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A segunda rodada da pesquisa BTG/Nexus sobre a disputa pela Presidência da República em 2026, divulgada nesta segunda-feira (27/4), indica manutenção do quadro eleitoral com liderança de Luiz Inácio Lula da Silva no primeiro turno e um cenário de forte equilíbrio em eventual segundo turno. O levantamento aponta que a diferença entre os dois principais nomes permanece dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, sugerindo estabilidade na corrida presidencial.
Na simulação de segundo turno, Lula aparece com 46% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro registra 45%, configurando empate técnico. Em comparação com a rodada anterior, o atual presidente apresentou oscilação de um ponto percentual para baixo, mantendo ainda assim a dianteira numérica dentro do limite estatístico do estudo.
No mesmo levantamento, os demais nomes testados apresentam percentuais menores: Romeu Zema (Novo) soma 4%, Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão) aparecem com 3% cada, Augusto Cury (Avante) registra 2%, enquanto Cabo Daciolo (Mobiliza) e Aldo Rebelo (DC) têm 1% cada. Brancos, nulos ou nenhum candidato somam 6%, e os que não souberam ou não responderam representam 2% dos entrevistados.
A pesquisa também avaliou a percepção sobre a administração federal. De acordo com os dados, 43% dos entrevistados classificam o governo como ruim ou péssimo, número que representa leve variação em relação ao levantamento anterior, quando o índice era de 44%.
O estudo ouviu 2.028 eleitores em todas as regiões do país entre os dias 24 e 26 de abril de 2026. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-01075/2026.
presidente Luiz Ina?cio Lula da Silva assinou, nesta segunda-feira, 10 de marc?o, em cerimônia no Pala?cio do Planalto, os termos de posse do novo ministro da Sau?de, Alexandre Padilha, e da nova ministra da Secretaria de Relac?o?es Institucionais da Preside?ncia da Repu?blica, Gleisi Hoffmann. Alexandre Padilha deixou o cargo de ministro das Relações Institucionais, que exercia desde 2023, para assumir o Ministério da Saúde, em substituição a Nísia Trindade. Médico infectologista, Padilha já chefiou a pasta da Saúde entre 2011 e 2014, durante a presidência de Dilma Rousseff, quando lançou o programa Mais Médicos. “Esse ministério será cada vez mais o ministério da saúde e não da doença. Ter saúde de qualidade é estar ao lado de todas as políticas que estimulam a nossa população, que incorporem em sua rotina hábitos que promovem a saúde e a vida, para construir um Brasil cada vez mais saudável e feliz”, declarou. “É esta a moldura: ampliar o atendimento e reduzir o tempo de espera para o atendimento especializado, defender a ciência e a vida, promover um Brasil mais saudável e valorizar quem trabalha e defende a saúde, a que minha equipe e eu vamos devotar todos os nossos esforços”, completou o novo ministro.
Conforme publicado na coluna do Estadão, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi informado de que é definitiva a decisão do ex-governador da Bahia Jaques Wagner (PT) de não disputar o a presidência da República. Anteriormente, Wagner havia dito à imprensa que não aceitava concorrer à Presidência e que era pré-candidato ao Senado na chapa do governador Rui Costa (PT). Ainda segundo o Estadão, o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad é agora a único opção do PT.