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O Vitória deixou escapar uma importante vantagem diante do Mirassol pelo Campeonato Brasileiro. O Rubro-Negro chegou a abrir 2 a 0 com apenas 12 minutos de jogo, com dois gols de Renê, mas permitiu a reação do adversário e terminou a partida empatado.
O time baiano teve um primeiro tempo consistente e não sofreu grandes sustos. Na segunda etapa, porém, a equipe caiu de rendimento e permitiu que o Mirassol assumisse o controle das ações.
O Vitória chegou a marcar novamente, mas o gol foi anulado após intervenção do VAR. O árbitro catarinense da FIFA, Ramon Abatti Abel, não validou o lance por entender que Luan Cândido estava em posição de impedimento no momento da cabeçada de Zé Vítor.
A reação do Mirassol veio na reta final da partida. O adversário marcou aos 45 minutos, aumentando a pressão sobre o Rubro-Negro e conseguindo buscar o empate.
Com o resultado, o Vitória chegou aos 33 pontos, acumulando nove vitórias na competição, e ocupa atualmente a 12ª colocação. O time perdeu a oportunidade de abrir sete pontos de vantagem para o Vasco, primeira equipe dentro da zona de rebaixamento.
Um dos destaques da partida foi Renê, que chegou ao seu oitavo gol no Campeonato Brasileiro. Com 15 gols marcados na temporada, o atacante também se isolou como artilheiro do Vitória em 2026.
O próximo compromisso do Rubro-Negro será contra o Cruzeiro, no domingo (20), às 16h (horário de Brasília), no Barradão.
O Vitória foi derrotado pelo Palmeiras por 4 a 0 na noite desta quarta-feira (29), no Barradão, em Salvador, em partida válida pela 21ª rodada do Campeonato Brasileiro. O confronto ficou marcado pelas decisões da arbitragem, que reduziram a equipe baiana a nove jogadores ainda no primeiro tempo após intervenções do árbitro de vídeo (VAR).
Até os 39 minutos da etapa inicial, o Rubro-Negro fazia uma atuação equilibrada diante do líder da competição, conseguindo neutralizar as investidas do adversário e criando oportunidades ofensivas. O cenário da partida, porém, mudou após a revisão de um lance envolvendo o zagueiro Cacá e o atacante Arias. Inicialmente, o árbitro Alex Gomes Stefano mandou o jogo seguir, mas, após recomendação do VAR, comandado por Marco Aurélio Augusto Fazekas Ferreira, revisou a jogada e aplicou cartão vermelho ao defensor rubro-negro por considerar a entrada como jogo brusco grave.
Logo em seguida, durante a reclamação dos atletas do Vitória, o zagueiro Luan Cândido fez um gesto interpretado pela arbitragem como ofensivo, simulando um sinal de roubo. Após nova análise do VAR, o árbitro apresentou mais um cartão vermelho, deixando a equipe baiana com apenas nove jogadores em campo.
As decisões provocaram reclamações dos jogadores, da comissão técnica e da torcida. O principal questionamento ocorreu porque, momentos antes das expulsões, o meia Maurício atingiu o zagueiro Cacá com uma cotovelada que provocou sangramento no atleta rubro-negro. Apesar da gravidade do lance, o árbitro aplicou apenas cartão amarelo, entendendo que não houve intenção, e o VAR não recomendou revisão da jogada.
Com dois atletas a menos, o técnico Jair Ventura reorganizou a equipe, promovendo a entrada do volante Zé Vítor e deslocando Caíque Gonçalves para atuar na defesa ao lado do argentino Britez. Mesmo com inferioridade numérica, o Vitória manteve postura competitiva, mas não conseguiu conter o volume ofensivo do Palmeiras, que aproveitou os espaços para construir a goleada com dois gols em cada tempo.