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A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (7/4), a Operação Promitente, com objetivo de cumprir mandados judiciais de busca e apreensão na cidade de Juazeiro, decorrente de investigação relativa à compra de votos e à fraude eleitoral.
A diligência apontou que dois agentes públicos do município de Juazeiro, juntamente com um presidente de partido político, realizaram fraude ao sistema de cota de gênero, constante no pagamento de valores às mulheres recrutadas para que apenas constassem formalmente como candidatas, sem a efetiva participação em campanha, inclusive com recebimento da cota eleitoral.
Após a efetivação da fraude, os investigados e o advogado do partido solicitaram a uma das mulheres aliciadas que reconhecessem a fraude em cartório, retirando do cargo público um outro candidato legitimamente eleito para beneficiar um suplente.
Foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça Eleitoral, e dois mandados de afastamento de função pública, bem como suspensas as atividades partidárias do presidente do partido. Os suspeitos estão proibidos de frequentar a Câmara de Vereadores e de manter contato com qualquer servidor do legislativo e do executivo municipal.
Nos locais, foram apreendidos aparelhos eletrônicos e documentos, que serão submetidos à perícia com a finalidade de constatar a ocorrência deste e de outros crimes, além de valores em espécie.
A Polícia Federal deflagrou, nesta sexta-feira (27), a Operação Rapina com o objetivo de combater crimes de exploração sexual de crianças e adolescentes na internet. A ação incluiu o cumprimento de dois mandados de busca e apreensão nas cidades de Ibipitanga e Barreiras, na Bahia, além de dois mandados de prisão em aberto contra o investigado.
As investigações tiveram início a partir de informações de um organismo internacional de proteção à infância, que identificou a atuação de um usuário brasileiro envolvido em crimes virtuais contra menores. Segundo apurado, o suspeito utilizava perfis falsos em redes sociais para se aproximar das vítimas, obter imagens íntimas e, posteriormente, realizar chantagens.
O investigado possui condenações anteriores, incluindo pena de 11 anos de reclusão por estupro de vulnerável, além de outras acusações relacionadas ao armazenamento e compartilhamento de material ilegal. Até o momento, ao menos 12 vítimas foram identificadas, com indícios de que o número possa ser maior.