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O debate entre os candidatos à prefeitura de Salvador, realizado pela TV Bahia nesta quinta-feira (3), foi dominado por críticas à ausência do atual prefeito e candidato à reeleição, Bruno Reis (União). Os presentes, Geraldo Jr. (MDB) e Kléber Rosa (PSOL), aproveitaram o espaço para destacar falhas da atual gestão em temas como segurança pública, saúde e transporte. Kléber Rosa criticou a falta de políticas eficazes para a segurança e saúde, defendendo a "tarifa zero" no transporte público. Já Geraldo Jr. enfatizou o combate ao crime organizado e prometeu mais investimentos em saúde e educação. Ambos encerraram o debate pedindo o voto da população, destacando seus compromissos e propostas para Salvador.
Na segunda rodada da pesquisa Quaest, encomendada pela TV Bahia e divulgada nesta terça-feira (17), o atual prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), ampliou sua liderança na disputa eleitoral, alcançando 74% das intenções de voto. O resultado é um avanço significativo em relação à primeira rodada, realizada em agosto, quando o candidato tinha 66%. Em segundo lugar, Geraldo Júnior (MDB) viu sua intenção de voto cair de 9% para 6%. Kleber Rosa (PSOL) manteve os 4% apurados no primeiro levantamento. Já Victor Marinho (PSTU) segue com 1%, o mesmo percentual da pesquisa anterior. Os candidatos Giovani Damico (PCB), Eslane Paixão (UP) e Silvano Alves (PCO) não pontuaram nesta nova rodada, após terem registrado 1% cada na pesquisa anterior. Além disso, 6% dos entrevistados se disseram indecisos, enquanto 9% afirmaram que votariam em branco, anulariam o voto ou não compareceriam às urnas — uma redução em relação aos 12% da primeira pesquisa. Números da segunda rodada da Quaest: Bruno Reis (União Brasil): 74% (eram 66% na pesquisa anterior); Geraldo Júnior (MDB): 6% (eram 9%); Kleber Rosa (PSOL): 4% (mesmo índice da rodada anterior); Victor Marinho (PSTU): 1% (manteve o índice anterior); Eslane Paixão (UP): não pontuou (era 1%); Giovani Damico (PCB): não pontuou (era 1%); Silvano Alves (PCO): não pontuou (era 1%); Indecisos: 6% (eram 5%) e Branco/Nulo/Não vai votar: 9% (eram 12%). A pesquisa Quaest entrevistou 900 pessoas com 16 anos ou mais. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BA-01787/2024.
A mais recente pesquisa eleitoral realizada pela Quaest, encomendada pela TV Bahia e divulgada nesta terça-feira (27), revela o cenário das intenções de voto para a prefeitura de Salvador. O atual prefeito Bruno Reis (União Brasil) aparece como o favorito, com 66% das intenções de voto. Em segundo lugar está Geraldo Júnior (MDB), com 9%. O levantamento também mostra que Kleber Rosa (PSOL) ocupa o terceiro lugar com 4%, estando tecnicamente empatado com Geraldo Júnior, devido à margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos. Outros quatro candidatos registraram 1% das intenções de voto: Giovani Damico (PCB), Eslane Paixão (UP), Silvano Alves (PCO) e Victor Marinho (PSTU). Estes também estão tecnicamente empatados com Kleber Rosa dentro da margem de erro. Além disso, a pesquisa aponta que 5% dos entrevistados estão indecisos, enquanto 12% afirmaram que pretendem votar em branco, nulo ou não irão votar. Veja os números detalhados: Bruno Reis (União Brasil): 66%; Geraldo Júnior (MDB): 9%; Kleber Rosa (PSOL): 4%; Eslane Paixão (UP): 1%; Victor Marinho (PSTU): 1%; Giovani Damico (PCB): 1%; Silvano Alves (PCO): 1%; Indecisos: 5% e Branco/Nulo/Não vai votar: 12%. A pesquisa foi realizada no formato estimulado, onde os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BA-07361/2024, e possui um nível de confiança de 95%.
O prefeito de Salvador, Bruno Reis (UB), lidera a corrida pela reeleição com 51,4% das intenções de voto, segundo pesquisa AtlasIntel divulgada nesta terça-feira (12) pelo Jornal A Tarde. O principal candidato de oposição, Geraldo Júnior (MDB), que tem apoio do governador Jerônimo Rodrigues (PT), surge com 18,4% das intenções de votos. Em terceiro lugar, aparece Kléber Rosa (PSOL), com 8,4%. Em quarto lugar está a pré-candidata do Novo, Luciana Buck, com 1,8%. Com esses percentuais, o atual prefeito da capital seria reeleito no 1º turno. Considerando apenas os votos válidos, Bruno Reis desponta com 64,4%, Geraldo Jr com 23%, Kleber Rosa 10,4% e Luciana Buck marca 2,2%. A pesquisa foi realizada entre os dias 4 e 7 de março de 2024, com coleta via recrutamento aleatório digital. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança no levantamento é de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o número BA-06287/2024. Outros destaques da pesquisa: 8,8% dos entrevistados não sabem em quem votar; 11,2% votarão em branco ou nulo; A pesquisa também avaliou a aprovação da gestão Bruno Reis: 59% dos entrevistados aprovam, enquanto 29% desaprovam; O índice de rejeição de Bruno Reis é de 12%.
Conforme pesquisa Atlas/Intel para o governo da Bahia, que entrevistou 1600 pessoas entre os dias 24 e 29 de setembro, Jerônimo Rodrigues aparece com 48,3% das intenções de votos válidos contra 40,4% do ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil). Em terceiro lugar, aparece João Roma (PL), com 7,3% das intenções de voto e 10% dos votos válidos. Roma registrou uma queda: na pesquisa desta semana, o candidato bolsonarista apareceu com 9,9%. Foi a primeira pesquisa publicada após o debate que aconteceu na TV Bahia, o último antes do primeiro turno. Kleber Rosa, do PSOL, apareceu com 1,4% dos votos válidos. A pesquisa está registrada no TSE sob o código BA-02173/2022 e tem margem de erro de 2,5% para mais ou menos.
Na noite desta terça-feira (27), a TV Bahia promoveu debate do qual participaram quatro candidatos ao governo do estado: Kleber Rosa (PSOL), ACM Neto (União Brasil), Jerônimo Rodrigues (PT) e João Roma (PL). O encontro durou cerca 2h e foi transmitido ao vivo também pelo portal pelo g1 Bahia e pelo Globoplay. Os candidatos Giovani Damico (PCB) e Marcelo Millet (PCO) não participaram do debate, cujo critério seguiu o definido pela Justiça Eleitoral, que determina a participação somente de candidatos filiados a partidos ou coligações que tenham mais de cinco representantes no congresso nacional. De acordo com informações do G1, o debate, mediado pela jornalista Graziela Azevedo, da TV Globo, foi dividido em cinco blocos, sendo os quatro primeiros com "confronto direto", em que os candidatos puderam fazer perguntas entre si. No primeiro e no terceiro blocos, as perguntas foram com temas livres: os candidatos falaram de questões envolvendo educação, impostos, questões raciais. No segundo e no quarto blocos, os candidatos fizeram perguntas entre si a partir de temas determinados, como a construção da ponte Salvador- Itaparica, desenvolvimento de indústrias, turismo, agricultura, assistencia médica no interior. Já no quinto e último bloco, os candidatos tiveram a oportunidade de fazer as considerações finais.
Mantendo a tradição, a Band Bahia foi a primeira emissora a realizar o debate para candidatos a governador do estado, mediado pela jornalista Carolina Rosa, apresentadora do Band Cidade, neste domingo (7), às 21h, na tela da Band Bahia e com transmissão simultânea pela Rádio BandNews FM, no YouTube, no portal Band Notícias BA e na Rede Baiana de Rádio. Na chegada à emissora, os candidatos e convidados foram recepcionados pelo Diretor Regional da Band Nordeste, Augusto Correia Lima. Participaram do debate os candidatos que têm representação no Congresso Nacional, Jerônimo Rodrigues (PT), João Roma (PL) e Kleber Rosa (PSOL). Já ACM Neto (União Brasil), não confirmou a presença até a sexta-feira (5), e também não compareceu à emissora. O programa contou com cinco blocos, que foram divididos por apresentação, perguntas dos jornalistas e colunistas da Band e questionamentos entre os candidatos. A ordem das perguntas, das respostas e dos comentários foi definida anteriormente, por meio de um sorteio realizado entre a diretoria da emissora e os representantes dos concorrentes. Logo no início, os três participantes lamentaram a ausência de Neto nesse primeiro encontro, e o candidato Jerônimo Rodrigues, o primeiro a ter a palavra, disse que que “faltou coragem [de ACM Neto] de debater os projetos e suas ações”. “Debates como esses nos ajudam, primeiro, a refletir sobre esse momento da democracia brasileira. Depois, é uma oportunidade que o Brasil e a Bahia têm de ouvir a nós sobre os nossos projetos, as nossas intenções com o nosso estado da Bahia. Lamento muito, nesse momento, não termos a presença do ex-prefeito e candidato a governador. Me parece que faltou coragem de debater conosco os projetos e suas ações. Inclusive, ele já tem esse costume de não ter coragem de enfrentar temas como estes”, ressaltou Rodrigues. Logo depois, o candidato do PSOL, Kleber Rosa, saudou os presentes e lamentou a ausência do candidato do União Brasil. “Quero dizer que o pior desse exemplo é a falta de respeito com o povo da Bahia. O debate é o momento em quer a gente confronta as nossas ideias e confronta o nosso programa. A negação de vir aqui se expor é antes de tudo uma falta de respeito ao nosso povo. Eu quero dizer para vocês que está na hora do povo governar. Nós temos um projeto”, afirmou. João Roma afirmou que a Bahia tem sofrido e ficado para trás em relação a outros estados, porque está refém de práticas políticas do século passado. “Uma Bahia grandiosa que está enxergando o século 21, mas que com essas práticas não tem conseguido avançar. Lamentável, de fato, que o ex-prefeito de Salvador, que saiu da prefeitura, mas a prefeitura não saiu dele, porque continua usando a prefeitura para seu benefício próprio esteja ausente do debate”, disse Roma. A partir do segundo bloco, os candidatos dividiram ataques sobre Bolsonaro e ACM Neto. Ao ser perguntado sobre a educação pública na Bahia, o candidato do PSOL afirmou que o setor vem sendo desprezado e atacou ACM Neto, e disse que “a gestão carlista fechou mais de 42 escolas”. Além disso, Rosa lembrou que João Roma foi chefe de gabinete de Neto e cutucou o seu adversário, dizendo que o candidato do PL é tão responsável quanto a sua liderança pela tragédia da gestão municipal. Kleber Rosa também reforçou o seu apoio a Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e disse ainda que Jair Bolsonaro foi “a maior tragédia que o Brasil já viveu”, em relação, principalmente, as ações da gestão do presidente durante a pandemia. Perguntado sobre infraestrutura da segurança, Jerônimo disse que o PT investiu nesse setor no estado, e afirmou que uma das causas para o aumento, foi o crescimento da circulação de armas no Brasil, com estimulo do presidente Bolsonaro na compra desordenada de armas, provocando um aumento na violência.