícia Federal no Distrito Federal, onde Bolsonaro está preso preventivamente desde a manhã deste sábado (22). A visita pode ser feita entre 15h e 17h.
A defesa do réu solicitou também a visita dos filhos ao ex-presidente, mas segundo Moraes, como não informou quais filhos, o pedido não foi concedido. A defesa, de acordo com o magistrado, deve complementar o pedido.
Bolsonaro passará por audiência de custódia ao meio-dia deste domingo. A audiência será feita na própria Superintendência, por videoconferência. Segundo o STF, o vídeo não será divulgado.
O tribunal informou ainda que o prazo para a defesa do ex-presidente se manifestar a respeito da violação da tornozeleira eletrônica termina neste domingo às 16h30.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece na liderança dos cenários de primeiro turno das eleições presidenciais de 2026, à frente do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL). Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (28) pela pesquisa Atlas/LatamPulse. No cenário 1, que inclui Lula, Tarcísio e o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), o petista soma 44,1% das intenções de voto, seguido por Tarcísio, com 31,8%, e Zema, com 4,4%. Já no cenário 2, com Lula, Michelle Bolsonaro e Zema, o presidente mantém a dianteira, com 44,2%, enquanto Michelle alcança 29,7% e Zema repete o índice de 4,4%. Os números apontam que Lula mantém vantagem expressiva sobre os principais adversários, independentemente da composição dos cenários testados, consolidando-se como favorito para o primeiro turno. Perfil dos entrevistados - Entre os consultados, 52,1% são mulheres e 47,9% homens. A faixa etária mais representativa é de pessoas entre 45 e 59 anos, correspondendo a 26,2% do total. Em relação à escolaridade, a maioria possui ensino médio completo, representando 42% dos entrevistados. No recorte econômico, 32,6% afirmaram ter renda familiar mensal de até R$ 2 mil. Metodologia da pesquisa - A pesquisa Atlas/LatamPulse entrevistou 6.238 pessoas por meio de recrutamento digital aleatório (RDR), entre os dias 20 e 25 de agosto de 2025. A margem de erro é de ±1 ponto percentual, com nível de confiança de 95%.
Um levantamento da Paraná Pesquisas, divulgado nesta terça-feira (22), revela que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) perderia para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), em cenários hipotéticos de segundo turno de uma eleição presidencial. A pesquisa, realizada entre 16 e 19 de abril, ouviu 2.020 eleitores em 160 municípios, com margem de erro de 2,2 pontos percentuais e 95% de confiança. Os resultados mostram uma vantagem significativa dos nomes bolsonaristas e de Tarcísio sobre o petista. Lula perde em todos os cenários de segundo turno - No primeiro cenário, Jair Bolsonaro venceria Lula por 46% a 40,4%, com 9% de votos brancos, nulos ou indecisos. Já em um possível confronto com Michelle Bolsonaro, a ex-primeira-dama lideraria com 45%, contra 41% do atual presidente. O governador Tarcísio de Freitas também aparece à frente, derrotando Lula por 43,4% a 40,5%, com 10,5% de votos não válidos ou sem opinião formada. Bolsonaro lidera no primeiro turno, mas empate técnico persiste - Em um cenário de primeiro turno, o ex-presidente Jair Bolsonaro aparece na frente, com 38,5%, enquanto Lula tem 33,3%. O terceiro colocado seria Ciro Gomes (PDT), com 9,7%, seguido por Ronaldo Caiado (União Brasil-GO), com 3,5%, e Eduardo Leite (PSDB), com 2,9%. Apesar da vantagem de Bolsonaro, a diferença entre os dois principais nomes está dentro da margem de erro, indicando que a disputa segue acirrada. Em fevereiro, os dois estavam tecnicamente empatados, com 36% para Bolsonaro e 33,8% para Lula.
O número de doadores de sangue nos hemocentros diminuiu no ano de 2020. O isolamento social imposto pela Covid-19 provocou a redução de 15% a 20% no número de doações em relação a 2019, de acordo com o Ministério da Saúde. A doação de sangue é um ato voluntário, e pode ser praticada por cidadãos entre 16 e 69 anos, com peso mínimo de 50 quilos. A iniciativa foi lançada em fevereiro e busca promover ações mensais até dezembro de 2021. Nesta quinta-feira (4), a Primeira-dama e presidente do conselho do Pátria Voluntária, Michelle Bolsonaro, foi ao Hemocentro de Brasília (DF) acompanhada do presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães. Michelle Bolsonaro lembra que a doação é um ato de empatia e solidariedade. “Muito obrigada, Pedro, por ter convocado a Caixa a estar aqui fazendo esse papel de empatia, de amor e de solidariedade ao próximo”, agradeceu. Para que os doadores se sintam seguros e continuem indo aos postos de coleta de sangue, os hemocentros se adaptaram para recebê-los intensificando os cuidados com a higienização das áreas, instrumentos e superfícies, uso de antissépticos e acolhimento que minimizam a exposição e o aglomerado de pessoas. As cadeiras estão mais espaçadas, é disponibilizado álcool em gel e os profissionais trabalham com todos os equipamentos de proteção individual.
Uma iniciativa que veio da sociedade e que conta com apoio do setor público faz a diferença na vida de milhares de crianças com câncer em Brasília. É o Hospital da Criança que realiza, atualmente, de forma gratuita, mais de sete mil consultas por mês, além de oferecer serviços como fisioterapia e nutrição. O local foi escolhido pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, para lançar, nesta terça-feira (09), o Programa Nacional de Incentivo ao Voluntariado, o Pátria Voluntária. “Nós, juntos, podemos fazer muito pelo nosso país”, destacou Bolsonaro. O objetivo do programa, coordenado pelo Ministério da Cidadania, é promover e valorizar o voluntariado estimulando a participação da sociedade, instituições públicas e privadas em ações transformadoras, como é o caso do Hospital da Criança de Brasília. “É um hospital modelo. Mostra como pode funcionar bem a parceria público-privada”, explicou o ministro Osmar Terra. A ideia do Pátria Voluntária também é incentivar projetos de cooperação nacional e internacional, integrar bases de dados e estatísticas e dar visibilidade a projetos e pesquisas.