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Mais de 700 pacientes passaram por consultas e exames durante mais uma etapa de acompanhamento do Projeto Glaucoma em Brumado. Realizados nos dias 26 e 27 de setembro, na Policlínica Manoel Fernandes dos Santos, no bairro Malhada Branca, os atendimentos alcançaram 728 pessoas cadastradas no programa e novos pacientes com indicação médica para investigação da doença que puderam realizar o cadastro e receber o acompanhamento.
A ação integra o acompanhamento periódico oferecido pelo programa, que atualmente atende mais de 800 pacientes em Brumado. A cada três meses, os usuários passam por avaliação com oftalmologista e exames para verificar a evolução do quadro, a resposta ao tratamento e a adaptação aos medicamentos.
Além do atendimento especializado, os pacientes diagnosticados recebem gratuitamente os medicamentos utilizados no tratamento. A iniciativa é voltada ao controle da doença e à prevenção de complicações que podem comprometer a visão.
Pacientes cadastrados no Projeto Glaucoma em Brumado devem ficar atentos ao calendário de atendimentos, que será realizado nos dias 26 e 27 de setembro, a partir das 6h, na Policlínica Manoel Fernandes dos Santos, no bairro Malhada Branca. A ação é coordenada pela Secretaria Municipal de Saúde (SESAU) e será destinada exclusivamente aos usuários já inscritos no programa.
Para o atendimento, os pacientes devem apresentar documento de identificação com foto, cartão do SUS, cartão de identificação do paciente com glaucoma e receita do colírio em uso.
Considerado uma importante iniciativa de prevenção e controle da cegueira no município, o Projeto Glaucoma oferece acompanhamento especializado com oftalmologista, exames periódicos e distribuição gratuita de medicamentos aos pacientes diagnosticados com a doença.
Atualmente, mais de 800 pacientes são acompanhados pelo programa em Brumado. As consultas e exames são realizados a cada três meses, permitindo o monitoramento contínuo da saúde ocular. Durante os atendimentos, os especialistas avaliam a resposta ao tratamento, a adaptação aos medicamentos e a evolução do quadro clínico de cada paciente.
O glaucoma é a principal causa de cegueira irreversível no mundo. De evolução silenciosa e progressiva, a doença afeta o nervo óptico e pode comprometer gradualmente a visão quando não é diagnosticada e tratada de forma adequada. O diagnóstico é feito por médico oftalmologista, a partir de exames específicos, como a medição da pressão intraocular e a avaliação do fundo de olho.
Além do acompanhamento dos usuários já cadastrados, o Projeto Glaucoma também recebe novos pacientes diagnosticados com a doença. Para ingressar no programa, é necessário procurar a Policlínica Manoel Fernandes dos Santos, apresentar o laudo médico com o diagnóstico de glaucoma e realizar o cadastro junto à equipe responsável.
A iniciativa busca ampliar o acesso ao diagnóstico, tratamento e acompanhamento especializado, contribuindo para a preservação da visão e para a qualidade de vida dos pacientes.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirma que as chamadas canetas emagrecedoras no Sistema Único de Saúde (SUS) serão oferecidas gratuitamente de forma responsável, com base em estudos e na definição de um protocolo clínico.
“O Brasil é hoje o país com a maior diversidade de medicamentos registrados para o combate à obesidade, as chamadas canetas emagrecedoras. Já temos 14 produtos registrados. E isso derrubou o preço. Mas a gente quer uma outra coisa: colocar essa medicação no SUS como um direito. E vamos fazer isso de forma responsável ”, ressaltou o ministro Padilha.
São pessoas que precisam do medicamento, com orientação médica. Vamos deixar pronto o protocolo para podermos disponibilizá-lo no SUS, em todo o Brasil, de forma responsável”
O objetivo da oferta pelo SUS não é a busca pelo “milagre estético”, informa o ministro. “Estamos avaliando pessoas que estavam na fila de cirurgia bariátrica para saber se o uso dessa medicação consegue controlar a obesidade sem a necessidade de cirurgia; se melhora a situação de pessoas que têm obesidade e problemas cardíacos; e de mulheres que tiveram câncer de mama , avaliando se a utilização dessa medicação pode reduzir o risco de o câncer voltar. São pessoas que precisam do medicamento, com orientação médica. Vamos deixar pronto o protocolo para podermos disponibilizá-lo no SUS, em todo o Brasil, de forma responsável”, reforçou.
Produção nacional
O ministro lembrou que esse trabalho começou a partir de um relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS), que orientou os países a avaliarem o acesso a esse tipo de medicamento, pelo entendimento de que ele pode ter efeitos benéficos para outras questões de saúde.